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Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul publica orientações sobre o autoteste de covid


Com venda autorizada no Brasil desde fevereiro, o autoteste de covid permite a realização de todas as etapas do procedimento, desde a coleta da amostra até a interpretação do resultado, sem a necessidade de auxílio profissional. Mas é preciso estar atento a alguns aspectos, conforme ressalta a Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul por meio de nota em saude.rs.gov.br.


Vale lembrar que o indivíduo que obtiver resultado positivo não é obrigado a procurar atendimento para um segundo exame confirmatório (exceto para se afastar do trabalho, por exemplo). Mas é fundamental, nesse caso, cumprir isolamento por dez dias a contar do início dos sintomas ou da data do teste para quem está assintomático.


Conforme as orientações do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) os autotestes devem ser utilizados, preferencialmente, em duas situações:

  • Triagem de casos suspeitos e seus contatos de forma oportuna, possibilitando o isolamento e quebra de cadeias de transmissão.

  • Rastreio de assintomáticos: pessoa sem sintomas e que mantém contato com pessoas de grupos de risco, tais como idosos e imunocomprometidos.

A nota da SES reforça que esse tipo de exame não deve ser usado para fins de apresentação de teste negativo em viagens internacionais ou licença médica laboral. Ressalta, ainda, que deve ser utilizado apenas como forma de triagem e que o resultado não é definitivo para um diagnóstico definitivo.


Nos casos de autoteste positivo, a confirmação só é obtida mediante avaliação de profissional da área da saúde. Isso pode ser feito em serviços de saúde públicos ou particulares, por meio de teste rápido de antígeno ou RT-PCR, bem como por avaliação clínica e de vínculo epidemiológico com contato cujo contágio foi confirmado.


O autoteste também não é recomendado para pessoas com sintomas graves, como falta de ar, saturação abaixo de 95%, confusão mental ou sinais de desidratação. Esses indivíduos precisam procurar imediatamente assistência em uma unidade de saúde.


Coleta

  • Sintomáticos: primeiro ao sétimo dia desde o início dos sintomas.

  • Assintomáticos que tenham tido contato com caso confirmado: a partir do quinto dia após o último contato.

  • Assintomáticos que desejam fazer o teste previamente a ter contato com indivíduos de maior risco: o mais próximo possível ao momento do contato.

Resultados

  • Resultado negativo em assintomáticos: o resultado do teste é considerado negativo, mas se o indivíduo tem contato com alguém em situação de suspeita ou confirmação de contágio, deve-se observar as orientações sobre quarentena e monitorar o aparecimento de sintomas para realização de novos testes ou procurar um serviço de saúde.

  • Resultado negativo em indivíduos sintomáticos: se ele teve contato com caso confirmado de covid ou se os sintomas persistirem em até 48 horas, recomenda-se a busca de um serviço de saúde para atendimento clínico e/ou realização de testes diagnósticos.

  • Resultado positivo (sintomático ou não): recomenda-se o isolamento imediato. Se houver contato com outras pessoas, utilizar máscara bem ajustada ao rosto – preferencialmente cirúrgica ou do tipo “PFF2/N95”. Também deve ser evitado o contato com indivíduos de baixa imunidade, imunossuprimidos, idosos e não vacinados.

  • Resultado inválido: quando não aparecer nenhuma linha na área do controle (C), deve-se realizar novo teste.

Notificação


A SES orienta os serviços de saúde e vigilâncias municipais a notificarem os casos examinados nos postos e que apresentam confirmação por meio de avaliação clínica, epidemiológica e/ou diagnóstico. Se necessário novo exame, a recomendação é de que seja providenciado teste rápido de antígeno ou RT-PCR.


Os protocolos estão em conformidade com dois documentos de regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): uma resolução de 28 de janeiro deste ano e disposições detalhadas sobre o assunto pelo Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid (PNE-Teste) do Ministério da Saúde.


Fonte: O Sul

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