top of page

12163 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Alta no preço da carne diminui consumo e muda o perfil do churrasco no RS

    Se considerado o quilo do boi gordo vivo, o aumento é ainda maior, aponta a Emater. Em agosto de 2020, era de R$ 7,62, e passou para R$ 10,64 na última semana deste mês, uma alta de quase 40%. Isto que ainda reduziu, já que em julho estava em R$ 11,20. Com tantas altas no preço, não apenas o consumo diminuiu, como o perfil do churrasco típico gaúcho também mudou. Paleta por picanha Dono da banca San Remo, no Mercado Público de Porto Alegre, o açougueiro Valdir Sauer percebe que o preço afastou mais o público do que a pandemia. Mesmo com a retomada das atividades e a volta da circulação das pessoas, a procura segue sendo de cortes menos nobres e em quantidades menores. "Esta semana, a carne voltou a baixar, mas o preço está assustando. O pessoal está com dificuldade, o dinheiro está curto. Alguns pegam menos quantidade, outros uma carne mais acessível", afirma. Nada de filé ou picanha. Valdir cita que os cortes mais pedidos por quem anuncia que fará um churrasco são costela, maminha e vazio. A dica dele para um tradicional churrasco, entretanto, é selecionar uma paleta sem osso. "A paleta se divide em várias partes: uma mais para carne de panela e outra para o churrasco. Pro churrasco é a paleta do sete [conhecida como shoulder steak ou raquete]. Tem uma camada de gordura e não seca tanto", explica. Peixes e frutos do mar Este mês, pela primeira vez desde que foi criado, em 2003, o programa social da Ceasa distribuiu peixes e frutos do mar para cerca de 70 instituições assistenciais cadastradas no Prato Para Todos. A doação é fruto de parceria com o programa Mesa Brasil, do Sesc/RS, em ações de combate à fome. A Ceasa, sociedade de economia mista vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, não doa carne de gado. No entanto, fez o repasse de pescados apreendidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foram doados 1.980 kg de anchovas e pescada e 1.350 kg de camarões para associações comunitárias, creches e asilos. A distribuição foi uma maneira de reforçar o kit de frutas, legumes e verduras doados pelos permissionários semanalmente. "Quero destacar a importância das proteínas, vitaminas e minerais presentes nos peixes e nos frutos do mar distribuídos. É um complemento e tanto", diz o presidente da Ceasa, Ailton dos Santos Machado. Fonte: G1/RS

  • Termina amanhã o prazo para renovação do exame toxicológico de CNHs

    O prazo é para CNHs com vencimento entre janeiro e junho de 2022 O condutor habilitado nas categorias C, D e E, cuja validade da CNH expira entre janeiro e junho de 2022, tem até a próxima terça-feira (31) para renovar o exame toxicológico periódico um laboratório credenciado pelo Denatran. A partir do dia 1º de setembro a fiscalização já poderá aplicar a penalidade do art. 165-B do Código de Trânsito Brasileiro, caso flagre o motorista conduzindo ônibus, caminhão, carreta ou qualquer outro veículo dessas categorias. A novidade trazida pelo Denatran neste ano foi, além da prorrogação dos prazos, a mudança na fiscalização, passando a ser contada a data da realização do exame e não mais a do registro do resultado. Dessa forma, o condutor não é penalizado em caso de atraso por parte do laboratório. Os laboratórios credenciados têm até 24 horas para informar a data e hora da coleta e, até o final de 2021, os resultados deverão ser registrados em até 25 dias. A partir de 2022, essa informação volta a ser cadastrada em até no máximo 15 dias. Resultado positivo no exame toxicológico acarretará a suspensão do direito de dirigir por três meses. Quais as implicações para quem descumprir a norma? O Código de Trânsito Brasileiro determina que todo condutor habilitado nas categorias C, D e E deve realizar o exame toxicológico periódico a cada dois anos e seis meses, para condutores com até 69 anos de idade; e a cada renovação da habilitação, para condutores com 70 anos ou mais. Quem deixar o prazo expirado após os novos limites estabelecidos pelo Contran estará sujeito a duas infrações de trânsito previstas no artigo 165-B do CTB, que podem gerar multa de R$ 1.467,35 e suspensão do direito de dirigir por três meses: se for flagrado dirigindo ônibus, caminhões, veículos articulados, etc. com toxicológico expirado. Não se aplica, portanto, a quem estiver conduzindo carro ou moto, por exemplo. se tem CNH C, D ou E com EAR (exerce atividade remunerada) e não comprovar, quando for renovar a habilitação, que fez toxicológico periódico. Essa autuação será automática, gerada para motoristas profissionais cuja data de validade da CNH seja igual ou posterior a 12 de outubro de 2023. Para condutores com habilitação expirada até 11 de outubro de 2023, portanto, não será considerada essa infração.
Importante destacar que, diante dos novos prazos de ade quação determinados pelo Contran, a fiscalização da norma só poderá gerar autuações a partir do dia 01/07/21. Por isso a recomendação de que todo condutor refaça o teste, respeitando seu limite máximo específico. Poderá ser aproveitado exame periódico na renovação da CNH? O exame toxicológico periódico poderá ser utilizado para fins de renovação da CNH em até 90 dias após a data da coleta da amostra. Após esse prazo, o condutor deverá realizar novo exame toxicológico para fins de renovação da CNH. Confira no calendário as datas-limite de renovação do exame de acordo com o vencimento da CNH. Fonte: SSP/RS

  • Covid-19: Brasil chega a 80% da população acima de 18 anos com 1ª dose

    O Brasil atingiu a marca de 80% da população acima de 18 anos vacinada com a primeira dose da vacina contra a covid-19, de acordo com o Ministério da Saúde. Isso significa que mais de 128 milhões de brasileiros receberam a primeira dose. A pasta estima que até o dia 15 de setembro serão distribuídas vacinas suficientes para aplicar a primeira dose a toda a população brasileira com mais de 18 anos, o que representa um total de 160 milhões de pessoas. Para ter a proteção, é preciso completar o esquema vacinal. A maior parte das vacinas aplicadas no Brasil precisa de uma segunda dose para atingir a potência máxima. Ao todo, até o momento, 60 milhões de brasileiros, o equivalente a 37% da população adulta, estão com o esquema vacinal completo. Estudos divulgados recentemente mostram que as vacinas reduzem significativamente o risco de morte, de internações e de infecções causadas pelo vírus, mas não evitam completamente que a pessoa se contagie nem que leve o vírus para outras pessoas. O Ministério da Saúde ressalta que, mesmo com a vacina, os cuidados individuais, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento social, são importantes para evitar o contágio. "O cuidado é de cada um, mas o benefício é para todos", diz em nota. Remessas aos estados Desde o último domingo (29), o Ministério da Saúde anunciou que irá enviar aos estados mais 3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 voltadas para a segunda aplicação. São 2 milhões de doses da vacina Astrazeneca/Fiocruz e 1 milhão de doses da Pfizer/Biontech. Na distribuição, a pasta tem como base dois critérios: as vacinas para a primeira dose já enviadas para cada estado, desde o começo da campanha, e a estimativa da população acima de 18 anos de cada unidade da Federação. Chegada de novas vacinas Também neste domingo chegaram ao Brasil mais 2,1 milhões de doses de vacinas da Pfizer. A remessa, segundo a pasta, chegou em dois voos, um que desembarcou às 7h30 e outro às 16h15. Depois de recebidos, os imunizantes passam por rigoroso controle de qualidade antes de seguir para os estados. A nova remessa chegará aos estados e municípios nos próximos dias. Fonte: Agência Brasil

  • Conta de energia elétrica continuará na bandeira vermelha patamar 2 em setembro

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira vermelha, patamar 2, para o mês de setembro. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,49. Segundo a Aneel, o mês de agosto manteve estado crítico dos reservatórios das usinas hidrelétricas do País. Em períodos de seca e baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Por serem mais caras e gerarem energia a partir de combustíveis fósseis, o acionamento das termelétricas faz com que o custo da geração de energia aumente e mude a bandeira tarifária. Para ajudar a reduzir o valor da conta de luz, a Aneel traz algumas dicas como o uso racional do chuveiro elétrico com banhos de até 5 minutos em temperatura morna, deixar a porta da geladeira aberta somente o tempo que for necessário, juntar maiores quantidades de roupas para utilizar o ferro de passar de uma só vez e reduzir ao máximo o tempo de utilização de máquinas de ar condicionado.

  • Crise hídrica pode aumentar inflação nos estados brasileiros

    O Brasil vive a pior crise hídrica dos últimos 91 anos, segundo dados de afluência do Sistema Interligado Nacional (SIN) para o período dos últimos meses de setembro a março. Os institutos de meteorologia já estavam alertando que as chuvas do último período úmido, de novembro de 2020 a abril de 2021, seriam abaixo da média. A Agência Nacional de Águas (ANA) publicou, no dia 1º de junho, a Resolução n°77/2021, que declarava a Situação Crítica de Escassez Quantitativa de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Paraná, que ocupa 10% do território brasileiro, abrangendo São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina e Distrito Federal. A situação crítica da região hidrográfica mais populosa e de maior desenvolvimento econômico do País aponta para um cenário de alerta nacional. O mestre em Energia Solar Fotovoltaica e secretário-adjunto de Assuntos Técnicos do Instituto Nacional de Energia Limpa (Inel), Tassio Barboza, explica que a escassez hídrica afeta vários segmentos de forma contínua, e ressalta a importância das águas para as proporções do território nacional. “Segundo a Agência Nacional de Águas, o Brasil utiliza suas bacias hidrográficas principalmente para irrigação, abastecimento animal, industrial, urbano, entre outros, nessa ordem. A geração de energia elétrica e o transporte hidroviário precisam também de água — mas ela não é consumida com a utilização. O Brasil é um país continental e precisa disponibilizar os recursos hídricos para todos esses fins. Quando falta água no reservatório, toda essa cadeia é afetada.” Ou seja, a crise hídrica está diretamente relacionada, por exemplo, com a energia elétrica, como levanta o especialista. “O sistema elétrico brasileiro, na última crise lá em 2001, tinha uma geração 90% advindo da força das águas. Agora, em 2020, esse percentual já caiu para 72% e a tendência é que caia ainda mais. Apesar de ser um valor muito alto, fica claro que o País já tem outras alternativas para gerar energia, ou seja, a gente pode gerar energia, por exemplo, das fontes térmicas”, lembra. Crise e caminhos Mesmo com essa queda da dependência da força das águas para o cenário energético nacional, Tassio classifica que “o sistema elétrico do Brasil hoje se encontra na UTI”. “As usinas térmicas são o oxigênio que vai manter o sistema de pé. Sem as usinas térmicas, certamente, a gente já teria o mesmo problema que tivemos lá em 2001, as pessoas teriam que desligar a luz, diminuir a carga para que não houvesse um apagão.” De acordo com o deputado Felício Laterça (PSL/RJ), medidas emergenciais precisam ser adotadas para gerir a atual crise hídrica. “É necessário que se tenha uma visão de longo prazo para evitar que novas crises se repitam, especialmente mediante a adoção de políticas públicas que reduzam as emissões de carbono pela queima de combustíveis fósseis como o carvão. Além disso, outras medidas como a maior diversificação da matriz energética nacional, especialmente baseada em fontes renováveis de energia, como a solar e a eólica, a dessalinização da água do mar, a transposição de rios, a água de reuso e, acima de tudo, a conscientização da população são medidas fundamentais para gerir a atual crise e evitar futuras”, pontua. Tassio opina que a Câmara dos Deputados não está voltando os olhos para as possíveis crises hídricas no setor elétrico, e que soluções renováveis como a captação de energia solar nos telhados precisam ser debatidas. “O Brasil precisa de energia, faça chuva ou faça sol. Não podemos depender das chuvas. O brasileiro quer gerar a própria energia.” Novo Marco do Setor Elétrico Aprovado pelo Senado Federal, o PL aguarda despacho do presidente da Câmara dos Deputados. O texto, antigo PLS 232/2016, estabelece como mudança principal a portabilidade da conta de luz entre as distribuidoras, alterando o marco regulatório do setor elétrico para criar um mercado livre. A proposta ainda permite o compartilhamento, entre as distribuidoras, dos custos com a migração de consumidores para o mercado livre. Atualmente, elas são obrigadas a contratar toda a carga de energia elétrica para atender os consumidores. Segundo Laterça, o Novo Marco Legal do Setor Elétrico (PL 414/2021) traz inovações importantes para o setor com a abertura do Mercado Livre e a separação de lastro e energia, que traz o fim do mecanismo da realocação de energia. “A administração da sobrecontratação involuntária, a racionalização de subsídios, a descotização e a privatização de concessionária de geração, todas essas medidas irão trazer o modelo mais competitivo para o setor elétrico, objetivando, principalmente, reforçar a segurança energética e a modicidade tarifária. Com a aprovação da MP da Eletrobras, o texto deve sofrer ligeiros ajustes. O projeto ainda vem de encontro com outras medidas parlamentares de enfrentamento à crise atual, como o já aprovado PL 3975/2019, que trata do risco hidrológico, e da Medida Provisória 998/2020, que remaneja recursos no setor elétrico para permitir a redução de tarifas de energia.

  • 'Me equivoquei', diz Ramírez sobre assumir o Internacional

    Miguel Ángel Ramírez, ex-técnico do Internacional, admitiu hoje, em entrevista à DirecTV, do Equador, que se 'equivocou' ao assumir o comando técnico do Internacional e que não tinha muitas informações dos bastidores do clube. "Se tivesse mais informações do que tinha dentro do clube, teria feito uma escolha melhor do que a que decidi", disse Ramírez. Além disso, o ex-técnico do Inter disse que, no Brasil, apenas Bragantino e Athlético-PR respeitam os projetos estabelecidos. Ramírez também negou que teve problemas de relações com pessoas ligadas ao Internacional e valorizou a experiência que teve no clube: "Foi uma etapa de muita aprendizagem, crescimento. Dei conta de onde quero estar e não. Que pode ser bom ou não. Não quero fazer as coisas de qualquer maneira. Estando dentro, senti que tinha me equivocado, mas, se tinha que ocorrer assim, era porque tinha que passar por esta experiência". Miguel Ángel Ramírez ficou no Internacional por 101 dias e, das 21 partidas em que comandou o clube, venceu 10, perdeu sete e empatou quatro, sendo demitido após derrota por 3 a 1 para o Vitória na Copa do Brasil, que culminou na eliminação do Inter da competição. Atualmente, Ramírez treina o Charlotte FC, time dos Estados Unidos. Fonte: UOL Esporte

  • Grêmio reintegra Victor Ferraz e Everton após dupla não deixar o clube

    O Grêmio reintegrou na quinta-feira (26) o lateral direito Victor Ferraz e o meia-atacante Everton Cardoso. A dupla voltou a treinar com o elenco principal depois de um mês e passa a ser opção para Felipão no restante do Campeonato Brasileiro. Os dois jogadores haviam deslocados para treinos em turno inverso por estarem fora dos planos e liberados para acertar com outro time. Ferraz tem contrato com o Grêmio até dezembro e Everton até o final de 2022. Grêmio volta aos treinos com reunião após derrota de 4 a 0 para o Flamengo O lateral direito passa a ser opção para o lugar de Vanderson. Rafinha deve ser fixado como alternativa para a lateral esquerda. Everton Cardoso volta a ser plano B para o ataque, que perdeu temporariamente Douglas Costa por conta de lesão muscular. Victor Ferraz e Everton Cardoso participaram da reunião de Luiz Felipe Scolari com o grupo, um dia depois da goleada histórica para o Flamengo, por 4 a 0, nas quartas de final da Copa do Brasil. A dupla está fora dos planos desde o início da temporada, mas foi colocada em turno inverso, à espera de propostas do mercado da bola, no início de julho. À época, Paulo Victor também foi orientado a trabalhar com o lateral e o meia-atacante. O goleiro, no entanto, chegou a acordo para a rescisão e logo depois assinou com o Marítimo-POR. O Grêmio volta a campo contra o Corinthians, sábado (27), pelo Brasileirão. Fonte: UOL Esporte

  • Senado aprova auxílio de R$ 2,5 mil por família para agricultores familiares

    O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) o PL 823/2021, de socorro aos agricultores familiares afetados pela pandemia da covid-19. Entre as medidas aprovadas estão o pagamento de um auxílio de R$ 2,5 mil por família para produtores em situação de pobreza e extrema pobreza e a prorrogação de dívidas rurais até dezembro de 2022. O projeto segue para a sanção presidencial. Apresentado pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC), o texto foi aprovado sem mudanças, como previa o relatório do senador Paulo Rocha (PT-PA). Ele alegou que modificações fariam o texto voltar à Câmara, o que poderia atrasar a ajuda aos agricultores. O projeto foi aprovado contra a vontade do governo, que alegava impacto fiscal elevado. O texto retoma pontos vetados pelo governo no projeto de socorro a agricultores familiares aprovado em 2020 (PL 735/2020). Entre as providências está o Fomento Emergencial de Inclusão Produtiva Rural, liberado em parcela única para pequenos produtores em situação de pobreza e extrema pobreza, no valor de R$ 2,5 mil por família ou R$ 3 mil no caso de famílias comandadas por mulheres. Para projetos de cisternas ou tecnologias de acesso à água, o benefício será de R$ 3,5 mil. "As medidas são fundamentais para o enfrentamento das questões socioeconômicas relacionadas à pandemia de covid-19. As ações têm o mérito, por um lado, de fomentar a produção de alimentos no âmbito da agricultura familiar, gerando empregos e renda no campo. Por outro lado, devem viabilizar o abastecimento alimentar dos segmentos menos favorecidos da população que mais sofrem com o desemprego e com os efeitos da alta do preço de alimentos", disse o relator, senador Paulo Rocha. Ao recomendar o voto contrário ao texto, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o projeto geraria um impacto fiscal que não poderia ser suportado pelo governo, especialmente neste momento de dificuldade. Ele alegou que o governo concorda com alguns pontos do texto, mas não com o pagamento dos benefícios, que geraria um impacto de R$ 550 milhões. "Entendemos que este não é o momento de alargar a proteção que se quer aos agricultores familiares, até porque, durante a instituição do auxílio emergencial, os agricultores e familiares foram beneficiados como trabalhadores informais. Eles fizeram jus ao recebimento do auxílio, à época, de R$ 600 e, agora, o auxílio de R$ 250", argumentou. A sugestão do senador era manter todas as iniciativas previstas no projeto, como a renegociação de dívidas, a concessão automática do benefício do Garantia-Safra a todos os agricultores aptos e a instituição de linhas de crédito, mas retirar o auxílio. O líder do governo acabou concordando com a votação simbólica, mas adiantou a possibilidade de veto do benefício por parte do governo. Arrecadação Ao se manifestar pela aprovação do texto, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) afirmou que o governo federal teve uma alta real de arrecadação de 35,47% e que, durante os primeiros meses deste ano. Para ele, o governo pode, sim, arcar com o pagamento dos benefícios. "Esses R$ 500 milhões [de impacto com o pagamento do benefício] não vão significar nada perto desse excesso de arrecadação que, só no mês de julho, deve dar coisa de R$ 50 bilhões. Não me parece que devamos votar contra. Esse projeto é muito importante e vai realmente para os mais humildes, para quem trabalha com agricultura familiar. Tem um aspecto humanitário e um impacto nas economias de todo o Brasil". O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) lembrou que o governo já socorreu, por exemplo, as pequenas empresas. Para ele, o veto se justificou no momento em que foi feito, mas disse considerar que, agora, é preciso socorrer a agricultura familiar, responsável por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros "Precisamos insistir em um socorro capaz não só de atender a subsistência desses agricultores, mas de dar fôlego à retomada da reestruturação de suas pequenas propriedades e atividades produtivas, que foram severamente impactadas nos momentos mais duros da pandemia, com as medidas de isolamento e distanciamento social para a contenção do agravamento da crise da covid-19", disse. Linha de Crédito O projeto de lei concede automaticamente o Benefício Garantia-Safra, previsto na Lei 10.420, de 2002, a todos os agricultores familiares aptos a receber o benefício até dezembro de 2022, e prevê ainda que o Conselho Monetário Nacional crie linhas de crédito rural no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para agricultores familiares e pequenos produtores de leite com taxa de 0% ao ano, dez anos para pagar e carência de cinco anos. Programa de Alimentos Para de facilitar a venda da produção, o projeto institui o Programa de Atendimento Emergencial à Agricultura Familiar (PAE-AF) para viabilizar a compra com doação simultânea dos alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar ou a entidades recebedoras previamente definidas pelo governo federal. O programa será operacionalizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) até dezembro de 2022. A compra será no valor máximo de R$ 6 mil por unidade familiar produtora (R$ 7 mil no caso de mulher agricultora). O projeto ainda prorroga as dívidas rurais da agricultura familiar para um ano após a última prestação, considerando parcelas vencidas ou que vão vencer até dezembro de 2022. Serão suspensos o encaminhamento para cobrança judicial, as execuções e as cobranças judiciais em curso, assim como o prazo de prescrição das dívidas. Fonte: Agência Senado

  • Pfizer anuncia acordo para produção de vacinas da covid-19 no Brasil

    A Pfizer e a BioNTech anunciaram na quinta-feira (26) a assinatura de uma carta de intenções com a farmacêutica brasileira Eurofarma para a produção de vacina contra a covid-19. A vacina será produzida no Brasil e distribuída em toda a América Latina. De acordo com o comunicado das empresas, as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos começarão imediatamente. A Eurofarma vai receber o produto de instalações dos Estados Unidos. A expectativa é que o laboratório brasileiro seja capaz de produzir 100 milhões de doses por ano, que devem começar a ser entregues em 2022. “A Eurofarma vai começar por meio deste acordo a terminar o processo de fabricação de nossa vacina no Brasil, o envase e a finalização no Brasil e para o resto dos países da América Latina”, destacou o presidente da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo em evento para a assinatura do acordo. A vacina fabricada pela Pfizer/BioNTech, chamada de ComiRNAty, já está sendo aplicada no Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Mas até então ela vinha do exterior pronta para aplicação. Essa vacina utiliza uma nova tecnologia, com RNA mensageiro (mRNA). Segundo a Pfizer, esse tipo de vacina carrega o código genético do vírus que contém as instruções para que as células do corpo produzam determinadas proteínas. Ou seja, elas atuam introduzindo nas células do organismo a sequência de RNA mensageiro, que contém a receita para que essas células produzam uma proteína específica do vírus. Uma vez que essa proteína seja processada dentro do corpo e exposta ao nosso sistema imunológico, este pode identificá-la como algo estranho, um antígeno e criar imunidade contra ele. O imunizante da Pfizer é aplicado em duas doses. No Brasil, a vacina recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada em adolescentes entre 12 e 17 anos. O imunizante da Pfizer é o único autorizado para essa faixa etária até o momento. A vacina ComiRNAty é produzida pela Pfizer em parceria com a farmacêutica BioNTech, com sede na Alemanha. Ela é uma das principais marcas utilizadas atualmente na operacionalização do plano de vacinação contra a covid-19 no país. Na entrevista coletiva de anúncio da parceria realizada no Ministério da Saúde, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, ressaltou a importância da parceria para a capacidade de produção de vacinas do país e para a oferta de imunizantes contra a covid-19. “São indústrias privadas que se juntam no nosso país para desenvolver o nosso complexo industrial de saúde. Esse acordo vai fortalecer nossa capacidade de produzir vacinas e imunizar a população”, declarou o Queiroga. Fonte: Agência Brasil

  • Salário mínimo deve subir para R$ 1.170 no ano que vem, avalia governo

    O governo deve estimar que o salário mínimo subirá para aproximadamente R$ 1.170 no próximo ano. O valor, porém, tende a ser revisado para cima até o fim do ano, pois a equipe econômica usou parâmetros de inflação defasados para prever a correção do piso salarial, que hoje é de R$ 1.100 por mês. O cálculo do reajuste considera que a inflação (medida pelo INPC) será de 6,2% neste ano. No entanto, as projeções do mercado já apontam para uma inflação acima de 7%. A nova estimativa para o salário mínimo deve estar na proposta de Orçamento de 2022, a ser enviada ao Congresso até o dia 31 de agosto. O projeto orçamentário, portanto, estará distante de um cenário realista. O texto trará parâmetros macroeconômicos defasados e não incluirá medidas tratadas como prioritárias pelo governo, mas que ainda estão em negociação, como a ampliação do Bolsa Família. O governo enviará a proposta ao Legislativo para respeitar o prazo previsto em lei, mas já conta que mudanças terão que ser feitas no texto durante a tramitação, até o fim do ano. Para a elaboração das contas de 2022, a equipe econômica optou por manter a grade de parâmetros econômicos divulgada em julho. No entanto, diante das oscilações do mercado nas últimas semanas, as previsões para os indicadores tiveram mudanças significativas. No caso do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que baliza o reajuste do salário mínimo –também é usado em acordos e negociações coletivas de trabalho–, a previsão do Ministério da Economia apresentada em julho considera uma alta de 6,2% no ano, enquanto o mercado e também integrantes do governo esperam um crescimento mais forte. Há duas semanas, o secretário do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, apresentou um cenário de inflação mais forte e disse que as estimativas do mercado já apontam para um patamar de 7,2% para o INPC no ano. O Ibre FGV (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas) estima que o índice encerrará o ano em 8%. "O governo vai enviar uma peça [orçamentária] que não tem credibilidade", disse Juliana Damasceno, economista e pesquisadora de finanças públicas do Instituto. Apesar do aperto no Orçamento, ela defende a regra que impõe a correção do salário mínimo (e das despesas relacionadas ao piso salarial) pelo INPC. "Está havendo uma corrosão do poder de compra das pessoas, dificuldades no setor informal. Então, faz todo sentido a indexação [desses gastos] e que o governo reveja outros tipos de despesas". A Constituição determina que o salário mínimo deve garantir a manutenção do poder de compra do trabalhador. Por isso, o valor tem que ser corrigido pela inflação. Para 2021, o governo anunciou o aumento para R$ 1.100, considerando uma projeção do comportamento dos preços no fim do ano passado. Só que a inflação, medida pelo INPC (e divulgado pelo IBGE), foi mais acelerada. Por isso, para o próximo ano, o governo deveria conceder um aumento adicional de aproximadamente R$ 2 no piso salarial. Portanto, o reajuste de 2022 parte de um salário mínimo de cerca de R$ 1.102 por mês. Com o aperto para elaborar um projeto de Orçamento de 2022 dentro das leis fiscais, a equipe econômica ainda avalia se, na proposta a ser encaminhada na próxima semana, já irá ou não contabilizar esse reajuste retroativo de R$ 2. O martelo já foi batido em relação ao aumento de 6,2% — da projeção de inflação divulgada em julho. Por causa desses pontos ainda em discussão, a estimativa do salário mínimo deverá ser alterada até o fim do ano. Por enquanto, na proposta de Orçamento, o valor deve variar entre R$ 1.169 e R$ 1.171 por mês. Essa margem é justamente os R$ 2 de aumento retroativo do ano passado. Contudo, técnicos do governo dizem que o cenário mais provável é que a projeção para o piso nacional seja de R$ 1.169, deixando o aumento retroativo para ser acertado no fim do ano. Isso deve causar uma pressão ainda maior no Orçamento de 2022. Em abril, quando o governo apresentou da LDO (lei que dá as bases para que o Orçamento seja elaborado), a projeção era que o salário mínimo iria para R$ 1.147, mas o valor precisará ser corrigido por causa da aceleração da inflação. Segundo dados do governo, a cada aumento de 0,1 ponto percentual no INPC, há uma expansão de R$ 771,9 milhões nas despesas públicas. O salário mínimo também é o piso pago em benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões. A proposta orçamentária para 2022 deve ser enviada ao Congresso com previsão de R$ 89 bilhões para o pagamento de precatórios —dívidas do governo reconhecidas pela Justiça e sem chance de recurso. Esse gasto, que cresceu fortemente e é tratado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) como um meteoro, vai consumir todo o espaço no Orçamento que o governo esperava ter para implementar medidas positivas para o ano eleitoral. As contas para 2022 não incluirão, por exemplo, uma versão turbinada do Bolsa Família. A falta de recursos também deve limitar as verbas para investimentos. O plano do governo é aprovar a PEC (proposta de emenda à Constituição) que parcela precatórios e a reforma do IR (imposto de renda) e conseguir espaço no Orçamento para implementar esses programas em 2022. As duas propostas, no entanto, sofrem com forte resistência de agentes do mercado e de parcela do Congresso. Sem a aprovação, técnicos do governo afirmam que não será possível reforçar programas sociais no ano que vem. Fonte: Folha de SP

  • Taxa extra na conta de luz deve aumentar, diz Guedes: 'Não adianta ficar sentado chorando'

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (26) em audiência pública no Senado que a taxa extra na conta de luz, cobrada por meio das bandeiras tarifárias, deverá aumentar novamente em razão da crise hídrica. Para o ministro, "não adianta ficar sentado chorando". O Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 91 anos, e a bandeira tarifária já foi reajustada, em junho deste ano. "Temos de enfrentar a crise. Vamos ter de subir a bandeira, a bandeira vai subir. Vou pedir aos governadores para não subir automaticamente [o ICMS da energia elétrica], eles acabam faturando em cima da crise. Temos de enfrentar, não adianta ficar sentado chorando", declarou Guedes. Os reservatórios das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste – que respondem por 70% da capacidade de geração de energia do país – estão com 22,5% da capacidade de armazenamento, e não há perspectiva de chuva forte nessas regiões até meados de outubro. As usinas termelétricas – mais caras e poluentes – estão sendo acionadas para garantir o fornecimento de energia. Por isso, houve aumento no custo da geração de energia, e o valor é repassado aos consumidores. Em outro evento, também nesta quinta-feira (26), Guedes reconheceu a gravidade da crise hídrica e disse que suas falas recentes sobre o tema foram retiradas de contexto. "Sim, é grave [a crise hídrica], foi produzida ao longo dos últimos 10, 15 anos", afirmou Guedes durante evento virtual promovido por uma corretora de investimentos. "Eu dizia, em termos de convocação, de exortação ao grupo, eu dizia o seguinte: 'temos uma crise hídrica, subiu o preço da energia, mas e daí? Nós vamos enfrentar, é mais uma crise, mas nós vamos enfrentar'. Era uma convocação para enfrentar a crise", explicou o ministro. "Aí na mesma hora vira: 'ministro não está nem aí para a crise'. É uma falsa narrativa, uma destruição de reputações, é um assassinato de reputações, é um erro isso", afirmou. Ele reforçou que "temos riscos" com a crise hídrica, mas que o governo vai enfrentar o problema. Medidas para reduzir consumo Nesta quarta-feira (25), o governo anunciou uma "premiação" para consumidores que conseguirem economizar energia elétrica — no entanto, as regras para o programa não foram divulgadas. Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, voltou a descartar a possibilidade de racionamento de energia. As medidas foram anunciadas após o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) ter avaliado, na terça (24), que há "relevante piora" das condições hídricas no país. Em novembro, quando começa o período chuvoso, o ONS prevê que os reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste vão chegar a 10% da capacidade. Fonte: G1

  • TSE amplia participação em teste público de segurança das urnas eletrônicas

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na quinta-feira (26) as regras para o sexto teste de segurança das urnas eletrônicas, e neste ano decidiu ampliar o número máximo de participantes, de 10 para 15, entre outras novidades. Os interessados têm até 29 de setembro para fazer uma pré-inscrição. Criado em 2009, o teste público de segurança das urnas disponibiliza o hardware e o software da urna eletrônica para serem escrutinados por especialistas, instituições acadêmicas e órgão públicos. Neste ano, cada uma das 15 participações poderá contar com uma equipe de até cinco pessoas. Outra novidade é ampliação dos programas disponibilizados para investigação, que agora incluem sistemas de apoio à auditoria de funcionamento das urnas e outros softwares verificadores, além dos códigos da própria urna. O prazo para os investigadores inspecionarem os códigos-fontes dos sistemas também foi ampliado de uma para duas semanas, informou o TSE. A previsão é que resultados preliminares dos testes sejam publicados em 27 de novembro. Fonte: Agência Brasil

  • Realizada a X Conferência Municipal de Assistência Social de Getúlio Vargas

    A Prefeitura de Getúlio Vargas, por meio da Secretaria de Saúde e Assistência Social, juntamente com o Conselho Municipal de Assistência Social – Comas -, realizou, nesta terça-feira (24) a X Conferência Municipal de Assistência Social, que teve como tema “Assistência Social: Direito do Povo e Dever do Estado, com financiamento público para enfrentar as desigualdades e garantir proteção social”. O evento foi realizado no Centro de Convivência dos Idosos Natalício José Botolli, cumprindo todos os protocolos sanitários de prevenção à disseminação do coronavírus, com aprovação do COE Municipal. Participaram da solenidade de abertura oficial o prefeito de Getúlio Vargas, Mauricio Soligo; vereador Aquiles Pessoa da Silva, representando o Poder Legislativo; Secretária Municipal de Saúde e Assistência Social; Graciele Débora Possenti; Vice-Presidente do Conselho Municipal da Assistência Social, Sandra Betiatto; Diretora da Assistência Social, Rita Pessoa da Silva; e a Coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social - CRAS, Juliana Lemos. O cerimonial de abertura contou a belíssima apresentação da Orquestra Sinfônica Getuliense, sob a regência do maestro Gleison Juliano Wojciekowski. A Conferência contou com cinco eixos de debates englobando os seguintes temas: EIXO 1 - A proteção social não contributiva e o princípio da equidade como paradigma para a gestão dos direitos socioassistenciais no enfrentamento das desigualdades. EIXO 2 - Financiamento e orçamento como instrumento para uma gestão de compromissos e corresponsabilidades dos entes federativos para a garantia dos direitos socioassistenciais. EIXO 3 - Controle social: o lugar da sociedade civil no SUAS e a importância da participação dos usuários. EIXO 4 - Gestão e acesso às seguranças socioassistenciais e a articulação entre serviços, benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais e proteção social. EIXO 5 - Atuação do SUAS em Situações de Calamidade Pública e Emergências. Após os pronunciamentos, os trabalhos iniciaram com uma explanação da técnica do Centro de Referência de Assistência Social e especialista em Assistência Social, psicóloga Aline Bonez, que enfatizou a importância da Conferência e explanou sobre o tema e os eixos temáticos do evento. Em seguida, a plenária foi dividida em grupos para discutir os eixos temáticos, que, mais tarde, foram apresentados pelos coordenadores de cada grupo para a plenária composta por membros do Conselho Municipal de Assistência Social e comunidade. Após as conclusões dos grupos, foram eleitos os Delegados para a 14ª Conferência Estadual de Assistência Social do Rio Grande do Sul, que acontecerá nos dias 25 a 27 de outubro, de forma virtual. Os representantes eleitos da sociedade governamental são Sandra Betiatto e Vinicius Fantineli e da sociedade civil organizada Cristiane Baptista e Lilian Frizzo.

  • VIII Fórum Norte Gaúcho da Soja: primeira noite tem projeções para próxima safra

    A primeira noite do Fórum Norte Gaúcho da Soja que iniciou na quarta-feira (25) contou com debates relacionados às doenças da soja e os reflexos na produtividade da próxima safra. Com o tema “A informação que fortalece o Agro” e com o objetivo de qualificar a produção agrícola gerando mais renda o fórum atinge a sua oitava edição e está sendo transmitido via live pelo Facebook do Grupo Sideral de Rádios e pelas emissoras Sideral e Estação FM. A abertura do evento contou com os pronunciamentos do prefeito de Ipiranga do Sul Marco Antonio Sana e do presidente do Sindicato Rural de Getúlio Vargas Luiz Carlos da Silva que ao declararem aberta a nova edição resgataram a história das edições anteriores e a importância do evento para a região. Para o presidente Luíz Carlos Silva, que falou em nome das entidades organizadoras do evento, o fórum apresenta temas relevantes que possibilitam melhorar o desenvolvimento da cultura da soja na região. “Com informação e conhecimento o produtor rural poderá aumentar o rendimento e a renda por meio das técnicas adequadas e cuidados necessários ao cultivo da soja”, declarou. O prefeito de Ipiranga do Sul, Marco Antonio Sana, em seu pronunciamento, destacou o município de Ipiranga do Sul que foi declarado oficialmente pelo Governo do Estado em 2020 “o Berço do Plantio Direto” e também neste ano foi incluído no calendário de eventos do estado com a “Abertura da Colheita da Soja”. Lembrou dos esforços de todos nesta construção. “Uma semente que foi plantada lá atrás e hoje está rendendo muitos frutos de informação e conhecimento a todos os nossos produtores”, afirmou. Na primeira noite foram debatidos os temas sobre “Doenças da Soja: análise da safra 2021 e projeções para a safra 2022” com os engenheiros agrônomos Carlos A. Forcelini e Ricardo Brustolin. A mediação foi realizada pelo engenheiro agrônomo Milton César Sfreddo da empresa Olfar que é patrocinadora diamante do evento. Na segunda noite foi tratado do tema “Novos desafios no manejo de plantas daninhas na cultura da soja com Mauro Rizzardi e a segunda palestra da noite é Lucratividade atrelada à escolha da Cultivar ministrada por Kassiana Kehl. Confira, abaixo, as transmissões ao vivo: Noite 1 | quarta-feira (25); Noite 2 | quinta-feira (26). Por: Fonte Agência de Jornalismo.

  • R16 caminha para imunizar 50% da população com esquema vacinal completo

    Nesta quinta-feira (26) o Comitê Regional de Atenção ao Coronavírus da AMAU realizou reunião para avaliar o cenário pandêmico da região alvo de monitoramento, com 34 municípios e aproximadamente 240 mil habitantes. Segundo dados da Plataforma Regional de Monitoramento (PRM), a região vive um momento positivo, com apenas 197 casos ativos e taxas de ocupação das estruturas hospitalares em patamares aceitáveis para o período. Com relação à imunização, importante medida de prevenção e enfrentamento da covid-19, a região está na segunda posição entre as 21 regiões do Estado, com 172.281 pessoas imunizadas com a primeira dose (72,21%) e 96.910 pessoas com segunda dose ou dose única (40,62%), sendo que o Comitê trabalha para manter os indicadores em bons níveis. Durante a análise realizada nesta quinta-feira, algumas alterações, contudo, foram verificadas, em especial com o surgimento de casos positivos em Nonoai, provavelmente pela proximidade com Santa Catarina. “Estamos atentos as movimentações do cenário pandêmico e não podemos perder o que conquistamos mediante a adoção de várias ações, imunização e colaboração dos setores produtivos e da sociedade”, pontua o membro do Comitê, Jackson Arpini. Segundo ele, é possível perceber uma pequena resistência de algumas faixas etárias (principalmente mais jovens) na realização da imunização, o que preocupa o colegiado regional. Nesse sentido, Arpini faz um chamamento para que a juventude de imunize. “A vacinação é extremamente importante e é uma medida de prevenção, mas também uma ação coletiva, pensando no bem de todos”, pontua. A partir do cenário mais amistoso, quando comparado a episódios anteriores, o Comitê da AMAU visualiza dois desafios: manter firme as medidas de prevenção e observância dos protocolos sanitários vigentes; e não medir esforços para atingir, inicialmente, 50% da imunização completa, permitindo chegar, na sequência, ao patamar máximo de 100%, o que permitiria transpor o cenário pandêmico. Fonte: Imprensa AMAU

  • Grêmio leva 4 a 0 em casa após 18 anos e retoma cenário de desconfiança

    O Grêmio foi demolido pelo Flamengo, com um jogador a mais durante praticamente toda a segunda metade do jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O placar foi de 4 a 0. A partida foi a primeira de Renato Gaúcho contra o clube desde a saída, no início da temporada e ainda tem mais: o pior resultado como mandante em quase 20 anos faz o time de Felipão voltar a mergulhar em um mar de desconfiança. A preocupação extrema é com o futuro no Campeonato Brasileiro, onde a equipe tem 16 pontos em 16 rodadas. A ideia do Grêmio era encarar o Flamengo atrás de ritmo de jogo e confiança. O tiro não poderia ter saído mais pela culatra. Depois de surpreender no primeiro tempo, o time gaúcho afundou na etapa final e saiu de campo atônito. A derrota para o Flamengo também é histórica. O placar foi o pior do time em sua a, inaugurada em dezembro de 2012. O clube não levava um 4 a 0 jogando em casa desde jogo contra o São Paulo, pela Copa Sul-Americana, em 2003. O próprio Felipão chamou a atuação de "fracasso". Nos bastidores, a etapa final foi considerada "abaixo da crítica" e ligou sinal de alerta em todas as salas da diretoria. A realidade é que, com um jogador a mais, depois da expulsão de Isla no final do primeiro tempo, o Grêmio voltou igual para o jogo e não conseguiu se impor. O gol de Bruno Viana foi a senha para Luiz Felipe Scolari arriscar. E a tentativa saiu ainda pior. Exposto, o time gaúcho ficou vulnerável e não conseguiu nem uma coisa e nem outra. Felipão tirou Lucas Silva para lançar Jaminton Campaz, na estreia do colombiano contratado em acordo com o Deportes Tolima. Depois, o time viu Thiago Santos sair para entrada de Diego Souza e Alisson dar lugar a Luiz Fernando. A partir da troca dupla o cenário se tornou insólito, com a defesa exposta ao extremo. "Acredito que as mudanças, realmente, não foram as situações que eu imaginava. E não é por culpa deles. Eu imaginava uma coisa e não aconteceu. Abrimos um pouco, abrimos mesmo, e o Flamengo aproveitou. No contra-ataque matou o jogo", disse Scolari. Nas redes sociais, o impacto da derrota foi aumentando à medida que os gols foram saindo. O Grêmio, que até o intervalo deu esperança pela aplicação e empenho, saiu com novas dúvidas por parte da torcida a respeito do fôlego do elenco para lutar contra o rebaixamento no Brasileirão. A dor de cabeça é justamente com as opções para substituir titulares e a maneira como o time sofre quando precisa atuar em um cenário onde é obrigado a propor. É bom que se diga, de todo modo, que o time de Scolari não vai ter de lidar a cada rodada com um adversário tão qualificado como o Flamengo. O Grêmio volta a campo contra o Corinthians, sábado (27), pelo Brasileirão. Fonte: UOL Esporte

  • OLHO VIVO | 25/08/2021 | APAE - Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

    Acontece, até o dia 28 de agosto, a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, promovida pelas APAEs do Brasil. Em Getúlio Vargas, já está acontecendo uma programação especial e, para falar sobre as atividades e sobre os serviços que a Associação desenvolve, falaram ao programa Olho Vivo a psicóloga Lilian Frizzo e a Assistente Social Marilvane Arboit Favretto.

  • [ÁUDIO] OLHO VIVO | 26/08/2021 | Prefeitura de Floriano Peixoto

    Na manhã desta quinta-feira (26) falou aos microfones da Rádio Sideral o Prefeito de Floriano Peixoto, Orlei Giaretta, sobre assuntos de interesse da comunidade, com destaque para o combate à Covid-19 e a vacinação.

  • Óleo de soja sobe mais de 84% nos últimos 12 meses e etanol, mais de 57%

    Rico ou pobre, o brasileiro está hoje cercado de inflação por todos os lados. A alta de preços dos alimentos básicos, que vinha castigando as famílias de menor renda desde o ano passado, continua mostrando a sua cara ao longo de 2021. O preço da carne, por exemplo, passa de R$ 40 o quilo e subiu o equivalente a três vezes e meia à inflação geral, que acumula alta de 9,30% em 12 meses até agosto, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15). O óleo de soja, o principal vilão do custo de vida, já beira R$ 8 a garrafa, e aumentou mais de oito vezes a inflação geral do período. A diferença da inflação deste ano é que ela recebeu um componente altamente explosivo que fez a alta de preços se alastrar por toda a economia. Produtos que são considerados preços de referência, isto é, entram na formação de outros preços, como diesel, energia elétrica, por exemplo, dispararam e contaminaram os demais. Deste grupo, o preço mais visível para o brasileiro de maior renda aparece na bomba de gasolina, com o litro vendido por até R$7. Para os mais pobres, o preço de referência é o gás de cozinha, cujo valor do botijão beira hoje R$ 100 e acumula alta de mais de 30% em 12 meses. “A inflação deste ano está mais ‘democrática’: atinge ricos e pobres”, resume o coordenador de índices de preços da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz. Ele explica que enquanto carestia batia só nos alimentos, os mais pobres eram os mais afetados, porque consomem mais esses itens. Enquanto isso, as famílias mais abastadas não tinham a percepção, na mesma intensidade, de que a inflação tinha disparado. Impedido de gastar com serviços, de circular de carro e de viajar de avião por causa da pandemia, o estrato social de maior renda viu muitos preços de produtos e serviços que consumia estacionados ou até em queda no ano passado por causa do isolamento social. Com isso, os ricos conseguiram poupar. Mas o que se vê neste ano é que a pressão de preços se espalhou. A desvalorização do câmbio, que turbinou as cotações em reais do petróleo e dos combustíveis, e a crise hídrica, que afetou a geração de energia e as tarifas e reduziu a produção agrícola, fizeram a inflação tomar outro rumo. Para todos “Agora a inflação é percebida por todos”, diz Braz. A alta do preço do arroz, prato básico que pesa no bolso do brasileiro comum, foi 36,89% em 12 meses até agosto. Esse aumento praticamente se equipara ao avanço do preço da gasolina no mesmo período, de 39,52%, e é consumida pelos mais ricos. Esse espalhamento aparece no porcentual de itens que estão subindo de preço no IPCA-15. Em agosto, essa fatia é de 73,30% e só perde para janeiro de deste ano, que foi de 73,84%. “Um resultado acima de 60% já seria problemático”, frisa o economista da LCA Consultores, Fábio Romão. Um resultado na faixa de 70% revela, na sua avaliação, que a inflação está pegando todas as classes sociais. Segundo o economista, há uma gama mais complexa de pressões inflacionárias atuando e também que estão a caminho. Elas estão nos serviços e nos bens industriais. Ele lembra, por exemplo, que, com a reabertura das atividades suspensas por conta do lockdown, há risco de a inflação de serviços disparar, já que as famílias de maior renda terão predisposição para gastar a poupança acumulada no período de fechamento. Também os bens industriais, que tiveram as cadeias de produção desorganizadas, ainda não voltaram à normalidade. Isso significa falta de peça, por exemplo, no carro zero, e mais inflação para o consumidor. Até produtos que foram considerados símbolos do Plano Real, responsável pela estabilização da economia brasileira a partir de julho de 1994, após um longo período de hiperinflação, entraram para a vala comum da alta de preços. Vinte sete anos atrás, o quilo do frango inteiro custava R$ 1. Hoje sai por quase R$ 10 e já subiu 22,89% nos últimos 12 meses até meados de agosto. O iogurte, outro ícone, no passado, da estabilidade econômica e de alimento acessível aos mais pobres por conta da queda da inflação, hoje está no polo oposto. O preço do produto subiu 14,09% nos últimos 12 meses até este mês, bem acima da inflação geral no período. Fonte: O Sul

  • Quase 13 milhões de brasileiros aderiram ao saque-aniversário do FGTS

    A opção saque-aniversário do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) já teve a adesão de R$ 12,9 milhões de trabalhadores até agosto deste ano, totalizando R$ 16,5 bilhões em resgates, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Economia. O saque-aniversário foi criado em 2009, mas começou efetivamente em abril de 2020. Por essa modalidade, o trabalhador pode fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas do Fundo de Garantia de acordo com o mês em que nasceu. Possibilita, ainda, oferecer parte dos recursos do FGTS como garantia para empréstimos. Somente em 2021, foram 5,2 milhões adesões à modalidade e foram realizadas 10,3 milhões de operações de saque, com a liberação de R$ 8,1 bilhões. O valor já quase iguala volume retirado em 2020. No ano passado, os resgates somaram R$ 8,4 bilhões, com saque médio de R$ 1.178 por trabalhador. Em 2021, o valor médio do saque está em 787 por trabalhador. Para este ano, são esperados saques no montante de aproximadamente R$ 12 bilhões, segundo o governo. Segundo a Caixa Econômica Federal, atualmente cerca de 83 milhões de trabalhadores possuem contas vinculadas ao FGTS. Modalidade representa 39% das operações de saque Segundo o balanço, o saque-aniversário representou cerca de 39% das operações de saque entre janeiro e agosto, com média mensal de 1,3 milhão de operações no ano. A modalidade representou 12% do montante total sacado do FGTS no ano. Em 2021, os saques totais nas contas do FGTS somaram R$ 66 bilhões. Uso em operações de crédito Em relação à antecipação do Saque-Aniversário por meio de operações de crédito, já foram realizadas 7,4 milhões de operações, movimentando um total de R$ 11,8 bilhões, entre abril de 2020 e agosto de 2021, o que equivale à média de R$ 2.020 por operação. Na prática, o cotista antecipa saques a que teria direito no mês de aniversário e os valores ficam bloqueados para repasse posterior dos recursos para a instituição financeira credora. Segundo dados do Ministério da Economia, a troca de crédito pessoal sem garantia por crédito com garantia dos recebíveis do saque-aniversário do FGTS permite uma redução de mais de 40% no custo do empréstimo. Como aderir ao saque A Caixa disponibiliza canais de atendimento para que o trabalhador com conta do FGTS, ativa ou inativa, realize a opção. Eles são os seguintes: APP FGTS (o aplicativo é o Caixa FGTS e está disponível tanto para aparelhos com sistema Android quanto aqueles com iOS); página do site da Caixa. Quem tem conta poupança ou conta corrente na Caixa ou em qualquer outro banco pode solicitar o crédito em conta. Como funciona Quem adere ao saque-aniversário pode retirar uma parte do saldo até dois meses após o mês de aniversário, mas perde direito à retirada do saldo total de sua conta do FGTS em caso de demissão sem justa causa, o chamado saque-rescisão. Os trabalhadores devem informar sua escolha pelo saque aniversário até o último dia do mês de seu aniversário para receber no mesmo ano de adesão. Caso o trabalhador não saque esse recurso, ele volta automaticamente para a sua conta no FGTS. O saque-aniversário só é liberado para o trabalhador que comunica à Caixa que quer receber os valores anualmente. Do contrário, ele só poderá sacar o FGTS nas situações previstas em lei, entre elas compra da casa própria, aposentadoria e demissão sem justa causa. Fonte: O Sul

BUSCA PELO SITE

OUÇA AO VIVO

Sideral FM

98 FM

Estação FM

bottom of page