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  • Programa Juro Zero RS realiza mais de 4 mil operações em uma semana

    Na primeira semana de operações, o programa Juro Zero RS registrou grande volume de solicitações de crédito com juros subsidiados pelo governo do Estado. De acordo com a diretoria técnica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as instituições bancárias que operacionalizam o programa analisam pedidos que já ultrapassam o volume de recursos disponibilizados para microempresas e empresas de pequeno porte. Até a tarde de terça-feira (8/2), 4,3 mil operações, representando mais de R$ 165,2 milhões, foram aprovadas. Do total de R$ 600 milhões estimados para o programa, 20% são reservados para microempreendedores individuais (MEIs), enquadramento que tem o maior volume de recursos ainda disponíveis. Até o momento, 952 MEIs tiveram aprovação do crédito, o que representa investimento superior a R$ 8,8 milhões. O segmento com maior volume de recursos liberados é o de empresas de pequeno porte (EPP), que realizou mais de 1,6 mil operações, movimentando R$ 101,2 milhões. E 2,2 mil microempresas gaúchas tiveram acesso a mais R$ 55,2 milhões para investir com juro zero. Apenas no Badesul, foram protocoladas mais de 6,5 mil solicitações. Do total, 2 mil empresas já assinaram os contratos, 690 estão em fase de contratação e 2,5 mil passam por análise de crédito. Outras 1,2 mil empresas não atenderam aos requisitos bancários para concessão dos empréstimos. De acordo com a área técnica da instituição, os impedimentos são inadimplência com tributos estaduais, endividamento ou falta de capacidade de endividamento. O fundo garantidor de crédito, RS Garanti, recebeu mais de 4 mil pedidos para a contratação de garantias para operações. Não há prazo para que os cadastros sejam analisados, mas a expectativa da área técnica da Sedec é de que as empresas que já solicitaram obtenham resposta nos próximos dias. Para acessar o crédito, as empresas devem se enquadrar como MEI (receita de até R$ 81 mil), microempresa (faturamento entre R$ 81 mil e R$ 360 mil) e EPP (faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões). Somente o enquadramento não é suficiente para garantir o financiamento. Além de serem sediadas no Rio Grande do Sul, os cadastros das empresas estão sujeitos a análise de crédito, que considera a capacidade de endividamento das empresas e a situação regular junto às receitas Estadual e Federal, ao INSS e ao FGTS. O programa Juro Zero disponibilizou R$ 100 milhões dos cofres públicos para subsidiar juros das operações de crédito, no entanto, o Estado não é garantidor das operações. A estimativa é de que cerca de R$ 600 milhões possam ser contratados por meio do programa, realizado com recursos dos bancos de fomento econômico, que analisam documentação cadastral e capacidade de pagamento dos tomadores de crédito. Empresas que atrasarem prestações dos financiamentos terão de assumir juros e outros encargos decorrentes do não pagamento dos empréstimos em dia. Fonte: Ascom Sedec

  • Mais de 660 getulienses estão com a 2ª dose da vacina contra a Covid-19 em atraso, segundo SES

    Dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) apontam, ainda, que 3.564 pessoas já poderiam ter tomado a dose de reforço e não a fizeram em Getúlio Vargas Dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) apontam que existem hoje (09/02) no Rio Grande do Sul mais de três milhões de pessoas com alguma dose contra o coronavírus em atraso. A Secretaria da Saúde (SES) alerta para o risco que representa não estar com o esquema atualizado. Entre dezembro e janeiro, conforme o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), 68% das hospitalizações e 70% das mortes por covid-19 ocorreram em pessoas não vacinadas ou com alguma dose em atraso. Confira no fim da matéria a tabela com o número de pessoas com doses em atraso e esperando o prazo de aplicação A chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Cevs, Tani Ranieri, comenta que nessas situações busca-se, junto aos municípios uma verificação. "São três as possibilidades que precisamos analisar nesses casos: se a pessoa não fez realmente a dose, se ela fez a vacina e falta o registro do SI-PNI, ou se fez a dose e foi feito o registro, só que por alguma razão técnica isso não consta no banco de dados", explica. Somente em relação à segunda dose, há 786 mil pessoas em atraso. Elas representam aquelas que deixaram expirar o prazo para completar o esquema primário, que varia de acordo com a vacina recebida: 28 dias (quatro semanas) de intervalo para a Coronavac, 56 dias (oito semanas) para a Pfizer e entre 70 e 84 dias para a AstraZeneca (10 a 12 semanas). Em relação às cerca de 9 milhões de pessoas que já fizeram a primeira dose, isso representa que cerca de 9% não voltaram em tempo oportuno para a segunda. Se essas já tivessem feito a segunda dose, a população total do RS com esquema completo passaria dos atuais 73% para 80%. Em relação à dose de reforço, são mais de 2,5 milhões de pessoas com ela em atraso, ou seja, com mais de quatro meses desde a segunda dose ou dose única. Isso representa que três a cada 10 pessoas que fizeram a segunda dose ou dose única não voltaram no prazo para o reforço. Outro 1,8 milhão de pessoas estão hoje aguardando dentro do prazo para fazer essa terceira dose. Caso todos que estão com reforço em atraso já tivessem feito essa dose, a porcentagem da população gaúcha com esse status quase que dobraria: dos atuais 27% para 49%. Segunda dose atrasada Das 786 mil pessoas com a segunda dose em atraso, quase 42 mil têm 60 anos ou mais, que são aquelas com maior risco de desenvolver casos graves ou ir a óbito. Destaca-se ainda que a grande maioria desse público fez a primeira dose no início da campanha em 2021, ou seja, muitos estão por completar nesses próximos meses um ano de atraso vacinal. Entre essas pessoas com segunda dose atrasada, cerca de 528 mil têm entre 18 e 59 anos e 215 mil têm de 12 a 17 aos. Pessoas com segunda dose em atraso conforme idade (em 09/02/22): 12 a 14 anos: 104.057 15 a 17 anos: 110.642 18 a 19 anos: 45.637 20 a 24 anos: 117.237 25 a 29 anos: 101.617 30 a 34 anos: 79.422 35 a 39 anos: 61.111 40 a 44 anos: 43.849 45 a 49 anos: 31.869 50 a 54 anos: 25.554 55 a 59 anos: 21.742 60 a 64 anos: 14.356 65 a 69 anos: 9.241 70 a 74 anos: 5.552 75 a 79 anos: 4.120 80 anos ou mais: 9.162 Idade não informada: 301 Total: 785.469 Reforço em atraso Entre as mais de 2,5 milhões de pessoas com o reforço em atraso, 604 mil têm 60 anos ou mais. Os adultos dos 20 aos 59 anos somam mais de 1,8 milhão de pessoas, enquanto cerca de 55 mil são adolescentes de 18 e 19 anos. Essa dose de reforço ainda não foi aberta para os adolescentes de 12 a 17 anos e para as crianças de 5 a 11 anos. Pessoas com dose de reforço em atraso conforme idade (em 09/02/22): 18 a 19 anos: 55.169 20 a 24 anos: 149.165 25 a 29 anos: 157.565 30 a 34 anos: 197.068 35 a 39 anos: 233.352 40 a 44 anos: 264.738 45 a 49 anos: 270.280 50 a 54 anos: 285.378 55 a 59 anos: 292.693 60 a 64 anos: 250.760 65 a 69 anos: 144.418 70 a 74 anos: 76.219 75 a 79 anos: 50.357 80 anos ou mais: 83.010 População sem nenhuma dose no RS Há hoje no Estado cerca de dois milhões de pessoas que não fizeram nenhuma dose contra o coronavírus. Parte é a população abaixo dos cinco anos, para as quais ainda não há vacina disponível aprovada pelo Ministério da Saúde. São cerca de 680 mil crianças nesta idade, que representam 6% da população gaúcha. Outras 1,3 milhão de pessoas acima dos 5 anos também possuem registro de nenhuma dose. Há entre essas aquelas do grupo que recém foi aberto: dos 5 aos 11 anos. De acordo com a disponibilidade de doses nos municípios, nem todas as idades desta faixa já estão com a vacinação aberta. Em janeiro, a imunização dessas crianças começou por aquelas com comorbidades, com a regressão das idades sendo ofertada de acordo com as doses recebidas. São cerca de 965 mil crianças nessa faixa etária, das quais aproximadamente 120 mil já recebeu a primeira dose. Esse é um número ainda parcial, informado diretamente pelos municípios à SES, visto que o SI-PNI ainda não está apresenta o total de doses já aplicadas nesta idade. Entre os adolescentes de 12 aos 17 anos, que somam 863 mil pessoas no RS, 86% já fez a primeira dose. Mais da metade já completou o esquema de duas doses. Nesta população, ainda não está prevista a dose de reforço. Entre os adultos (acima dos 18 anos), 97% fez ao menos uma dose, 89% completou o esquema primário e 35% já está com o reforço. Busca ativa pelos faltantes Uma das alternativas da SES para a resgatar quem está com alguma dose em atraso é o envio periódico dessas listagens nominais dessas pessoas aos municípios e coordenadorias regionais de saúde. Dessa forma, as secretarias municipais podem adotar medidas de busca ativa por elas, a partir dos dados de telefone, endereço e local da vacinação da primeira dose que constem no sistema. Também é reforçado junto aos gestores locais que verifiquem se não há nessas listas pessoas que já tenham recebido a dose e estão apenas com o registro no sistema pendente por falta de digitação ou outro problema. Aumento nos riscos de óbitos Um levantamento do Cevs divulgado na última semana também constatou a redução nas chances de óbito das pessoas vacinadas em comparação com as demais, principalmente nos idosos. O risco de morte para quem tem 60 anos ou mais foi 21 vezes maior para aquelas pessoas sem nenhuma dose recebida em relação às pessoas com esquema completo mais dose de reforço. Nesta mesma faixa etária, usando como referência as pessoas com o reforço recebido, quem tem apenas uma dose tem quase cinco vezes mais risco de morte. Nas situações nas quais a pessoa tinha esquema completo sem o reforço, as chances de óbitos foram o dobre quando analisadas com que tinha essa terceira dose. SITUAÇÃO VACINAL SEGUNDA DOSE E DOSE DE REFORÇO (atualizado em 09/02/22) Fonte: SES/RS

  • Estado aguarda definição do governo federal sobre linhas emergenciais para pequenos produtores

    Em Brasília na manhã desta terça-feira (8/2), o governador Eduardo Leite se reuniu com o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Marcos Montes. A ministra Tereza Cristina participou por videoconferência porque recebeu diagnóstico positivo para Covid-10 na noite da segunda-feira (7/2). “Nossa vinda ao Ministério da Agricultura é no sentido de reforçar a situação de gravidade do quadro da estiagem no RS. E queremos reforçar a importância das ações do governo federal. Estamos fazendo a nossa parte no que é possível, com investimento de mais de R$ 200 milhões, e execução imediata de programas que financiam e apoiam a construção de microaçudes, a perfuração de poços e a instalação de conjuntos de cisternas e caixas d’águas”, disse o governador. Leite destacou que uma das principais preocupações dos produtores rurais se refere aos financiamentos do crédito rural, já que, não tendo êxito com a safra, terão dificuldade de arcar com o pagamento desses custeios e investimentos. “Parte das lavouras não é protegida por seguro agrícola ou Proagro e, portanto, os produtores vão precisar de linhas emergenciais”, reforçou. De acordo com o ministério, as tratativas com o Ministério da Economia estão sendo finalizadas e, nos próximos dias, as linhas de crédito emergenciais para auxiliar os pequenos produtores devem ser liberadas. “O mais importante da nossa vinda era reforçar que a nossa situação está bastante crítica, com boa parte do Estado atingida pela estiagem. Mas temos certeza de que poderemos contar com a boa parceria que sempre tivemos com o Ministério da Agricultura e ficamos na expectativa do anúncio nos próximos dias”, acrescentou o governador. Os secretários Silvana Covatti (Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural), Luiz Henrique Viana (Meio Ambiente e Infraestrutura), Ana Amélia Lemos (Relações Federativas e Internacionais) e Luiz Fernando Rodriguez Junior (adjunto da Agricultura) e superintendente da Portos RS, Fernando Estima, também acompanharam a reunião. Governo cria força-tarefa para acelerar convênios com municípios para a abertura de açudes A partir das demandas apresentadas pelos municípios atingidos pela estiagem, o governo do Estado anunciou, na segunda-feira (7/2), a criação de uma força-tarefa para assinatura de convênios que beneficiarão as 400 cidades que decretaram situação de emergência no Rio Grande do Sul. O processo dos convênios para a construção de cerca de 6 mil açudes, com investimento de R$ 66 milhões, deve ser finalizado em 10 dias. Além disso, o governo do Estado destinará R$ 100 milhões para contratos emergenciais que permitirão a perfuração de poços e a instalação de caixas d’água e conjuntos de cisternas nas áreas mais atingidas. Atendendo demanda da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o Estado auxiliará o pagamento do combustível para o transporte de água aos municípios. Os repasses poderão chegar a até R$ 20 milhões. Além disso, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural estudará a criação de um auxílio emergencial, dentro das possibilidades do Estado, para as famílias mais necessitadas, que têm o sustento vindo do campo e foram diretamente afetadas pela estiagem. Fonte: Imprensa Governo do RS

  • Nova carteira de identidade digital começará a ser emitida em março

    O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou nesta terça-feira (8) nova etapa de implementação do DNI (Documento Nacional de Identidade), a nova carteira de identidade digital. A emissão terá início em março, para servidores da Justiça Eleitoral e de outros órgãos públicos. A cerimônia de lançamento contou com a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, também ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). O novo modelo traz dispositivos para aumentar a segurança contra a falsificação e contém mais informações, como registros do título de eleitor, numeração da Carteira de Trabalho e Previdência Social, certificado militar, Carteira Nacional de Habilitação, documento de identidade profissional, carteira nacional de saúde e números de NIS/PIS/Pasep. Também poderá ser incluído o nome social sem a necessidade de alteração no registro civil. A partir de agosto, cidadãos domiciliados no estado de Minas Gerais também terão acesso ao documento. O estado foi escolhido em decorrência do acordo de cooperação firmado no final de 2021 com previsão de emissão do DNI também pelo Instituto de Identificação do estado. Além disso, a iniciativa ajudará a reforçar os processos de coleta de dados biométricos dos cidadãos brasileiros residentes em Minas Gerais. Ao longo do ano, cidadãos de outros estados poderão emitir o DNI, que estará disponível para toda a população a partir de fevereiro de 2023. Aplicativo O DNI faz parte do programa de ICN (Identificação Civil Nacional), criado pela Lei n° 13.444/2017 visando a implantação de um sistema nacional de identificação do cidadão de forma integrada em todo o país. O documento digital será gerado por meio de aplicativo gratuito disponível para smartphones e tablets nas plataformas Android e iOS e utilizará tecnologias do TSE e do Serpro. Apenas as pessoas que tiveram as impressões digitais inseridas na Base de Dados da Identificação Civil Nacional (BDICN) poderão emitir o DNI, ou seja, somente quem já fez o cadastramento biométrico (coleta de foto e das impressões digitais) na Justiça Eleitoral ou em institutos de identificação parceiros. Esse procedimento tem como objetivo reforçar a segurança, a confiabilidade e a higidez da identificação. Após instalar o aplicativo do DNI, o cidadão deverá preencher um pré-cadastro informando: CPF; nome; filiação; data de nascimento; endereço de e-mail; número do telefone e senha de sua escolha. O cadastro também permitirá a declaração múltipla de filiação, inclusão de nome social e declaração de gênero não binário. Depois, é só finalizar a solicitação em um ponto de atendimento, físico ou virtual, disponível. A partir da validação do DNI com os dados biométricos na base da ICN, as pessoas terão acesso facilitado a outros serviços públicos, como a realização digital da prova de vida para o INSS, além de auxiliar na identificação do cidadão para a concessão de benefícios e adesão a programas federais. Também facilitará o acesso a serviços privados, como a abertura de contas e a concessão de créditos, o embarque em portos e aeroportos, entre outros. Responsável por um dos maiores bancos de dados biométricos das Américas, com mais de 120 milhões de cidadãs e cidadãos cadastrados em arquivo eletrônico – com foto, assinatura e impressões digitais – o TSE também irá gerir o BDICN e emitir a Identidade Digital, ou irá certificar outros órgãos para a expedição do documento, a fim de facilitar o acesso pela população. Segurança Devido ao uso de dados biométricos, que são únicos para cada indivíduo, o documento digital oferecerá mais segurança e ajudará a coibir fraudes mediante a conferência de dados com a base de dados da Justiça Eleitoral. Uma das funcionalidades do DNI é a conferência por meio da leitura digital do QR Code, o que aumenta a verificabilidade do documento, dificultando que uma pessoa possa se passar por outra no momento de se identificar. Essa leitura será feita com o próprio app ou com o VIO, que, assim como o DNI, é desenvolvido com tecnologia Serpro, e permite a verificação da autenticidade, confiabilidade e integridade dos documentos. Fonte: Correio do Povo

  • Estação aplica 2ª dose e dose de reforço da vacina contra a Covid-19 nesta quinta e sexta

    Nesta quinta (10) e sexta-feira (11), no município de Estação, haverá aplicação de vacina contra a Covid-19. Ela é destinada às pessoas que estão com a 2ª dose, de qualquer fabricante, em atraso; e 3ª dose para as pessoas que completaram seu esquema vacinal, com duas doses, até 16/10. A vacinação acontece na UBS I, das 7h40 às 11h.

  • Sites do governo estadual gaúcho voltam ao ar após ataque hacker

    Os sites do governo estadual que estavam indisponíveis desde a madrugada de terça-feira (8/2) voltaram ao ar às 19h30. Em alguns ainda são feitos ajustes. O acesso indevido que deixou os portais fora de uso colocou em ação o plano de contingência desenvolvido pelo Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs), responsável pela administração das páginas. O ataque foi registrado à 1h e identificado pelas equipes à 1h19, o que levou os portais a serem tirados do ar por precaução antes das 2h. Desde então, os servidores trabalhavam para restabelecer o acesso. O ataque aos sistemas se deu em um ambiente restrito e não gerou perda de dados ou vazamento de informações pessoais. Com isso, os horários agendados pela população em serviços vinculados ao governo estadual foram cumpridos ao longo do dia, com restrição apenas à realização de novos agendamentos, funcionalidade agora novamente disponível. Investimentos em segurança A modernização de processos e a digitalização de serviços são alguns dos princípios orientadores da gestão estadual, e a sua consolidação passa necessariamente pelo investimento em segurança digital, além da atenção para o respeito à legislação ligada ao tema, como a recente Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O secretário de Planejamento, Governança e Gestão, Claudio Gastal, destaca os esforços da administração para o cumprimento das exigências de segurança e a prontidão na resposta pela Procergs. No período 2022/2023 estão previstos cerca de R$ 90 milhões para investimento em segurança e modernização dos sistemas da Procergs. “A discussão sobre a segurança da informação é uma necessidade do mundo atual e uma constante no governo, por isso já vínhamos adotando uma série de medidas que permitem minimizar os impactos. O trabalho auxilia a evitar esse tipo de ocasião, mas, ainda assim, é possível de ocorrer”, ressalta Gastal. Com a volta ao ar em segurança dos portais do governo estadual, a equipe da Procergs buscará a identificação da autoria dos ataques para a adoção das medidas pertinentes. Texto: Vagner Benites /Ascom SPGG

  • Exportações de carnes suína caem e de frango crescem em janeiro no RS

    O desempenho nas exportações de carnes suína e de frango foi oposto na comparação entre janeiro de 2021 e janeiro deste ano. A suinocultura apresentou queda no volume e na receita. Os embarques para o exterior caíram 16,02% em relação ao registrado no ano anterior - de 18,68 mil toneladas para 15,69 mil. O valor das vendas ao exterior alcançou US$ 33,86 milhões, 26,92% menor que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram negociados US$ 46,33 milhões. Já a carne de frango apresentou um resultado positivo de 16,88% nos embarques, alcançando 51,59 mil toneladas, e alta de 33,09% nas receitas, com saldo em dólares que somaram US$ 88,87 milhões. No primeiro mês do ano passado, foram exportadas 44,14 mil toneladas, gerando receita de US$ 66,77 milhões. As informações foram divulgadas pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). No Brasil, ambas as atividades apresentaram resultados positivos. As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 74,6 mil toneladas em janeiro, o que supera em 18,2% os embarques registrados no mesmo período de 2021, com 63,1 mil toneladas. As vendas internacionais do primeiro mês de 2022 geraram receita de US$ 160,7 milhões, saldo 9,7% superior ao total obtido em janeiro do ano anterior, com US$ 146,5 milhões. Na avicultura, o levantamento mostra que as exportações brasileiras totalizaram 349,1 mil toneladas, volume que supera em 19,7% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, com 291,6 mil toneladas. O resultado das vendas de carne de frango no primeiro mês deste ano chegou a US$ 616,9 milhões, número 42% superior ao registrado em janeiro de 2021, com US$ 434,4 milhões. “O bom ritmo dos embarques em janeiro ajudou a reduzir a pressão sobre os custos de produção, que têm impactado severamente a atividade, frente à soma de custos que seguem em alta este ano, como o milho, a soja, embalagens e outros itens. O setor está reforçando o trabalho institucional com campanhas e ações em feiras para ampliar ainda mais as vendas internacionais”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Entre os mercados importadores de carne suína, a China segue como principal destino, com 31,4 mil toneladas importadas em janeiro (-3,5%). Outros destaques são Filipinas, com 4,4 mil toneladas (+569,2%), Argentina, com 4,1 mil toneladas (+58,8%), Singapura, com 3,4 mil toneladas (+40,2%), Uruguai, com 3 mil toneladas (+4,1%), Japão, com 2,1 mil toneladas (+216,7%) e Rússia, com 1,6 mil toneladas (no caso do mercado russo, não há registros comparativos em relação a janeiro de 2021). “O ano começou aquecido para as exportações de carne suína do Brasil, que aumentaram a sua presença em mercados estratégicos para o setor, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Há expectativa de incremento das vendas, também, para o Leste Europeu”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA. A China é também a maior importadora da carne de frango do Brasil e incrementou suas compras em 4,6%, com 48,3 mil toneladas em janeiro. O grande destaque, entretanto, é o segundo principal importador, posto assumido pelos Emirados Árabes Unidos que, em janeiro, importou 42,8 mil toneladas, número 96,6% maior do que o registrado no primeiro mês do ano passado.

  • Taxa de incidência de dengue na região Norte do RS é uma das mais altas do País

    A taxa de incidência de dengue na região Norte do Rio Grande do Sul, ou seja, a quantidade de pessoas com a doença a cada 100 mil habitantes, é uma das mais altas do País. A doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, assim como a zika e a chikungunya. O município de Erechim registrou um alto índice de infestação do mosquito transmissor da dengue. No ano passado, mais de duas mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. O aumento nos casos fez com que as autoridades de saúde locais intensificassem as ações de combate a proliferação do Aedes aegypti. O coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka, explica que, hoje, mais de 70% dos casos de dengue se concentram em menos de 200 municípios do País. Mas ele lembra que isso não quer dizer que as cidades próximas não devam se preocupar. “O vírus da dengue tem um potencial de distribuição geográfica muito rápida e muito grande, tanto que se a gente pegar regiões onde a gente tem uma baixa transmissão que sejam contíguas, principalmente regiões metropolitanas, regiões vizinhas, a gente vê essa expansão muito rápida. Porque a gente tem o vetor. O vetor estando presente, isso faz com que a gente tenha uma maior transmissão e as pessoas infectadas transitam por essas regiões.” Situação do País O Brasil registrou queda 42,6% no número de casos prováveis de dengue entre 2020 e 2021. No ano passado, foram notificadas 543.647 infecções, contra 947.192 em 2020. Os dados são da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Entre os casos de zika, houve uma pequena redução de 15%, passando de 7.235 notificações em 2020 para 6.143 em 2021. Já a chikungunya registrou aumento de 32,66% dos casos, com 72.584 em 2020 e 96.288 no ano passado. O sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília, Claudio Maierovitch, destaca que 2020 foi um ano de muitos casos e, por isso, não se deve relaxar com a queda de contágios em 2021. “Mesmo não tendo havido aumento de um ano para o outro, essa não é boa comparação, uma vez que o ano anterior foi de números altos”, alerta. Cuidados necessários Devido às altas temperaturas e às chuvas abundantes, o verão é o período do ano em que os ovos eclodem e acarretam o aumento de infecção por dengue, chikungunya e zika. Por isso, fique atento às dicas para evitar a proliferação do mosquito: Vire garrafas, baldes e vasilhas para não acumularem água. Coloque areia nos pratos e vasos de plantas. Feche bem os sacos e lixo. Guarde os pneus em locais cobertos. Tampe bem a caixa-d´água. Limpe as calhas. Os ovos da fêmea do Aedes aegypti podem ficar incubados durante um ano e eclodir em apenas cinco dias quando entram em contato com a água. “É preciso manter os cuidados durante todo o ano por 365 dias”, reforça o coordenador-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, Cássio Peterka. Fonte: O Sul

  • Aulas voltaram no dia 07 na rede municipal de ensino de Erebango

    Em torno de 300 estudantes que fazem parte da rede municipal de ensino em Erebango, iniciaram as atividades na segunda-feira (7), nas duas escolas: 11 de Abril e Creche Vó Alma. Desde a recepção eles puderam perceber algumas melhorias realizadas nas instituições com o propósito essencial de melhorar ainda mais a qualidade do ensino, preparando crianças e adolescentes para o futuro. Os profissionais, por sua vez, estão envolvidos e mobilizados no compromisso que vai além de ensinar, mas também oferecer segurança e tranquilidade a todos. De acordo com a secretária de Educação, Cultura, Desporto e Turismo, Milena Hoppen Zanata, esse período é marcado por muita expectativa e otimismo quanto às mudanças promovidas e a interação dos educandos. Na creche, onde estudam em torno de 120 alunos, essa primeira semana é chamada de período de adaptação, com turno reduzido aos pequenos. Na sequência será retomado o sistema integral que havia antes da pandemia. A escola apresenta reformas na estrutura física, tais como a adaptação de uma nova sala para a Brinquedoteca – espaço que conta com livros e brinquedos – e a nova cobertura da entrada principal dos estudantes e familiares, a qual deverá auxiliar principalmente em dias de chuva. Também foram investidos em colchonetes e outros itens essenciais para favorecer a aprendizagem. Ensino Fundamental Com o mesmo foco, a Escola 11 de Abril apresenta novidades que podem agregar em mais indicadores positivos no que se refere às ações educativas. Um dos exemplos é a Sala de Informática, com 25 computadores à disposição de professores e alunos. “Além de oferecer mais oportunidade de acesso às tecnologias, promovemos o acréscimo de disciplinas como: Projeto de Vida (Reflexão sobre valores, 5 S’s, Gestão Financeira, Empreendedorismo, entre outros temas); Sustentabilidade; Jogos Matemáticos; Produção Textual; Música; Informática e Letramento Digital. Do mesmo modo, foi ampliada a carga horária de Inglês (a partir do 1º ao 9º ano), Artes (a partir do 3º ao 9º ano), Educação Física, que passou de dois para quatro períodos, além de mais dois períodos de Química e Física no 9º ano”, relata a secretária de Educação. Milena pontua que foram adquiridos projetores para todas as salas de aula, com o intuito de oferecer mais uma ferramenta tecnológica para os professores. Na instituição, que conta com 180 estudantes, a estrutura física interna passou por reparos e manutenção. “Os professores contam, ainda, com armários e na Biblioteca foi criado o ‘Cantinho da Leitura’, para que os alunos possam aproveitar o tempo nos dias em que ficarem no horário do meio dia". Isso porque, a partir deste ano, inicia a modalidade do ensino integral, que irá contemplar obrigatoriamente, nesse primeiro momento, os alunos a partir do 3º ano. “Para auxiliar, buscamos intercalar as disciplinas teóricas e práticas, com reforço às atividades lúdicas. Desse modo, o andamento das aulas pode ser ainda mais produtivo”, destaca a secretária. Proteção Vale reiterar a toda comunidade escolar, de que é preciso seguir todos os protocolos de prevenção à covid-19 e, ainda, reforça-se a importância da vacinação que está, nesse momento, na faixa etária dos cinco aos 11 anos de idade.

  • Brasil não deve aplicar quarta dose contra covid no momento, diz Queiroga

    O Brasil não deve aplicar a quarta dose da vacina contra covid-19 por hora, segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em pronunciamento nesta segunda-feira (7), após avaliação de técnicos da pasta. Ainda assim, o ministro afirmou que a segunda dose de reforço pode ser a “dose de 2022”. "A área técnica tem discutido isso. A secretária Rosana [Leite de Melo, secretária extraordinária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde] conversou comigo na sexta-feira passada e disse que o grupo técnico, neste momento, não avalia aplicar a quarta dose. Mas na prática seria a dose de 2022. O que nós temos é doses para garantir que todas as doses necessárias que sejam recomendadas pelos técnicos sejam disponibilizadas para a população brasileira", afirmou Queiroga. O ministro disse que a prioridade no momento é garantir a vacina. Segundo ele, já foram distribuídas 430 milhões de doses e que há imunizantes suficientes para caso se decida aplicar a quarta dose na população. Queiroga ainda chamou a vacina de “grande força” para o combate da variante Ômicron e afirmou que a vacinação é necessária para combater os efeitos mais graves da covid-19. Vacinação infantil O ministro aproveitou ainda para afirmar que o ministério tem buscado “trazer os pais” para a vacinação de forma a aumentar a adesão, mas que não tornará a vacina obrigatória. Segundo Queiroga, a resistência à vacinação não tem relação apenas com as crianças. “Já tem mais de 70 milhões de doses de vacina com os estados e municípios. Então essa questão não só se verifica com a questão das crianças de 5 a 11 anos. É claro que é um tema mais sensível, as crianças. Essas vacinas foram desenvolvidas num curto espaço de tempo, isso é um grande avanço da ciência. Nós temos que avançar de maneira sustentada, trazendo os pais para buscar a vacinação, sem obrigá-los, porque é pior. Então vamos trabalhar para que todos possam exercer esse direito”, disse. A expectativa da pasta é que as doses suficientes para vacinar todas as crianças entre 5 e 11 anos sejam entregues até a próxima semana. “Estamos trabalhando fortemente para antecipar doses infantis, para que os pais também exerçam o direito de vacinar seus filhos. Até 15 de fevereiro nós distribuiremos doses para vacinar todas as crianças de 5 a 11 anos”. Fonte: Yahoo Notícias

  • RS só deve concluir em agosto a vacinação de crianças de cinco a 11 anos com a primeira dose

    A imunização de crianças contra a covid-19 avança no Rio Grande do Sul, mas há margem para melhorias. Se a campanha para a primeira dose continuar no ritmo atual, em que 9,3% do público entre cinco e 11 anos foram vacinados em 20 dias (dados correspondentes ao período que vai de 19 de janeiro até a manhã desta segunda-feira, 7 de fevereiro), é possível estimar que só por volta do dia 22 de agosto é que 100% das crianças dessa faixa etária poderão estar vacinadas. A campanha de vacinação passou a incluir a população entre cinco e 11 anos no dia 19 de janeiro e, desde então, 89.337 doses já foram aplicadas nesse público alvo. O levantamento é da Secretaria Estadual da Saúde (SES), que estima que o grupo contenha 964 mil pessoas. O intervalo entre doses praticado no Estado é de 28 dias para a CoronaVac e de oito semanas para a Pfizer, de forma que, no momento, as crianças ainda não estão aptas a receber a segunda aplicação. A meta que o governo estadual busca, no caso do combate ao coronavírus, é alcançar ao menos 90% da população entre cinco e 11 anos, já que a imunização não é obrigatória, pondera Ana Costa, secretária adjunta de Saúde do Estado. O entendimento da secretária é de que a campanha deve ser acelerada, mas há que ser considerado o fato de que algumas informações sobre o número de vacinados podem não terem sido computadas ainda. Segundo ela, um dos motivos para isso é que o SIPNI — Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações, onde são depositados os dados da vacinação — esteve fora do ar em janeiro por conta de um ataque hacker ao Ministério da Saúde. O Estado trabalha para atualizar os números, ao mesmo tempo em que pede que os municípios coloquem em dia seus registros recentes. As prefeituras também receberam, na última semana, um regramento para organizarem campanhas extramuros — ação em que a vacina é oferecida em diferentes pontos das cidades, e não só nas unidades de saúde. "Apesar de termos aproximadamente esses 9% referidos de vacinados, acreditamos que ainda há problemas com registros. Já pedimos ao Cosems (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul) que reforce junto aos municípios o compromisso da digitação dos dados da vacinação porque, como tivemos muitas contaminações pelo coronavírus nas últimas semanas, acreditamos que o registro acabou não sendo a prioridade do momento. Isso, junto com o estímulo à vacinação extramuros, pode ajudar a termos números melhores do que os que estamos enxergando", afirma a secretária. A pasta da Saúde já esperava que a campanha infantil fosse mais lenta que a dos adultos, já que envolve um esforço de convencimento e acolhimento das que têm medo da vacina, além de uma atenção maior às dúvidas dos pais. Ainda assim, entende que é necessário reforçar o incentivo à vacinação, já que o problema da falta de doses — fator que segurou o avanço da campanha de vacinação dos adultos — não parece ser o caso para a imunização dos pequenos. De acordo com a SES, com a nova remessa que será distribuída aos municípios nesta semana, o Estado já terá entregue 80% das ampolas necessárias para concluir a vacinação do grupo com a primeira dose. "Não há uma ideia de que faltem vacinas. Temos um número muito considerável de vacinas já distribuídas e também chegaram novas doses pediátricas da Pfizer, além das doses de CoronaVac que já estão disponíveis. Falta de vacina não é um problema de nível estadual, embora possa ser um problema pontual em alguns municípios, mas que é resolvido rápido pois as remessas estão chegando com regularidade", explica Ana Costa. O professor do Departamento de Matemática Pura e Aplicada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Álvaro Krüger Ramos, que tem trabalhado com dados relativos à pandemia nos últimos dois anos e revisou as estimativas apontadas nesta reportagem, pondera que pode haver uma tendência de desaceleração no ritmo da campanha, já que os pais mais interessados em vacinar seus filhos costumam fazê-lo no início da campanha, aumentando a demanda inicial. Dados nacionais Um levantamento feito pela Globonews junto a secretarias estaduais da Saúde de todo o país aponta que 18,8% das crianças de cinco a 11 anos receberam a primeira dose do imunizante contra a covid-19. São pouco mais de 3,7 milhões de imunizados, de um total de cerca de 20 milhões pessoas nessa faixa etária. São Paulo é o Estado que mais vacinou, com 48%, enquanto a Paraíba ocupa o último lugar, com apenas 1,8%. Nesse levantamento, que não inclui dados de seis unidades da Federação, o Rio Grande do Sul aparece com índice de 8%, na 14ª posição. Fonte: GZH

  • Com 400 cidades em situação de emergência, RS anuncia força-tarefa para ações de combate à estiagem

    No dia em que o Rio Grande do Sul atingiu a marca de 399 cidades com situação de emergência decretada por conta da estiagem (veja a lista completa abaixo), o governo estadual anunciou a criação, por meio de decreto, de uma força-tarefa para acelerar a abertura de 6 mil microaçudes em cidades gaúchas. Além disso, o RS deve oferecer verba para perfuração de poços, instalação de caixas d’água, implantação de cisternas e combustível para o transporte de água. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (7), após reunião do governador Eduardo Leite com membros da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), da Casa Civil e da Defesa Civil. Na terça (8), o governador deve se reunir com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e propor a criação de um crédito emergencial para agricultores. A expectativa do governo estadual é que, em até 10 dias, grande parte das cidades já tenham assinado os convênios com a Seapdr para que possam receber os recursos. "O estado está trabalhando com força total, com muito foco, recebendo as demandas dos municípios. A força-tarefa vai, a partir da análise dessas demandas, transformar tudo isso em convênios, com os repasses dos recursos de forma ágil. Em até 10 dias queremos ter os convênios firmados com os municípios e o repasse dos recursos sendo feitos. E, em até 30 dias, queremos ter feito contratações de cisternas, poços e caixas d'água", avaliou o governador. Reunião com ministra Outras medidas anunciadas pelo governo estadual incluem verba para perfuração de poços, instalação de caixas d’água, implantação de cisternas e combustível para o transporte de água. O estado prevê fazer, no prazo de um mês, contratar o serviço de perfuração de 750 poços, instalação de caixas d’água e implantação de 500 conjuntos de cisternas nas áreas mais atingidas pela estiagem, no valor total de R$ 107 milhões. Para atender as famílias em situação de vulnerabilidade social prejudicadas pela estiagem, a Secretaria da Agricultura também foi autorizada a apresentar uma proposta de criação de um auxílio emergencial. Um estudo deve ser feito para estipular valores e o número de beneficiários. "[São] famílias que estão em condições de vulnerabilidade mais atingidas pela estiagem nas áreas rurais, que têm seu sustento extraído do campo e que, pela frustração de sua safras para sua própria subsistência, estão especialmente em condições de dificuldade", sublinhou Leite. Além disso, depois de uma solicitação da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o governo deve oferecer até R$ 20 milhões para custear o combustível usado para o transporte de água destinada aos municípios. Por fim, nesta terça, o governador Eduardo Leite e a secretária da Agricultura, Silvana Covatti, devem se reunir com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em Brasília, para tratar de possíveis ações do governo federal para auxiliar os produtores gaúchos. Em 12 de janeiro, a ministra visitou Santo Ângelo, uma das cidades afetada pela falta de chuvas, e recebeu do governo estadual um documento com uma série de reivindicações de entidades ligadas ao setor agropecuário. Além de anistia de financiamentos de crédito rural, ou de parte deles, o estado irá propor a criação de um crédito emergencial por parte do governo federal. "[Seria um] Alívio das pressões financeiras daqueles que contrataram financiamentos via Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar] e terão dificuldades de arcar com os financiamentos, por conta das frustrações de suas safras. Há expectativa de que o governo federal possa anistiar as dívidas, ou parte delas, e até mesmo estabelecer um crédito emergencial oferecido aos produtores em função das necessidades mais urgentes, de atender compromissos e até mesmo a subsistência de suas famílias", avaliou o governador. Lista dos municípios em situação de emergência Água Santa Agudo Ajuricaba Alecrim Alegrete Alegria Almirante Tamandaré do Sul Alpestre Alto alegre Amaral Ferrador Ametista do Sul André da Rocha Anta Gorda Antonio Prado Araricá Aratiba Arroio do Meio Arroio do Tigre Arroio Grande Arvorezinha Augusto Pestana Áurea Barão Barão de Cotegipe Barra do Guarita Barra do Quaraí Barra do Rio Azul Barra Funda Barracão Barros Casal Benjamin Constant do Sul Bento Gonçalves Boa Vista das Missões Boa Vista do Buricá Boa Vista do Cadeado Boa Vista do Incra Boa Vista do Sul Bom Jesus Bom Princípio (sem decreto) Bom Progresso Bom Retiro do Sul Boqueirão do Leão Bossoroca Bozano Braga Brochier Caçapava do Sul Cacequi Cachoeira do Sul Cacique Doble Caibaté Caiçara Camargo Cambará do Sul Campestre da Serra Campinas das Missões Campinas do Sul Campo Novo Campos Borges Candelaria Candido Godoi Candiota Canguçu Canudos do Vale Capão Bonito do Sul Capão do cipó Capitão Caraá Carazinho Carlos Barbosa Carlos Gomes Casca Caseiros Catuípe Caxias do Sul Centenário Cerro Branco Cerro Grande Cerro Largo Chapada Charqueadas Charrua Chiapetta Ciríaco Colinas Colorado Condor Constantina Coqueiro Baixo Coqueiros do Sul Coronel Barros Coronel Bicaco Coronel Pilar Cotiporã Coxilha Crissiumal Cristal do Sul Cruz Alta Cruzaltense Cruzeiro so Sul David Canabarro Derrubadas Dezesseis de Novembro Dilermando de Aguiar Dois Irmãos das Missões Dois Lajeados Dom Pedrito Dona Francisca Doutor Mauricio Cardoso Doutor Ricardo Encantado Encruzilhada do Sul Engenho Velho Entre Ijuís Entre Rios do Sul Erebango Erechim Ernestina Erval Grande Erval Seco Esmeralda Esperança do Sul Espumoso Estação Estrela Estrela velha Eugênio de Castro Farroupilha Faxinal do Soturno Faxinalzinho Fazenda Vilanova Feliz Flores da Cunha Floriano Peixoto Fontoura Xavier Formigueiro Forquetinha Fortaleza dos Valos Frederico Westphalen Garruchos Gaurama General Câmara Gentil Getúlio Vargas Giruá Gramado Gramado dos Loureiros Gramado Xavier Gravatai Guabiju Guaporé Guarani das Missões Harmonia Herval Herveiras Horizontina Humaitá Ibarama Ibiaça Ibiraiaras Ibirapuitã Ibiruba Ijuí Ilópolis Imigrante Independencia Inhacorá Ipê Ipiranga do Sul Iraí Itaara Itacurubi Itapuca Itaqui Itatiba do Sul Ivorá Jaboticaba Jacuizinho Jacutinga Jaguarão Jaguari Jaquirana Jari Jóia Júlio de Castilhos Lageado do Bugre Lagoa Bonita do Sul Lagoa dos Três Cantos Lagoa Vermelha Lagoão Lavras do Sul Liberato Salzano Maçambará Machadinho Manoel Viana Maquiné Maratá Marau Marcelino Ramos Mariano Moro Marques de Souza Mata Mato Castelhano Mato Leitão Mato Queimado Maximiliano de Almeida Minas do Leão Miraguaí Montauri Monte Alegre dos Campos Monte Belo do Sul Montenegro Mormaço Morro Redondo Muçum Muitos Capões Muliterno Não-Me-Toque Nicolau Vergueiro Nonoai Nova Alvorada Nova Bassano Nova Boa Vista Nova Bréscia Nova Candelária Nova Esperança do Sul Nova Palma Nova Ramada Nova Roma do Sul Novo Barreiro Novo Machado Novo Tiradentes Novo Xingu Novos Cabrais Paim Filho Palmeira das missões Palmitinho Panambi Pantano Grande Paraí Paraíso do Sul Pareci Novo Passa Sete Passo do Sobrado Passo Fundo Paulo Bento Paverama Pedras Altas Pejuçara Pinhal Pinhal da Serra Pinhal Grande Pinheirinho do Vale Pinheiro Machado Pinto Bandeira Pirapó Piratini (sem decreto) Planalto Poço das Antas Pontão Ponte Preta Porto Lucena Porto Máua Porto Vera Cruz Porto Xavier Pouso Novo Progresso Protásio Alves Putinga Quatro Irmãos Quevedos Quinze de Novembro Redentora Relvado Restinga Seca Riozinho Rio dos Indios Rio Grande Rio Pardo Roca Sales Rodeio Bonito Rolador Rolante Ronda Alta Rondinha Roque Gonzales Rosário do Sul Sagrada Família Saldanha Marinho Salto do Jacuí Salvador das Missões Sananduva Santa Bárbara do Sul Santa Cecília do Sul Santa Clara do Sul Santa Cruz do Sul Santa Margarida do Sul Santa Maria Santa Maria do Herval Santa Rosa Santa Tereza Santa Vitória do Palmar Santana da Boa Vista (sem decreto) Sant'Ana do Livramento Santiago Santo Ângelo Santo Antônio das Missões Santo Antonio do Palma Santo Antônio do Planalto Santo Augusto Santo Cristo Santo Expedido do Sul São Borja São Domingos do Sul São Francisco de Assis São Francisco de Paula São Gabriel São Jerônimo São João da Urtiga São João do Polêsine São jorge São José das Missões São José do Herval São José do Inhacorá São José do Norte São José do Ouro São Lourenço do Sul São Luiz Gonzaga São Marcos São Martinho São Martinho da Serra São Miguel das Missões São Nicolau São Paulo das Missões São Pedro da Serra (sem decreto) São Pedro das Missões São Pedro do Butiá São Pedro do Sul São Sepé São Valentim São Valentim do Sul São Valério do sul São Vicente do Sul Sarandi Seberi Sede Nova Segredo Selbach Senador Salgado Filho Serafina Corrêa Sério Sertão Sete de Setembro Severiano de Almeida Silveira Martins Sinimbu Sobradinho Soledade Tapejara Tapera Taquari Taquaruçu do Sul Tavares Tenente Portela Teutônia Tio Hugo Tiradentes do sul Toropi Travesseiro Três Arroios Três de Maio Três Palmeiras Trindade do Sul Tucunduva Tunas Tupanci do Sul Tupanciretã Tuparendi Ubiretama Ulha Negra União da Serra Unistalda Uruguaiana Vacaria Vale do Sol Vale Verde Vanini Venâncio Aires Vera Cruz Veranópolis Vespasiano Corrêa Viadutos Vicente Dutra Victor Graeff Vila Flores Vila Lângaro Vila Maria Vila Nova do Sul Vista Alegre Vista Alegre do Prata Vista Gaúcha Vitória das Missões Westfália Fonte: G1/RS

  • Aneel define regras sobre pagamento de bônus a consumidor que economizou energia

    A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu nesta terça-feira (8) regras sobre o pagamento do bônus a consumidores que economizaram energia elétrica no ano passado em algumas situações. O programa de redução da demanda voluntária foi criado pelo governo em meio à grave escassez nos reservatórios das usinas hidrelétricas, a pior nos últimos 91 anos. A decisão da Aneel define que as distribuidoras que não estão ligadas à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) devem receber os valores referentes ao pagamento do bônus pelas mesmas contas correntes vinculadas para receber recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Quase 50 concessionárias e permissionárias de distribuição não estão no quadro e se enquadram nesse cenário. Isso porque, conforme a resolução que traz as diretrizes do programa, os custos do bônus devem ser recuperados pelas empresas por meio do Encargo de Serviço do Sistema (ESS), por meio de pagamento dos agentes da CCEE com consumo e, posteriormente, repassado às distribuidoras. "Não tendo adesão à CCEE, essas permissionárias não participam da contabilização e liquidação do mercado de curto prazo e, sem essa participação, não há como a CCEE alocar créditos de ESS para elas", explica o diretor-relator, Hélvio Neves Guerra. A discussão na agência reguladora vem na esteira de questionamentos sobre o procedimento para repasse dos valores feito pela Federação das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Fecoerusc). A agência também abriu espaço para que as empresas possam realizar o pagamento até março. Para grande parte dos consumidores que conseguiram reduzir o consumo de energia, a concessão do desconto da conta de luz será feita na conta de luz referente a janeiro. Entretanto, há algumas particularidades, como consumidores que vivem em localidades distantes, onde a leitura dos medidores não é feita mensalmente. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, os descontos deverão totalizar R$ 2,4 bilhões, que serão pagos pelos próprios consumidores. Para evitar que a despesa seja repassada às tarifas em 2022 e pressione os reajustes em ano de eleições, o governo autorizou que o custo seja suportado por um empréstimo ao setor elétrico. A proposta com as diretrizes para a operação financeira foi apresentada pela Aneel na última semana e está em período de consulta pública. Fonte: GZH

  • Fecomércio-RS pede que governo estadual lance programa de parcelamento especial de ICMS

    A Fecomércio-RS solicitou ao Governo do Estado a abertura de novo Refaz, programa de parcelamento especial de ICMS. A entidade encaminhou ofício ao secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Marco Aurélio Cardoso, sugerindo a reedição do programa com possibilidade de prazos estendidos para pagamento do tributo e redução de multa e juros, inclusive exclusão nos casos de pagamento à vista. No documento, a Federação reitera que os efeitos da crise da Covid-19 são duradouros e as empresas afetadas pelos fechamentos e restrições de serviços decorrentes das medidas adotadas para contenção da pandemia ainda estão sofrendo os impactos da queda de faturamento e muitas enfrentam dificuldades para colocar suas obrigações em dia. Desta forma, seria prudente uma nova edição do Refaz, conclui o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn: “O último parcelamento semelhante ocorreu em 2019, e, embora saibamos que a atual gestão não costuma adotar esse tipo de Programa, reiteramos tratar-se de situação excepcional causada pela pandemia, acarretando um efeito devastador para empresas dos mais variados setores de comércio", pondera Bohn. Fonte: Imprensa Fecomércio-RS

  • “Seca do Rio Grande do Sul é a maior dos últimos 70 anos”, diz agrometeorologista

    A seca que atinge estados do Sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul, já é considerada a maior em pelo menos 70 anos, afirmou o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos. Causada por uma “combinação de fatores que há muito tempo não se via”, Marco Antônio afirmou que a falta de chuva já se arrasta desde novembro em algumas regiões e que já há impactos além do cenário rural, com uma falta d’água que começa a atingir as regiões metropolitanas. “É uma combinação de fatores que há muito tempo não se via para que se causasse essa terrível seca no RS, com quebras em lavouras de soja, milho, arroz, e frutíferas, afetando agora a população urbana”, afirmou. Segundo ele, a ocorrência do fenômeno La Niña pelo segundo ano consecutivo faz com que as águas do Oceano Pacífico fiquem mais frias, o que tira a pressão de chuvas sobre o Sul do Brasil. Além disso, as águas do Atlântico também estão frias, e o Atlântico Equatorial que banha o Nordeste está quente, o que respectivamente inibe a entrada de frentes frias e bloqueia os corredores de umidade no Norte do país. Para o agrometeorologista, os impactos econômicos da seca poderão ser sentidos em breve na inflação elevada das commodities, como soja, milho e arroz. “É uma cadeia que está sendo feita pela seca que pode levar a impactos econômicos grandes no Brasil”, observou. “O grande problema agora é a falta d’água nas cidades. É fato que vai começar a pegar a população porque os mananciais estão baixos, e isso pode afetar o custo de energia”, acrescentou. Marco Antônio dos Santos acrescentou que, por mais que fenômenos como o La Niña já tenham ocorrido antes, algumas ações como o desmatamento podem agravar ainda mais a situação – ponto que se conecta no âmbito das mudanças climáticas. “La Niña e El Niño não tem muita ligação com as mudanças climáticas porque são fatores que ocorrem no Oceano Pacífico, porém essas mudanças no nosso comportamento e no dia a dia potencializam esses efeitos”, avaliou. Fonte: CNN Brasil

  • Derrota na estreia dificulta classificação do Internacional na Libertadores Sub-20

    O Internacional estreou com derrota na Libertadores Sub-20 diante da LDU perdendo pelo placar mínimo. Tal resultado, dificulta as chances do colorado de avançar para a próxima fase, visto que apenas o líder de cada grupo tem vaga garantida. Na partida diante da LDU, o Internacional começou melhor, logo aos sete minutos, Estevão teve a grande chance em penalidade máxima mas o goleiro adversário defendeu. A LDU só abriu o placar aos 22 da segunda etapa com Angulo após rebote de Anthony. A equipe colorada está na terceira colocação do Grupo B ainda sem pontos. LDU e Peñarol são os líderes com três. O Millionarios está atrás do Inter pelo saldo de gols. A competição é dividida em três grupos com quatro equipes cada. O líder de cada chave está garantido na semifinal, bem como o melhor segundo colocado. Para alcançar a liderança, o Inter precisará ter aproveitamento máximo nos dois jogos restantes e torcer por resultados paralelos. Também existe a possibilidade de avançar como melhor segundo colocado. Para isso, além de fazer sua parte vencendo as partidas restantes, o colorado precisa observar os resultados dos outros grupos. O Internacional volta a campo pela Libertadores Sub-20 na próxima terça-feira, às 19h30 diante do Millionarios. A partida será disputada em Quito e terá transmissão pelo canal da Libertadores no YouTube. Fonte: UOL

  • Diego Souza chega a 70 gols pelo Grêmio e fica perto de ultrapassar Renato em lista de goleadores

    Diego Souza marcou o segundo gol do Grêmio na vitória por 2 a 0 diante do Guarany de Bagé, no último domingo, pela quarta rodada do Gauchão. O centroavante alcançou a marca de 70 gols, somadas as duas passagens com a camisa tricolor, e se aproximou de Renato Portaluppi na artilharia da história do clube. O camisa 29 agora tem apenas quatro gols a menos que o maior ídolo da história do Grêmio. Diego Souza tem 70 gols somando os 16 gols da sua primeira passagem com os 54 feitos desde seu retorno em 2020 - foram 171 jogos no total. Renato tem 74 gols no clube. Na última rodada do Gauchão, o centroavante igualou Everton Cebolinha e Éder na artilharia com a camisa tricolor. Nesta temporada, o jogador tem a chance de ultrapassar, além de Portaluppi, Paulo Nunes (73), Luan (77) e Jonas (78). Depois, a lista tem Osvaldo, com 106 gols. Alcindo encabeça a lista, com 264 gols feitos pelo clube gaúcho. Além disso, o jogador também está a um gol de igualar Cebolinha na artilharia da Arena. Diego Souza soma 42 gols na casa gremista, enquanto o atual atacante do Benfica tem 43. Ano passado o goleador do Grêmio já havia entrado para o top 10 artilheiros da história do Brasileirão, ultrapassando nomes como Washington e Serginho Chulapa. Na temporada de 2020, que precisou ser interrompida por conta do surto de Covid e se estendeu até 2021, Diego Souza balançou as redes 28 vezes. Na temporada passada, foram 24 gols, 10 deles na campanha no Brasileirão que culminou no rebaixamento. Se mantiver a média, pode se aproximar dos 100 gols com a camisa gremista. Em 2022, o centroavante já começou com média alta de gols: em dois jogos do time profissional, marcou duas vezes, contra o São José e Guarany de Bagé. O experiente pode atingir o feito inédito de ser pelo terceiro ano consecutivo o goleador do Campeonato Gaúcho. O Tricolor volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Aimoré, pela quinta rodada do Gauchão. A bola rola no Estádio Cristo Rei, em São Leopoldo, às 20h30. Porém, Mancini deve levar a campo um time reserva, já que ainda está na reta final da pré-temporada. Fonte: ge

  • Cerca de 146 mil famílias ainda não retiraram o Cartão Cidadão no RS

    Até a última quinta-feira (3), cerca de 146 mil famílias ainda não haviam retirado o Cartão Cidadão, que devolve ICMS a famílias de baixa renda no Rio Grande do Sul, conforme o governo do estado. O número representa 34% do total, já que são 432 mil cartões emitidos pelo programa. O Cartão Cidadão é uma iniciativa do governo do estado que devolve parte do ICMS a pessoas inscritas no CadÚnico que recebem o Auxílio Brasil ou tenham dependentes na rede estadual de ensino médio. Com o benefício, mais de 432 mil famílias terão uma devolução de R$ 400 por ano, além de R$ 150 por mês pelo programa Todo Jovem na Escola. Todos os cartões já estão carregados com as parcelas depositadas, e podem ser retirados sem a necessidade de desbloquear até dia 15 de março. Para retirar, o usuário precisa apresentar documento de identificação oficial com foto e número de CPF, além de usar máscara. É possível conferir se a família tem direito ao benefício pelo site do Devolve ICMS, através do CPF e data de nascimento. Pontos de entrega No interior do Estado, a retirada ocorre em agências do Banrisul, sendo apenas uma por município. O atendimento é feito com base no horário bancário ao público de cada cidade. Confira os locais de entrega nos municípios da região

  • Polícia investiga suspeito de matar cachorro e fazer churrasco da carne na serra gaúcha

    Um homem, de 56 anos, é suspeito de matar e carnear um cachorro em São Valentim do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul. As imagens foram divulgadas na sexta-feira (4). A polícia investiga o caso como maus-tratos. Em imagens obtidas pela polícia, o homem aparece próximo a um açude, junto do corpo do animal pendurado, retirando a pele do cachorro. As fotos ainda mostram a carne sendo colocada em espetos e assada em uma churrasqueira. Conforme o delegado de Guaporé, Tiago Lopes de Albuquerque, as informações foram repassadas pela Brigada Militar, em ocorrência. Apesar do caso ter vindo a público apenas nesta semana, o delegado afirma que ainda não tem a data exata de quando as imagens foram feitas. Segundo apurado até então, foram tiradas há cerca de 30 dias. O caso teria chegado até a BM após uma denúncia, mas o homem não foi localizado quando os policiais chegaram ao local. Segundo a Brigada Militar, ele foi encontrado e abordado em via pública, em Dois Lajeados, de onde seria morador, dias após a denúncia. O homem confessou ter matado o animal a golpes de madeira para consumo, mas não foi preso pois não houve flagrante. Fonte: G1/RS

  • Abertas as inscrições para cursos de especialização na Uergs

    A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (ProPPG) da Uergs publicou, nesta sexta-feira (04), editais de 5 cursos de especialização abertos para o primeiro semestre de 2022, nas Unidades em Caxias do Sul, Litoral Norte - Osório, Porto Alegre e Erechim, que contará, também, com 1 curso de especialização no segundo semestre. As inscrições podem ser feitas de forma online até o dia 10 de março. Na região, a Universidade tem campus em Erechim. Em Erechim, será ofertada a 1ª edição da especialização em Teoria e Prática da Formação do Leitor. No segundo semestre, na mesma unidade, o curso de Conservação Ambiental e Turismo Rural terá a 1ª edição. As aulas iniciarão em abril em formato presencial com a possibilidade de atividades remotas. Os editais com as informações sobre a seleção, quantidade de vagas disponíveis e objetivo dos cursos estão disponíveis na página da ProPPG. Curso: Especialização em Teoria e Prática da Formação do Leitor Unidade: Erechim Vagas: Serão oferecidas 40 vagas, sendo 36 reservadas ao acesso universal e 4 aos empregados da Uergs. Fonte: Imprensa Uergs

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