RS confirma segundo óbito por dengue em 2026; região do Alto Uruguai monitora notificações
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Enquanto Estado registra queda de 97,1% nos casos em relação a 2025, municípios da região Norte apresentam quadros estáveis, mas seguem sob classificação de área infestada
O governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), confirmou o segundo óbito por dengue em 2026. A vítima é um homem de 90 anos, que possuía comorbidades, residente do município de Guaporé. O óbito ocorreu no dia 7 de abril, em uma localidade que apresenta incidência de 534,4 casos prováveis por 100 mil habitantes.
Apesar da nova confirmação, os dados gerais do estado apontam para uma redução de 97,1% nos diagnósticos de dengue na comparação com o mesmo período do ano passado. Até o momento, o Rio Grande do Sul soma 1.493 casos confirmados em 2026, dos quais 1.237 são autóctones (contraídos dentro do território gaúcho). Em 2025, o estado acumulava mais de 52 mil confirmações e registrava 53 mortes causadas pela doença.
Na região Norte do estado, os dados atualizados do Painel de Casos de Dengue RS indicam que Erechim apresenta o maior volume de notificações, totalizando 297 registros. Desse total, cinco casos foram confirmados, 234 foram descartados e 58 seguem em investigação.
Getúlio Vargas computa 22 notificações, com 19 casos descartados e três em investigação. Estação registra oito notificações, todas já descartadas.
Erebango possui três notificações, com dois casos descartados e um em investigação. Sertão e Floriano Peixoto registram uma notificação cada. Ipiranga do Sul também apresenta apenas uma notificação, já descartada.
A Secretaria da Saúde do Estado (SES) reforça a necessidade de buscar assistência médica logo no surgimento dos sintomas iniciais, que incluem febre alta de dois a sete dias, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e manchas vermelhas na pele. As medidas preventivas recomendadas envolvem a eliminação de recipientes com água parada nas residências, o uso de repelentes e a vacinação do público elegível, composto por crianças e adolescentes de dez a 14 anos, além de profissionais da saúde da atenção primária.






