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13176 resultados encontrados com uma busca vazia

  • EGR interrompe cobrança de pedágio em todas as praças devido às enchentes no RS

    Medida vigora até restabelecimento pleno das condições de trafegabilidade Em resposta à situação de calamidade provocada pelas enchentes no Rio Grande do Sul, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) decidiu suspender a cobrança de pedágio em todas as suas rodovias. A medida, que inicialmente estava em vigor em seis praças de pedágio, foi estendida para todas as estradas sob a administração da EGR. A suspensão da cobrança de pedágio permanecerá em vigor até que as condições de trafegabilidade nas rodovias, que foram afetadas pelas intensas chuvas, sejam totalmente restabelecidas. Luís Fernando Vanacôr, diretor-presidente da EGR, enfatizou a importância da solidariedade neste momento e reiterou a preocupação com a segurança das pessoas afetadas. “A segurança e a mobilidade da população são nossa prioridade máxima nesse momento”, afirmou. A EGR continua monitorando a situação das rodovias e trabalhando incessantemente para reparar os trechos danificados e desbloquear outros que foram afetados por deslizamentos de terra.

  • Governo federal adia Concurso Público Nacional Unificado em todo o país

    Decisão ocorre devido à situação de calamidade no Rio Grande do Sul O governo federal tomou a decisão de adiar as provas do Concurso Nacional Unificado em função do desastre climático no Rio Grande do Sul. Originalmente, as avaliações seriam aplicadas no próximo domingo (5) em 228 municípios brasileiros. No Estado, a seleção ocorreria em 10 cidades: Bagé, Caxias do Sul, Farroupilha, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santo Ângelo e Uruguaiana. A medida vale para todo o país, segundo fontes do governo federal. Ainda não foi definida a nova data do exame. Uma reunião acontece na tarde desta sexta-feira (3) em Brasília. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Paulo Pimenta, afirmou em entrevista ao CanalGov, do governo federal, que cerca de 6 mil candidatos ao "Enem dos concursos" no RS estão em municípios em situação de emergência, ou sem acesso às cidades onde haverá prova, devido aos bloqueios e estragos causados pelas chuvas. Praticamente todos os municípios onde haveria prova enfrentam graves prejuízos, incluindo alagamentos, deslizamentos de terra e problemas na infraestrutura. A expectativa dos candidatos pelo adiamento era grande, principalmente devido às dificuldades no deslocamento para o local de prova. Nas redes sociais, muitos relataram também que perderam documentos por conta da enchente e que os locais de prova ficaram prejudicados. A chuva deve perder força a partir desta sexta-feira, quando se desloca em direção a Santa Catarina. Apesar disso, ainda deve chover no final de semana, em menor intensidade, em boa parte do Rio Grande do Sul. Além da chuva, o alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) inclui a possibilidade de vento, granizo e raios.

  • Barra do Rio Azul enfrenta nova enchente com 250 desalojados

    Situação atual é pior do que a do ano passado, segundo prefeito Barra do Rio Azul está novamente sob as águas nesta sexta-feira (3), exatamente seis meses após a última enchente. Em 3 de novembro de 2023, a cidade de 1,7 mil habitantes foi inundada devido ao transbordamento dos rios Paloma e Azul, que cercam a localidade. Desta vez, o número de desalojados chega a pelo menos 250, conforme dados da prefeitura disponibilizados até as 11h de 3 de maio. Esse valor supera a enchente anterior, quando 179 pessoas precisaram deixar suas casas. Na ocasião, uma viatura da Brigada Militar e uma casa foram arrastadas pela força das águas. O prefeito Marcelo Arruda relata que a situação atual é ainda mais grave do que a do ano passado. Os desalojados estão sendo abrigados em casas de familiares, no ginásio municipal ou no salão paroquial da cidade. Durante a noite de quinta-feira (2) e a manhã desta sexta-feira (3), 15 moradores foram resgatados pelas equipes do Batalhão Ambiental, Corpo de Bombeiros e Brigada Militar. A operação de resgate enfrentou dificuldades devido à forte correnteza, ao grande volume de água e à possibilidade de desabamento das residências, além da escuridão. Dos 15 resgatados, duas eram crianças e três idosos, que estavam em estado de choque. Todos receberam atendimento médico no município e foram encaminhados para a casa de familiares. O prefeito Arruda destaca a gravidade da situação: "A situação é duas vezes pior do que a outra enxurrada. Ano passado, havia perspectiva de maior reconstrução da cidade, mas agora estamos desolados. Tem muitas árvores caídas e postes, a cota do rio atingiu uns dois metros a mais em altura em relação à outra vez, e a largura deve ter pegado uns 10 ou 15 metros a mais". A prefeitura estima que entre as 10h e 22h de quinta-feira (2) tenham ocorrido 300 milímetros de chuva. A previsão é de mais de 100 mm de precipitação entre esta sexta-feira (3) e sábado (4), o que causa apreensão entre os moradores. "O rio deu uma baixada, mas está no leito. Com a previsão de mais chuva, estamos preocupados, tentando tirar o grosso da lama e ajudando a população dentro do possível", acrescenta o prefeito. Como ajudar: O município de Barra do Rio Azul está aceitando doações de produtos de limpeza e auxílio de maquinários para desobstrução de vias na cidade. Também é possível fazer doações via pix, utilizando o CNPJ da prefeitura: 93.539.153/0001-92.

  • Chuva persistente afeta Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (3), com risco extremo no Norte

    Previsão aponta volume superior a 100 milímetros em municípios da fronteira com Santa Catarina De acordo com a Climatempo, a chuva continuará afetando o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (3). A condição deve ser mais grave na metade norte do Estado. Os municípios próximos da divisa com Santa Catarina continuam sendo classificados como regiões de perigo extremo. Nessas áreas, o volume total de chuva até a noite pode ultrapassar os 100 milímetros. Patrícia Cassoli, meteorologista da Climatempo, afirma: "Para sexta-feira, ainda tem previsão de chuva forte e volumosa especialmente na Metade Norte, pegando a Região das Missões, Norte, Centro, Região dos Vales e a Serra. Continua em perigo extremo o Norte. Parte das Missões e da Região dos Vales está em perigo. As regiões Central e Metropolitana estão em atenção." Nas áreas de perigo extremo, a sexta-feira será chuvosa, sem abertura de sol. Nos municípios próximos da divisa com Santa Catarina, há chances de tempestades a qualquer hora. Na Fronteira Oeste, a condição é de chuva fraca, nebulosidade e poucas aberturas de sol. Na metade sul, a chuva será menos intensa. Segundo a Climatempo, na cor roxo-escuro do mapa, que engloba Erechim e Vacaria, deve chover entre 100 e 120 milímetros. Na área rosa, que inclui Santa Rosa, pode chover entre 70 e 100 milímetros. Em Santa Maria (vermelha), a previsão é de 50 a 70 milímetros. Na cor amarela, deve chover abaixo de 50 milímetros. "Porto Alegre está com bastante nebulosidade agora pela manhã, mas a partir da tarde desta sexta-feira já pode voltar a chover. A condição pode persistir ao longo do dia. Previsão para Porto Alegre hoje é que chova 40 milímetros", acrescenta Patrícia. No sábado (4), o dia fica chuvoso, com possibilidade de forte intensidade no Noroeste, Norte, Serra, Região Metropolitana, Litoral Norte e Região Sul. Mantém-se o alerta para áreas perto de Santa Catarina. No Oeste e Campanha, pode ocorrer garoa pela manhã. Patrícia explica: "O que provocava essa chuva era a passagem de uma frente fria e a umidade da Amazônia. Essa frente já está em alto mar, mas o fluxo de umidade persiste. Para sábado, tem o deslocamento de uma baixa pressão do interior para a costa e o fluxo de umidade direcionado ao Estado. Por isso, os alertas continuam."

  • Governo do RS prevê reserva de R$ 117 milhões para desastres naturais em 2024

    Valor inclui repasses a fundos municipais de Defesa Civil e auxílio a famílias atingidas A Secretaria Estadual de Planejamento, Governança e Gestão (SEPGG) informou que o governo estadual tem uma reserva prévia de R$ 117 milhões para projetos relacionados a desastres naturais, conforme o orçamento aprovado para 2024. Segundo a SEPGG, o valor inclui ações como repasses a fundos municipais de Defesa Civil, auxílio a famílias atingidas por fenômenos climáticos, recuperação de áreas deterioradas, entre outras. No entanto, não foi fornecida uma tabela com o detalhamento de todos os valores. Um levantamento extraoficial realizado por GZH na versão digital do orçamento para 2024 identificou uma previsão de que sejam destinados pelo menos R$ 111 milhões a iniciativas classificadas sob os termos “Defesa Civil”, “desastres ambientais” e “controle ambiental”. A contabilidade final pode variar conforme os critérios de pesquisa. O financiamento do sistema responsável por evitar, amenizar e atender ocorrências relacionadas à severidade do clima se tornou motivo de polêmica nos últimos dias. O governador Eduardo Leite abordou o assunto na quarta-feira (1º), durante entrevista coletiva sobre o cenário de emergência vivido por conta do alto volume de chuva. A manifestação foi feita após o deputado estadual Matheus Gomes (Psol) publicar em redes sociais que o Piratini havia previsto somente “R$ 50 mil para a Defesa Civil em 2024”. Durante seu pronunciamento, sem citar nomes, Leite respondeu à crítica dizendo que os valores, na verdade, são superiores: “A questão é que eles (os recursos) estão alocados em diversas rubricas e diversas secretarias, desde os veículos comprados para o Corpo de Bombeiros, com capacidade para fazer o enfrentamento em situações de emergência por conta de nível de rio, até projetos para construção de moradias para população em áreas de risco.” No texto do orçamento, há de fato uma previsão de apenas R$ 50 mil para a Defesa Civil, mas exclusivamente no quesito de “aparelhamento” da entidade. Esse item, sob a rubrica número 8095, aponta os recursos que devem ser aplicados em “equipamentos necessários para atuação preventiva e de resposta em situações de emergência”. Há outros seis projetos envolvendo o Fundo Estadual de Defesa Civil, além de ações catalogadas em outras secretarias como a da Segurança (a maioria referente ao Corpo de Bombeiros), do Meio Ambiente e na Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) — que conta com R$ 9,1 milhões para “gerir projetos, estudos de alternativas e concepções de obras para prevenção de cheias na Região Metropolitana de Porto Alegre”. O Fundo Especial de Segurança Pública, na área de Defesa Civil, inclui R$ 28,4 milhões para “reaparelhamento do Corpo de Bombeiros Militar”, enquanto um item relativo à “atuação da Defesa Civil Estadual” soma R$ 2,5 milhões. Outras iniciativas contam com valores bem mais modestos: O Centro Estadual de Gestão Integrada de Riscos e Desastres, por exemplo, conta com R$ 10 mil. A pesquisa por investimentos em “Defesa Civil” acaba incluindo também ações que não têm relação direta com a gestão de desastres naturais, como R$ 11,5 milhões a serem destinados à atuação dos bombeiros na Operação RS Verão Total, destinada à proteção sazonal de veranistas e banhistas. O governo argumenta ainda que já investiu R$ 7 milhões na aquisição de um radar meteorológico, além de ter empenhado R$ 579 milhões em recursos para desastres naturais nos últimos dois anos (empenhos se referem a valores reservados para pagar um serviço planejado, não a dinheiro efetivamente desembolsado). Também pelas redes sociais, após as declarações de Leite, Matheus Gomes sustentou que o Piratini “mistura dados” para inflar os repasses programados ao combate à crise climática. Observou também que, mesmo considerando-se o valor acenado pelo governo estadual, ainda representaria menos de 0,2% do orçamento estadual, que estima R$ 83 bilhões em despesas até o final deste ano.

  • Cheia histórica do Rio Napoleão causa alagamentos e estragos em Severiano de Almeida

    Autoridades pedem atenção redobrada dos moradores após o rio sair do leito e atingir casas, comércio e prefeitura Uma cheia sem precedentes do Rio Napoleão, que atravessa a cidade de Severiano de Almeida, resultou em uma série de danos nesta quinta-feira (2). Diversas residências, estabelecimentos comerciais e repartições públicas do município foram afetados. O rio recebeu uma grande quantidade de água devido às fortes chuvas que atingem a região desde a madrugada. Como resultado, o Rio Napoleão saiu do seu leito e inundou várias áreas, incluindo casas próximas ao rio, que ficaram praticamente submersas. Em resposta à situação, a Secretaria de Educação cancelou as aulas na tarde desta quinta-feira e em ambos os turnos da sexta-feira, tanto nas escolas da rede municipal quanto estadual. A Unidade de Saúde também suspendeu os atendimentos nesta quinta-feira e sexta-feira devido aos danos causados pelo alagamento. Equipes da prefeitura estão trabalhando para atender às demandas das famílias e empresários afetados pela cheia. As autoridades estão fazendo um grande esforço para auxiliar as pessoas em suas casas e estabelecimentos. Até o momento, não há relatos de vítimas. No entanto, a prefeitura e a Defesa Civil estão pedindo que a população tenha cuidado extremo ao precisar passar por pontes e redobre a atenção devido às chuvas. As autoridades ainda estão avaliando a dimensão dos estragos na cidade e no interior.

  • RS 420 entre Aratiba e Itá/SC bloqueada devido ao risco de deslizamento, informa Defesa Civil de Aratiba

    Acesso entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina pela RS 420 interrompido nos dois sentidos como medida de precaução A Defesa Civil de Aratiba anunciou que a rodovia RS 420, que liga Aratiba/RS a Itá/SC, está completamente interditada. O bloqueio ocorre próximo à Comunidade do Sarandi, a 2 km da cidade, após a curva no início do lago da barragem da Usina Hidrelétrica Itá. Segundo a Defesa Civil e a Polícia Rodoviária, que estiveram no local no final da tarde desta quinta-feira (2), há um risco de deslizamento devido ao aumento do nível do lago. Como medida de precaução, o acesso entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina pela RS 420 foi bloqueado em ambos os sentidos.

  • Chuvas intensas isolam produtores rurais e afetam colheitas no Rio Grande do Sul

    Produtores rurais enfrentam dificuldades de acesso, falta de energia e combustível, e plantações submersas As chuvas intensas que atingem o Rio Grande do Sul desde a segunda-feira (29) estão causando sérios problemas para os produtores rurais do estado. As plantações estão submersas e os agricultores estão sem acesso à eletricidade, combustível e insumos. Marcos Tang, produtor rural e presidente da Comissão de Leite e Derivados da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), descreveu a situação como uma “catástrofe”. Ele também lidera a Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac). Com mais de 500mm de chuva em 48 horas nos municípios da Serra, do Vale do Taquari e do Vale do Rio Pardo, a maior dificuldade é o isolamento dos agricultores. “Pessoas não acessam as propriedades. E quem está nelas não consegue sair”, disse Tang. A falta de energia elétrica é outro grande desafio, especialmente para os produtores de leite, pois o leite precisa ser resfriado após a ordenha. Além disso, falta combustível, já que muitas estradas estão bloqueadas por deslizamento ou inundadas. Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), apontou que a dificuldade de obter insumos também é vista na região Noroeste do Estado. Ainda não é possível mensurar o impacto do clima na safra gaúcha de arroz, que responde por 70% da produção nacional do grão. No entanto, sabe-se que há diversas lavouras ainda não colhidas que estão completamente submersas, especialmente na região Central do Estado. Lideranças de diversos setores da agropecuária ainda acham que é prematuro fazer avaliações sobre os prejuízos causados pela intensa chuva. A maior preocupação, segundo a Emater/RS-Ascar, é com a quantidade de grãos ainda a ser colhida, principalmente a soja na Metade Sul do Estado. O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, disse que é muito cedo para contabilizar perdas e que no momento a prioridade deve ser a “preservação das vidas humanas”. O presidente da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, relatou que ainda não teve notícias de granjas independentes atingidas pela enchente.

  • Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul cadastra profissionais voluntários para auxiliar municípios afetados por chuvas intensas

    Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais podem registrar interesse em atuar em hospitais e serviços de saúde A Secretaria da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul está cadastrando profissionais de saúde para formar um banco de voluntários. Esses profissionais poderão ser chamados para auxiliar os municípios gaúchos que foram afetados pelas recentes chuvas intensas e enchentes. A colaboração desses profissionais, que incluem médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros, deverá ocorrer em hospitais, unidades de pronto atendimento e outros serviços de saúde. Ao se registrar, o profissional autoriza que seus dados sejam disponibilizados pela SES para as gestões municipais e instituições de saúde. Isso ocorrerá caso haja necessidade de substituição ou ampliação da força de trabalho. O cadastro é destinado a profissionais que possuem disponibilidade de carga horária e interesse em atuar no auxílio aos municípios. No entanto, a inscrição não garante o chamamento do profissional, nem gera vínculo empregatício com o Estado. Link para o formulário de cadastro

  • Campus Sertão suspende atividades presenciais nesta sexta-feira (3) devido a incertezas climáticas

    Atividades letivas e essenciais, incluindo a reunião do Concamp, são mantidas; orientação é para trabalho remoto Devido às incertezas relacionadas às condições meteorológicas, o Campus Sertão decidiu suspender as atividades presenciais nesta sexta-feira, dia 03 de maio de 2024. A exceção são as atividades letivas, que devem ocorrer conforme a indicação prévia da Coordenação Geral de Ensino. A orientação do Campus Sertão é para que as atividades sejam realizadas de maneira remota, na medida do possível. No entanto, as atividades essenciais no campus, bem como a reunião presencial do Concamp (Conselho do Campus), estão mantidas. Em um comunicado aos servidores, foi informado que ao longo desta quinta-feira, dia 02 de maio, a internet foi restabelecida, não houve falta de energia ou outros imprevistos, e as principais estradas de acesso ao campus estão livres. A decisão visa garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.

  • Número de vítimas aumenta para 32 após temporais devastadores no Rio Grande do Sul

    Defesa Civil registra 29 mortes, enquanto outras três foram confirmadas por autoridades locais O número de vítimas fatais em decorrência dos temporais que atingem o Rio Grande do Sul desde a segunda-feira (29) subiu para 32. A Defesa Civil do estado registrou 29 dessas mortes, enquanto as outras foram confirmadas por prefeituras, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e órgãos locais. Além das vítimas fatais, a Defesa Civil informa que há 60 pessoas desaparecidas e 36 feridas. O órgão também contabiliza cerca de 14,8 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, sendo 4.645 pessoas em abrigos e 10.242 desalojadas. No total, 154 dos 496 municípios do Rio Grande do Sul registraram algum tipo de problema, afetando aproximadamente 71,3 mil pessoas. As mortes confirmadas pela Defesa Civil ocorreram em Canela (2), Candelária (1), Caxias do Sul (1), Bento Gonçalves (1), Boa Vista do Sul (2), Paverama (2), Pantano Grande (1), Putinga (1), Gramado (4), Itaara (1), Encantado (1), Salvador do Sul (2), Serafina Corrêa (2), Segredo (1), Santa Maria (2), Santa Cruz do Sul (2), São João do Polêsine (1), Silveira Martins (1) e Vera Cruz (1). Já as mortes divulgadas por outros órgãos ocorreram em São Vendelino (1) e Taquara (2). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém um alerta vermelho sobre parte do Rio Grande do Sul até às 15h desta quinta-feira. A previsão do tempo indica chuvas fortes, com possibilidade de queda de granizo, ventos intensos e descargas elétricas.

  • 2ª EXPOAGRO de Quatro Irmãos é reprogramada para 10, 11 e 12 de maio devido a condições climáticas adversas

    Comissão Organizadora e Prefeitura Municipal de Quatro Irmãos garantem segurança dos participantes A 2ª EXPOAGRO de Quatro Irmãos, que estava programada para este final de semana, foi cancelada devido a condições climáticas adversas, conforme comunicado da Comissão Organizadora do evento. No entanto, o evento foi reprogramado e agora ocorrerá no próximo final de semana, nos dias 10, 11 e 12 de maio. A Comissão Organizadora pediu desculpas por qualquer inconveniente causado pelo cancelamento e agradeceu a compreensão de todos. Eles reiteraram seu compromisso em oferecer um evento seguro para todos os participantes. O comunicado foi assinado pela Comissão Organizadora da 2ª Expoagro de Quatro Irmãos e pela Prefeitura Municipal de Quatro Irmãos. A decisão de reprogramar o evento foi tomada com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.

  • Prefeitura de Getúlio Vargas abre inscrições para repasse de recursos do Fundo Municipal de Desporto, Lazer e Recreação

    O edital nº 046/2024 visa o fomento a projetos esportivos com impactos e contrapartidas sociais A Prefeitura de Getúlio Vargas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto (SMECD), anunciou um chamamento público para o repasse de recursos do Fundo Municipal de Desporto, Lazer e Recreação de Getúlio Vargas. Este repasse está em conformidade com a Lei 6.069, datada de 21 de outubro de 2022, e é destinado a Pessoas Físicas e Jurídicas. As inscrições são gratuitas e estarão abertas do dia 6 de maio até o dia 24 de maio de 2024. As inscrições devem ser protocoladas na SMECD de Getúlio Vargas, localizada no Centro Administrativo da Prefeitura de Getúlio Vargas. O edital nº 046/2024, intitulado “Avança mais no Esporte IV”, tem como objetivo o repasse de recursos financeiros para pessoas físicas e jurídicas (com ou sem fins lucrativos), que estejam inscritas e tenham sede ou domicílio no município de Getúlio Vargas. Os inscritos devem estar ligados a iniciativas esportivas, com o objetivo de fomentar projetos que apresentem impactos e contrapartidas sociais notáveis. Serão repassados R$ 40.000,00 para os segmentos esportivos, sendo R$ 1.500,00 para pessoa física e R$ 5.600,00 para pessoa jurídica. Os critérios de seleção incluem: experiência esportiva do proponente na linha de ação no esporte; coerência da proposta ou projeto; clareza da proposta; relevância esportiva e inovação; e contrapartida social. A Comissão de Avaliação das propostas inscritas será composta por dois membros indicados pela SMECD, dois membros indicados pelo Conselho Municipal de Lazer, Desporto e Recreação, e um membro externo nomeado pelo Gabinete do Prefeito.

  • Emater/RS-Ascar intensifica ações de apoio à população do Rio Grande do Sul afetada por adversidades climáticas

    A instituição reforça seu compromisso com a segurança e o bem-estar da população, oferecendo suporte aos extensionistas e comunidades impactadas pelas recentes chuvas intensas O Rio Grande do Sul está passando por um período de severas adversidades climáticas. A Emater/RS-Ascar, ciente de sua responsabilidade, está empenhada em apoiar todos os extensionistas e as comunidades que foram diretamente afetadas pelas recentes chuvas intensas. O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar tem sido uma ferramenta crucial na coleta e análise de dados que orientam sobre os principais cultivos e criações e sobre as respostas a crises climáticas e produtivas. As informações recolhidas pelos 497 escritórios municipais e consolidadas nas 12 regionais permitem uma compreensão profunda de cada evento climático e sua interferência na produção e na vida das famílias assistidas. Além das ações imediatas e urgentes de socorro às pessoas, é crucial planejar intervenções estruturais de longo prazo. Propõe-se a adoção de instâncias consultivas e deliberativas técnico-científicas e sociopolíticas, que tenham como papel elaborar e sustentar políticas que não apenas mitigarão os impactos imediatos, mas também fortalecerão a infraestrutura e a resiliência do Estado contra futuras adversidades. Fatores como o tipo de cultivo adotado e a rápida transferência de água para os rios, que agrava enchentes e secas, exemplificam a necessidade de revisitar e reavaliar práticas produtivas e ambientais. Essa revisão é vital para equilibrar as intervenções humanas e a preservação de ecossistemas naturais, que são essenciais no controle de eventos climáticos extremos. Incentiva-se todas as famílias rurais assistidas a se comunicarem com os extensionistas, reportando necessidades e explorando oportunidades de auxílio. É em momentos como este que a missão da Emater/RS-Ascar de cuidar das pessoas e do território se intensifica. A resposta da Emater/RS-Ascar à crise atual e aos desafios futuros é baseada na combinação entre ação imediata e planejamento estratégico, visando à segurança, à sustentabilidade e ao bem-estar de todos os gaúchos. Entende-se que é possível superar as intempéries atuais e fortalecer a capacidade do Estado de enfrentar, com resiliência, desafios futuros impostos pelas adversidades climáticas. Situação das Culturas Lavouras são atingidas por fortes chuvas no RS. O período, predominantemente úmido, marcado pela instabilidade climática de alternância entre precipitações e poucos momentos de tempo seco e de calor sobre o Rio Grande do Sul, intensificou as atividades de colheita da soja, nas janelas de condições ambientais favoráveis, e a área colhida avançou de 66% para 76% na média estadual, estando ainda 20% em maturação e 4% das lavouras em enchimento de grãos. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (02/05) pela Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), a colheita das lavouras localizadas na metade Sul e Centro-Oeste do Estado foi acelerada por aspectos tanto cronológicos quanto climáticos. No primeiro caso, a jornada diária de colheita foi ampliada ao máximo possível, estendendo-se durante os períodos em que as lavouras apresentavam condições razoavelmente adequadas para o corte e a debulha. Os dados deste Informativo foram levantados pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar na semana passada (22 a 28/04), quando algumas regiões já tinham sido atingidas pelas fortes chuvas. Já sobre o clima, com chuvas ainda mais fortes e intensas, os dados foram coletados até esta quarta-feira (01/05). Em relação aos aspectos climáticos sobre a cultura da soja, os produtores precisaram adotar estratégias para retirar o maior volume possível de grãos a campo em razão da previsão de novas precipitações. Dessa forma, priorizaram áreas de maior produtividade; contrataram serviços extras de terceiros, aumentaram a logística de colheita e transporte; e realizaram a operação mesmo com condições desfavoráveis de deslocamento nas estradas, valendo-se, até mesmo, do auxílio de tratores para tracionar caminhões. O teor de umidade dos grãos colhidos estava elevado, demandando maior consumo de energia nos processos de secagem, nos pontos de recebimento. Apesar das condições recentemente adversas – chuvas excessivas no início do ciclo, curtas estiagens e dificuldade no controle da ferrugem-asiática –, considera-se que a safra de soja está dentro da normalidade devido à obtenção de produtividades conforme as projeções iniciais, de 3.329 kg/ha. Milho - A colheita de milho, no Rio Grande do Sul, desacelerou um pouco, apresentando avanço de apenas 1% em relação à semana anterior e atingindo 83% da área, estando ainda 11% das lavouras em maturação e 6% em enchimento de grãos. Além da priorização da cultura da soja, o período foi caracterizado por precipitações e umidades relativas altas. Essas condições climáticas prejudicaram a obtenção do ponto de maturação de colheita nas lavouras, em diversas regiões do Estado. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Aceguá, as lavouras de milho foram atingidas pelo temporal da madrugada de 27/04, que provocou grandes perdas devido ao tombamento das plantas, causado pelos ventos fortes e pela enxurrada em algumas áreas próximas de cursos d’água que transbordaram. Como a produção de milho, no município e na região, é predominantemente voltada para o autoconsumo, a colheita ainda não foi iniciada. Estão em maturação 60% das áreas. Grande parte da colheita será realizada manualmente, conforme a necessidade dos produtores, ou após a liberação das colhedoras utilizadas nas lavouras de soja. Os 40% restantes estão em fase de enchimento de grãos. As condições climáticas não estão favoráveis em função da reduzida incidência de radiação solar no período e do estresse provocado pelo excesso de umidade, que ainda se intensificará nos próximos dias. Milho silagem - Na maior parte do Estado, tanto a colheita quanto a ensilagem foram novamente prejudicadas pelas chuvas, recorrentes desde meados de abril, o que atrasa as atividades no campo. Apesar dessas condições adversas, a colheita foi concluída em parte da região Norte do Estado e continuou na metade Sul e Vale do Rio Pardo. A produtividade projetada permanece em 35.518 kg/ha. Feijão 1ª safra - A colheita foi concluída. Estimam-se 25.264 hectares cultivados e 1.930 kg/ha de produtividade.

  • Colapso de barragem na Serra Gaúcha e transbordamento do Guaíba em Porto Alegre agravam situação das enchentes no Rio Grande do Sul

    O rompimento da barragem no Rio das Antas intensifica a crise de enchentes, afetando o Vale do Taquari e elevando o nível do Guaíba A situação no Rio Grande do Sul está se tornando cada vez mais crítica. Uma das principais barragens da Serra Gaúcha rompeu, o que deve intensificar a enchente no Vale do Taquari. Além disso, o Guaíba transbordou em Porto Alegre pouco antes das 15h, com previsões de que o nível da água suba para cotas não vistas desde 1941. Segundo o jornal Correio do Povo, a barragem que rompeu está localizada no Rio das Antas. Este incidente deve agravar ainda mais os efeitos da enchente na Serra e no Vale do Taquari. O prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Segabinazzi Siqueira, confirmou a informação por volta das 14h25 desta quinta-feira em suas redes sociais. De acordo com o prefeito, a informação é oficial e foi emitida pela Companhia Energética Rio das Antas (Ceran). A prefeita de Santa Tereza, Ggisele Caumo, também confirmou a informação. A orientação aos moradores que vivem em locais próximos aos rios das Antas e Taquari é de que deixem suas casas imediatamente. A projeção, segundo Segabinazzi, é de que o nível da água suba até 4 metros rapidamente. O prefeito afirmou: “A barragem 14 de julho acabou de colapsar. A informação que precisamos passar a todos moradores que vivem as margens do Rio das Antas e do Rio Taquari é sair o mais rápido possível desses locais. A tendência é que suba de 2 a 4 metros nas próximas horas, nos próximos minutos. Isso é uma informação oficial”. O rompimento da barragem deve afetar localidades de Cotiporã, São Valentim, Santa Bárbara, Santa Tereza e Muçum, antes de seguir pelo rio Taquari até atingir outros municípios como Lajeado, Estrela e Bom Retiro do Sul. Como as águas do Taquari desembocam no Guaíba, os efeitos serão sentidos também no nível do Guaíba. O Guaíba extravasou no Cais Mauá por volta das 14h de hoje ao atingir a cota de 3,00 metros. Esta é apenas a quarta vez desde 1941 que o Guaíba transborda no Centro de Porto Alegre. As vezes anteriores foram em setembro de 1967 (3,11 metros), setembro de 2023 (3,18 metros) e novembro de 2023 (3,46 metros). Todas estas marcas serão facilmente superadas e o Guaíba pode atingir marcas somente vistas na enchente de 1941.

  • Tribunal Superior Eleitoral prorroga prazo para fechamento do cadastro eleitoral em municípios afetados por chuvas no Rio Grande do Sul

    Decisão unânime permite extensão de 15 dias para alistamento, transferência e revisão eleitoral em áreas de calamidade pública Na sessão plenária de quinta-feira (2), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, permitir a extensão do prazo final para o fechamento do cadastro eleitoral por 15 dias. Esta medida será aplicada em caso de necessidade nos municípios do Rio Grande do Sul que foram afetados pelas recentes chuvas intensas. O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, expressou seu apoio à população local, que está enfrentando um estado de calamidade pública. Este estado foi oficialmente decretado na quarta-feira (1º) pelo governo estadual. O ministro Moraes afirmou: “Em nome do TSE e de toda a Justiça Eleitoral, apresento toda a nossa solidariedade e todo o apoio, não só ao povo do estado do Rio Grande do Sul, mas também ao governo estadual, que se encontra numa verdadeira situação de calamidade pública”. No entanto, o ministro esclareceu que a prorrogação do prazo só será aplicada nos municípios onde a situação de emergência foi decretada. Além disso, é necessário que o cartório eleitoral formalize o pedido de prorrogação do prazo, comprovando a necessidade devido à calamidade pública. Segundo a Resolução TSE n° 23.738/2024, que estabelece o calendário eleitoral para as eleições deste ano, as operações de alistamento, transferência e revisão eleitoral em todas as unidades da Justiça Eleitoral devem ser concluídas até a próxima quarta-feira, 8 de maio. Esta data está de acordo com o artigo 91 da Lei 9.504/1997, que estipula que “nenhum requerimento de inscrição eleitoral ou de transferência será recebido dentro dos cento e cinquenta dias anteriores à data da eleição”. A ministra Cármen Lúcia, vice-presidente do TSE, expressou sua preocupação com a situação, afirmando que “há cartórios embaixo d’água, com serviços inacessíveis. A chuva poderá aumentar nos próximos dias, me parece improvável que as localidades tenham condição de atendimento normal até o dia 8”. Os pedidos de prorrogação do prazo devem ser encaminhados pelos cartórios ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS). Este órgão será responsável por centralizar as demandas e encaminhar os pedidos ao TSE. Além disso, o serviço do Autoatendimento Eleitoral – Título Net – também poderá ser disponibilizado durante este período adicional em todas as localidades afetadas pela calamidade pública.

  • Prefeitura de Getúlio Vargas realiza operação para atender famílias afetadas por alagamentos

    Equipes da Defesa Civil e Bombeiros removem moradores de áreas de risco Prefeitura e órgãos de segurança de Getúlio Vargas se mobilizaram na quinta-feira (02/05) para atender famílias atingidas pelos alagamentos causados pela forte chuva que atingiu o município. Conforme informações do prefeito Maurício Soligo, desde a manhã equipes acompanham os pontos críticos e removem moradores de áreas de risco. "Estamos desde cedo com todas as nossas equipes, a Defesa Civil, monitorando os pontos de alagamento. Nós já fizemos a remoção de algumas famílias, que serão abrigadas no CIR (Centro Integrado Renascer)", afirmou Soligo. O prefeito ressaltou que o município está organizado para dar assistência às famílias desabrigadas. "As equipes estão justamente fazendo esse trabalho de acompanhamento e orientação às famílias que precisarem do atendimento", complementou. Segundo Soligo, os bairros XV de Novembro e a região central, próxima ao Estádio Plácido Scussel (Campo do Taguá), estão entre os locais mais afetados e recebem atenção especial das equipes de resgate. Ele pediu para que moradores próximos deixem suas residências para facilitar os trabalhos. "É muito importante que essas pessoas saiam, não esperem as águas subirem mais, pois quanto mais subirem, mais difícil será a remoção", alertou o prefeito. Soligo informou ainda que desde o começo da quinta-feira (02/05) até o momento foram registrados 127 milímetros de chuva em Getúlio Vargas. As equipes da prefeitura permanecerão de plantão para atender eventuais chamados durante a noite. Em caso de emergência, os números disponíveis são: Bombeiros: (51) 9 8577 3474; Brigada Militar: (54) 9 8421 1918; Plantão da garagem da Prefeitura: (54) 9 9993 9445.

  • Chuvas intensas no Rio Grande do Sul resultam em 24 mortes, 21 desaparecidos e mais de 14 mil desabrigados ou desalojados

    A Defesa Civil divulgou orientações para a população sobre como agir em caso de alagamentos, inundações e risco de deslizamento As chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde terça-feira (30) já causaram pelo menos 24 mortes, de acordo com um balanço atualizado no final da manhã desta quinta-feira (2). Além disso, pelo menos 21 pessoas estão desaparecidas e 14,5 mil estão desabrigadas ou desalojadas. Diante do perigo que o excesso de chuva representa, a Defesa Civil divulgou orientações sobre como agir em caso de alagamentos e inundações. “Em situações de chuvas intensas e risco de alagamento, é fundamental que moradores de zonas suscetíveis a cheias adotem medidas preventivas para evitar situações de risco à vida e danos ao patrimônio”, afirmou o órgão. As orientações da Defesa Civil incluem permanecer em casa, se possível, estar atento aos boletins meteorológicos e alertas de emergência emitidos pelo Estado, seguir as instruções das autoridades locais e utilizar as rotas de evacuação recomendadas. Além disso, aconselha-se evitar o deslocamento para regiões afetadas, abandonar o local com antecedência se morar em área de risco, separar os documentos importantes e embalá-los em sacos plásticos, desligar a chave geral de eletricidade, água ou gás ao sair, e evitar atravessar as águas de carro ou a pé. A Defesa Civil também divulgou um alerta direcionado a pessoas que residem em encostas ou locais com declive acentuado. “Procure abrigo e saia de casa imediatamente”, diz o material, que tem como alvos principalmente os moradores da Serra e do Vale do Taquari. “O solo encharcado em razão das chuvas dos últimos dias e a continuidade dos temporais estão favorecendo a condição para a ocorrência de deslizamentos de terra”, segue o comunicado. Em caso de emergência, as pessoas são orientadas a acionar as autoridades pelos seguintes números: Corpo de Bombeiros - 193 e Brigada Militar - 190.

  • Inmet emite três novos alertas de temporais para o Rio Grande do Sul

    Avisos indicam diferentes graus de risco em diversas regiões do Estado até sexta-feira O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas de temporais para o Rio Grande do Sul na manhã desta quinta-feira (2). Os comunicados indicam diferentes graus de perigo, variando de acordo com as regiões abrangidas. A metade norte do Estado continua sendo a área de maior preocupação, com dois dos avisos válidos até sexta-feira (3). Segundo o Inmet, a situação pode ser mais grave na região Norte, Noroeste, na Serra, no Litoral Norte e em parte da Região Metropolitana, podendo afetar Porto Alegre. O destaque principal é para áreas próximas à divisa com Santa Catarina. Nessas áreas, o volume de chuva pode superar os 100 milímetros em 24 horas. Para algumas cidades, esse valor pode ser superior à média climatológica esperada para o mês de maio inteiro. O alerta vermelho, que sinaliza grande perigo, é válido até as 12h de sexta-feira. Nestas áreas, é necessário adotar precauções como procurar áreas seguras e desligar equipamentos das tomadas. Na Região Norte, Noroeste, Serra, no Vale do Rio do Sinos e em parte do Litoral Norte, também há um alerta laranja em vigência. O aviso, que simboliza perigo, chama atenção para a possibilidade de municípios registrarem grandes volumes de chuva até as 12h de sexta-feira. O órgão também afirma que há risco de fortes rajadas de vento, podendo chegar aos 100km/h, e queda de granizo. Um alerta amarelo, de perigo potencial, tem validade até as 13h desta quinta-feira. O aviso engloba municípios da Região Metropolitana, Fronteira Oeste, Região Central e Região Sul. O Inmet sinaliza que, nesses locais, há chances de chover entre 20 e 30 milímetros por hora e ter rajadas de vento intensas, entre 40km/h e 60km/h. Segundo o Inmet, é baixo o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

  • Moradores das áreas afetadas por chuvas no RS podem registrar danos pela Delegacia Online

    Site da Polícia Civil do RS disponibiliza link para registro de perdas de imóveis, animais e veículos A partir desta quinta-feira (2/5), os moradores das áreas afetadas pelas chuvas intensas dos últimos dias no Rio Grande do Sul já podem acessar um link no site da Delegacia de Polícia Online RS, da Polícia Civil, para registrar danos causados por fenômenos meteorológicos. As perdas podem incluir imóveis, animais, objetos e veículos. Na página principal do site, também foram disponibilizados dois outros links para informar desaparecimento e localização de pessoas. Embora esses links já existissem no site, eles foram destacados para facilitar a busca. A Delegacia Online pode ser acessada de qualquer computador ou celular. A Polícia Civil enfatiza a importância de registrar todas as ocorrências para que a Brigada Militar, o Corpo de Bombeiros Militar e a Defesa Civil possam mobilizar equipes e realizar resgates no menor tempo possível, preservando vidas e identificando áreas com maior risco de desastre. O Chefe de Polícia, Fernando de Oliveira, reforça a necessidade de as pessoas registrarem a localização. Ele afirma: “É muito importante que tenhamos a localização exata de onde a pessoa foi encontrada, como rua, bairro ou região do município. Isso facilita o trabalho das forças de segurança no resgate às vítimas”.

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