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- Getúlio Vargas: mais de 500 estudantes de escolas municipais recebem kits de alimentos
Durante a suspensão das aulas em função da pandemia da Covid-19 enfrentada no mundo inteiro, a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto de Getúlio Vargas, por meio do Setor de Alimentação Escolar, vem realizando a entrega de kits de alimentos aos alunos das escolas da rede municipal de ensino, levando em consideração critérios estabelecidos pelo CAE - Conselho de Alimentação Escolar quanto à vulnerabilidade social dos alunos da rede. Esta ação teve início no ano passado, logo após a instalação da pandemia, tendo sido distribuídos um total de 1.211 kits aos alunos. Neste ano de 2021, em sua primeira reunião anual, o CAE decidiu seguir o critério de distribuição dos kits para todos os alunos matriculados na Rede Municipal de Ensino. O Setor de Alimentação Escolar realizou uma pesquisa nas escolas, através de um questionário enviado para as famílias, de forma on-line para saber quem teria interesse em receber os alimentos. A grande maioria optou por receber, sendo que neste mês de abril 537 estudantes estão recebendo os kits.
- Iniciado asfaltamento no Bairro XV de Novembro, em Getúlio Vargas
Obra é na estrada velha de acesso ao município de Erebango O prefeito de Getúlio Vargas, Mauricio Soligo, acompanhado pelo Secretário Municipal de Obras, Gilmar Zambrzycki, acompanhou, na tarde desta quarta-feira (14) o inicio das obras de pavimentação asfáltica da estrada velha de acesso ao município de Erebango, no Bairro XV de Novembro. A obra iniciou em fevereiro com a colocação das tubulações para águas pluviais e feitas as bocas de lobo para escoamento da água. A obra tem uma extensão de 8.080 metros quadrados e está orçada em R$ R$ 414.651,20 e será realizada com recursos próprios.
- Gabinete de Crise do governo do RS discutirá a possibilidade de bandeira vermelha
A reunião do Gabinete de Crise do governo gaúcho, nesta quinta-feira, entre 9h e 12h, tem potencial para ser uma das mais complexas desde a formação do grupo. Após oito semanas consecutivas em que o Rio Grande do Sul ficou integralmente pintado de preto, há expectativa de que a cor vermelha volte a aparecer no mapa de Distanciamento Controlado, que será divulgado na sexta-feira. Os números de leitos ocupados e de contaminações dão sinais de redução, mas ainda em patamares muito altos e, agora, mais lentos. As decisões envolvendo o fechamento de atividades e medidas mais restritivas, impostas pelas bandeiras pretas, definitivamente, são difíceis. Mas a definição por flexibilizações permitidas na bandeira vermelha, que em função da cogestão permite a prefeitos adotarem regras ainda mais brandas, da bandeira laranja, são, sem dúvida, mais arriscadas e complexas. E está será uma das principais pautas do Gabinete de Crise. Como recuar para a bandeira vermelha em algumas regiões sem passar a mensagem de que a pandemia não representa mais uma grave ameaça? O estabelecimento de travas e regras mais rígidas do que as permitidas na classificação vermelha, que pode evoluir para a laranja, é a fórmula que o governo busca para manter a situação sob certo controle. No encontro, o prefeito Sebastião Melo (MDB), que preside a Granpal, levará solicitação para a classificação vermelha para os municípios da região Metropolitana. Melo foi convidado recentemente para integrar o Gabinete de Crise, representando a Granpal. Na reunião desta quinta-feira, o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Luiz Carlos Busato, levará o pedido para que a Famurs também tenha assento no grupo. Fonte: Correio do Povo
- Governo federal deve autorizar redução de jornada e adiamento de FGTS e 1/3 sobre férias
A nova rodada do programa de manutenção do emprego vai permitir até 5 milhões de novos acordos para redução de jornada e salário ou suspensão de contrato de trabalhadores. O conjunto de medidas trabalhistas deve ser lançado em duas MPs (Medidas Provisórias), a serem editadas pelo presidente Jair Bolsonaro logo após a sanção do projeto que destravou as ações de combate aos efeitos da Covid-19. Na segunda-feira (19), o Congresso aprovou uma mudança na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) que dispensou a exigência de compensação para gastos temporários, como é o caso do programa de emprego. Além disso, o texto autoriza descontar da meta fiscal o valor gasto nessa ação. Embora não haja limite definido no projeto, a equipe econômica prevê gastar R$ 10 bilhões com o pagamento do BEm (benefício emergencial), que compensa parte da perda salarial dos trabalhadores que fecham os acordos. O aumento do valor a ser destinado ao programa permitiu a ampliação no número de acordos previsto para “pouco menos de 5 milhões”, segundo uma fonte. Antes, a previsão era de 3,8 milhões a 4,0 milhões de trabalhadores, para uma despesa de R$ 7,4 bilhões. Uma das MPs vai focar nas regras da nova edição do BEm. O programa deve ser lançado nos mesmos moldes de 2020, com acordos para redução proporcional de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, ou suspensão total do contrato. As medidas poderão ser adotadas por até quatro meses. Para ajudar o trabalhador, o governo pagará o benefício emergencial, calculado sobre o valor do seguro-desemprego a que ele teria direito se fosse demitido (entre R$ 1.100 e R$ 1.911,84). Em um acordo para redução de 50%, por exemplo, o empregado recebe 50% do salário da empresa e 50% da parcela do seguro-desemprego. Antecipar férias e adiar pagamento do FGTS Já a segunda MP vai concentrar as medidas trabalhistas complementares para ajudar as empresas no enfrentamento da crise. Esse texto deve ser feito nos mesmos moldes da MP 927, que no ano passado permitiu às companhias antecipar férias de forma individual (com pagamento postergado do terço de férias como medida de alívio ao caixa das firmas), conceder férias coletivas, antecipar feriados, constituir regime especial de banco de horas (com possibilidade de compensação em até 18 meses), entre outras iniciativas. As empresas também poderão adiar o recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) dos funcionários por um período de quatro meses. Os empregadores terão até o fim do ano para fazer o pagamento desses débitos, uma flexibilização que também havia sido adotada em 2020 e não traz prejuízo ao trabalhador, que apenas levará mais tempo para ver o depósito cair em sua conta do fundo de garantia. Uma terceira MP deve abrir o crédito extraordinário, fora do teto de gastos (a regra que limita o avanço das despesas à inflação), para os gastos com o BEm. No ano passado, o governo destinou R$ 33,5 bilhões ao programa, que registrou mais de 10 milhões de acordos entre empresas e trabalhadores. O resultado foi considerado bem-sucedido. O Brasil registrou a criação de 95,6 mil postos de trabalho com carteira assinada em 2020 (incluindo declarações feitas fora do prazo). Fonte: O Sul
- Mortes por Covid caem entre idosos e aumentam entre jovens, aponta levantamento dos cartórios do RS
Especialistas sugerem efeitos da vacinação, mas também aumento na exposição e nos casos entre pessoas com menos de 60 anos. Faixa etária acima de 60 anos tem redução Um levantamento dos cartórios de Registro Civil do Rio Grande do Sul mostra uma mudança no perfil das vítimas da Covid-19. De fevereiro para março, o percentual de mortes de idosos com mais de 60 anos caiu de 78% para 71%. Já entre pessoas com 59 anos ou menos subiu de 22% para 29%. A tendência persiste em abril. Até esta quarta-feira (21), conforme o Portal da Transparência, 64% dos óbitos são de pessoas com mais de 60 anos e 36% de pessoas com idade inferior, o que indica que, cada vez mais, pessoas mais jovens morrem da doença, enquanto que as faixas etárias mais elevadas são mais preservadas. Idosos A mudança é ainda mais perceptível se considerado o percentual de mortes proporcional de cada faixa etária. Os idosos entre 90 e 99 anos representavam, em média, 6,6% do total de mortos pela Covid-19 desde o início da pandemia. Em março, passaram a representar 3,5% dos óbitos e, nos primeiros dias de abril, 2,5% dos falecimentos. A faixa entre 80 e 89 anos, passou de uma média de 24,7% do total de mortos para 15,2% em março e 9,1% em abril. Já os óbitos entre a população de 70 a 79 anos passou de uma média de 25,4% do total de óbitos para 24,6% em abril. Para o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Rio Grande do Sul (Arpen-RS), Sidnei Hofer Birmann, esta tendência sugere os primeiros efeitos da vacina nos grupos dessas faixas etárias. "Com a vacinação, há essa redução nos óbitos de idosos, e o crescimento nas mortes da população mais jovem", aponta. Jovens É claro que a faixa etária de pessoas com idades entre 60 e 89 anos são aquelas mais vulneráveis, proporcionalmente, pelo coronavírus no Rio Grande do Sul. Mas, se no começo da pandemia, elas concentravam a maioria dos óbitos, este cenário começa a se alterar, com o aumento proporcional de mortes entre pessoas de faixa etária de 20 a 59 anos. Os óbitos de pessoas com idades entre 20 e 29 anos, que até o mês de março representavam, em média, 1% dos falecimentos, passaram a ser quase 1,2% em abril, o que representa um crescimento de 77% no número de mortes nesta faixa etária em relação à média do período. Já a quantidade de óbitos de pessoas entre 30 e 39 anos, que representavam, em média, 3% das mortes, subiram em abril para 4,2%, crescimento de 38% no número de mortes por Covid-19. A faixa de pessoas entre 40 e 49 anos foi ainda mais afetada. Até janeiro de 2021, representavam 4,9% dos óbitos causados pela doença. Em fevereiro, passaram a representar 7,2%, em março, 8,6%, e, nos primeiros dias de abril, já representam 10,5% do total de mortos pela doença no RS. E entre a população com idade de 50 a 59 anos, que representava, em média, 10% do total de mortes pelo coronavírus no primeiro ano da pandemia, em fevereiro passou a representar 10,8%, em março saltou para 15,3% e, nos primeiros dias de abril, representa 18,3% do total de mortos por Covid-19. A infectologista da Sociedade Riograndense de Infectologia, Andréa Dal´Bó, acrescenta outra razão além da vacinação: os cuidados e o isolamento que pessoas mais velhas assimilam com mais facilidade. "As medidas de distanciamento social, que muitos idosos realmente têm seguido e têm levado a uma redução do impacto na mortalidade", afirma. Vacinação e exposição O chefe do Serviço de Infectologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Eduardo Sprinz, acredita que, como a vacinação depende de pelo menos um mês para a aplicação das duas doses e mais um período para o desenvolvimento da imunidade, ainda é cedo para determinar que ela é a grande responsável pela diminuição de casos graves entre idosos. Ele aponta outros dois fatores a serem considerados. "Mais gente jovem ficou doente. É claro que são menos vulneráveis, mas a quantidade foi tão grande que certamente alguns adoeceram de forma mais grave. E outro aspecto é que, quando esgotam os suscetíveis, aqueles idosos que menos conseguiram se proteger e já foram atingidos pela Covid, aqueles que persistem ou permaneceram são de alguma forma mais resistentes ou menos expostos", afirma. O educador físico Eduardo Abreu conheceu o que a doença causa independentemente da idade. Ele perdeu, no começo deste ano, a avó, a mãe e o irmão, com idades entre 26 e 88 anos. Restou em casa apenas o pai, que teve sintomas leves. "A nossa casa é muito grande. Ela era pequena para nós cinco. Agora só eu e meu pai, é enorme. Parece uma cidade, e muito vazia. Tu tá jantando com a tua família, um mês depois, não tem mais família. É bem triste", lamenta. Ainda com a dor das perdas latente, ele alerta aos jovens como ele de que um pequeno descuido em cuidados simples pode ter uma consequência irreversível. "Acontece uma vez só, não volta mais. A gente perde uma mãe, perde um irmão, perde uma avó, a família fica destruída por uma coisa que é simples. Cara, se tu aguentou um ano, tu aguenta dois anos. Depois tu volta a sair, não precisa ir agora, sabe? O mundo não vai acabar agora. Vai acabar se tu fizer errado", afirma. Fonte: G1 RS
- Atlântico se prepara para sua estreia na Liga Nacional de Futsal 2021
O Atlântico Futsal segue sua preparação para a estreia na Liga Nacional de Futsal 2021. A estreia está marcada para o próximo final de semana, no Caldeirão do Galo contra a ACBF de Carlos Barbosa. ACBF e Atlântico já se enfrentaram em 2021, em um amistoso na cidade de Carlos Barbosa o Galo venceu a partida por 4×3. A equipe de Erechim vai em busca de seu primeiro título de Liga Nacional.
- Ministro da Saúde diz grupos prioritários serão vacinados até setembro
Ministério da Saúde calcula que todo o grupo prioritário terá recebido a primeira dose da vacina contra a covid-19 até junho e a segunda até setembro O Ministério da Saúde acredita que será possível concluir a vacinação contra a covid-19 de todos os grupos prioritários do país até setembro. A perspectiva foi apresentada nesta quarta-feira (21/4) pela pasta, que promete encaminhar mais 3,4 milhões de doses para os estados brasileiros nesta semana. "O processo de vacinação no Brasil tem ocorrido de forma cada vez mais célere. Se continuar nesse ritmo, até setembro vamos atingir a população prevista no PNI [Plano Nacional de Imunização]", afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fantinato acrescentou que a pasta espera aplicar a primeira dose da vacina contra a covid-19 em todos os 77,2 milhões de brasileiros dos grupos prioritários até a primeira quinzena de junho. Devido ao intervalo necessário para a aplicação da segunda dose, que chega a 84 dias no caso da AstraZeneza, a imunização seria encerrada até setembro. Atrasos Para cumprir esse cronograma, o Ministério da Saúde vem realizando reuniões semanais com a Fiocruz e o Butantan, que são os maiores fornecedores de vacinas do país, para acompanhar o ritmo de entrega das doses. Francieli admitiu, no entanto, que atrasos na entrega das vacinas podem interferir esse cronograma e, consequentemente, postergar o plano de vacinação. Na semana passada, por exemplo, o Butantan paralisou a produção da Coronavac por conta da falta de insumos. A produção foi retomada só na noite dessa terça-feira (20/04), depois que o instituto recebeu 3 mil litros do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da China. O material deve ser suficiente para a produção de 5 milhões de doses, por isso o Butantan já está na expectativa de outro lote de IFA da China. Queiroga, por sua vez, destacou que o governo tenta adquirir outras doses da vacina contra a covid-19 para, se possível, até antecipar esse cronograma. O governo negocia a compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer, por exemplo. Além disso, pode ter acesso a 20 milhões de doses da Covaxin e a 10 milhões de doses da Sputinik caso essas vacinas sejam aprovadas pela Anvisa. Prazo para STF O ministro da Saúde também se comprometeu a atualizar o cronograma de entrega de vacinas contra a covid-19 dentro do prazo de cinco dias úteis estipulado pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (20/04). "Faremos isso dentro do prazo legal", assegurou. A decisão de Lewandowski é fruto de uma ação da Rede Sustentabilidade que questiona a decisão do governo "de não mais divulgar cronograma detalhado de recebimento de doses de imunizantes contra a COVID-19 para operacionalização do Plano Nacional de Imunização (PNI)". O cronograma que consta no site do Ministério da Saúde foi atualizado pela última vez em 19 de março, isto é, poucos dias antes de Queiroga tomar posse como ministro da Saúde. Comorbidades e gestantes O Ministério da Saúde pretende dar início à vacinação de pessoas com comorbidades a partir do próximo mês. A ideia é imunizar os brasileiros que têm doenças que podem agravar os sintomas da covid-19, como problemas no coração e no pulmão, diabetes e hipertensão. A pasta ressaltou, por sua vez, que a vacinação também ocorrerá por faixas etárias: primeiro será liberada para as pessoas de 55 a 59 anos, depois de 50 a 54 anos e assim por diante. "Nesse momento, estamos vacinando de 60 a 64 anos. No próximo mês, vamos entrar no grupo de comorbidades. É um grupo bastante denso. São em torno de 17 milhões de brasileiros. Então, vamos usar a estratégia de faixa etária de vacinação", explicou Francieli. Ela lembrou também que essas pessoas devem provar que têm essas doenças, por meio de prontuários médicos, por exemplo, para ter direito à vacina. O Ministério da Saúde também vai avaliar, a partir desta quinta-feira (22/4), a inclusão de grávidas no plano nacional de imunização. Segundo a coordenadora do PNI, mulheres grávidas já podem se vacinar se estiverem em algum grupo de risco contra a covid-19, como é o caso de pessoas com comorbidades. Porém, o governo também vai estudar a inclusão das demais gestantes no grupo prioritário da vacinação, já que a covid-19 oferece riscos maiores de complicação da gravidez. Uma nova versão do Plano Nacional de Imunização, contudo, já deve ser divulgada nesta semana pela pasta, com a inclusão de grupos prioritários como os profissionais da limpeza urbana. Fonte: Correio Braziliense
- Estação registra dois óbitos em decorrência da Covid-19 em 24h
Na manhã desta quinta-feira (22), a Prefeitura de Estação, por meio da secretaria de Saúde do município, confirmou mais duas mortes por Covid-19, entre os dias 21 e 22 de abril. Trata-se de um paciente do sexo masculino com 61 anos, ocorrido no dia 21 (quarta-feira) e uma mulher de 66 anos, que faleceu nesta quinta (22). Ambos estavam internados no Hospital Santa Terezinha de Erechim. Com esses dois óbitos, Estação chega a nove óbitos pela Covid-19.
- Melhora nos índices deve fazer FAMURS solicitar retorno da bandeira vermelha
Os índices da pandemia de Covid-19 vem melhorando no Rio Grande do Sul após semanas de bandeira preta e de restrições mais rígidas no Estado. O número de novos casos, de internações e óbitos vem reduzindo, o que demonstra uma melhora no quadro sanitário. Com isso, entidades empresariais solicitam ao governo do estado que torne as regras do distanciamento controlado mais flexíveis. Conforme o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS), Maneco Hassen, a entidade vai se reunir com representantes do Governo do Estado nesta terça-feira, 20/04, justamente para debater o assunto. No entendimento dos municípios, a bandeira preta teve resultado e os índices de fato melhoraram, portanto eles solicitam o retorno a bandeira vermelha e uma flexibilização maior das regras. De acordo com Maneco, será solicitado que, pelo menos as regiões com índices melhores, retorne a classificação vermelha, se não for possível colocar todo o Estado nesta fase. Conforme o presidente da FAMURS, os municípios e as entidades entendem a necessidade de restrições para conter o avanço da covid-19, porém critica a atuação do governo do estado que não propôs um auxílio para os setores econômicos. Maneco destaca que há um ano os empresário sofrem com restrições, porém o governo estadual não pensou em uma maneira de minimizar os prejuízos. Caso houvessem políticas econômicas para minimizar os impactos, medidas mais restritivas poderiam ter sido tomadas e, com isso, os impactos da pandemia também teriam sido menores. De acordo com o presidente da entidade, quem vai decidir se retorna para a bandeira vermelha ou não é o Estado, sendo que não cabe aos municípios tomar esse tipo de decisão. Sobre o auxílio emergencial do Estado, o presidente Maneco destaca que toda a ajuda é importante, porém classifica a medida com insuficiente e tardia, uma vez que muitas empresas sofrem há mais de um ano com as restrições e a queda de receitas. Fonte: Imprensa FAMURS
- Orquestra Sinfônica de Estação realiza Concerto de Aniversário do Município
Na próxima quinta-feira (22), a Orquestra Sinfônica de Estação estará realizando um Concerto em formato de Live, para comemorar o aniversário do município de Estação. O evento terá início às 20h e será transmitido pelas redes sociais @movallegro, @PrefeituraEstacao e Youtube do Maestro Castelli, com acesso liberado e participação de intérprete de libras. O Concerto faz parte do projeto “Orquestra Sinfônica de Estação” que tem como proponente o CPM DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MEDIO FRANCISCO DE ASSIS e que foi aprovado na Lei de Incentivo a Cultura do Ministério do Turismo / Secretaria Especial da Cultura. Conta com o patrocínio das empresas Casa do Doce, Cavaletti, Futura Insumos Agrícolas, Master Supermercados, Mepel, Plaxmetal, Polo Agrícola e Supermercado Ideal. O projeto teve início em 2019 e tem como objetivo a realização de apresentações da Orquestra Sinfônica de Estação com acesso gratuito para a comunidade local e regional, além de oferecer aulas de instrumentos para crianças e jovens da comunidade. Tem como objetivo incentivar a formação de plateia para a música clássica em municípios do interior do Estado, auxiliar na formação de novos músicos e elevar o nível cultural da população.
- Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a covid-19
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na terça-feira (20), em Brasília, a liberação para uso emergencial de dois medicamentos experimentais da farmacêutica suíça Roche contra a covid-19, desenvolvidos em parceria com a empresa de biotecnologia americana Regeneron. Os remédios, contendo casirivimabe e imdevimabe (REGN-COV-2), atuam em ligação com a coroa do vírus de forma a impedir sua entrada nas células ainda não infectadas para replicar o material genético, controlando a doença. A medicação é indicada especialmente para pacientes que estão em idade avançada, obesos, que tenham doença cardiovascular, hipertensão, doença pulmonar crônica, aids, diabetes, doenças respiratórias, doença renal crônica e doença hepática, entre outras comorbidades e que apresentam alto risco de desenvolver progressão para um quadro grave da covid-19. Segundo a Anvisa, o medicamento será de uso restrito a hospitais, para uso ambulatorial, ou seja, para pacientes que apresentam sintomas leves da doença, sendo administrado somente com prescrição médica. O medicamento não é recomendado para uso precoce ou preventivo. Também não será permitida a sua comercialização ou venda em farmácias. O coquetel foi liberado para ser administrado em pacientes a partir de 12 anos, que pesem mais de 40 kg, que não necessitem de suplementação de oxigênio e não apresentem o quadro grave da doença. A aplicação é intravenosa e deve ser administrada logo após a confirmação, por meio de teste viral, até dez dias após o início dos sintomas. Segundo o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Silva Santos, o coquetel usa dois anticorpos monoclonais que trabalham para neutralizar o vírus, fornecendo “anticorpos extras” para os pacientes. “A ideia desse produto é que nesses pacientes se mimetize o que seria a resposta imune natural dos anticorpos produzidos em células e que essa produção extra-humana de anticorpos ajude a promover a ação imunológica”, disse. “[Mas] esse produto não é recomendado para quem já está na situação grave da doença. Para aqueles que já estão internados se observa uma piora no desfecho clínico quando administrado em pacientes hospitalizados com covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, acrescentou. Redução de 70,4% na hospitalização Santos apresentou dados das pesquisas dos medicamentos e disse que os resultados preliminares em pacientes ambulatoriais, desde o diagnóstico da doença até 29 dias após início do tratamento, mostraram uma redução de 70,4% na hospitalização ou morte relacionadas com a covid-19. “O que a gente percebeu foi uma redução significativa e clinicamente relevante de 70,4% no número de pacientes hospitalizados ou morte por quaisquer causas quando comparado com o placebo”, disse. “Ele foi muito bem tolerado, tem um perfil de segurança aceitável. O pedido para o uso dos medicamentos foi feito pela Roche em 1º de abril. A diretora da Anvisa e relatora do processo de liberação do medicamento, Meire Sousa Freitas, lembrou que ele já foi aprovado para uso emergencial pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, após apresentar bons resultados em pacientes com sintomas leves e moderados da covid-19. A Anvisa aprovou um prazo de validade de 12 meses para os medicamentos, por se tratar de uso emergencial. A relatora lembrou que a agência também já liberou, em março, o uso do antiviral Remdesivir, produzido pela biofarmacêutica Gilead Sciences, para o tratamento da covid-19, e que a nova autorização vai ajudar a aliviar o sistema de saúde do país. “A autorização emergencial desses anticorpos monoclonais oferece aos profissionais de saúde mais uma ferramenta no combate a essa pandemia”, disse. Meire lembrou que a autorização é de uso emergencial, por se tratar de um medicamento ainda em desenvolvimento, e que o processo de aprovação do registro definitivo ainda precisa de mais pesquisas e investigação clínica. Ela alertou ainda que não há pesquisas tratando da aplicação de vacinas contra a covid-19 em pacientes que foram submetidos ao novo medicamento e que a recomendação é de que o paciente deve aguardar um período de 90 dias após a administração do medicamento para tomar a vacina. “Atualmente não há dados sobre a segurança e eficácia das vacinas autorizadas pela Anvisa em pessoas que receberam esses anticorpos monoclonais como parte do tratamento da covid-19. Portanto, antes de se vacinar o paciente deve ser avaliado pelo médico”, finalizou. Fonte: Agência Brasil
- Inter venceu apenas uma vez estreando como visitante na fase de grupos da Libertadores
O Inter estreia nesta terça (20), às 19h15, na Copa Libertadores da América. O adversário será o Always Ready-BOL. Esta será a 10ª vez que os colorados começam a competição atuando fora de casa. Na história, o time venceu apenas uma vez. O único triunfo foi conquistado em 2019, contra o Palestino-CHI. Na época, o time comandado por Odair Hellmann venceu os donos da casa por 1 a 0, com um gol marcado por Rafael Sobis, de falta. Nas demais estreias longe de Porto Alegre, o Inter não conseguiu vencer: foram cinco empates e três derrotas. Os colorados somam apenas 29,62% de aproveitamento, com dez gols marcados e 14 contra. Confira as estreias fora de casa do Inter na Libertadores: 07/03/1976 - Cruzeiro 5 x 4 Inter; 03/04/1977 - Corinthians 1 x 1 Inter; 23/03/1980 - Vasco 0 x 0 Inter; 16/02/2006 - Maracaibo 1 x 1 Inter; 21/07/2007 - Nacional 3 x 1 Inter; 19/04/2011 - Emelec 1 x 1 Inter; 17/02/2015 - The Strongest 3 x 1 Inter; 06/03/2019 - Palestino 0 x 1 Inter; 04/02/2020 - Universid de Chile 0 x 0 Inter; 20/04/2020 Always Ready x Inter. Inter em estreias na Libertadores fora de casa: 9 jogos; 1 vitória; 5 empates; 3 derrotas; 10 gols pró; 14 gols contra; 29,62% de aproveitamento. Fonte: GZH
- Com Michel e Léo Gomes, Conmebol divulga 50 inscritos do Grêmio na Sul-Americana
O Grêmio enviou a lista de inscritos na Copa Sul-Americana para a Conmebol nesta segunda-feira. A entidade publicou no seu site os 50 jogadores aptos a disputar a competição, que inicia na próxima quinta para o Tricolor, contra o La Equidad, às 19h15, na Arena. O lateral Leonardo Gomes e o volante Michel, ainda não utilizados em 2021, estão entre os regularizados na competição. Leo Gomes não atua desde setembro de 2019, quando sofreu uma lesão no ligamento cruzado posterior do joelho direito. Durante a recuperação, ele teve também uma fratura na patela, o que complicou o retorno. Deve voltar aos trabalhos com bola em breve. Já Michel esteve emprestado ao Fortaleza em 2020 e sofreu uma lesão. Fez a recuperação no Grêmio e agora participa normalmente das atividades. Como ocorreu já na inscrição para as fases preliminares da Libertadores, diversos jovens estão destacados, como o meia Bitello e o atacante Vini Paulista, além de nomes já mais utilizados, como Pedro Lucas, Ricardinho e Victor Bobsin. Alguns atletas antes considerados negociáveis, como o goleiro Paulo Victor e o atacante Everton, também estão entre as alternativas para a competição. Confira a lista de inscritos Goleiros: Brenno, Paulo Victor, Adriel, Gabriel Chapecó e Felipe Laterais: Vanderson, Rafinha, Diogo Barbosa, Cortez, Victor Ferraz, Guilherme Guedes, Leo Gomes e Felipe Zagueiros: Geromel, Kannemann, Ruan, Rodrigues, Paulo Miranda, Emanuel e Heitor Volantes: Maicon, Matheus Henrique, Thiago Santos, Lucas Silva, Darlan, Michel, Victor Bobsin, Varela, Fernando Henrique, Mateus Sarará e Vitinho Meias: Jean Pyerre, Pinares, Alisson, Pedro Lucas, Rildo e Bitello Atacantes: Diego Souza, Pepê, Ferreira, Churín, Guilherme Azevedo, Luiz Fernando, Elias, Léo Chú, Ricardinho, Léo Pereira, Thayllon, Vini Paulista e Everton Fonte: ge
- Agronegócio do Brasil bate recorde nas exportações e arrecada mais de 11 bilhões de dólares em março
As exportações do agronegócio do país superaram o valor de US 11,5 bilhões no mês de março. É a primeira vez que as vendas no mercado internacional superam a marca da US 10 bi no mês, desde 1997. Em comparação com o mesmo período de 2020, as exportações de produtos agropecuários tiveram alta de quase 30%. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento. A soja foi o produto que teve o melhor desempenho nas vendas do mês, com arrecadação superior a US 1,6 bi no mercado internacional. A venda de carnes no exterior também superou US 1,6 bi, alta de 16%, em comparação ao ano passado. Apenas as carnes bovinas lucraram mais de US 710 milhões, em março. A China foi o país que mais comprou carnes do Brasil, no mês passado. A venda do açúcar brasileiro no mercado internacional teve aumento de quase 40%, em março, gerando mais de US 630 milhões de receitas. O valor representa cerca de 50% de alta nas vendas, em comparação a março de 2020. Por outro lado, as importações do agronegócio brasileiro tiveram aumento de 4,5%, passando de US 1,2 bi, gastos em março de 2020, para US 1,3 bi este ano. No mercado interno, a saca de 50 kg do açúcar cristal acumula alta de quase 4%, em abril, sendo comercializada a pouco mais de R$ 108. Já a arroba do boi gordo registra queda no preço de 1% nos últimos 30 dias sendo vendida em São Paulo por R$ 312.
- Ministério da Economia anuncia salário mínimo de R$ 1.147 em 2022
O Ministério da Economia anunciou que o salário mínimo de 2022 será de R$ 1.147, acima do valor atual de R$ 1.100, representando uma alta de 4,27%. O reajuste, no entanto, não terá aumento acima da inflação, apenas seguirá a projeção de 4,3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Até 2019, o reajuste do salário mínimo seguia uma fórmula que previa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás somado à inflação oficial do ano anterior. Desde 2020, porém, o reajuste passou a seguir apenas a reposição do INPC. O valor do salário mínimo estabelecido para 2022 ainda pode sofrer alterações. Neste ano, essa quantia deveria ser de R$ 1.102, após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor encerrar 2020 em 5,45%, mas o governo ainda não incorporou a diferença de R$ 2. Caso isso não ocorra até o fim de 2021, ele será incorporado ao montante de 2022. Segundo a pasta, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 315 milhões no orçamento. Como haverá um aumento de R$ 47 no próximo ano, a despesa extra calculada chega a quase R$ 15 bilhões.
- Secretaria da Saúde do RS e Exército distribuem nova remessa de medicamentos do kit intubação
A Secretaria da Saúde (SES) e o Exército farão a entrega, na terça-feira (20/4), de quase 124 mil medicamentos do kit intubação a 62 hospitais em 47 municípios do Rio Grande do Sul. Os bloqueadores neuromusculares, relaxantes musculares e sedativos são utilizados no procedimento de intubação em pacientes com dificuldades respiratórias e foram enviados pelo Ministério da Saúde a partir de uma doação da Vale S.A. Os medicamentos chegaram ao Estado no sábado (17/4) e foram armazenados no 3º Batalhão de Suprimento, em Nova Santa Rita, onde estão sendo separados por hospitais. O 3º Grupamento Logístico realizará a distribuição. O lote é formado por fentanila (1.910 ampolas), propofol (22.620 ampolas), midazolam (77.850 ampolas) e besilato de cisatracúrio (21.450 ampolas), totalizando 123.830 unidades. A quantidade será suficiente para manter os estoques de fentanila de 11 hospitais para até um dia; de propofol de 42 hospitais para até seis dias; de midazolam de 45 hospitais para até dois dias; e de cisatracúrio de 32 hospitais para até sete dias. A lista de hospitais contemplados está em definição pela equipe técnica do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da Secretaria da Saúde. O rateio é realizado com base em dados de estoque e consumo informados pelos próprios hospitais. A diretora Lisiane Fagundes explica que são utilizadas as informações mais recentes possíveis nos cálculos que definem quanto cada hospital receberá. Já foram entregues aos hospitais gaúchos cerca de 470 mil unidades de medicamentos, adquiridos pelo Ministério da Saúde e pelo governo do Estado, desde o início da pandemia. A remessa a ser entregue nesta terça-feira (20) será a maior entrega desses medicamentos já realizada pela pela SES. A responsabilidade pela compra desses medicamentos é das instituições hospitalares, não fazendo parte da rotina da Assistência Farmacêutica do Estado. No entanto, frente à dificuldade de aquisição no país e ao aumento da demanda desde o ano passado, o governo do Estado e o Ministério da Saúde se articularam para comprá-los excepcionalmente e distribuí-los às instituições com estoques críticos e que prestam atendimento pelo SUS. A SES realiza, com hospitais e pronto atendimentos, um levantamento semanal do estoque dos 22 medicamentos para intubação. A ação de rotina visa acompanhar a quantidade de cada um na rede hospitalar, que sofre escassez desde julho do ano passado, em decorrência da pandemia de Covid-19. Já foram adquiridos medicamentos no mercado nacional e internacional, tanto pelo Ministério da Saúde quanto pelo Estado. Fonte: Imprensa RS
- Após uma semana, vacinação contra gripe atinge 1,8% do público-alvo
Uma semana depois do início da campanha nacional de vacinação contra a gripe, foram aplicadas até agora 1,4 milhão de doses. Isso representa 1,8% do público-alvo definido, que abarca 79,7 milhões de pessoas. Dividida em três etapas, a campanha começou no dia 12 deste mês e vai até 9 de julho. As informações são disponibilizadas em um painel próprio do Ministério da Saúde, que pode ser acessado por meio do site da pasta. Até agora, a região que mais vacinou foi o Sudeste, com 607 mil doses aplicadas. Aparecem em seguida, as regiões Sul (383 mil), Nordeste (275,6 mil), Centro-Oeste (121,3 mil) e Norte (50 mil). O ranking dos estados que mais aplicaram vacinas é liderado por São Paulo (364,2 mil), Minas Gerais (198,2 mil), Paraná (158,2 mil) e Rio Grande do Sul (144,9 mil). Quando considerada a cobertura vacinal – que toma a vacinação pela população – os estados com os maiores índices são Paraná (3,5%), Santa Catarina (2,9%), Rio Grande do Sul (2,9%), Espírito Santo (2,8%) e Mato Grosso do Sul (2,6%). Entre os grupos prioritários, as crianças receberam 981,9 mil doses, os trabalhadores da saúde, 259,8 mil, e as gestantes, 142,1 mil. Grupos prioritários Os grupos são organizados para vacinação em três etapas, e os dias de mobilização, chamados de dias D, definidos em cada município pela Secretaria de Saúde local. Os grupos prioritários são: de 12 de abril até 10 de maio Crianças de 6 meses a menores de 6 anos; Gestantes; Puérperas; Povos indígenas; Trabalhadores de saúde; de 11 de maio até 8 de junho Pessoas com 60 anos ou mais; Professores; de 9 de junho até 9 de julho Portadores de doenças crônicas não transmissíveis; Pessoas com deficiência permanente; Forças de segurança, de salvamento e armadas; Caminhoneiros; Trabalhadores do transporte coletivo de passageiros; Funcionários trabalhando em prisões e unidades de internação; Adolescentes cumprindo medidas socioeducativas em unidades de internação; População privada de liberdade. Covid-19 O Ministério da Saúde não recomenda que sejam aplicadas conjuntamente as vacinas contra a covid-19 e contra a influenza. A pasta recomenda que as pessoas que estiverem nos grupos prioritários procurem se vacinar antes contra a covid-19. Segundo especialistas, é aconselhável uma diferença de pelo menos 14 dias entre uma vacina e outra. Em Getúlio Vargas, a vacinação contra a influenza acontece nas UBS's São José e Navegantes, das 7h30 às 11h e das 13h às 16h. Fonte: Agência Brasil
- Governo destinará até R$ 15 bi para relançar BEm e Pronampe
O governo pretende destinar até R$ 15 bilhões para ajudar micro e pequenas empresas afetadas pela retomada da pandemia de covid-19, anunciou o Ministério da Economia. A pasta aguarda a aprovação de projeto que flexibiliza a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que foi aprovado na segunda-feira (19). Dos R$ 15 bilhões, R$ 10 bilhões iriam para o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que complementa a renda de empregados de empresas que reduzem jornadas ou suspendem contratos de trabalho em função da pandemia. Os R$ 5 bilhões restantes iriam para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que financia pequenos negócios com juros baixos e regras simplificadas. O projeto que altera a LDO de 2021 retira um dispositivo que obrigaria o governo a compensar os dois programas temporários com corte de despesas em outras áreas ou com aumento de tributos e de outras fontes de receita. As medidas de ajuda aos negócios de menor porte têm sido uma das reivindicações dos setores mais atingidos pela segunda onda da pandemia de covid-19. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 91% das empresas do segmento não conseguiram pagar integralmente as folhas salariais em abril. Fonte: Agência Brasil
- Brasil suspende a taxa para importar milho, soja, farelo e óleo de soja
O Gecex (Comitê-Executivo de Gestão) da Camex (Câmara de Comércio Exterior) suspendeu novamente a alíquota do imposto de importação aplicado às importações de milho, soja, óleo de soja e farelo de soja. A medida entra em vigor sete dias após a publicação de resolução Gecex e termina em 31 de dezembro de 2021. Em outubro do ano passado, a Camex já tinha autorizado a suspensão do imposto de importação para o milho até 31 de março de 2021 e da soja, do óleo em bruto e da farinha e pellets até 15 de janeiro de 2021. A expectativa naquele momento era de que haveria estabilização nas cotações externas e a safra de grãos, em 2021, teria uma produção suficiente, de modo a reequilibrar a relação de preços com as proteínas animais, reduzindo a pressão de custos para as indústrias integradoras. Porém, as cotações internacionais tiveram comportamento de alta, pressionando ainda mais os preços internos. Além do cenário de preços não ter se confirmado, apesar da safra recorde de 109 milhões de toneladas de milho e 135,5 milhões de toneladas de soja, os preços internos seguiram em alta em virtude da forte demanda externa e da manutenção da desvalorização do real frente ao dólar. O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, responsável por definir alíquotas dos impostos de importação e exportação, fixar medidas de defesa comercial, internalizar regras de origem de acordos comerciais, entre outras atribuições. Segundo o Decreto 10.044/2019, o Gecex é integrado pela Presidência da República, pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Exportações As exportações do agronegócio brasileiro atingiram o valor recorde para o mês de março, alcançando US$ 11,57 bilhões. A cifra nunca havia ultrapassado US$ 10 bilhões para os meses de março, em toda a série histórica desde 1997. O valor é 28,6% superior aos US$ 9,0 bilhões no mesmo período de 2020. Um dos motivos que explicam o bom desempenho do agronegócio é o aumento dos preços dos produtos exportados, que registraram alta de 8,7% na comparação com março de 2020. A quantidade vendida ao exterior registrou aumento de 18,3%. O complexo soja foi o setor de maior destaque, com aumento nas exportações absolutas de US$ 1,66 bilhão. As condições climáticas da safra 2020/2021, que geraram atrasos na colheita do primeiro bimestre de 2021, em função do excesso de chuvas, concentraram os embarques da soja em grãos para março. O setor de carnes também bateu recorde de exportações, ao totalizar US$ 1,60 bilhão, alta de 16,1%. A China foi o principal país responsável pelo aumento das exportações de carne bovina e carne suína do Brasil. Apesar do recorde das exportações do agronegócio em março, houve também forte elevação dos valores demais produtos (+37,6%), fato que explica a queda da participação do agronegócio de 49,1% para 47,4% no total do mês. As importações do agronegócio também aumentaram, passando de US$ 1,28 bilhão em março de 2020 para US$ 1,34 bilhão, o que representa elevação percentual de 4,5%. As informações são do Ministério da Agricultura. Fonte: O Sul
- RS tem 405 municípios infestados pelo Aedes aegypti
Além da dengue, mosquito também é transmissor da zika e febre chikungunya Dos 497 municípios do Estado do Rio Grande do Sul, 405 estão infestados pelo mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças como dengue, chikungunya e zika vírus. Os dados são do último boletim epidemiológico emitido pela Secretaria Estadual da Saúde. Nas últimas semanas, o número de confirmações de doenças transmitidas pelo mosquito deixou o Estado do Rio Grande do Sul em alerta. Além de duas mortes por dengue confirmadas, uma em Santa Cruz do Sul e outra em Erechim, também existe um surto de chikungunya em São Nicolau onde já foram confirmados 30 casos da doença. Um dos motivos para o aumento da presença do mosquito é a sazonalidade. A circulação do inseto costuma aumentar nos meses de outubro a abril, mas este pode não ser o único motivo. De acordo com a Coordenadora do Programa Estadual de Vigilância e Controle do Aedes do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Estado, Carmen Gomes, a pandemia também pode ter contribuído para maior circulação do mosquito. "Há dois anos vivemos uma pandemia e ela influencia no trabalho dos agentes de controle de endemia dos municípios. Alguns foram afastados por estarem doentes, outros municípios optaram por manter o distanciamento e tiraram as equipes das ruas e também há casos que os profissionais foram direcionados para ajudar no combate à pandemia." Em Porto Alegre, só na última semana, foram capturadas 444 fêmeas do Aedes aegypti, que são as transmissoras das doenças. De acordo com a vigilância sanitária, a aplicação de inseticidas só é realizada a partir da confirmação de casos de dengue ou da notificação de casos suspeitos de zika e chikungunya. Para ajudar na eliminação do Aedes aegypti, além de acabar com locais de água parada, que é onde a fêmea do mosquito deposita seus ovos, é necessário que os recipientes sejam higienizados, já que os ovos podem ficar cerca de um ano no mesmo local e eclodir quando houver contato com a água novamente. Na semana epidemiológica 14, que compreende o período de 4 a 10 de abril de 2021, o Rio Grande do Sul tinha a confirmação de 1.444 casos de dengue, sendo que 1.400 são autóctones. Fonte: GZH



















