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13176 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Empresa Gaúcha de Rodovias anuncia liberação de trechos após chuvas intensas

    EGR detalha plano de ação para trechos ainda bloqueados no Rio Grande do Sul A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) concluiu neste domingo, 5 de maio, às 16h55, a reabertura da maior parte das vias que haviam sido interditadas devido a deslizamentos causados pelas fortes chuvas no estado do Rio Grande do Sul. No entanto, dois pontos críticos permanecem intransitáveis por conta de danos significativos na infraestrutura. O primeiro ponto de interdição total está no quilômetro 75 da rodovia ERS-130, entre as cidades de Lajeado e Encantado, onde ocorreu o colapso de uma ponte sobre o Rio Forqueta. O segundo ponto está no quilômetro 80 da ERS-129, em Muçum, onde houve um desmoronamento de pista. A EGR já está mobilizando um plano de ação para essas áreas afetadas. Segundo Luís Fernando Vanacôr, diretor-presidente da EGR, “a primeira etapa consiste em uma avaliação detalhada dos danos estruturais para um levantamento completo da situação. Após as avaliações técnicas, daremos início à contratação de projetos e às obras necessárias. Estamos empenhados em restaurar os trechos danificados e assegurar a segurança e mobilidade dos cidadãos”. Confira o status atual das rodovias sob gestão da EGR: ERS-129 (Encantado - Guaporé): Bloqueio no km 96, em Vespasiano Correa, devido a deslizamento. Equipes da EGR estão atuando no local. ERS-115 (Gramado - Taquara): Tráfego em sistema ‘pare e siga’ no km 25, em Três Coroas, liberado neste domingo (5). A rodovia está aberta em toda sua extensão. ERS-235 (Nova Petrópolis - Canela): Tráfego liberado com controle de fluxo no km 05, em Nova Petrópolis, desde sábado (4). ERS-020 (Três Coroas - São Francisco de Paula): Tráfego liberado com estreitamento de pista no km 80, em São Francisco de Paula, desde sábado (4). RSC-453 (Garibaldi - Estrela): Tráfego liberado com restrição no km 75, em Boa Vista do Sul, neste domingo (5). ERS-128 (Teutônia - Fazenda Vila Nova): Tráfego liberado sem restrições em Teutônia desde sábado (4). RSC-453 (Lajeado - Venâncio Aires): Tráfego liberado sem restrições. ERS-040 (Viamão - Balneário Pinhal): Tráfego liberado sem restrições. ERS-784 (ERS-040 - Cidreira): Tráfego liberado sem restrições. ERS-239 (Novo Hamburgo - Riozinho): Tráfego liberado sem restrições. ERS-474 (BR 290 - ERS-239 em Rolante): Tráfego liberado sem restrições. ERS-135 (Passo Fundo - Erechim): Tráfego liberado sem restrições.

  • Concurso para Soberanas dos 90 anos de Getúlio Vargas encerra inscrições nesta terça-feira

    Selecionadas representarão o município e a Expo Getúlio Vargas até 2027 Encerra-se nesta terça-feira (7) o prazo para inscrições no Concurso de Escolha das Soberanas dos 90 anos do município de Getúlio Vargas. As vencedoras, que serão coroadas como Rainhas e Princesas, terão a responsabilidade de representar a cidade durante o período de 2024 a 2027, incluindo na Expo Getúlio Vargas 2024. Para participar, as candidatas precisam ser indicadas por entidades com registro legal, como clubes sociais, esportivos e culturais. Os requisitos são: nacionalidade brasileira, gênero feminino, idade entre 18 e 25 anos até o término do período de inscrição, conclusão do ensino médio e residência em Getúlio Vargas, Rio Grande do Sul. O concurso será composto por várias etapas, que incluem um curso de capacitação, entrevista, prova escrita, carreata para promoção do evento e, finalmente, o desfile e baile onde ocorrerá a coroação das soberanas. A avaliação será baseada em um sistema de pontos, totalizando até 100 pontos. Em situações de empate, serão aplicados critérios adicionais para determinar a vencedora. A premiação para a Rainha será de R$ 3.000,00, e para cada Princesa, R$ 1.500,00.

  • Prefeitura de Getúlio Vargas abre inscrições para cursos gratuitos de Empreendedorismo, Instalação Elétrica e Soldagem Mag

    Os cursos, oferecidos através do programa RS Qualificação, visam qualificar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, desemprego e/ou sub ocupação A partir desta segunda-feira (6) a Prefeitura de Getúlio Vargas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, está com inscrições abertas para cursos de Empreendedorismo, Instalação Elétrica e Soldagem Mag. Os cursos são oferecidos através de um convênio com o programa RS Qualificação, do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Profissional, Escola do Trabalhador e do Microempreendedor. O valor financiado pelo Governo Estadual é de R$ 50 mil e a contrapartida da Prefeitura é de R$ 40.050,00. Os cursos são gratuitos e destinados a todas as pessoas, com pelo menos 16 anos de idade, residentes em Getúlio Vargas, que desejam se capacitar profissionalmente. Há uma preferência para aquelas em situação vulnerável, desempregadas ou sub ocupadas. Por meio do programa RS Qualificação, uma parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado, são oferecidas 40 vagas para o curso de Empreendedorismo (40h), que inicia no dia 21 de junho e será desenvolvido no Centro Universitário Ideau. Há também 15 vagas para o Curso de Instalação Elétrica (80 horas), que inicia em julho e será desenvolvido parcialmente na Prefeitura e a parte prática no Senai em Erechim. Além disso, há 30 vagas para o curso de Soldagem Mag (60 horas), que terá início em outubro, sendo 15 vagas no turno da tarde e 15 vagas no turno da noite. Este curso será oferecido na unidade móvel do Senai, que estará estacionada no pátio da Prefeitura. Para se inscrever, os candidatos devem se dirigir pessoalmente à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, no Centro Administrativo, com os seguintes documentos: cópia da Carteira de Trabalho; cópia do RG ou documento com igual validade (CNH, carteira profissional); cópia do CPF; comprovante de residência; comprovante de renda, caso tenha; e Comprovante de escolaridade. As inscrições devem ser feitas a partir desta segunda-feira, dia 6 de maio. Os cursos oferecidos através do programa RS Qualificação contam com investimento do Governo do Estado e contrapartida do Município de Getúlio Vargas. Juntos, eles atuam para qualificar e/ou requalificar profissionalmente pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, desemprego e/ou sub ocupação. O objetivo dessa medida é preencher as vagas de empregos disponíveis no mercado de trabalho do município.

  • Empresa Oi informa rompimento de cabos de fibra ótica após chuvas no Rio Grande do Sul

    Aproximadamente 400 km de extensão de cabos ficaram danificados na região de Caxias do Sul A empresa de telefonia fixa Oi informou que está sem operação em toda a área 54 de sua abrangência. Conforme informado pela equipe técnica da Oi de Erechim, o rompimento de cabos de fibra ótica na região de Caxias do Sul, estimado em aproximadamente 400 quilômetros de extensão, impossibilita neste momento que os usuários utilizem seus telefones fixos. Com a melhora da condição climática nesta segunda-feira, técnicos da empresa já iniciaram o trabalho de recuperação dos cabos, entretanto ainda sem data para ser reestabelecido o serviço. A empresa de telefonia Oi pede a compreensão dos usuários que estão encontrando dificuldades com o serviço, e informa que trabalha para reestruturar a rede de fibra ótica o mais breve possível. O rompimento da extensa malha de cabos de fibra ótica foi causado pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias, gerando diversos estragos em várias regiões do estado.

  • Emissoras do Grupo Sideral recebem doações para auxílio às vítimas das enchentes no RS

    Campanha une forças para superar "maior tragédia já vivida pelo estado" “Vamos nos unir em uma corrente de solidariedade para superar a maior tragédia já vivida pelo nosso Estado” é o lema da campanha de doações organizada pelo Grupo Sideral de Rádios para auxiliar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. A iniciativa visa arrecadar alimentos, roupas, materiais de higiene e limpeza, entre outros itens, para auxiliar na reconstrução do estado. O que você pode doar: Alimentos não perecíveis Cestas básicas Água mineral Agasalhos Calçados Roupas íntimas Colchões Roupas de cama e banho Ração animal Materiais de higiene e limpeza Locais de entrega: Emissoras do Grupo Sideral de Rádios: Rádio Sideral e 98 FM - Rua Pedro Toniollo, nº 529, Centro, Getúlio Vargas/RS; Estação FM 103.1 - Rua Isaac Pan, nº 44, Centro, Estação/RS Doe e faça a diferença! Ajude o Rio Grande do Sul a se recuperar desta tragédia. Juntos, somos mais fortes!

  • Prefeitura de Estação lança campanha para arrecadar doações para vítimas de enchentes no RS

    Itens como água, roupas, fraldas e produtos de higiene podem ser entregues no CRAS A prefeitura de Estação iniciou uma campanha de doação para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Toda ajuda é bem-vinda, e a partir de hoje as doações devem ser entregues no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Os itens que podem ser doados são: Água Roupas de cama Fraldas Roupas íntimas Toalhas de banho Materiais de limpeza Produtos de higiene pessoal "Vamos ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul", diz o comunicado da prefeitura, convidando a população a colaborar com a campanha de arrecadação de donativos.

  • Correios iniciam coleta de doações para vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul, com apoio de São Paulo e Paraná

    A estatal irá coletar e transportar gratuitamente os donativos, com ações internas para apoiar empregados da estatal no Rio Grande do Sul A partir de segunda-feira (6), todas as agências dos Correios em São Paulo e Paraná, além de algumas unidades no Rio Grande do Sul, começarão a receber doações para as vítimas das chuvas no estado gaúcho. Os Correios irão coletar e transportar os donativos gratuitamente, sem custos para os doadores. Os itens aceitos incluem alimentos da cesta básica, produtos de higiene pessoal, material de limpeza seco e itens de vestuário. Esses são os itens mais necessários no momento, de acordo com a Defesa Civil, parceira dos Correios nesta ação. Além disso, os Correios doarão itens de vestuário e utensílios domésticos para os afetados pelas chuvas. As doações são objetos que não foram entregues nem procurados pelos destinatários ou remetentes e já ultrapassaram o prazo de 90 dias para reclamação previsto no Código de Defesa do Consumidor. Em Santa Maria, os Correios disponibilizaram caminhões e funcionários para auxiliar a Defesa Civil conforme necessário. A ação integrada entre as superintendências estaduais dos Correios é uma iniciativa conjunta da Diretoria Executiva da estatal e do Ministério das Comunicações, ao qual a empresa está vinculada e que atua no grupo de crise criado para enfrentar a situação. “Como empresa pública e agente do governo federal, é nossa obrigação contribuir com o Rio Grande do Sul neste momento tão difícil. Seguindo a diretriz do presidente Lula, estamos colocando nossa estrutura logística a serviço da população, atuando de todas as formas que a Defesa Civil Nacional e do estado solicitarem”, disse o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos. “Seguindo a determinação do presidente Lula de que todos os esforços do Governo Federal sejam realizados para apoiar as vítimas da tragédia no Rio Grande do Sul, as unidades dos Correios vão auxiliar na coleta de doações para os desabrigados”, afirmou o ministro das Comunicações, Juscelino Filho. No Rio Grande do Sul, as doações podem ser entregues nas agências centrais de vários municípios, incluindo São Borja, Santo Ângelo, Santa Rosa, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom, Sapiranga, Parobe, Taquara, Montenegro, Pelotas, Rio Grande, Camaqua, Bagé, Jaguarão, São Lourenço do Sul, Anta Gorda, Arvorezinha, Butia, Cachoeira do Sul, Charqueadas, Estrela, Foutoura Xavier, Guaporé, Ilopolis, Mato Leitão, Nova Brescia, Pântano Grande, Rio Pardo, Salto do Jacuí, Santa Cruz do Sul, Sobradinho, Teotoania, Taquari, Venancio Aires e Vera Cruz. Os Correios também estão trabalhando de forma contingencial no Rio Grande do Sul devido aos transtornos causados pelas inundações, tentando minimizar os impactos para funcionários e clientes. Uma equipe multidisciplinar está viabilizando medidas para a normalização dos serviços nas agências que foram alagadas. Até sexta-feira (3), do total de cerca de 400 agências do estado, 86 estavam inoperantes devido à situação. A empresa recomenda que, antes de ir a uma agência, o cliente busque informações sobre o funcionamento por meio da Central de Atendimento, pelo telefone 0800 725 0100, que funciona de segunda à sexta, das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 14h. Os Correios também iniciaram uma série de ações para apoiar seus funcionários no Rio Grande do Sul. Entre elas, está a concessão do auxílio-calamidade, benefício instituído pela atual gestão em 2023, no acordo coletivo de trabalho, que prevê o pagamento de um salário-base adicional a funcionários que tenham ficado desabrigados ou tenham sido intensamente atingidos por razões que levaram o poder público a decretar estado de calamidade pública. A estatal também disponibilizou apoio por meio de assistentes sociais e está estudando medidas para auxiliar os trabalhadores por meio do fundo de pensão dos funcionários, o Postalis, e a operadora do plano de saúde, a Postal Saúde.

  • Pix SOS Rio Grande do Sul arrecada mais de R$ 38 milhões para vítimas de inundação; comitê gestor é criado para distribuição dos recursos

    O governo do Estado institui um comitê gestor para definir a alocação das doações recebidas, impedindo que o recurso seja destinado para outras despesas do poder público O Pix SOS Rio Grande do Sul, canal estabelecido pelo governo do Estado para auxiliar as vítimas da inundação, já arrecadou um total de R$ 38.167.189,02 em doações. O saldo foi atualizado às 18h36min de domingo (5). As doações podem ser realizadas através do CNPJ 92.958.800/0001-38. Para determinar a distribuição dos recursos arrecadados, o governo do Estado formou um comitê gestor composto por órgãos públicos, entidades de classe e associações sem fins lucrativos. O grupo, que conta com 19 representações, foi estabelecido por meio de um decreto assinado pelo governador Eduardo Leite e publicado no Diário Oficial de domingo (5). A coordenação do comitê será realizada pela Secretaria da Casa Civil. Conforme o decreto, o comitê será responsável por “definir ações, medidas e critérios” para a alocação das doações. A chave Pix foi ativada pela primeira vez em setembro do ano passado, com o objetivo de auxiliar as vítimas da enchente no Vale do Taquari. Na última quinta-feira (2), a chave foi reativada em resposta à nova tragédia climática que atingiu o território gaúcho. A conta bancária que recebe as doações não está registrada em nome do governo, mas sim da Associação dos Bancos do Rio Grande do Sul, uma entidade privada. Isso garante que os recursos arrecadados não sejam destinados a outras despesas do poder público. O comitê gestor do recurso é formado pelas seguintes entidades: Gabinete do Governador, por intermédio da Assessoria Técnica; Gabinete do Vice-Governador; Procuradoria-Geral do Estado; Secretaria de Desenvolvimento Econômico; Casa Militar; Secretaria de Logística e Transportes; Secretaria do Desenvolvimento Social; Secretaria da Habitação e Regularização Fundiária; Associação dos Bancos do Rio Grande do Sul; Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs); Central Única das Favelas (Cufa); Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS); Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs); Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Rio Grande do Sul (Fecomércio); Fundação Marcopolo; Instituto Elisabetha Randon; Lions Club; Rotary Club; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RS).

  • Febraban anuncia pausas em pagamentos e renegociação de dívidas para atingidos por chuvas no RS

    Bancos também vão liberar saque calamidade do FGTS e reforçar ações de auxílio na região A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou neste domingo (5) uma série de medidas tomadas por bancos para aliviar a situação dos atingidos pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Entre as iniciativas, destaca-se a suspensão do pagamento e a renegociação de dívidas. Os bancos envolvidos nas ações incluem Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Além disso, as medidas incluem a liberação do “saque calamidade” do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assistência para funcionários e familiares na região, abertura de agências para recebimento de doações e o reforço de orientações às equipes de seguros das instituições para o atendimento da população local. Isaac Sidney, presidente da Febraban, expressou à Folha a necessidade de ação conjunta. “Não há como não agir e todos, setor público e privado, precisamos nos unir para ajudar a amenizar o sofrimento e a calamidade no Rio Grande do Sul”, afirmou. Ele acrescentou que a relação entre os bancos e a população é contínua e que, em momentos de maior necessidade, é preciso reforçar esses laços. A Febraban e os bancos associados expressaram “profundo pesar às vítimas das chuvas históricas” no Rio Grande do Sul e solidariedade às famílias afetadas pela catástrofe. Na primeira fase de ações no estado, foram contabilizados R$ 6 milhões em doações diretas da Febraban e dos bancos para auxiliar no socorro aos moradores. Os bancos também têm parcerias com entidades civis locais e estão mobilizando clientes e funcionários para doações às vítimas. Em 2023, quando o estado foi atingido por um ciclone extratropical, os bancos doaram R$ 4 milhões para o socorro aos moradores.

  • Secretaria da Educação do RS anuncia retomada das aulas em nove Coordenadorias Regionais de Educação a partir de terça-feira

    A decisão foi tomada após uma reunião com os coordenadores regionais de educação, considerando as áreas menos afetadas pelas recentes enchentes; 15ª CRE, a qual Getúlio Vargas e municípios da região fazem parte, estão entre elas Na tarde de domingo (5/5), a Secretaria da Educação (Seduc) do Rio Grande do Sul realizou uma reunião com os 30 coordenadores regionais de educação. Durante a reunião, foi decidido que as aulas da Rede Estadual serão retomadas a partir de terça-feira (7/5) para os estudantes das Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) de Uruguaiana (10ª CRE), Osório (11ª), Erechim (15ª), Rio Grande (18ª), Palmeira das Missões (20ª), Três Passos (21ª), São Luiz Gonzaga (32ª), São Borja (35ª) e Ijuí (36ª). Essas regiões foram menos impactadas pelas enchentes recentes e, portanto, estão prontas para retomar as atividades escolares durante a semana. Nas referidas localidades, a partir de segunda-feira (6/5), professores e equipes de direção se reunirão para planejar e alinhar as orientações para a retomada. No entanto, em Porto Alegre (1ª CRE) e nas coordenadorias que abrangem as regiões de São Leopoldo (2ª), Estrela (3ª), Guaíba (12ª), Cachoeira do Sul (24ª) e Canoas (27ª), ainda não há previsão de retorno. Uma nova reunião será realizada na segunda-feira (6/5) para avaliar a situação das demais coordenadorias: Caxias do Sul (4ª), Pelotas (5ª), Santa Cruz do Sul (6ª), Passo Fundo (7ª), Santa Maria (8ª), Cruz Alta (9ª), Bagé (13ª), Santo Ângelo (14ª), Bento Gonçalves (16ª), Santa Rosa (17ª), Santana do Livramento (19ª), Vacaria (23ª), Soledade (25ª), Gravataí (28ª) e Carazinho (39ª). A Seduc, em conjunto com a Secretaria de Obras Públicas e suas regionais, continua monitorando a situação das escolas nos municípios afetados pelas chuvas, por meio de um levantamento realizado pelas CREs. Segundo a última atualização, às 18h de domingo, de um total de 2.338 escolas estaduais, 733, localizadas em 229 municípios, foram afetadas de alguma forma pelas chuvas. Deste número, 278 escolas sofreram danos.

  • CRBM disponibiliza plataforma para monitorar rotas alternativas devido a bloqueios nas rodovias gaúchas

    Comando Rodoviário da Brigada Militar permite acompanhar vias disponíveis após chuvas causarem mais de 100 interdições O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) disponibilizou uma plataforma para acesso às rotas que estão disponíveis na região, pois devido aos bloqueios a ligação entre municípios deve ser feita de maneira alternativa. Por meio deste sistema, a população poderá monitorar as rotas com as atualizações feitas pelo CRBM. As chuvas que atingem o estado provocam danos e alterações no tráfego nas rodovias estaduais gaúchas. Neste domingo (5/5), são 110 trechos em 58 rodovias com bloqueios totais e parciais, entre estradas e pontes, conforme atualização das 14h. As informações são do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), consolidadas com o CRBM, abrangendo também rodovias concedidas e administradas pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). A Secretaria de Logística e Transportes trabalha para desobstruir as rodovias o mais rápido possível, de maneira a garantir o tráfego de veículos e pedestres. Um mapa com a situação das rodovias estaduais e federais está disponível, com informações do Daer, CRBM e Polícia Rodoviária Federal (PRF). Acesse o link para acessar a plataforma de rotas alternativas; Acesse o link para acessar o mapa com a situação das rodovias estaduais e federais.

  • Governador Eduardo Leite recebe presidente Lula para discutir plano de reconstrução após inundações no Rio Grande do Sul e cita Getúlio Vargas como cidade afetada

    A reunião focou na necessidade de um plano de reconstrução e na implementação de medidas de prevenção e resiliência climática Na manhã de domingo (5/5), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram para discutir a situação das inundações no estado. Acompanhados por uma comitiva do governo federal, sobrevoaram áreas alagadas em Canoas e Porto Alegre. O encontro ocorreu na Base Aérea de Canoas, ponto de partida para o sobrevoo das áreas afetadas. Após o sobrevoo, a comitiva se dirigiu ao 3º Regimento de Cavalaria de Guarda (RCG), em Porto Alegre, para uma reunião com secretários e ministros. Após a reunião, que ocorreu sem a presença da imprensa, Leite e Lula concederam uma entrevista coletiva. O governador apresentou a situação nas cidades atingidas pelas enchentes e enfatizou a necessidade de repensar os processos para liberação de recursos em situações de emergência. Leite descreveu a situação como um “cenário de guerra” e destacou a necessidade de um plano de reconstrução. Este plano exigirá uma autoridade para a emergência climática e atuará em duas frentes: Assistência, restabelecimento e reconstrução; e Prevenção e resiliência climática. O primeiro eixo envolve ações para apoiar a população afetada, como benefícios e abrigos temporários, suporte na infraestrutura municipal, apoio aos negócios locais e à produção agropecuária, e medidas ambientais para recuperar ecossistemas degradados. No eixo de Prevenção e resiliência climática, o governo do Estado colaborará com os municípios para desenvolver planos de prevenção, contingência e resiliência. Uma medida adicional será a organização de um Centro de Operações Integradas. O presidente Lula afirmou que trouxe representantes de todos os poderes para acompanhar a situação do Estado. Ele também relembrou as tragédias que atingiram o Rio Grande do Sul no último ano, com dez eventos meteorológicos adversos afetando várias regiões. Leite também citou os principais desafios que o Estado enfrentará no processo de reconstrução das cidades: restrições financeiras, regras fiscais que limitam a destinação de recursos, burocracia que torna os processos de contratação mais lentos e disponibilidade de quadros técnicos para implementar as ações projetadas. Confira abaixo a apresentação utilizada durante a reunião:

  • Moradores de Barra do Rio Azul enfrentam segunda grande enchente em seis meses e iniciam limpeza da cidade

    Voluntários se unem para ajudar na limpeza, enquanto a Defesa Civil relata que 70 pessoas ainda estão desabrigadas Os moradores de Barra do Rio Azul, a cerca de 70km de Getúlio Vargas, aproveitaram o domingo (5) de sol para iniciar a limpeza de suas casas, terrenos e ruas da cidade. Centenas de voluntários de municípios vizinhos também se uniram para ajudar no trabalho. Segundo a Defesa Civil do município, 70 pessoas ainda estão fora de casa. Esta é a segunda vez em seis meses que os moradores da cidade veem a água tomar conta de casas e ruas. Em novembro de 2023, o município ficou embaixo d’água e muitos moradores estão vivendo novamente essa situação dramática. O trabalho de limpeza, que começou na cidade ainda no sábado (4), se intensificou neste domingo (5) com a presença do sol. As fortes chuvas registradas na quinta-feira (2) elevaram o nível do Rio Paloma e do Rio Azul, que cortam a cidade, e causaram uma das maiores enchentes do município. Em Barra do Rio Azul não há desabrigados, mas, segundo o município, pelo menos 70 pessoas ainda estão em casas de familiares e amigos e aguardam para poder voltar para suas casas. Anderson Bagatini, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo e representante da Defesa Civil no município, relatou que os terrenos públicos e as ruas também foram limpos, mas muita coisa ainda precisa ser feita. “Amanhã (segunda-feira) nós vamos continuar a limpeza, alguns lugares públicos e terrenos ainda precisam ser limpos. Mas no geral, ruas foram desbloqueadas e muitas casas foram limpas”, disse o secretário. No interior do município, quatro pontes foram destruídas pelas chuvas e ainda precisam ser reconstruídas. No entanto, de acordo com Bagatini, nenhuma comunidade está completamente isolada. Estão sendo utilizados caminhos alternativos para acessar esses locais. A secretaria municipal de Educação informou que as aulas seguem suspensas no município pelo menos até a próxima quarta-feira (8). Para ajudar, o município estabeleceu um ponto de recebimento de doações no Ginásio Municipal de Esportes. O pedido principal é para itens de higiene e limpeza, água e colchões. Quem puder, também pode contribuir via pix, através da chave 935391530001-92, CNPJ da prefeitura de Barra do Rio Azul.

  • Arroio do Meio é abalada por saques, homicídio e desordem após nova enchente

    Estabelecimentos comerciais foram alvo de pilhagens e um homem foi morto a facadas Destruída pela terceira vez por enchentes desde setembro, a cidade de Arroio do Meio, no Vale do Taquari, foi abalada também pela desordem civil. No município, lojas e mercados foram saqueados, e um homicídio foi registrado na Rua Coberta, no Centro, em frente a dezenas de pessoas que estavam abrigadas. Segundo relatos de moradores, a vítima teria sido ferida com golpes de espeto no pescoço e depois morta a facadas, a poucos metros de onde a Defesa Civil desembarcava pessoas resgatadas com barco. O corpo chegou a ser arremessado nas águas, mas foi removido. Em outro bairro, um homem foi baleado e internado em Lajeado após ser transferido de helicóptero. Os saques ocorreram logo após o assassinato. Em um bazar, apenas flores de plástico não foram levadas, enquanto caixas de brinquedos vazias e cabides sem roupas estavam espalhados pelo chão. Na frente de uma loja, garrafas de espumante vazias foram encontradas, e duas motos de funcionárias foram furtadas. "Davam risada, diziam 'que moto forte'. Estouravam champanhe e tomavam banho. Esse que morreu dava risada antes", relatou o motorista Darlei Berté, que ajudava na limpeza. Há relatos de mais lojas atacadas no centro, com roupas e calçados levados. O isolamento da cidade dificulta até o acesso das equipes de segurança. Pessoas caminhavam desorientadas pelas ruas, algumas procurando calçados em meio aos entulhos. No bairro Navegantes, casas foram destruídas, restando apenas as vigas. A comida começa a chegar por helicópteros e por uma rota alternativa. Marmitas eram preparadas no salão paroquial e em frente à prefeitura, com filas se formando por volta do meio-dia. Os moradores também buscavam sinal de internet para dar notícias a familiares.

  • Falta de água afeta 845 mil imóveis em 53 municípios do Rio Grande do Sul devido a chuvas intensas

    A Corsan emprega 78 caminhões-pipa e mobiliza três helicópteros e uma aeronave para mitigar os impactos Pelo menos 845 mil imóveis abastecidos pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) estão sem água em 53 municípios do Rio Grande do Sul. Segundo o boletim do Centro de Operações Integradas (COI), emitido às 15h30 deste domingo (5), 78 caminhões-pipa estão sendo utilizados para minimizar os impactos em pelo menos 120 mil imóveis. A prioridade é para hospitais, postos de saúde e abrigos onde as pessoas resgatadas estão sendo levadas em várias cidades. A Corsan mobilizou três helicópteros e uma aeronave de pequeno porte para deslocar equipes e equipamentos para a manutenção das unidades no Vale do Taquari. A empresa também iniciou a instalação de 27 caixas d’água comunitárias nos municípios mais atingidos da Região Metropolitana, incluindo Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Gravataí, Sapucaia do Sul e Viamão. Nesta região, 566 mil imóveis em oito municípios estão sem água. Guaíba e Eldorado estão sendo abastecidas por geradores, com pontos de ajuste do sistema em Guaíba e graves dificuldades enfrentadas em Eldorado, onde 90% das estruturas operacionais estão submersas. Canoas continua 100% desabastecida, com a Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Branco e as captações submersas, sendo abastecida por caminhões-pipa. As cidades de Cachoeirinha, Alvorada e Viamão também estão sendo abastecidas por caminhões-pipa, enquanto em Gravataí, 50% do abastecimento foi normalizado. Na região Nordeste, 144 mil imóveis em 23 municípios estão sem água, na Central, são 77 mil imóveis em oito municípios, e no Vale do Sinos, 28 mil imóveis em cinco municípios estão afetados. “Equipes da Corsan estão trabalhando ininterruptamente em uma força-tarefa para implementar soluções emergenciais imediatas. Para intensificar os esforços, o Grupo Aegea está trazendo técnicos em eletromecânica de outras unidades do país para auxiliar no reparo dos equipamentos danificados pelas cheias”, diz o boletim da empresa. Em cidades onde foi possível ter acesso, a Corsan instalou 48 geradores para suprir a falta de energia elétrica, o que está permitindo o abastecimento de água para cerca de 200 mil famílias.

  • Nível do Guaíba em Porto Alegre deve permanecer acima da cota de inundação por dez dias, segundo projeção da UFRGS

    Cenário prevê água acima de cinco metros por mais de quatro dias, mantendo Centro Histórico alagado O nível do Guaíba, em Porto Alegre, deve se manter acima da cota de inundação de três metros e atingir cerca de quatro metros nos próximos dez dias, de acordo com a projeção do professor Fernando Mainardi Fan, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Este cenário mantém o Centro Histórico da capital alagado, com a água prevista para permanecer acima dos cinco metros por mais de quatro dias. O pesquisador detalha que o sistema de proteção contra enchentes da cidade tem enfrentado várias falhas, contribuindo para a entrada de água na cidade. As casas de bombas tiveram problemas ao receber água do Guaíba, e duas das seis Estações de Tratamento de Água (Etas) estão fora de operação e sem previsão de retorno do abastecimento, segundo o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae). “O sistema de proteção contra enchentes de Porto Alegre está operando mais como um sistema de retardamento da entrada da água do que como um sistema de proteção efetivamente”, esclarece Fan. Ele afirma que as novas projeções são feitas todos os dias, durante reuniões dos pesquisadores. Após atingir um recorde histórico na sexta-feira à noite (3), o nível do Guaíba continuou subindo na madrugada de domingo (5), registrando 5,30 metros às 7h, de acordo com a medição da Prefeitura de Porto Alegre. A elevação é consequência dos temporais que ocorrem no estado desde segunda-feira (29). De acordo com o boletim da Defesa Civil deste domingo, às 12h, as chuvas já resultaram em 75 mortes. Outras seis são investigadas para verificar se possuem relação com a tragédia. Além dos mortos, 103 pessoas estão desaparecidas e 155 feridas. O órgão soma 104,6 mil pessoas fora de casa, sendo 16,6 mil em abrigos e 88 mil desalojadas, que recebem abrigo nas casas de familiares ou amigos. Ao todo, 334 dos 496 municípios do estado registraram algum tipo de problema, afetando 780 mil pessoas. Na quinta-feira (2), o governador Eduardo Leite (PSDB) se referiu à tragédia como “o maior desastre climático” da história do Rio Grande do Sul e decretou estado de calamidade, já reconhecido pelo governo federal. Este é o quarto desastre climático a atingir o Rio Grande do Sul em menos de um ano. Em 2023, três eventos ocorreram em junho, setembro e novembro, deixando 80 mortos. Neste domingo (5), o presidente Lula (PT) veio ao estado juntamente com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin. Eles sobrevoaram de helicóptero a capital gaúcha e Canoas. À tarde, durante uma manifestação à imprensa, o presidente afirmou que não haverá ‘impedimento da burocracia’ para recuperar o estado.

  • Chuvas contínuas no Rio Grande do Sul resultam em 17 bloqueios de trânsito em rodovias estaduais e federais no norte do RS

    Autoridades recomendam que a população evite viagens não emergenciais devido aos transtornos no trânsito As chuvas constantes que têm atingido o Rio Grande do Sul desde segunda-feira (29) continuam causando numerosos problemas no trânsito. Até as 9h15 de domingo (5), havia 17 pontos de bloqueio em rodovias estaduais e federais na metade norte do estado. O levantamento é realizado pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), com atualizações constantes das informações. As autoridades continuam aconselhando a população a evitar viagens que não sejam emergenciais. A seguir, apresentamos a lista completa das interdições e rotas alternativas: Bloqueios totais: RS-480 no km 1, em Nonoai: água próxima à cabeceira da ponte RS-569 no km 28, em Novo Barreiro: o nível do rio subiu 1,5m em pouco tempo e continua subindo RS-480 nos km 10 e 11, entre Barão de Cotegipe e Ponte Preta RS-491 no km 5, em Marcelino Ramos: pista cedendo RS-817 no km 9, em Arroio do Prata: queda de barreira. Rota alternativa pelas estradas do interior do município, ou pela RS-481, em Salto do Jacuí RS-470 no km 107, em Lagoa Vermelha: água em vários pontos entre Barretos (Lagoa Vermelha) e André da Rocha RS-550 no km 23, em Pirapó: ponte do Rio Ijuí Mirim interditada com água passando sobre a pista. Rota alternativa pela estrada de chão com dois quilômetros a mais de trajeto RS-305 no km 47, em Horizontina: ponte em risco RS-472 no km 4, em Boa Vista do Buricá: ponte submersa pela água RS-518 no km 9, em Campo Novo: ponte interditada devido à alta do Rio Turvo RS-342, no km 102, Ijuí: ponte obstruída RS-522 no km 10, em Augusto Pestana: ponte interditada Bloqueios parciais: RS-126 no km 8, em Marcelino Ramos: queda de barreira RS-824 no km 13, em Tapera: pista submersa RS-386 no km 276, em São José do Herval: queda de barreira RS-386 no km 286, em São José do Herval: queda de barreira RS-386 no km 296, em São José do Herval: queda de barreira

  • Vítimas de enchentes no RS receberão doações de mercadorias apreendidas pela Receita

    Roupas, cobertores e outros itens serão enviados nos próximos dias, anuncia Haddad As vítimas das fortes enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul receberão doações de roupas, cobertores e outras mercadorias apreendidas pela Receita Federal. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por meio de suas redes sociais. Segundo ele, "dezenas de toneladas" desses itens chegarão ao estado nos próximos dias para serem distribuídas com apoio de caminhões e helicópteros. Em sua postagem, Haddad manifestou sentimentos às famílias das vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. "Nos próximos dias, dezenas de toneladas de roupas, cobertores e outras mercadorias apreendidas pela Receita Federal chegarão ao Rio Grande do Sul e serão distribuídas com o apoio de caminhões e helicópteros. Meus sentimentos às famílias das vítimas", escreveu o ministro. Esta é a terceira vez em um mês que a Receita Federal realiza doações de roupas a vítimas de eventos climáticos. No dia 4 de abril, o órgão enviou 12 toneladas de peças femininas, como vestidos, casacos, calças, saias e shorts, às vítimas das chuvas no Espírito Santo. Na ocasião, as mercadorias doadas eram avaliadas em R$ 540 mil.

  • Conmebol adia jogos de Grêmio e Internacional devido às fortes chuvas no RS

    Entidade sul-americana reagendará partidas da Libertadores e Sul-Americana A Conmebol, a autoridade máxima do futebol sul-americano, anunciou no sábado o adiamento dos jogos que Grêmio e Internacional disputariam na próxima semana pela Libertadores e pela Sul-Americana, respectivamente. A decisão foi tomada em resposta às fortes chuvas que já resultaram na morte de pelo menos 66 pessoas no Rio Grande do Sul. Na quinta-feira, o governo do Rio Grande do Sul declarou estado de emergência após as chuvas intensas que atingiram a região. “A Conmebol decidiu adiar a partida da Libertadores entre o Huachipato, do Chile, e o Grêmio, do Brasil, marcada para quarta-feira, e a partida da Sul-Americana entre o Real Tomayapo, da Bolívia, e o Internacional, do Brasil, marcada para terça-feira”, informou a entidade em um comunicado. A nova data para ambos os jogos será anunciada em breve. As enchentes em todo o estado deixaram mais de 350.000 pessoas sem eletricidade e mais de 80 mil desalojados. O Aeroporto Internacional Salgado Filho está submerso e suas operações foram suspensas por tempo indeterminado, com as estradas também sendo afetadas. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram a Arena do Grêmio completamente inundada, levando os dois clubes a cancelarem suas sessões de treinamento. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já havia adiado todas as partidas envolvendo equipes gaúchas nas quatro divisões do Campeonato Brasileiro.

  • Municípios do Alto Uruguai buscam acesso rápido a recursos federais após chuvas

    Reunião online com o governo federal alinha detalhes para acesso rápido a recursos Na sexta-feira, 3, a Associação dos Municípios do Alto Uruguai (AMAU) realizou uma reunião online com o governo federal para discutir a situação calamitosa causada pelas chuvas intensas na região. A reunião contou com a presença do secretário de Comunicação Institucional da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), Maneco Hassen, representando o Ministro Paulo Pimenta, além de outros membros do governo federal. Os prefeitos do Alto Uruguai, particularmente aqueles cujos municípios foram mais afetados pelas chuvas de quinta-feira, 2, participaram da reunião em busca de informações sobre como acessar recursos para a reconstrução de seus municípios. Josiel Griseli, presidente da AMAU e prefeito de Ponte Preta, um dos municípios mais atingidos, abriu a reunião apresentando um panorama da situação no Alto Uruguai. Ele relatou que “nossa região foi fortemente atingida com mais força que no ano de 2023. A água atingiu locais que nunca antes na história havia ocorrido. Dos 32 municípios da região, 24 irão decretar emergência ou calamidade, e 6 estão analisando”. Maneco Hassen expressou solidariedade aos municípios e delineou o caminho mais rápido para acessar recursos: “Precisamos de organização e paciência para amenizar os problemas e reconstruir o que foi destruído. O compromisso do governo federal é total com os pequenos e médios municípios”. Ele também enfatizou que, para acelerar o processo, os municípios precisam o mais rápido possível fazer os decretos e seus planos de trabalho para serem encaminhados para a Defesa Civil. Alguns prefeitos se manifestaram durante a reunião, relatando a situação atual e destacando que nunca haviam visto nada igual. Eles apontaram algumas situações específicas, como a falta de máquinas para atender às demandas. No encerramento da reunião, Josiel Griseli sugeriu que uma nova reunião com o governo federal seja agendada nos próximos dias para discutir as dificuldades dos municípios e esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir.

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