Getúlio Vargas cria 18 novos empregos em janeiro e supera saldo do ano anterior
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Com 142 admissões, município mantém crescimento puxado pela indústria; Rio Grande do Sul soma 18,4 mil vagas e Brasil abre 112,3 mil postos formais no mês
O mercado de trabalho de Getúlio Vargas abriu o ano de 2026 com um saldo positivo de 18 novos postos de trabalho com carteira assinada. O resultado, consolidado pelos dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados na terça-feira (3 de março), é fruto de 142 admissões contra 124 desligamentos ocorridos em janeiro. O desempenho local supera o primeiro mês de 2025, quando o município havia registrado a criação de 15 vagas.
Com a movimentação de janeiro, o estoque total de trabalhadores formalizados (vínculos ativos) em Getúlio Vargas subiu para 4.164 pessoas.
Indústria lidera geração de vagas no município
A análise setorial em Getúlio Vargas revela que a indústria de transformação foi o principal motor da empregabilidade local no início do ano. Sozinho, o setor industrial gerou um saldo positivo de 19 vagas, resultado de 59 contratações frente a 40 demissões. Atualmente, a indústria concentra o maior volume de trabalhadores na cidade, com 1.378 vínculos ativos.
O desempenho dos demais setores em Getúlio Vargas foi distribuído da seguinte forma:
Comércio: +5 vagas (saldo positivo apesar da retração nacional do setor).
Serviços: +1 vaga (24 admissões e 23 desligamentos).
Agropecuária: -4 vagas (3 admissões e 7 desligamentos).
Construção Civil: -3 vagas (3 admissões e 6 desligamentos).
Contexto Regional: RS é destaque nacional
O saldo positivo de Getúlio Vargas acompanha o ritmo de crescimento do Rio Grande do Sul. O estado foi a terceira unidade da federação que mais criou empregos em janeiro, com um saldo de 18.421 novos postos. Em todo o país, o crescimento foi disseminado em 18 das 27 unidades federativas brasileiras, com destaque regional para o Sul do país, que liderou o ranking nacional com 55,7 mil novas vagas.
Cenário Nacional e o papel das pequenas empresas
No Brasil, o saldo de janeiro fechou com a criação de 112.334 empregos formais, elevando o estoque nacional para 48,5 milhões de trabalhadores. Embora positivo, o ritmo foi 27,2% inferior ao registrado em janeiro de 2025 (154,3 mil vagas).
As micro e pequenas empresas (MPEs) foram fundamentais para este resultado, sendo responsáveis por 64% das contratações no país (71.732 postos). Nacionalmente, a indústria liderou com 54.991 vagas, enquanto o comércio registrou o fechamento de 56.800 postos, movimento típico de janeiro devido ao fim dos contratos temporários de fim de ano.
Perfil e Rendimento
Nacionalmente, o salário médio real de admissão em janeiro de 2026 foi de R$ 2.389,78, uma valorização de 3,3% em relação ao mês anterior. No recorte populacional, os jovens de até 24 anos ocuparam 99,5% das vagas geradas no país, totalizando 111,8 mil novos trabalhadores.
Em Getúlio Vargas, o mercado de trabalho segue demonstrando estabilidade. A taxa de desocupação nacional, medida pela PNAD Contínua do IBGE, encerrou o trimestre em 5,4%, o menor percentual da série histórica iniciada em 2012, reforçando o ambiente de pleno emprego para setores qualificados como a indústria local.
Resumo do Emprego em Janeiro de 2026
Abrangência | Admissões | Desligamentos | Saldo Líquido |
Getúlio Vargas | 142 | 124 | +18 |
Rio Grande do Sul | 477.158 | 421.431 | +18.421 |
Brasil | 2.208.030 | 2.095.696 | +112.334 |






