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Produtores do RS têm até terça-feira (30) para relatar presença de javalis em propriedades

  • há 2 horas
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Pesquisa on-line ajuda o governo a planejar ações contra a espécie invasora; preenchimento é rápido e não gera multas ou fiscalização nas terras

Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até esta terça-feira, 30 de junho, para preencher o levantamento sobre a presença de javalis e os danos causados por esses animais nas propriedades. O envio das informações ajuda o governo gaúcho a mapear a circulação da espécie invasora e a planejar ações de controle.

A pesquisa é coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). O objetivo é identificar as regiões com maior incidência dos animais para organizar as atividades de vigilância sanitária.

O preenchimento do formulário é feito pela internet e não tem caráter de fiscalização. Isso significa que o produtor rural não receberá punições, multas ou vistorias por relatar que há javalis em suas terras.

Danos causados e proteção das criações

Os javalis provocam estragos severos na zona rural: destroem lavouras, quebram cercas, atacam pequenos animais e danificam nascentes de água. Além das perdas financeiras diretas para o produtor, esses animais representam um grave risco de saúde pública e animal, pois podem transmitir doenças como a febre aftosa para rebanhos domésticos de porcos e bois.

O monitoramento contínuo é necessário para proteger a produção gaúcha e preservar o meio ambiente contra o avanço descontrolado da espécie.

Como participar do levantamento

Para colaborar, basta preencher o questionário de suínos asselvajados, respondendo a perguntas simples sobre a propriedade. O processo é rápido e leva poucos minutos. É preciso enviar apenas uma resposta para cada propriedade afetada.

De acordo com a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Animal da Seapi, Grazziane Rigon, a participação de quem vive e trabalha no campo é essencial para atualizar as informações técnicas e melhorar as medidas de controle e acompanhamento adotadas pelo serviço veterinário oficial do estado.

Foto: Mapa
Foto: Mapa


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