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  • Secretaria da Saúde gaúcha autoriza segunda dose com Pfizer para quem tomou primeira com Astrazeneca

    A Secretaria da Saúde (SES) autorizou, nesta terça-feira (26/10), que pessoas vacinadas com primeira dose de Astrazeneca e que estejam com a segunda em atraso, mais do que oito semanas de intervalo, possam receber a segunda dose com a vacina da Pfizer. A demanda surgiu em virtude do desabastecimento da Astrazeneca registrado em algumas cidades. O assunto foi pauta de reunião extraordinária da SES com representantes das secretarias municipais de saúde. A chefe da divisão de vigilância epidemiológica da SES, Tani Ranieri, ressalta que esse tipo de intercambialidade tem segurança comprovada por evidências científicas. “Estudos em vários países mostram que há uma boa resposta imunológica para essa troca. O importante, agora, é que as pessoas não deixem de completar o esquema com a segunda dose e possam garantir uma maior proteção contra a Covid-19”, afirma. O presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS), Maicon Lemos, destaca o apoio da entidade à decisão. “É uma medida que responde aos anseios de muitos municípios. Até agora, 121 cidades já haviam nos relatado a falta de Astrazeneca para a segunda dose da população, mas sabemos que esse número tende a aumentar nos próximos dias”, acrescenta. Em virtude da falta da vacina, a SES já havia encaminhado nesta segunda-feira (25/10) ao Ministério da Saúde um ofício solicitando mais 75 mil doses de Astrazeneca. A previsão é que esse lote seja recebido no Estado entre o fim desta semana e o início da próxima. Além disso, nesta terça (26) a secretaria realizou a distribuição de 450 mil doses de Pfizer a todos os municípios. Clique aqui e acesse o Informe Técnico 17/2021. Fonte: Ascom SES

  • Câmara aprova criação do vale-gás para famílias mais pobres. Veja quem poderá receber o benefício

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por votação simbólica, o projeto que cria um vale para a compra do gás de cozinha aos mais pobres. Agora, o texto segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. O preço médio do botijão de gás de cozinha no Brasil está em R$ 101,96, segundo a Agência Nacional do Petróle, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Muitas famílias de baixa renda não têm recursos para comprar esse item essencial e se arriscam cozinhando com fogões improvisados a lenha e álcool. Como o programa vai funcionar? O novo auxílio, batizado de Programa Gás para os Brasileiros, bancará pelo menos 50% do valor do botijão de 13 quilos. O benefício será concedido a cada dois meses e poderá chegar, em alguns casos, a 100%. De acordo com o projeto, o programa vai vigorar por cinco anos, e pode custar R$ 6 bilhões por ano, segundo integrantes da equipe econômica. Segundo estimativas do Congresso, a medida poderá beneficiar 20 milhões de famílias, que ganharão uma ajuda do governo federal a cada dois meses. Governo quer custear benefício com PEC dos precatórios Auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, têm dito que a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que muda os precatórios e o teto de gastos pode abrir o espaço no Orçamento necessário para um programa de vale-gás. A PEC muda o pagamento dos precatórios (despesas da União decorrentes de decisões judiciais) e altera a regra que impede o crescimento das despesas da União acima da inflação, o teto de gastos. De autoria da Câmara, o texto do projeto que cria o vale-gás havia sido alterado pelo Senado. Na segunda análise de deputados, houve novos ajustes ao projeto. Parlamentares mantiveram alguns pontos incluídos pelo Senado no projeto, como a previsão de uso de recursos de dividendos pagos pela Petrobras à União para bancar o programa. O relator, deputado Christino Aureo (PP-RJ), ainda retomou outra fonte de custeio que havia sido excluída pelos senadores: a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-combustíveis). Fonte: O Globo

  • Governo do RS decide tornar obrigatório retorno presencial às escolas

    O governo do Rio Grande do Sul definiu, nesta quarta-feira (27), tornar obrigatório o retorno às aulas presenciais na educação básica — porém, não estipulou a partir de quando. A medida é válida para os estudantes da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio de todas as redes de ensino: estadual, municipal e instituições privadas. O Gabinete de Crise acata, assim, a um pedido da Secretaria Estadual da Educação (Seduc). Para o governador Eduardo Leite (PSDB), com os indicadores da pandemia estáveis, ou até caindo, e com a vacinação em ritmo acelerado, é possível tomar esta decisão. "As crianças e adolescentes não estão isolados em casa. Estão interagindo e participando da sociedade. Portanto, não adianta apenas restringir a interação deles na escola. A escola é onde muitos têm acesso à alimentação e onde o processo de aprendizagem é mais efetivo. Neste momento, os efeitos colaterais de termos um ensino fragilizado são mais graves do que a própria doença", disse em reunião com os demais setores do governo. O Gabinete de Crise observa, contudo, que as atividades presenciais estão liberadas desde que sejam garantidos os protocolos sanitários vigentes. Em casos excepcionais, como condições médicas específicas e comorbidades, será autorizada a continuidade das atividades escolares do estudante em regime remoto. "A escola não é foco de contaminação. Ela reflete a condição da comunidade em que está inserida. Precisamos desse retorno pela questão pedagógica, cada dia é importante para os estudantes. Quanto mais tempo sem a escola, mais difícil é trazer os jovens de volta", disse a secretária da Educação, Raquel Teixeira. O CPERS, porém, contesta a decisão. A presidente Helenir Aguiar Schürer diz que as instituições ainda não têm condições de cumprir todos os protocolos sanitários. "Muros caindo, goteiras, rachaduras nas paredes, fiação elétrica comprometida e falta de pia para a lavagem das mãos, são apenas algumas situações que terão de ser enfrentadas pelos educadores na volta tão desejada por Leite", critica. O sindicato também alerta sobre a faixa etária abaixo de 12 anos, que ainda não é contemplada pela vacinação, e estaria mais exposta ao contágio. Para o CPERS, o retorno presencial quase no final do ano letivo sem investimentos é "no mínimo uma atitude irresponsável". "A obrigação do retorno presencial mediante o sucateamento das escolas e a falta de RH, expõe estudantes, educadores, funcionários e comunidade ao iminente risco de contaminação pelo coronavírus", afirma. Conforme o governo estadual, a decisão atende a um anseio de entidades educacionais e a uma sugestão do Ministério Público para tentar reduzir os efeitos da pandemia na educação. Em reunião com o órgão, foi pontuada a importância e o compromisso para que todas as crianças e jovens voltem a frequentar a escola de maneira presencial. Os detalhes ainda serão publicados em decreto. Arquibancadas liberadas parcialmente O governo também decidiu atender ao pedido dos clubes de futebol da Capital – Grêmio e Inter –, para abertura das arquibancadas, sem demarcação de assentos, onde as torcidas organizadas costumam torcer em pé. Segundo o governo, é possível atender à solicitação na Arena e no Beira-Rio, em caráter experimental. A autorização, apesar de excepcional, será informada aos dois clubes e passa a valer de forma imediata. Já o limite de 30% de ocupação dos estádios – que é o protocolo vigente para competições esportivas com mais de 2,5 mil pessoas – segue sem alteração. Fonte: G1/RS

  • RS recebe 75 mil doses de Astrazeneca nesta quinta-feira (28)

    A Secretaria da Saúde (SES) receberá nesta quinta-feira (28/10) lote com 75 mil doses da vacina da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz contra o coronavírus. O envio atende a uma demanda solicitada pelo Estado em ofício ao Ministério da Saúde na segunda-feira (25/10) após alguns municípios terem relatado falta do insumo para aplicação de segundas doses. Esse desabastecimento fez com que a SES autorizasse que pessoas vacinadas com primeira dose de Astrazeneca e que estejam com a segunda em atraso, mais do que oito semanas de intervalo, possam receber a segunda dose com a vacina da Pfizer. O assunto foi pauta de reunião extraordinária da SES com representantes das secretarias municipais de saúde na terça-feira (26/10). No dia 19 de outubro, já havia sido aprovado no Rio Grande do Sul a redução no intervalo entre as duas doses da Astrazeneca, de 12 para oito semanas. Em setembro, o Estado havia recebido 534 mil doses da vacina da Oxford, enquanto em outubro essa quantidade foi de 329 mil até este momento. A distribuição desse lote está prevista para ocorrer na próxima semana. Na terça-feira (26/10), a secretaria realizou a distribuição de 450 mil doses de Pfizer a todos os municípios. Novo lote com 29.250 doses de Pfizer foi recebido nesta quarta-feira (27/10), que também deverá chegar aos municípios na próxima semana. Fonte: Ascom SES

  • OLHO VIVO | 27/10/2021 | 8ª Conferência Municipal de Saúde de Getúlio Vargas

    Acontece nesta quarta-feira (27), a 8ª edição da Conferência Municipal de Saúde de Getúlio Vargas. O evento acontecerá às 13h30, no Salão de Atos da Prefeitura de Getúlio Vargas, com a palestra Melhorias para o Plano Municipal da Saúde 2022/2025, Mediante Necessidade da População. O evento é aberto à toda a população.

  • Programa garantirá bolsas estudantis, absorventes e celulares para alunos da rede estadual gaúcha

    O ensino público estadual gaúcho começa a viver um novo tempo. Após anunciar, na semana passada, investimento de R$ 1,2 bilhão em obras e ações com o Avançar na Educação, o governo do Estado lançou, nesta terça-feira (26/10), um programa estratégico com foco na permanência digna dos estudantes nas escolas, que busca, principalmente, contornar as dificuldades estruturais aguçadas pela pandemia. O Todo Jovem na Escola reúne bolsas para alunos do Ensino Médio, distribuição gratuita de absorventes para jovens em situação de vulnerabilidade, celulares para acesso a atividades remotas e uma pesquisa com alunos para estruturar o 4º ano do Ensino Médio. Confira o lançamento do programa, disponível no YouTube. “A pandemia nos distanciou e distanciou as crianças e os jovens da escola. Estamos trabalhando para fazer a recuperação rápida e urgente desse aprendizado que a pandemia limitou neste processo. Não podemos permitir o enfraquecimento do vínculo escolar e o aumento da vulnerabilidade social dos nossos jovens. Com dificuldades de renda familiar, muitos estudantes se lançam precocemente ao mercado de trabalho e abandonam a escola. Assim, não há futuro possível”, afirmou o governador Eduardo Leite. A bolsa estudantil, com pagamento mensal de R$ 150, tem o objetivo de apoiar a permanência dos estudantes na escola e a conclusão do Ensino Médio pelos jovens gaúchos. Para isso, contempla ações para prevenção ao abandono e a evasão escolar, proporcionar meios para a conclusão do Ensino Médio, além de estimular a recuperação e o aprofundamento da aprendizagem. “Essa bolsa estudantil, com recursos do Tesouro, dentro do Avançar na Educação, vem na forma de estímulo, para chamar os estudantes de volta à sala de aula, pois, além de recursos financeiros, de dinheiro no Cartão Cidadão da família por aluno, é necessário presença, participação e uma frequência de 80% nas aulas”, completou o governador No total, 79,7 mil estudantes do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio, com idade entre 15 e 21 anos, poderão ser beneficiados com a bolsa. Requisitos para o estudante receber a bolsa: Atender aos critérios de renda do CadÚnico Ter Cartão Cidadão Estar regularmente matriculado no Ensino Médio da rede estadual de ensino Engajamento estudantil mensal de 80% ou mais nas atividades escolares Participação regular em avaliações e ações promovidas pela Secretaria da Educação “Pela primeira vez, foi mensurada ao final de nove anos do Ensino Fundamental, que as crianças menos favorecidas têm 7.124 horas a menos de exposição às aprendizagens do que as mais ricas. Não podemos aceitar isso. A rede pública tem a mesma qualidade da rede privada. Por isso, estamos fazendo projetos, já anunciados no Avançar na Educação e alguns outros hoje detalhados, para que o RS seja exemplo e enfrente o mais rápido possível essa diferença brutal e cruel”, afirmou a secretária da Educação, Raquel Teixeira. O Avançar na Educação contempla um plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão na educação estadual até 2022, com recursos apenas do Tesouro do Estado, entre obras, tecnologia, capacitação e programas para melhorar a aprendizagem. É o maior investimento na educação estadual gaúcha dos últimos 15 anos. O primeiro pagamento da bolsa estudantil está previsto para dezembro deste ano – contando com a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa –, com as bolsas retroativas aos meses de outubro e novembro (portanto, R$ 300) e o pagamento de dezembro será feito no início de janeiro de 2022. Desde que o estudante cumpra os requisitos de frequência nestes meses de outubro e novembro. O investimento total previsto é de R$ 180 milhões até o final de 2022. Datas previstas: Em novembro: um call center será disponibilizado para dúvidas sobre o programa e o Cartão Cidadão. A partir de 16/11: cartões poderão ser retirados em determinadas agências do Banrisul na capital e no interior ou em locais que serão indicados no site www.devolveicms.rs.gov.br. 26/11: os cartões seguirão disponíveis por seis meses para os titulares após essa data. Em dezembro: o primeiro e o segundo créditos de R$ 150 cada (relativos a outubro e novembro, portanto R$ 300) nos cartões deverão ser efetuados. Entre os estudantes convidados a participar dos anúncios desta terça-feira, Cibele Aquino Vargas, aluna do 2º ano da Escola Estadual de Educação Básica (EEEB) Apeles, de Porto Alegre, falou sobre a importância de um incentivo financeiro neste momento em que ainda enfrentamos a pandemia. “Essa volta está sendo muito complicada para todo mundo. Ainda tem muita gente com medo da pandemia, que tem idosos em casa, então, é difícil voltar (ao presencial). Sem contar que muitos têm de trabalhar para ajudar a família, seja porque alguém morreu ou perdeu o emprego. Na minha turma, seis voltaram ao presencial e seis estão no formato on-line. Isso deve ser a metade da turma. O resto não voltou mais. Por isso, essa bolsa com certeza vai ajudar muitas pessoas a voltarem a estudar”, afirmou Cibele. Combate à pobreza menstrual na escola Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), uma em cada 10 pessoas que menstruam no mundo deixam de ir à escola durante o período menstrual. No Brasil, uma em cada quatro faltam à escola quando menstruam. Com o objetivo de reduzir o impacto da pobreza menstrual na frequência estudantil de jovens em situação de vulnerabilidade social, o Estado está lançando o programa Livre para Aprender, que vai garantir a distribuição gratuita de absorventes íntimos para estudantes de 12 a 20 anos que estejam matriculados na rede pública estadual de ensino. A ação beneficiará mais de 53 mil estudantes em situação de vulnerabilidade social, cujas famílias estão cadastradas no programa Bolsa Família. Para isso, o investimento previsto de R$ 8 milhões contempla os meses restantes de 2021 e o ano de 2022. O recurso será repassado a 2.376 escolas, que deverão fazer a aquisição dos absorventes higiênicos e distribuí-los. O Livre para Aprender, portanto, é uma iniciativa que visa à promoção do bem-estar dos estudantes, prevenção do absenteísmo e prejuízos à aprendizagem e ao rendimento escolar por motivos relacionados à pobreza menstrual. Durante o evento, o governador e o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior, assinaram o decreto que altera a regra sobre a autonomia financeira nos estabelecimentos de ensino da rede pública estadual, para incluir a compra de absorventes íntimos as estudantes enquadrados nos requisitos do programa. Distribuição de 6 mil celulares para estudantes Uma parceria entre a Secretaria da Educação (Seduc) e a Receita Federal resultará na entrega de 6.065 celulares para estudantes da rede estadual de educação para a realização de atividades educacionais remotas. Os beneficiados deverão ser registrados no CadÚnico e receberão aparelhos e carregadores. Para a distribuição da rede foi utilizado o critério do Departamento de Economia e Estatística (DEE/SPGG) do Índice de Prontidão à utilização de Recursos Educacionais Digitais. Desse índice, foram selecionadas escolas de preparação baixa e básica para o uso de recursos educacionais digitais de anos finais dos municípios do RS Seguro. Pesquisa de interesse sobre o 4º ano do Ensino Médio Para embasar a estruturação e para que seja possível identificar a demanda para o 4º ano do Ensino Médio, previsto para ser implementado em 2022, a Seduc realizará uma pesquisa com os cerca de 73 mil estudantes do 3º ano do Ensino Médio da rede estadual. “O investimento previsto para o 4º ano opcional, que, na verdade, não é um ano regular, é um reforço, será de R$ 20 milhões. Por isso, a gente tem de ter certeza de que tem demanda, tem alunos que querem fazer. Dessa forma, lançamos a pesquisa para ouvir do aluno o que ele quer, se é se preparar para a universidade ou para o mundo do trabalho, se pode vir presencial ou se prefere em módulos. Será basicamente um curso que vai fortalecer língua portuguesa, matemática, informática, inglês e projeto de vida. Esse é o perfil do egresso que os empresários desejam, segundo pesquisa que nós fizemos aqui. Então, é muito importante que todos acessem a pesquisa e respondam, para nortearmos os rumos da Seduc”, afirmou a secretária Raquel. No formulário, estarão questionamentos voltados aos estudantes, como número de horas semanais que pretende reservar ao projeto, formato de preferência (híbrido, presencial ou remoto), componentes que quer que sejam abordados nas aulas, entre outras. O formulário será enviado para o e-mail @educar do aluno e ficará disponível entre 27 de outubro e 10 de novembro. “Esses R$ 20 milhões previstos para a implementação do 4º ano do Ensino Médio serão investidos com recursos exclusivos do Tesouro do Estado, porque não se trata de um curso regular, portanto, não podemos usar recursos do Fundeb. É um esforço do nosso governo para oferecer conteúdos de reforço para dar segurança aos estudantes gaúchos para estruturarem o seu futuro, seja na universidade, no mercado de trabalho ou onde quiserem”, concluiu o governador. Clique aqui e acesse apresentação do programa.

  • Prefeitura de Erebango realiza reunião para discutir incentivo à educação fiscal e recursos públicos

    O município de Erebango realizou na segunda-feira (25), uma reunião sobre a implementação e sensibilização referente ao Programa de Integração Tributária - PIT, Educação Fiscal e Cidadania e Nota Fiscal Gaúcha. O projeto será desenvolvido por meio da Secretaria de Educação, junto às escolas locais, e coordenado pelas Secretarias da Educação e Fazenda. Os trabalhos devem envolver todos os funcionários e professores municipais. Na ocasião, o prefeito, Valmor José Tomelero comentou sobre a importância desses trabalhos para o desenvolvimento do município e o empenho de toda a equipe para a realização dos trabalhos com os alunos. Ele agradeceu, ainda, a dedicação de todos os educadores. A assessora da Secretaria de Educação, Marli Bolsonello, explanou sobre as ações que serão trabalhadas, por meio de uma disciplina semanal que será ministrada pelos professores, destacando a importância dos recursos públicos, de sua arrecadação e aplicação. Campanha Outro ponto abordado no encontro, se referiu a uma campanha de adesão dos contribuintes no Programa da Nota Fiscal Gaúcha. Atualmente, Erebango tem apenas 7% da população cadastrada nesta campanha. O propósito é possibilitar maior transparência aos contribuintes e orientá-los sobre a inclusão do CPF nas compras. Além de estarem exercendo o seu papel de cidadão, ainda podem concorrer a prêmios a nível estadual e municipal. Esse gesto contribui, diretamente na arrecadação do ICMS. Também participaram da reunião, o assessor jurídico da Prefeitura de Erebango, Ronaldo Beledelli Pellin, o assessor em Gestão Pública, Osmar Kuhn e profissionais da pasta de Educação.

  • Confira como será a vacinação nesta quarta-feira (27) na região

    Nesta quarta-feira (27) tem vacinação contra a Covid-19 nos municípios da microrregião de Getúlio Vargas. Confira mais informações abaixo: Em Sertão Aplicação de 2ª dose da Pfizer, para quem recebeu a 1ª dose nos dias 24 e 27 de agosto. A vacinação acontece no Posto de Saúde do município, das 13h30 às 16h. É preciso levar CPF, Cartão do SUS e Carteirinha de Vacinação. Em Erebango Nesta quarta, a aplicação é de 2ª dose da CoronaVac. A vacinação acontece na UBS do município, a partir das 13h às 16h. Após esse horário, é preciso agendar pelo telefone 3339-1004. Em Getúlio Vargas Tem aplicação de 2ª dose da Pfizer nesta quarta, para quem recebeu a 1ª dose nos dias 20, 24 e 26 de agosto e para todas as pessoas que estão com a 2ª dose, desta fabricante, em atraso. A vacinação acontece na UBS Central, das 7h30 às 11h e das 13h às 16h.

  • Grupo de falsos policias mata dois em Erechim na noite desta terça-feira (26)

    Na noite desta terça-feira (26), por volta das 22h, dois homens foram mortos a tiros após um grupo de cinco homens encapuzados, que se identificaram como policiais, invadirem uma residência na rua Abílio Lotário Machry, no Bairro Novo Atlântico, na cidade de Erechim, a cerca de 30km de Getúlio Vargas. Uma das vítimas morreu no local e outra quando recebida atendimento médico no Hospital Santa Terezinha. Ismael Gevisnki, de 27 anos, morreu no local da ocorrência, antes de receber socorro. Renan Fagundes, que não teve a idade revelada, foi alvejado na cabeça por pelo menos um dos disparos e socorrido, mas morreu no hospital, momentos depois de dar entrada para atendimento médico. O terceiro homem ferido também teria sido alvejado, mas acabou sofrendo fratura exposta em uma perna e braço depois de sair por uma janela do segundo andar da casa para fugir dos agressores. O nome do sobrevivente não foi confirmado pela polícia. Ele está internado para tratamento. A polícia apurou que outros dois adultos e uma criança conseguiram sair da casa, também por janelas do segundo piso e sofreram pequenos ferimentos, mas sem ser atingidos pelos disparos. Os agressores teriam chegado e pedido pelos nomes de pelo menos duas das vítimas, que foram atingidas quando já estavam na área, na frente da casa, atendendo os supostos “policiais” que passaram a atirar. Com informações de AU Online

  • Secretaria da Saúde gaúcha autoriza segunda dose com Pfizer para quem tomou primeira com AstraZeneca

    A Secretaria da Saúde (SES) autorizou nesta terça-feira (26/10) que pessoas vacinadas com primeira dose de AstraZeneca e que estejam com a segunda em atraso, mais do que oito semanas de intervalo, possam receber a segunda dose com a vacina da Pfizer. A demanda surgiu em virtude do desabastecimento da AstraZeneca reportado por algumas cidades. O assunto foi pauta de reunião extraordinária da SES com representantes das secretarias municipais de saúde. A chefe da divisão de vigilância epidemiológica da SES, Tani Ranieri, ressalta que esse tipo de intercambialidade já possui segurança comprovada por evidências científicas. “Estudos em vários países já mostram que há uma boa resposta imunológica para essa troca. O importante agora é que as pessoas não deixem de completar o esquema com a segunda dose e possam garantir uma maior proteção contra a covid-19”, afirmou. O presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do RS (Cosems/RS), Maicon Lemos, frisou ainda o apoio da entidade à decisão. “É uma medida que responde aos anseios de muitos municípios. Até agora 121 cidades já haviam nos relatado essa falta de AstraZeneca para a segunda dose da população, mas sabemos que esse número tende a aumentar nos próximos dias”, comentou. Em virtude dessa falta do insumo, a SES já havia encaminhado nesta segunda-feira (25/10) ao Ministério da Saúde um ofício solicitando mais 75 mil doses de AstraZeneca. A previsão é que esse lote seja recebido no Estado entre o final desta semana e o início da próxima. Além disso, nesta terça-feira (26/10) a secretaria realizou a distribuição de 450 mil doses de Pfizer a todos os municípios. Acesse a nota completa. Fonte: SES/RS

  • Mulher fica atolada em área de alargamento da Praia Central de Balneário Camboriú

    Uma mulher ficou atolada em uma parte da obra de alargamento da faixa de areia da Praia Central de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, nesta terça-feira (26). Segundo a prefeitura, a área era restrita e estava sinalizada, pois o trabalho de finalização não havia sido concluído. A mulher, que não se feriu, ficou presa por uma das pernas e precisou ser resgatada por um guarda-vidas. Segundo a administração municipal, o acidente é inédito. De acordo com relatos de trabalhadores, a mulher estava acompanhada de uma amiga, foi alertada sobre a permanência no local, mas teria ignorado os avisos. Ela afundou e ficou presa na areia mole por uma das pernas até a altura da cintura. Um bombeiro fez a retirada da mulher do local utilizando uma corda. Ela foi puxada por ele e chegou a se arrastada em um determinado momento para sair do local. Outra mulher também foi amparada pelos socorristas, mas segundo a administração municipal, ela não afundou como ocorreu com a amiga. Segundo a prefeitura, as mulheres estavam muito próximas do local onde os trabalhos de alargamento estão acontecendo no Pontal Norte. Equipes de segurança do consórcio que executa a obra, o efetivo do Corpo de Bombeiros e a fiscalização da prefeitura monitoram o local. Trecho interditado O trecho onde foi registrado o atolamento faz parte da área interditada pela prefeitura, que vai da Rua 4000 até pouco antes do Pontal Norte. Segundo a administração municipal, episódios de atolamento na areia podem ocorrer, caso a região seja invadida, porque a estabilização do solo ainda é feita no trecho interditado. Por conta disso, a área está demarcada e sinalizada. As invasões das áreas interditadas é recorrente, segundo a prefeitura. Mesmo com os avisos e medidas de segurança, as pessoas têm se arriscado contrariando as determinações feitas pelos órgãos responsáveis pela obra. Qual o objetivo da obra? A obra tem por objetivo passar a faixa de areia de atuais 25 metros, em média, para 70 metros. Segundo a prefeitura, o trabalho vai permitir, além da proteção da orla contra o avanço das marés, a criação de espaços privilegiados para os moradores e os visitantes. Espaços ao ar livre para esporte, lazer, uma nova ciclovia, paisagismo diferenciado, serão instalados futuramente. A obra é feita para acabar com o sombreamento da praia? Apesar de existir a expectativa de que o sombreamento seja resolvido, esse não é o objetivo da obra. Segundo Maria Heloísa Furtado Lenzi, secretária de Meio Ambiente de Balneário Camboriú, os trabalhos vão permitir a reestruturação costeira e recuperação da vegetação de restinga. Fonte: G1

  • Quase 100 mil pessoas aguardam na fila por prova prática para CNH no RS

    O número de candidatos que cumpriram as etapas anteriores e estão na fila aguardando pela realização da prova prática para retirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) não para de crescer no Estado. Segundo o Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (DetranRS), o cenário atinge cerca de 97,5 mil pessoas. Conforme a autarquia, os motivos para a formação de filas para as provas práticas vão desde aqueles que não querem fazer o exame, seja porque ainda desejam realizar mais aulas, preferem esperar passar a pandemia, ou, até mesmo, desistiram do processo por qualquer outro motivo, até o impacto provocado pela própria pandemia, que fez com que a quantidade de exames aplicados fosse drasticamente reduzidas, chegando, em alguns momentos, a 25% da quantidade usual. Por conta disso, na última sexta-feira (22), deputados estaduais e integrantes do Detran-RS participaram de uma audiência pública para minimizar os efeitos e encontrar soluções. Entre elas, o deputado Giuseppe Riesgo (Novo), proponente do encontro, se comprometeu a dialogar com a Casa Civil para a diminuir a fila de espera e valorizar a produtividade dos profissionais a partir do número de provas por mês, para que eles possam realizar um maior número de exames. Atualmente, o tempo de espera para a realização das provas práticas varia de acordo com cada Centro de Formação de Condutores (CFC), sendo em que há casos de agendamento para daqui a um mês, e outros, com datas disponíveis apenas em janeiro do ano que vem. Durante a audiência, o diretor-geral do DetranRS, Enio Bacci, estimou o período de 12 meses para a normalização da fila, vinculado à manutenção dos 40 servidores contratados de forma emergencial e a ampliação do quadro de funcionários para 60 aplicadores. Em nota à reportagem, no entanto, a autarquia afirmou não ter como mensurar qual será a estimativa de prazo para normalizar os atendimentos, uma vez que o órgão está atuando no limite da capacidade, aplicando cerca de 55.000 exames por mês. Em paralelo, o DetranRS também está desenvolvendo uma série de ações, como o Programa de Melhoria dos Exames Práticos, a realização de forças-tarefa, além da abertura de turmas extras. O órgão destaca que desde de julho deste ano, mesmo em semanas com maior aproveitamento de vagas pelos CFCs, esse índice não passa de 85%, o que indica o “desperdício” de cerca de 15% do total de vagas semanais. Fonte: Rádio Guaíba

  • OLHO VIVO | 26/10/2021 | Vestibular de Verão 2022/1 URI

    O Vestibular de Verão da URI Erechim ultrapassou a marca de mil candidatos, o que vem comprovar as expectativas de que esse será um dos maiores concursos já realizados pelo Campus. Os cursos mais procurados pelos vestibulandos são Medicina, Direito Noturno, Medicina Veterinária, Enfermagem, Biomedicina, Psicologia, Administração, Agronomia, Ciência da Computação e Odontologia. Além destes, o campus também oferece os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Ciências Biológicas Bacharelado, Ciências Contábeis, Direito Diurno, Educação Física, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição e Pedagogia. Os candidatos inscritos até agora são oriundos de 10 estados do país, de cidades como Porto Alegre, Caxias do Sul, Santo Ângelo, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Ijuí, Vacaria, Bento Gonçalves, Passo Fundo, Bagé, Chapecó, Concórdia, Xanxerê e de todas as cidades da região Alto Uruguai. O concurso, que está com inscrições abertas até o dia 2 de novembro, será realizado no dia 7 de novembro, às 13h, de forma presencial. A prova para os candidatos ao Curso de Medicina será constituída de uma Redação e mais 80 questões, enquanto os demais vestibulandos farão apenas a prova de Redação. O Vestibular tem como novidade o Curso de Biomedicina. Além disso, o Curso de Odontologia passa a ser ofertado, a partir de agora, no período noturno, com o objetivo de facilitar os que buscam a formação nessa área. Outros cursos, como Enfermagem, Fisioterapia e Nutrição, tiveram um aumento na procura por parte dos alunos depois que passaram a ser realizados à noite. Nesta hora, sempre surge uma dúvida para a grande maioria que deseja fazer a sua graduação: “Como vou conseguir pagar a faculdade?” A direção da URI Erechim, entendendo essa realidade, adotou o CREDIURI para facilitar o ingresso dos alunos nos cursos desejados. É um programa de crédito que garante a oportunidade de cursar a graduação financiando até 50% do valor da mensalidade, exceto para o Curso de Medicina. Os candidatos que desejam buscar mais informações sobre o Vestibular e a própria Universidade, podem acessar o site vestibular.uri.br ou, ainda, esclarecer suas dúvidas ligando para (54) 3520-9030.Confira mais informações sobre o Vestibular de Verão 2022/1 da URI, Campus de Erechim.

  • Programa Qualidade de Vida de Getúlio Vargas abre turma à noite direcionada à saúde do trabalhador

    A Administração Municipal de Getúlio Vargas, por meio das Secretarias Municipais de Educação, Cultura e Desporto e da Saúde e Assistência Social, juntamente com o Prodege (Programa de Desenvolvimento de Getúlio Vargas) – Câmara da Saúde, preocupada com a saúde e a qualidade de vida dos trabalhadores do município decidiu abrir uma turma especial do Programa Qualidade de Vida à noite, direcionada aos profissionais e trabalhadores que executam suas atividades laborais durante o dia. O grupo terá atividades nas terças-feiras, a partir das 19h, no Centro de Convivência Natalício José Botolli, cumprindo todos os protocolos sanitários de distanciamento, uso de máscara e cuidados necessários para manter a saúde de todos. As atividades iniciam na próxima terça-feira, dia 26 de outubro. Para participar da turma noturna é preciso ter mais de 16 anos, estar com o esquema vacinal contra a Covid-19 em dia, assinar uma declaração que tem boa saúde e está apto a exercer atividades físicas.

  • Gasolina cara: entenda o impacto do ICMS na alta nos preços

    A Petrobras anunciou que vai reajustar em R$ 0,21 por litro o preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras. A correção de 7,04% no valor do combustível vale já a partir desta terça-feira (26). O diesel sobe R$ 0,28 por litro, o que representa um aumento de 9,15%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a gasolina já aumentou 39,6% em 12 meses. O etanol, 64,77%. Parte dessa alta de preços está relacionada a fatores externos, como a alta do dólar e do preço do barril de petróleo no mercado internacional. Para Pierre Souza, professor de finanças públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), a política adotada pela Petrobras desde o governo do ex-presidente Michel Temer é correta, apesar de acabar influenciando a alta nos preços aos consumidores. No entanto, responsabilizar unicamente a empresa, pelo preço dos combustíveis está errado, na visão do especialista. O preço dos combustíveis na refinaria influencia o valor final na bomba do posto, pois impostos federais e estaduais são cobrados de forma proporcional: quanto maior esse valor, mais altos serão os valores pagos em tributos. Veja simulação abaixo com base no ICMS cobrado pelo Rio de Janeiro, estado que tem a maior alíquota sobre a gasolina: 34%. O mais alto desses impostos é o ICMS, cobrado pelos governos estaduais e o Distrito Federal. O valor varia de uma unidade da federação para outra. Boa parte da arrecadação de impostos de ICMS vem justamente dos combustíveis. A alíquota do tributo se mantém a mesma, mas o que ocorre no modelo atual de cálculo do ICMS é que, quando o petróleo fica mais caro e o preço dos combustíveis nas refinarias sobe, as receitas dos estados com o imposto aumentam automaticamente. Assim, as unidades da federação recebem um montante maior na arrecadação total sobre os combustíveis. Segundo especialistas, uma solução seria diminuir essa alíquota, para reduzir o impacto de fatores externos no bolso do consumidor final. “É inegável que a arrecadação com o ICMS, quando o preço da gasolina está explodindo, também sobe bastante, e não teria um sentido econômico razoável para aumentar a arrecadação nesse momento. No final das contas, não é um enriquecimento ilícito dos estados, porque é a alíquota que está lá e a regra que está em jogo, mas também não faz muito sentido ter um aumento de arrecadação tão expressivo”, avalia Pierre Souza. O economista Benito Salomão minimiza a arrecadação extra que os estados têm com a alta do petróleo. “Essa arrecadação a mais do ICMS do petróleo é incremental. Só em relação ao ICMS do petróleo que esses movimentos ocorrem e o gasto público nos estados cresce inercialmente”, diz. Segundo o presidente do Conselho Regional de Economia do Maranhão (Corecon/MA), João Carlos, parte da solução para o ICMS que incide sobre os combustíveis pode passar pela criação de alíquotas flexíveis, que se ajustariam às variações do preço do petróleo. “Os estados estão ganhando um pouco a mais com a oscilação de preços e poderiam tentar reduzir esse ganho excepcional para diminuir o impacto que isso provocaria dentro dos estados e na economia nacional como um todo”, defende. Pierre Souza concorda com a instituição de um mecanismo de contrapeso. “É super adequado. Ter alíquotas mais flexíveis poderia me dar mais manobras no sentido de manter o preço ainda mais estável. Eu [estado] estou aumentando minha arrecadação, então quando o preço internacional sobe, eu abaixo a minha alíquota, dando um choque por outro lado.” Posicionamento dos estados O Brasil61.com procurou o governo dos dez estados que praticam as maiores alíquotas de ICMS sobre a gasolina do país para saber se pretendem diminuí-las a fim de reduzir o peso do preço da gasolina para os consumidores. O Rio de Janeiro, responsável pelo maior ICMS entre todos os entes da federação, disse que avalia seguir o exemplo do Distrito Federal e reduzir o imposto. O Piauí e o Maranhão não responderam que sim, nem que não. Já Minas Gerais afirmou que no formato atual, uma redução do ICMS teria que passar pelo crivo do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O Rio Grande do Sul pontuou que as alíquotas de ICMS da gasolina e do álcool permanecem em 30% até dezembro. “Como já previsto anteriormente, as alíquotas majoradas voltam ao patamar de 25%. Mas não houve uma redução encaminhada pelo governo neste momento.” Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Sergipe e Rio Grande do Norte não retornaram. Vale lembrar que estes dez estados, exceto Tocantins, assinaram, junto a outras dez unidades federativas, uma carta conjunta em que afirmam que o preço dos combustíveis é um “problema nacional”. De acordo com o Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz), se o projeto que muda o cálculo do ICMS sobre os combustíveis for aprovado no Senado, os estados vão perder R$ 32 bilhões em arrecadação. Projeto ICMS sobre combustíveis Especialistas ouvidos pelo portal Brasil61.com acreditam que o projeto de lei (PLC 11/2020) que muda o cálculo do ICMS sobre os combustíveis — aprovado na Câmara na última semana e em análise no Senado — tende a diminuir o preço da gasolina a curto prazo, mas alertam que o país deveria debater outras alternativas para evitar que os consumidores continuem tão vulneráveis às altas do petróleo no mercado internacional. O texto aprovado na Câmara estabelece que o ICMS cobrado sobre a gasolina, o álcool e o diesel será fixado e vigorará anualmente. O valor do imposto por litro será calculado com base no preço médio do combustível nos dois anos anteriores. Por exemplo: se o PL se tornar lei e entrar em vigor ainda em 2021, o ICMS cobrado sobre a gasolina deverá considerar o preço médio do produto entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020, que ficou entre R$ 4,26 e R$ 4,48. Atualmente, o ICMS tem como base o preço médio da gasolina, do álcool e do diesel nos quinze dias anteriores. Assim, a alíquota do imposto estadual está mais sujeita às variações do preço praticado no mercado internacional. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor médio da gasolina em outubro é de R$ 6,22. Na ponta do lápis, significa que, com o PL, o cálculo do ICMS se daria sobre um preço médio da gasolina (R$ 4,48) quase R$ 2 inferior ao atual (R$ 6,22). Segundo Pierre Souza, professor de finanças públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV), a proposta cria um mecanismo de “amortecimento” do preço final do combustível, porque as variações no mercado internacional vão pesar menos no cálculo do ICMS por litro dos produtos. “Ou seja, pouco importa a variação internacional ou o preço na bomba. O quanto se paga de ICMS vai ficar fixo durante o ano inteiro. No curto prazo, deve ter uma redução no preço do combustível, porque o ICMS vai reduzir, mas isso é um efeito momentâneo”, destaca. O economista Benito Salomão concorda: “Vai diminuir. A gente não sabe a magnitude disso, mas vai diminuir.” De acordo com o deputado Dr. Jaziel (PL/CE), relator do projeto na Câmara, as mudanças na legislação podem reduzir em 8% o preço médio da gasolina na bomba, 7% no caso do etanol e 3,7% para o diesel. Com base no valor da gasolina em outubro, seriam R$ 0,49 de economia. Efeito indesejado Especialistas alertam que, embora o PL aprovado na Câmara tenha capacidade de reduzir o valor que as pessoas pagam no litro da gasolina, a forma como o cálculo foi pensado pode gerar problemas quando o preço dos combustíveis cair no mercado internacional. “O que acontece ano que vem se o combustível cair de preço no mercado internacional e na refinaria? Se a gente definir [o valor do ICMS] com base num período [em que o preço do combustível estava] muito alto, não vai cair tanto quanto cairia num cenário normal”, explica Pierre. Na prática, o que o projeto de lei traria de economia para os consumidores nos próximos meses pode significar gastos a mais no longo prazo. No exemplo dado pelo professor Pierre, se o preço dos combustíveis diminuir em 2022, como a base de cálculo do ICMS estaria atrelada ao preço médio de 2020 a 2021, a redução no preço final seria menor do que no modelo atual de tributação.

  • Alta do dólar pode causar nova rodada de reajustes de alimentos

    A nova valorização do dólar ante o real pode turbinar uma nova rodada de reajustes nos preços dos alimentos, que há meses pressionam o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as mais pobres. No mês de setembro, os alimentos comprados nos supermercados estavam 14,66% mais caros em relação ao patamar de um ano antes, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Rio Branco (AC), o custo da alimentação no domicílio subiu 21,23% nos últimos 12 meses, e em São Luís (MA), 17,38%. "Desde o dia 7 de setembro, o dólar acumula uma valorização de 10% em relação ao real, o que significa mais possibilidade de termos pressão de inflação de alimentos", afirmou André Braz, coordenador dos Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O dólar pressiona os preços de grãos como soja, milho e trigo, que contaminam derivados como óleo de soja, massas e panificados, assim como carnes de animais dependentes de ração, aves e suínos. A crise hídrica já vinha ajudando a elevar o custo desses alimentos, que inicialmente ficaram mais caros no atacado, mas os reajustes já chegam ao varejo. "À medida que os efeitos da crise hídrica foram se apaziguando sobre as lavouras, a questão cambial foi se agravando", lamentou Braz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Correio do Povo

  • RS vive os primeiros sinais da passagem de uma epidemia para uma endemia, diz especialista

    Mais de 20 meses depois do início de uma crise sanitária global provocada pelo coronavírus, o Rio Grande do Sul antevê os primeiros sinais de um processo de passagem de uma epidemia para uma endemia. Com quase 60% da população completamente vacinada, um dos melhores desempenhos do país, explosões de grandes surtos e colapso na rede hospitalar devem ficar mais distantes. As declarações são do virologista Fernando Spilki, coordenador da Rede Corona-Ômica, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) que investiga quais cepas circulam no país. "Estamos entrando numa fase que começamos a ver os primeiros sinais de um processo de endemização. A gente não está livre da geração de novos surtos, mas vemos que o número de indivíduos internados em UTIs atinge muito mais pessoas sem esquema vacinal completo ou idosos acima de 80 anos, que ainda não tiveram a oportunidade de fazer a dose de reforço", explicou Spilki. De acordo com o especialista, caso o cenário de endemia se confirme, novos surtos devem ocorrer em pequenas proporções e ficar concentrados em asilos, hospitais e locais com aglomerações. A endemia é caracterizada pela ocorrência recorrente de uma doença em determinada região, mas sem um aumento significativo no número de casos. Ou seja, a população convive com ela. Um exemplo de caráter endêmico no Brasil é a dengue, que ocorre durante o verão em certas regiões. "O único jeito de debelar uma endemia é o avanço muito forte na vacinação, alcançando o máximo de pessoas com as duas doses do imunizante", apontou. Outro entrave enfrentando no Brasil, assim como em diversos países, é a falta de autorização de vacinas contra Covid para crianças menores de 12 anos. Enquanto esse grupo não é incluído no Programa Nacional de Imunizações (PNI), o virologista defende a manutenção de protocolos sanitários como uso de máscaras, limite de ocupação em espaços fechados e passaporte vacinal para participação de eventos. O especialista descarta a possibilidade de novos picos de contágios e mortes impulsionadas por variantes, como ocorre hoje na Inglaterra. O país atingiu na semana passada os níveis de contágio mais altos desde janeiro quando estava em "lockdown" para conter a disseminação do vírus. "Nós apostamos que não vai haver novos surtos em grandes proporções. Até por causa do impacto que a variante Gama gerou, não imaginamos ver aquele filme de novo. Sei que em outros países da Europa estamos vendo isso acontecer. Hoje, maioria deles não tá conseguindo avançar no número de vacinados, como na Rússia, ou estão sofrendo cm os níveis de flexibilizações e não uso de máscara, como é o caso da Inglaterra", justificou. Impacto da variante Delta no RS surpreendeu especialistas Enquanto a variante Delta, registrada pela primeira vez na Índia, provocava explosão de novos casos no Reino Unido, Inglaterra e Rússia, por exemplo, a América Latina se preparava para um cenário preocupante. Porém, cinco meses depois do início da circulação da cepa no Brasil, os efeitos nos indicadores da pandemia surpreenderam positivamente os especialistas. O que tornou o país uma exceção é uma reunião de cuidados e mazelas: protocolos sanitários, a circulação da variante Gama e a demora na vacinação no país. Para o professor de Infectologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e coordenador do Laboratório de Biologia Molecular da Santa Casa de Porto Alegre, um dos principais centros diagnósticos para Covid-19 no Rio Grande do Sul , Alessandro Comaru Pasqualotto, ocorreu uma leitura equivocada do significado real das variantes na pandemia de coronavírus. "Não é que as variantes transmitam mais, mas ela foram detectadas em momentos e locais do mundo onde havia mais transmissão porque havia mais aglomeração. Então, elas eram o reflexo, a consequência, e não a causa", destacou. Para manter esse "escudo" contra o surgimento de novos cepas, a aposta é a vacinação em massa. "A nossa grande defesa contra o agravamento da epidemia é a vacinação. Agora, o quanto de vacinação é suficiente pra proteger contra eventuais avanços na epidemia decorrentes de aglomerações é difícil de medir. Mas o que parece claro é que tem funcionado". Para o virologista Fernando Spilki, outros dois fatores também definiram o cenário frente à Delta. Uma delas foi a presença da variante Gama no primeiro semestre do ano, que teve comportamento agressivo em diversos estados brasileiros. "A Gama pode ter influído. Hoje estamos avaliando a resposta em pessoas que tiveram essa cepa. Pesquisamos no seguinte sentido: as pessoas que estavam muito expostas e que acabaram pegando a variante Gama podem ter tido uma resposta que as protegeu no momento que a Delta estava circulando". O atraso na imunização também pode ter ocasionado um cenário favorável para evitar um agravamento nos indicadores. Spilki explica que no período da chegada da Delta, o Estado engrenava na aplicação volumosa de doses, fazendo com que parte da população estivesse, naquele momento, uma boa "janela" de proteção. Em maio, quando os primeiros casos de contágio pela variante indiana foram registrados em solo gaúcho, a cobertura vacinal correspondia a 30% da população, metade do atual indicador. O especialista, no entanto, não vê base científica para justificar maior eficácia de uma vacina em específico contra a variante. Fonte: Correio do Povo

  • Trabalhadores nascidos em junho recebem a sétima parcela do auxílio emergencial

    Trabalhadores informais nascidos em junho recebem nesta terça-feira (26) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. O pagamento também será feito a inscritos no CadÚnico (Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o valor poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente. Também nesta terça-feira, recebem a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes no Bolsa Família com NIS (Número de Inscrição Social) de final 7. As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto. Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano. O benefício começou a ser pago em abril. Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS. O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até a próxima sexta-feira (29). O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social. Fonte: O Sul

  • OLHO VIVO | 25/10/2021 | Prefeitura de Quatro Irmãos

    Na manhã desta segunda-feira (25) estiveram nos estúdios da Rádio Sideral o prefeito de Quatro Irmãos, Giovan Poganski; e o chefe de gabinete, Aljucir Duti De Quadros. Eles falaram sobre as realizações da Prefeitura e planos para o município.

  • Rádio Sideral transmite Atlético-GO x Grêmio na noite desta segunda-feira (25)

    Atlético-GO e Grêmio se enfrentam nesta segunda-feira, em Goiânia, em um dos jogos que fecham a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 20h, no estádio Antônio Accioly, a casa do Dragão. A Rádio Sideral transmite a partida pelos 93.1 FM e pela internet. Como vem o Atlético-GO O Atlético-GO entra em campo animado pela vitória em cima do líder Atlético-MG na rodada passada e também por ter quebrado uma sequência de 10 jogos sem vencer em casa. O técnico Eduardo Souza pode contar novamente com Marlon Freitas, totalmente recuperado de lesão, entre os titulares. O treinador rubro-negro faz uma mudança. Autor da assistência para o gol de Janderson na rodada passada, o volante Marlon Freitas, já totalmente recuperado de uma lesão no pé que o tirou dos gramados por três meses, entra no time titular no lugar de Gabriel Baralhas, que é dúvida. Provável escalação: Fernando Miguel; Arnaldo, Wanderson, Éder e Igor Cariús; Marlon Freitas, Willian Maranhão e André Luís; Ronald (João Paulo), Zé Roberto e Janderson. Como vem o Grêmio Já o Grêmio chega pressionado pela luta contra o rebaixamento. Na vice-lanterna com 26 pontos, fará a segunda partida sob o comando do técnico Vagner Mancini e tenta manter a empolgação após a vitória sobre o Juventude. O treinador deve manter a mesma equipe escalada na vitória sobre o Juventude na rodada passada. No entanto, o centroavante Miguel Borja está à disposição, viajou com o grupo e pode aparecer. A tendência é que fique no banco de reservas. O zagueiro Pedro Geromel segue como desfalque e Paulo Miranda se mantém no time mesmo após Ruan voltar de suspensão. Provável escalação: Brenno; Vanderson, Paulo Miranda, Kannemann e Rafinha; Thiago Santos, Villasanti, Douglas Costa, Jean Pyerre e Alisson; Diego Souza. Fonte: ge

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