top of page

12587 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Prefeitura de Estação divulga programação do aniversário do município

    O município de Estação completa, no dia 21 de abril, 34 anos de emancipação político-administrativa. E para celebrar essas mais de três décadas de história, a administração municipal divulgou uma programação especial que começará no dia 03/04 e se estende até 1º/05. Confira a programação:

  • Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço para idosos acima de 80 anos

    O Ministério da Saúde (MS) recomenda segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 para idosos com mais de 80 anos. A aplicação deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço e a orientação é que o imunizante seja preferencialmente da Pfizer. "Ministério da Saúde recomenda a aplicação de uma segunda dose de reforço aos idosos acima de 80 anos. A imunização deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço e a orientação é que a aplicação seja efetuada, preferencialmente, com a Pfizer", informou a pasta por meio das redes sociais. Desde dezembro, o ministério já orientava a aplicação de uma dose de reforço apenas para as pessoas maiores de 18 anos imunossuprimidas. Com a nova informação, a pasta amplia o público-alvo para este novo esquema vacinal. Além da Pfizer, o ministério disse que as vacinas da Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas na aplicação da segunda dose de reforço, independentemente do imunizante anterior. A pasta reforça que há doses suficientes da Pfizer para aplicação neste grupo de idosos. "Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas no novo reforço, independentemente do imunizante anterior. O MS reforça que há vacinas da Pfizer suficientes para aplicação neste grupo. Vários estados informam que também têm esses imunizantes em estoque", disse o ministério. Fonte: Agência Brasil

  • Câmara aprova PEC que aumenta piso salarial para agentes de saúde

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que eleva o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias para pelo menos dois salários-mínimos — totalizando, atualmente, R$ 2.424. Hoje, o piso salarial das categorias é de R$ 1.750. Agora, o texto segue para a análise do Senado. Durante a votação, os deputados decidiram analisar o texto original da PEC. Segundo essa versão, os recursos destinados ao pagamento do vencimento dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias serão consignados no Orçamento da União com dotação própria e exclusiva. Além disso, o piso salarial das categorias fica sob a responsabilidade da União, cabendo aos estados e municípios estabelecer outras vantagens, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações a fim de valorizar o trabalho desses profissionais. Os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias terão também somados aos vencimentos adicional de insalubridade e direito à aposentadoria especial devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas. Por fim, os recursos financeiros repassados pela União a estados e municípios para pagamento do piso ou de qualquer outra vantagem dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias não serão objeto de inclusão no cálculo para fins do limite de despesa com pessoal. A PEC, apresentada em 2011, levou 11 anos para ser votada no plenário da Câmara. Ao longo desses anos, o texto passou pelas análises da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e de uma comissão especial. A redação inicial da matéria sofreu alterações na comissão especial, em 2017. Segundo o texto substitutivo, era necessário estabelecer uma lei federal para dispor sobre o regime jurídico do piso salarial dos agentes de saúde. Por entenderem que essa proposta ficou defasada, os deputados optaram por resgatar a primeira versão da PEC. Fonte: R7

  • Média móvel de mortes por Covid é a menor em quase 2 meses no RS

    A Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul notificou, nesta quarta-feira (23), mais 12 óbitos em razão da Covid-19. Dessa forma, já são 38.929 vítimas da doença em dois anos de pandemia. Esses óbitos ocorreram entre 17 e 22 de março, com exceção de duas mortes de períodos anteriores. As vítimas tinham de 53 a 96 anos de idade. A média móvel de óbitos baixou 47%, em comparação com duas semanas atrás, para 20 vítimas diárias, em média, nesta semana. O índice é o menor desde 25 de janeiro, há quase dois meses. A SES identificou ainda mais 7.616 infectados, o que eleva para 2.252.742 o total de casos conhecidos de coronavírus desde o começo da pandemia. O número de pessoas com o vírus ativo no organismo e que estão em recuperação é de 14.936, ou seja, 0,7% do total de casos. Outras 2.198.752 pessoas são consideradas recuperadas (97,6%). Já a taxa de letalidade aparente, que é a proporção de mortes entre casos conhecidos, é de 1,7%. A média diária de casos segue em queda e fechou com 3.755 novas infecções conhecidas. A variação em relação a duas semanas atrás, quando estava em 4.674, deixa o indicador com -20%. Internações A taxa de ocupação de leitos de UTI no Rio Grande do Sul aumentou para 63% da capacidade, com 1.752 pacientes em 2.788 vagas. A proporção de pessoas com resultado positivo ou suspeita de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) continua em 15% do total de internados. Apenas a região de Cachoeira do Sul permanece com superlotação entre leitos privados. Já Porto Alegre, Canoas, Passo Fundo, Uruguaiana e Novo Hamburgo operam acima de 80% da capacidade neste segmento. A região de Pelotas ainda tem mais de 80% de lotação também entre os leitos SUS. Nos leitos clínicos, de acordo com a atualização mais recente, 317 pacientes têm confirmação e 105 estão com suspeita de Covid. Vacinação A última atualização do vacinômetro da SES incluiu pouco mais de 1,5 mil doses aplicadas nas últimas 24 horas, sendo a maioria para doses de reforço. O estado soma 4.291.774 pessoas, ou seja, 37,4% da população com o esquema atualizado com três doses ou duas para quem recebeu a primeira da Janssen. Além disso, outras 153,5 mil doses adicionais foram aplicadas em pessoas com baixa imunidade. A primeira dose das vacinas CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca foi aplicada em 9.570.979 pessoas (83,4%). Entre elas, 501 mil crianças entre cinco e 11 anos, que correspondem a 52% deste público. Havia, ainda, 8.771.230 pessoas (76,4%) com as duas doses das vacinas CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca ou a dose única da Janssen. Também estão neste contingente 6,5% das crianças vacinadas que receberam duas doses. O consórcio de veículos de imprensa utiliza dados atualizados do IBGE. Logo, os dados podem diferir levemente dos levantamentos oficiais das secretarias de Saúde. Fonte: G1/RS

  • Sertão: curso de “Produção de Alimentos à Base de Arroz e Derivados” é realizado no Município

    Dando continuidade a semana de cursos no município de Sertão, nos dias 16 e 17 de março, nas dependências da Prefeitura Municipal, foi realizado o curso de “Produção de Alimentos à Base de Arroz e Derivados”, ministrado pela instrutora Marinez Demarco, reiterando, a parceria entre SENAR/RS, Sindicato Rural de Sertão/Coxilha e Prefeitura Municipal de Sertão, através da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania. O também curso teve por objetivo principal a capacitação das cozinheiras responsáveis pela execução da alimentação escolar da Rede Municipal e Estadual de ensino de Sertão. O curso foi de grande valia para as cozinheiras e, também, para a comunidade, uma vez que foi demostrado grande interesse, destacando, mais uma vez, a importância na renovação de aprendizado, aproveitamento e manuseio de alimentos.

  • Senado aprova isenção de impostos em equipamento fotográfico importado

    O Senado aprovou na quarta (22) um projeto de lei (PL) que isenta de impostos de importação os equipamentos para uso exclusivo das profissões de fotógrafo, repórter fotográfico e cinematográfico, cinegrafista e operador de câmera. O projeto já havia sido aprovado na Câmara e agora segue para sanção presidencial. Segundo o projeto, esses equipamentos ficam isentos do imposto de importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Cofins), além da contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público incidente na Importação de Produtos Estrangeiros ou Serviços (PIS/PASEP). Segundo o projeto, a isenção prevista só será concedida a equipamentos que não possuam similar no Brasil. A compra de equipamentos com isenção obedecerá ao limite máximo de R$ 50 mil e o beneficiário é obrigado a permanecer de posse do equipamento adquirido pelo prazo mínimo de dois anos. “A presente proposição visa renovar os equipamentos e materiais necessários aos serviços de registro de imagens (fotógrafo, repórter fotográfico e cinematográfico, cinegrafista e operador de câmera)”, afirmou o senador Esperidião Amin (PP-SC), relator do projeto em seu parecer. “A evolução tecnológica nesta área trouxe novas necessidades para os profissionais brasileiros, prejudicados pelo alto custo dos equipamentos importados e pela tributação aplicada sobre eles. Tal situação poderá gerar defasagem tecnológica, causando grande prejuízo às atividades profissionais destacadas na proposição”, acrescentou. Já existia uma Instrução Normativa (IN) da Receita Federal concedendo a isenção de impostos a equipamentos e materiais fotográficos e cinematográficos amadores. O projeto aprovado hoje amplia esse benefício aos equipamentos e materiais fotográficos de uso próprio dos profissionais do ramo. A isenção não vale quando a compra for realizada por empresas. Fonte: Agência Brasil

  • TSE rejeita consulta do governo sobre medidas para reduzir preço dos combustíveis em ano eleitoral

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na terça-feira (22), por unanimidade, não analisar a consulta formulada pelo presidente Jair Bolsonaro sobre a viabilidade de adotar medidas, como redução de impostos federais, na intenção de mitigar preços ofertados em postos de combustível no ano eleitoral. A Corte julgou que os questionamentos enviados pelo governo não preencheram as exigências para análise. O ministro-relator, Carlos Horbach, avaliou que a consulta do governo sofre de falta de "abstração e objetividade". Para o magistrado, os questionamentos não preenchem "os requisitos e pressupostos necessários para a sua análise". Horbach argumentou que a amplitude das perguntas pode fazer com que o TSE apresente respostas também amplas, que podem, eventualmente, esbarrar em questões que venham a ser tratadas futuramente pelo colegiado. "Não pode a consulta ser formulada de maneira excessivamente abstrata, uma vez que o elevado grau de abstração permite diversas respostas cabíveis", afirmou. "O presente instrumento não é apto para se obter a resposta", completou. O voto foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Sergio Banhos e o presidente da Corte, Edson Fachin. Para Lewandowski, "o governo quer discutir tema da ordem do dia" em consulta ao TSE, sendo portanto inapto a receber resposta. Fonte: GZH

  • Percepção individual de risco deve determinar uso de máscara ou não

    O fim da exigência de máscaras em locais abertos e fechados em diversas cidades e estados brasileiros nos últimos dias fez com que a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) emitisse uma nota com orientações para a população. A entidade recomenda que os seguintes grupos devem manter neste momento o uso da proteção facial em todos os locais, independentemente das regras em vigor. Indivíduos com sintomas gripais ou que estejam em contato com transmissores (por exemplo, profissionais de saúde) Não vacinados contra a Covid-19 ou com esquema vacinal incompleto Imunossuprimidos (pacientes em quimioterapia, transplantados, em uso de corticoides por mais de 14 dias, em uso de drogas modificadoras da resposta imune, HIV com contagem de CD4 menor de 200, portadores de doenças autoimunes em atividade ou pessoas em hemodiálise) Pessoas acima de 60 anos, especialmente portadores de doenças crônicas (hipertensão arterial, diabetes mellitus não controlado, obesidade, câncer, doença renal crônica, cirrose hepática, doenças pulmonares ou cardiovasculares, entre outras) Gestantes com ou sem comorbidades As orientações da SBI apontam ainda locais em que considera importante a manutenção das máscaras por todas as pessoas. São eles: Espaços fechados com aglomeração frequente (transporte público, agências bancárias, lotéricas e repartições públicas em horários de pico e instituições de ensino) Locais abertos quando houver aglomeração (pontos de ônibus, filas de atendimento de serviços públicos ou privados e ruas que funcionam como corredores comerciais) Serviços de saúde (hospitais, unidades de saúde e clínicas) Qual máscara usar? Qualquer pessoa que deseje continuar usando máscaras deve considerar que a melhor proteção é oferecida pelos modelos PFF2 ou N95. Embora sejam mais caras, elas podem ser reutilizadas – basta ter uma para cada dia da semana e deixá-las no varal após o uso (sem lavar). A segunda opção são as máscaras cirúrgicas de três camadas ou a KN95. A primeira, todavia, tem menor vedação nas laterais, motivo pelo qual o CDC (agência de saúde dos Estados Unidos) recomenda o uso de uma máscara de tecido por cima. As máscaras de tecido continuam sendo aliadas na proteção, mas desde que tenham duas ou três camadas e sejam higienizadas sempre após o uso. Fonte: Correio do Povo

  • Golpistas usam assistente virtual do INSS para obter dados de cidadãos

    Novo golpe na praça. Golpistas estão se passando por uma suposta “central de atendimento” e se aproveitando da imagem da Helô, assistente virtual do INSS, para tentar obter dados pessoais dos beneficiários. As abordagens têm ocorrido por mensagem de celular (WhatsApp). Os criminosos têm algumas informações dos segurados e ainda fornecem número de protocolo para passarem credibilidade e obterem mais dados. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) orienta a todos para que, caso recebam esse tipo de contato, bloqueiem imediatamente e não forneçam nenhuma informação como dados pessoais, fotos ou documentos. A Helô é um plantão de dúvidas que pode ser acessada apenas pelo Meu INSS e nunca busca o segurado pelo WhatsApp para “conversar”. Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante manter sempre atualizados os seus dados de contato, como telefone, e-mail e endereço. Isso deve ser feito pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. Fique atento O INSS nunca entra em contato direto com a pessoa para solicitar dados, nem pede o envio de fotos de documentos. Caso alguém faça qualquer comunicação pedindo dados ou fotos em nome do INSS, não atenda a solicitação, desligue a ligação e bloqueie o contato. O número do SMS usado pelo INSS para informar os cidadãos é 280-41. O INSS nunca manda links nem pede documentos pelo SMS. Sempre que o INSS convoca o cidadão para apresentar documentos, essa convocação fica registrada no Meu INSS e pode ser verificada também pelo telefone 135. Utilize apenas os canais oficiais de atendimento (aplicativo/site Meu INSS ou agência da Previdência Social) para cumprir qualquer solicitação do INSS, seja para agendar um serviço ou para entregar algum documento. Em caso de tentativa de golpe, faça denúncia para a Ouvidoria pela internet ou pelo telefone 135. Caso tenha sofrido um golpe, registre um boletim de ocorrência na Polícia Civil e comunique aos órgãos envolvidos (por exemplo, o próprio INSS e o banco em que recebe o benefício, se for o caso). Fonte: Agência Brasil

  • Senado aprova PL que aumenta pena para violência contra crianças

    O Senado aprovou na quarta (22) um projeto de lei (PL) que endurece penas nos casos de violência contra crianças ou adolescentes. Além disso, o texto torna crime hediondo o homicídio contra menor de 14 anos. A relatora do texto no Senado, Daniella Ribeiro (PP-PB) acatou algumas emendas e, por isso, o texto retorna à Câmara para nova análise. O texto determina pena de três meses a dois anos para quem descumprir decisão judicial favorável à adoção de medidas protetivas de urgência. O projeto também aumenta a pena de homicídio contra menor de 14 anos se o crime for cometido por familiar, empregador da vítima, tutor ou curador ou se a vítima é pessoa com deficiência ou tenha doença que implique o aumento de sua vulnerabilidade. A proposta foi batizada de Lei Henry Borel, em homenagem ao menino de 4 anos que foi espancado e morto em março de 2021. Os acusados do crime são a mãe de Henry, Monique Medeiros, e o padrasto do menino, que estão presos. O projeto ainda prevê punição para quem deixar de comunicar à autoridade pública a prática de violência, de tratamento cruel ou degradante, ou de formas violentas de educação, correção ou disciplina, contra criança ou adolescente, ou o abandono de incapaz. A pena será de seis meses a três anos, mas poderá ser aumentada se a omissão partir de parentes ou se levar à morte da vítima. “No mérito, o projeto é dotado do mais alto grau de relevância. A violência contra crianças e adolescentes é um grave problema que demanda resposta adequada do Estado”, afirmou Daniella Ribeiro. Segundo consta em seu relatório, o Disque 100, serviço de denúncias de violações de direitos humanos, mantido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registrou mais de 119 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes. A relatora classificou esse número “estarrecedor”. Ela acatou emendas que alteram o teor do projeto e, por isso, ele voltará à Câmara dos Deputados. Dentre essas emendas incluídas no texto, está uma que garante a assistência jurídica de Defensor Público ou por advogado conveniado ou nomeado na defesa da criança ou adolescente em situação de violência. Fonte: Agência Brasil

  • Veja como chega o Ypiranga para o jogo contra o Brasil que decidirá o finalista do Gauchão 2022

    Ypiranga e Brasil de Pelotas definem nesta quarta-feira o primeiro finalista do Gauchão. A partida começa às 19h30, no Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim. No jogo de ida, o Xavante largou na frente ao vencer em casa por 1 a 0. Líder da primeira fase, o Ypiranga busca uma vaga inédita na final do Gauchão. Para isso, precisa repetir o que fez em todas as seis partidas que disputou em casa na competição: vencer. Porém, pelo mínimo de dois gols de diferença, para evitar disputa por pênaltis em caso de triunfo por apenas um gol. Pelo lado do Brasil, a equipe não venceu nenhum jogo fora de casa, assim como o Ypiranga. Em seis compromissos longe de Pelotas na temporada, a equipe empatou quatro e perdeu dois. Nesta quarta, qualquer empate serve para colocar o Xavante na decisão, onde esteve pela última vez em 2018, quando perdeu para o Grêmio. O Canarinho terá ter força máxima para o confronto decisivo. O técnico Luizinho Vieira tem todo seu elenco à disposição, com os retornos do lateral-esquerdo Diego Porfírio e o volante Lorran, desfalques no jogo de ida por lesões musculares. O lateral-direito Gedeílson, que começou a partida em Pelotas no banco, retorna ao time titular. Provável escalação: Edson; Gedeílson, Carlos Alexandre, Bruno Bispo e Diego Porfírio; Lorran, Falcão, Marcelinho, Erick e Matheus Santos; Hugo Almeida. Fonte: ge

  • Veja como chega o Inter para o Gre-Nal que decidirá o finalista do Gauchão 2022

    O Inter precisa uma jornada épica. O time de Alexander Medina precisa algo inédito com o treinador. Fazer pelo menos três gols no mesmo jogo. Detalhe. Isso apenas não adianta. Tem que ganhar por três gols de diferença para disputa de pênaltis. A classificação direta só ocorre caso goleie a partir de quatro gols de diferença. No jogo de ida, a equipe de Roger Machado não se importou com o fato de ser visitante e atropelou o maior rival, ao aplicar 3 a 0 em pleno Beira-Rio. No geral, entretanto, a vantagem também é colorada. Em 436 clássicos, o Inter soma 159 vitórias, enquanto o Grêmio levou a melhor em 139 oportunidades. Houve ainda 138 empates. O Colorado junta os cacos para uma epopeia. O time perdeu Paulo Victor, expulso na derrota no Beira-Rio. Liziero é o mais cotado para atuar na função, mesmo que deslocado. Medina também trabalhou um time com três zagueiros, mas para uma estratégia a ser usada durante a partida. Wesley deve entrar na equipe no ataque. A provável escalação tem: Daniel; Bustos, Kaique Rocha, Cuesta e Liziero; Gabriel, Edenilson, Taison e Mauricio; David e Wesley Moraes (Johnny). Fonte: ge

  • Veja como chega o Grêmio para o Gre-Nal que decidirá o finalista do Gauchão 2022

    O Tricolor está com a vaga encaminhada à decisão. No jogo de ida, a equipe de Roger Machado não se importou com o fato de ser visitante e atropelou o maior rival, ao aplicar 3 a 0 em pleno Beira-Rio. O Grêmio ainda tem outro combustível. Caso empate, já assegura o jogo de volta da final em casa. Além de toda a vantagem, o Grêmio aposta na soberania na Arena. Em 20 clássicos no estádio, acumula sete vitórias, 12 empates e apenas uma derrota. A queda ocorreu há oito anos, quando perdeu de virada por 2 a 1. Placar este que o garantiria na final. O comandante gremista fará apenas uma mudança na equipe. Thiago Santos, apesar de toda contestação por parte da torcida, será titular na vaga de Villasanti, convocado pela seleção do Paraguai para jogos das Eliminatórias. Ferreira foi relacionado, mas deve começar o clássico no banco. A provável escalação tem: Brenno; Rodrigues, Geromel, Bruno Alves e Nicolas; Thiago Santos, Lucas Silva, Bitello, Campaz e Elias; Diego Souza Fonte: ge

  • RS perde mais de 1 milhão de toneladas da safra de arroz; entidade nega risco de desabastecimento

    A colheita da safra de arroz já avançou para 40% das lavouras do Rio Grande do Sul e, apesar de um pequeno atraso causado pelas chuvas dos últimos dias, segue o cronograma previsto para as atividades. Segundo o presidente da Federarroz, Alexandre Velho, ainda não é possível definir qual será o tamanho da safra, mas a estimativa da entidade é algo entre 7 e 7,2 milhões de toneladas, uma redução de mais de 1 milhão de toneladas do que foi produzido no Estado em 2021. Essa redução se dá pela queda de 10 à 15% na produtividade das lavouras que, apesar de irrigadas, também sofreram com a estiagem e as altas temperaturas, que prejudicaram até mesmo reservatórios e a possibilidade de irrigação. Mesmo assim, a Federarroz descarta um risco de desabastecimento do mercado nacional, mas considera que a relação oferta/demanda será mais ajustada. Velho relata que já começou a haver alguma recuperação dos preços pagos aos produtores, mas com valores ao redor dos R$ 76,00, nem mesmo os custos de produção conseguem ser superados. “O consumidor tem que entender que se o produtor não puder vender o seu arroz, pelo menos, acima de R$ 80,00 neste ano e para a próxima safra já estamos projetando um custo de produção próximo de R$ 100,00. Então, se não pudermos vender 50 quilos de arroz por R$ 100,00, o produtor vai buscar outra alternativa ou outra cultura porque ele não pode ter prejuízo na sua atividade”, diz. Fonte: O Sul

  • Placa Mercosul deve mudar: 7 polêmicas que já marcaram a história do item

    O modelo da placa Mercosul ganha um novo capítulo. Em 2022, ela poderá mudar mais uma vez, após divergências dos Detrans e de fabricantes de placas veiculares. No centro de toda a polêmica: mecanismos que permitam controle maior contra fraudes e clonagem, além da redução dos preços aos consumidores e do retorno da identificação do município e Estado às chapas. Esses foram os principais apontamentos feitos, dentre as 305 sugestões repassadas ao Ministério da Infraestrutura, pelos Departamentos de Trânsito (Detrans) de todo o Brasil. A consulta pública foi finalizada na semana passada. A expectativa dos solicitantes é de que até a metade de 2022 a Secretaria Nacional de Trânsito atenda, ao menos, parte das reivindicações. O Ministério da Infraestrutura afirmou que a consulta pública serviu para receber contribuições da sociedade civil, mas não pontuou se vai haver mudanças no modelo. O Brasil tenta há quase oito anos colocar em prática esse novo sistema. A primeira resolução é de 2014; a segunda, de 2016, que revogou a data do início de implantação: a partir de 1º de janeiro de 2017, com período de transição para os condutores fixado até 31 de dezembro de 2020. Veja abaixo 7 das principais polêmicas envolvendo o modelo. Projeto original alterado diversas vezes Desde a apresentação da proposta, em 2014, foram diversos os debates e alterações no projeto original, além disso, foram inúmeros adiamentos de parte do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O órgão de trânsito já justificou que as mudanças realizadas desde a apresentação da proposta foram resultado de debates com a sociedade e especialistas para desburocratizar e reduzir custos. Entre as alterações ao longo dos anos: bandeiras/brasões de Estados municípios não estavam previstos, foram acrescentados no lançamento da placa no Rio de Janeiro, por pressão das secretarias estaduais de segurança pública. Acabaram suspensos em novembro de 2018 para barateá-la. O lacre, que também não deveria existir pelo projeto inicial, foi aplicado por pressão de autoridades e depois retirado (dando um "desconto" de R$ 25 aos valores totais). O chip de segurança e identificação que a placa deveria conter deu lugar a um QR Code. A insegurança da nova placa A nova placa não traz o município de origem do automóvel. Policiais militares e, principalmente, a Polícia Rodoviária Federal apontam que essa alteração dificulta a identificação de carros irregulares, por exemplo. Diferente da cinza, tradicional, que consta três letras, quatro números, o Estado e a cidade originária do carro. O Denatran já destacou que esses itens não faziam parte do projeto adicional e traziam custos desnecessários ao dono do carro. Ambos são substituídos por tecnologia: o QR Code, código bidimensional digital, permite que o agente de trânsito acesse todas as informações do veículo -localidade, situação de licenciamento, histórico policial - por meio de aplicativo de celular ou mesmo câmeras. No entanto, para o cidadão, que muitas vezes repassa informação à força de segurança, ficaria mais complicado. O código também substitui o lacre. O chip eletrônico para rastreamento, que integra o projeto original da placa e seria uma solução ainda mais segura e coerente, não foi utilizado. Sua introdução segue paralisada há muito tempo, sob análise do Denatran e de congressistas em Brasília. As clonagens constantes Os relatos de clonagem crescem ano após ano. A retirada de itens de segurança facilitou o processo dos criminosos. No Rio Grande do Sul, constantes ações da Delegacia de Roubo de Veículos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) desarticulam ações criminosas relacionadas à clonagem das placas. Em 2020, por exemplo, em Alvorada, distante cerca de 20 quilômetros da capital Porto Alegre, uma fábrica clandestina destinada à falsificação foi encontrada. As placas eram colocadas em carros roubados. Em maio do ano passado, em mais uma ofensiva, no mesmo município gaúcho, uma mulher foi presa em flagrante e foi apreendido farto material e equipamentos utilizados para clonagem de veículos. Pedido de inconstitucionalidade Em fevereiro de 2020, a Associação Nacional dos Fabricantes de Placas Veiculares (Anfapv) ajuizou uma ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal sobre o novo sistema de placas de identificação de veículos - as placas do Mercosul. Para a entidade, à época, as alterações previstas causam prejuízos aos brasileiros, polêmicas, conflitos e irregularidades por todo o país. Eles apontaram que não havia estudo prévio, fazendo com que o proprietário dos veículos pague mais caro. O valor fica mais alto, na visão da entidade, pela admissão de diversos intermediários na cadeia produtiva e comercialização das placas. Não deu em nada. Sem padrão Mercosul Em vigor também na Argentina e no Uruguai, há diferença no formato adotado pelos países, ou seja, o padrão não é seguido à risca. A principal diferença está na composição alfanumérica. Enquanto no Brasil são três letras, um número, uma letra e dois números, na Argentina são duas letras, três números e duas letras, e, no Uruguai, três letras e quatro números. A justificativa das autoridades é com relação à frota de veículos, já que a dos brasileiros é maior e, portanto, necessita de uma sequência alfanumérica mais específica. Havia ainda mais diferenças, mas houve a suspensão do uso de brasões, bandeiras e lacre, que não faziam parte do acordo internacional com os países citados. O Observatório Nacional de Segurança Viária destaca que Argentina e Uruguai seguem exatamente o padrão previamente acordado. Bolsonaro disse que anularia modelo Desde a época em que fazia campanha, o presidente Jair Messias Bolsonaro dizia que não queria esse novo formato de placas. Isso porque ele acredita que elas não apresentem nenhum benefício ao Brasil, mas constrangimento e despesa a mais para a população. Em 2019, nas suas redes sociais, retomou o assunto. No entanto, ficou apenas na ideia e o projeto seguiu para novas alterações. O Ministério da Infraestrutura, responsável pela regulamentação do trânsito, trabalhou para que o sistema tivesse ampliação de segurança - um dos pontos mais criticados - do novo modelo. Troca é salgada Os valores para a troca da placa cinza para a do Mercosul varia de forma considerável em grande parte dos estados brasileiros. No Rio Grande do Sul, hoje, o valor do emplacamento pode chegar a R$ 250 para carros. Vale lembrar que há regiões com o montante menor, mas, ainda assim, mais caros que os modelos antigos. Os responsáveis pela fabricação alegam que o valor é cobrado devido aos detalhes da placa. Não estão incluídas as taxas de emplacamento, transferência de propriedade ou honorários do despachante, quando é necessário. Nesses itens, as tabelas seguem as antigas, com os reajustes previstos em cada estado. Fonte: UOL

  • ICMS fixo pode reduzir litro do diesel em R$ 0,21

    A adoção de uma alíquota única de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para o diesel pode reduzir em R$ 0,21 o preço do litro do produto na bomba, segundo cálculos apresentados pelos estados. Os governos regionais, no entanto, argumentam que a política de preços da Petrobras pode fazer com que haja novos aumentos ao consumidor final. Caso a previsão seja confirmada, o preço médio cobrado por cada litro do combustível comum passará de R$ 6,654 para R$ 6,444 e o do diesel S-10 cairá de R$ 6,751 para R$ 6,541. Os valores levam em conta o último relatório da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Em reunião nesta terça-feira (22), os governadores decidiram adotar a alíquota única do ICMS sobre o diesel, com cobrança sobre o litro de combustível, e não mais sobre o valor final, após a aprovação de uma lei no Congresso sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro. Os estados decidiram adotar a alíquota uniforme para evitar o congelamento do imposto com base nos preços dos últimos cinco anos, medida de transição prevista no projeto. Os governadores resolveram questionar o dispositivo alternativo no STF (Supremo Tribunal Federal). Com essa fórmula, os governos regionais decidiram adotar aquilo que consideram a menor das perdas criadas com a nova lei. O preço dos combustíveis entrou na agenda de uma disputa política envolvendo Bolsonaro e os governadores. O chefe do Executivo federal pressiona os Estados a reduzirem o ICMS e culpa o imposto estadual pela alta nos preços. Os governos regionais, por outro lado, não querem abrir mão de arrecadação e avaliam que a aprovação do projeto no Congresso turbinou o discurso de Bolsonaro. "É como se tivesse um plano para desequilibrar Estados e municípios. A toda hora impõe uma perda de arrecadação não prevista, um aumento de despesa não previsto. É muito fácil adotar medidas criando problema para os outros, só que esse problema não é para o governador, é para a população", disse o governador do Piauí, Wellington Dias (PT). Os estados ainda insistem na aprovação do PL 1472, aprovado no Senado e por enquanto engavetado na Câmara. A proposta cria uma conta de estabilização dos preços e força a Petrobras a mudar a política de preços, atualmente atrelada ao mercado internacional. Fonte: Correio do Povo

  • Caixa paga Auxílio Brasil a beneficiários com NIS final 4

    Os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4 recebem nesta quarta-feira (23) a parcela de março do Auxílio Brasil. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas. Auxílio Gás O Auxílio Gás também é pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 4. O benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil. Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias, até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos, conforme valor calculado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano. Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Benefícios básicos O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas. Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza. A Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa, nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro do ano passado. Fonte: Agência Brasil

  • Vice Fabiano Klein assume Prefeitura de Ipiranga do Sul

    Nesta semana o vice-prefeito de Ipiranga do Sul, Fabiano Luiz Klein, assumiu o cargo de prefeito durante o período de férias do chefe do Executivo Marco Antônio Sana. A transmissão de cargo aconteceu na segunda-feira (21). Durante o ato Klein destacou o alinhamento com o trabalho que está sendo desenvolvido na gestão Marco e Fabiano e que dará continuidade às ações que estão acontecendo em prol da comunidade ipiranguense. “Vamos continuar fazendo o possível para atender da melhor forma as necessidades da população. Para isso, contamos com a colaboração de todos os servidores para bem atender a comunidade”, disse Klein que estará à frente do Executivo nas próximas semanas. Também, assumiu a secretaria de Saúde Gisélia de Almeida durante o período de férias do secretário Cleimar Araldi.

  • Prefeitura de Estação chama beneficiários do Bolsa Família para pesagem

    A Secretaria Municipal da Saúde de Estação convida os beneficiários do Bolsa Família, atual Auxílio Brasil, para a 1ª vigência da pesagem deste ano, a qual será realizada nos seguintes dias: Data: 05/04 - terça-feira Horário: 08 às 11h e das 13:30 às 16:30 Equipe de Saúde da Família 01: Agentes de Saúde - Sirlei, Naira, Sistana, Fernanda, Márcia, Larissa e Elisiane. Local: CTG Data: 05/04 - terça-feira Horário: 08 às 11h e das 13:30 às 16:30 Equipe de Saúde da Família 02: Agentes de Saúde - Cátia, Liziane, Luci, Susi, Patrícia e Taíse. Local: Ubs 2 Levar a carteira de vacinação das crianças e carteira de gestante se estiver grávida.

  • Dia de Campo apresenta alternativas para o aumento da produtividade

    A 15ª edição do Dia de Campo de Verão das Faculdades IDEAU, campus Getúlio Vargas e Passo Fundo, aconteceu no último sábado, dia 19. O evento reuniu acadêmicos, professores, produtores rurais e empresas do agronegócio para um momento de troca de conhecimento e aproximação com novos recursos tecnológicos da área agrícola. “Como não conseguimos com que o solo se multiplique, precisamos produzir mais em menor quantidade de solo, e é para isso que estudamos. Também, para que aprendamos a lidar melhor com esses estresses hídricos que acontecem de tempos em tempos”, enfatizou o reitor, professor Flávio Carlos Barro, em sua fala de abertura. Nesta edição, 16 empresas foram parceiras no desenvolvimento dos trabalhos de aperfeiçoamento teórico-prático, cujo intuito foi trabalhar com as culturas de verão, como a soja e o milho, a fim de aprimorar o manejo e os experimentos que visam o aumento da produtividade. “Além desse objetivo pedagógico, relacionado aos PATPs, também temos o objetivo empresarial, que visa trazer às empresas para perto da IDEAU, proporcionando ao nosso aluno esse contato, e assim, favorecendo a vivência e a criação de networking”, explica o coordenador do curso de Agronomia, unidade de Getúlio Vargas, professor Maurício Albertoni Scariot. “Que esses acadêmicos possam voltar para as suas casas com o conhecimento, aumentando a rentabilidade, o fluxo de caixa e, consequentemente, diminuindo a evasão do meio rural”, complementa a coordenadora do curso de Agronomia, unidade de Passo Fundo, Katia Trevizan. O acadêmico do 7º semestre do curso, André Luis Silva, por exemplo, é do interior e busca através da sua formação e de atividades como essa agregar novos conhecimentos, principalmente na área da agricultura de precisão. “Para quem está vindo agora para o curso ou tentando entrar no mercado de trabalho, através do dia de campo adquire boas ideias”, comenta o estudante. Tecnologia aplicada à agricultura O avanço tecnológico e o processo de digitalização exigiram algumas adaptações de processos e, no setor do agronegócio, não foi diferente. Com os recentes acontecimentos globais, a tecnologia tornou-se uma grande aliada para o crescimento do setor, tornando o trabalho muito mais preciso. “A tecnologia vem com esse olhar de melhorar a eficiência, aumentar a produtividade, e, associado a isso, melhorar a rentabilidade das propriedades rurais. Esse recurso é utilizado hoje pelo grande e pelo pequeno produtor que quer ser mais eficiente”, diz Katia. Nesse sentido, foi exposto ao público máquinas, equipamentos e tecnologias agrícolas que atendem às diferentes necessidades do produtor, como é o caso do controle de pragas e doenças. Através de voo demonstrativo, realizado pela empresa Aerodinâmica, foi apresentado a aplicação aérea de defensivos, uma possibilidade de agilizar as aplicações durante a safra e diminuir significativamente os custos. Hoje um tanque possui capacidade volumétrica de 600 litros, com vazão de 15 litros por hectare. Para a demonstração o avião passou por uma tríplice lavagem e descontaminação total, utilizando produto específico para isso. A aplicação foi realizada somente com água, a fim de realizar um demonstrativo do serviço. Protagonistas do conhecimento Através de metodologias ativas de ensino, o estudante é posto no centro do processo de aprendizagem, tornando-se protagonista do próprio conhecimento. Dessa forma, a Instituição oportuniza atividades que exijam proatividade. “ O evento é organizado pelos estudantes do 9º semestre de Agronomia juntamente com as coordenações, uma experiência que eles vão vivenciar futuramente nas empresas onde irão trabalhar, e por meio da nossa metodologia proporcionamos que ainda na graduação eles já tenham esse aprendizado”, explica Maurício. “A gente participa do dia de campo para aprender, olhar as empresas e, sobretudo, adquirir experiência para quando chegar a nossa vez de organizar o evento já saber como proceder para passar todo o nosso conhecimento”, comenta o acadêmico do 7º semestre, Samuel Tomelero Sabadini. A instituição trabalha também com a extensão comunitária, proporcionando a troca de conhecimento e a oferta de bens e serviços. Sendo assim, a unidade de Getúlio Vargas se mobilizou para a realização da venda de cachorro-quente durante o evento, arrecadando R$ 357,00 que foram doados ao Lar da Menina, de Getúlio Vargas. “Nossa gratidão a esses jovens e a essas pessoas que se envolveram na venda dos cachorros-quentes. Para nós será de bom uso esse valor, vamos adquirir leite e pão para as crianças”, agradece a diretora da escola, Geni Ana Bonalume. Fonte: Imprensa UNIDEAU

BUSCA PELO SITE

bottom of page