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- Estudo mostra capacidade do cooperativismo de crédito de levar serviços financeiros a pequenos munic
Segmento é um dos mecanismos mais eficazes para alavancar a inclusão financeira no país e levar desenvolvimento econômico às regiões mais remotas O cooperativismo de crédito, segmento que já conta com mais de 12 milhões de adeptos no Brasil é um dos mecanismos mais eficazes para promover acesso aos serviços financeiros às pessoas em municípios menores, mais distantes e rurais do Brasil. A afirmação é resultado do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”, que cruzou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e do próprio Sicredi. O trabalho foi conduzido pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A pesquisa analisou dados de todos os municípios brasileiros, no período de 2007 a 2018, e traçou o perfil de atuação das instituições financeiras nos municípios. A partir da comparação da atuação de bancos e cooperativas de crédito no que tange a distância da capital e urbanização, foi revelado que as cooperativas de crédito têm a capacidade de prover serviços financeiros em regiões mais isoladas e rurais, quando comparadas aos bancos. Entre as principais conclusões do estudo, está a relação de fatores limitantes para a abertura de uma agência de uma instituição financeira cooperativa em comparação a de um banco. Enquanto os bancos têm, em média, um limite mínimo de 8 mil habitantes para o estabelecimento de uma agência em um município, uma instituição financeira cooperativa como o Sicredi tem capacidade de abertura de agências em municípios a partir de 2,3 mil habitantes. De acordo com o trabalho, existem hoje cerca de 1,9 mil cidades e nove milhões de pessoas somente no espaço de diferença entre o limite de entrada dos bancos em relação às instituições cooperativas, evidenciando a característica de bancarização das instituições financeiras cooperativas. Além disso, em termos de renda, foi apontado que as cooperativas conseguem operar em municípios com PIB de pelo menos R$ 79 milhões, enquanto para os bancos é necessário um PIB mínimo de R$ 112 milhões. “Os dados demonstram que as cooperativas podem ser um excelente veículo para levar crédito e outros serviços financeiros para a população de municípios rurais menores, mais afastados das capitais e com menos renda por habitante. Considerando as cidades com o perfil traçado, que ainda não contam com atendimento bancário, o estudo também confirma um mercado bastante promissor para o cooperativismo de crédito no Brasil, com potencial de ainda bancarizar quase dois mil municípios, beneficiando cerca de nove milhões de pessoas”, afirma Assunção. Para o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presença em 22 estados e no Distrito Federal, o estudo torna ainda mais importante o papel do segmento para alavancar o desenvolvimento econômico do país e promover a inclusão financeira. “Atualmente, em mais de 200 municípios somos a única instituição financeira e percebemos, na prática, as oportunidades criadas para essas regiões com a chegada de uma cooperativa de crédito, gerando renda e inclusão financeira para essas comunidades”, explica Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU). Outro estudo, encomendado pelo Sicredi à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e publicado em fevereiro deste ano, avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do IBGE. Concluiu-se que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. O impacto agregado em 1,4 mil municípios que passaram a contar com uma ou mais cooperativas durante o período do estudo foi de mais de R$ 48 bilhões em um ano. As cooperativas também foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos. “Quando cruzamos os resultados deste estudo e do trabalho desenvolvido pela Fipe, enxergamos em dados estatísticos como se dão os benefícios gerados pelo cooperativismo de crédito, estando presente onde as pessoas precisam e gerando valor por meio da sua atuação. Mesmo com as opções de soluções digitais para a vida financeira, os dados comprovam a importância de presença física como propulsor de desenvolvimento local e é isso que realizamos há mais de um século”, conclui Dasenbrock. Outros resultados do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”: · 50% das agências de bancos privados estão em municípios com população de 21 mil habitantes. Entre as cooperativas, esse indicador cai para 12 mil habitantes e no Sicredi 50% das agências estão em municípios com até 11 mil moradores. · Metade dos municípios com agências do Sicredi estão a mais de 285 km de distância das capitais. Já nos bancos, 50% das cidades com agências estão a mais de 230 km das capitais. · Quando olhamos para os municípios com baixa urbanização (até 30% de população residindo em área urbana), 17% das agências do Sicredi estão nessas cidades. Nos bancos esse indicador cai para 10%. · Em relação aos municípios sem atendimento bancário, de 2012 a 2018, os bancos deixaram de atuar em 301 (3.650 em 2012 para 3.349 em 2018). No mesmo período, o Sicredi passou a estar presente em 383 novos municípios que não contavam com agências (896 em 2012 para 1.279 em 2018). Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Facebook | Twitter | LinkedIn | YouTube |Instagram Sobre o autor da pesquisa Juliano Assunção é pesquisador especializado em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, com diversas contribuições em Economia Bancária e Economia do Meio Ambiente. Graduado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutor em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Na PUC-Rio, Assunção também é professor Associado do Departamento de Economia e coordenador do Núcleo de Avaliação de Políticas Climáticas. É membro do Consortium Financial System and Povety, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos; e editor associado da Revista Brasileira de Economia e da Environment and Development Economics.
- 09 de julho: Dia Estadual da Defesa Civil
A comemoração do Dia Estadual da Defesa Civil no Rio Grande do Sul ocorre nesta quinta-feira (9), data instituída por meio do decreto 35.319, pois em 9 de julho de 1970 era criado o Sistema Estadual de Defesa Civil no RS A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil do Rio Grande do Sul foi criada através do decreto Estadual nº 20.357, de 9 de julho de 1970, e teve sua atual estrutura definida no ano de 2003, através do Decreto Estadual nº 42.355, de 18 de julho daquele ano. Está diretamente ligada a Casa Militar do Gabinete do Governador e tem sua sede no Palácio Piratini, em Porto Alegre. É um órgão integrante do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), conforme o Decreto nº 7.257, de 4 de agosto de 2010, e atua nas fases de prevenção, mitigação, preparação, resposta e reconstrução de cenários, nos desastres naturais ou tecnológicos. Em conjunto com a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ela é responsável por coordenar as ações realizadas pela Defesa Civil dos municípios. Também conta com o apoio de órgãos parceiros como universidades, institutos de pesquisa e meteorologia, secretarias de estado, entre outras, que melhor qualificam a antecipação e a resposta aos desastres. Vale-se, também, da tecnologia da informação para identificar vulnerabilidades, propor medidas de proteção e contingenciamento, sempre visando a qualidade de vida da população gaúcha.
- Apae de Getúlio Vargas receberá repasse de emendas parlamentares
Apaes de 35 municípios ganham R$ 3,1 milhões de emendas parlamentares. Apae de Getúlio Vargas receberá dois repasses totalizando 80 mil reais Deputados federais e estaduais, senadores e presidentes de Apaes participaram da videoconferência com o governador - Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini O governo do Estado realizou, nesta quarta-feira (8/7), uma cerimônia virtual para anunciar o repasse de recursos às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de 35 municípios do Rio Grande do Sul. O ato contou com a presença do governador Eduardo Leite, da secretária da Saúde, Arita Bergmann, e do líder da bancada gaúcha, deputado federal Giovani Cherini. Ao fazer referência ao slogan do governo do Estado, “Novas façanhas”, Leite ressaltou o caráter particular do trabalho feito nas Apaes. “Quando falamos em façanhas, não falamos de façanhas distantes, mas também daquelas que se cumprem no dia a dia. As pessoas que lideram nossas Apaes são um exemplo dessas façanhas. Sabemos que fazem muito com pouco, com todas as dificuldades, lidando com situações que exigem uma dedicação muito especial para cuidar de crianças e de jovens que exigem especial atenção e dedicação. É um exemplo das nossas façanhas”, destacou o governador, reforçando o respeito e a admiração que tem pelos profissionais dessas associações. Os R$ 3,1 milhões são oriundos de emendas parlamentares da bancada federal gaúcha reguladas a partir das portarias 957 e 1.166, ambas de 2020, do Ministério da Saúde. A secretária da Saúde garantiu que a verba será muito bem utilizada no atendimento de pessoas que “precisam desse carinho, desse acolhimento e desse atendimento humanizado e qualificado”. Conforme Arita, “é o segundo ano que a bancada federal destina recursos para as Apaes, que têm uma importância não só no cenário da educação, mas também no da saúde”. A secretária destacou ainda que essas instituições são um suporte no atendimento da área da saúde aos portadores de deficiências. “E esse recurso é de suma relevância para a qualificação, a manutenção e a ampliação de serviços”, afirmou. O presidente da Federação Estadual das Apaes, Afonso Tochetto, agradeceu o repasse de recursos. “É um valor inestimável para a manutenção das nossas atividades. Nos últimos anos, o aporte às Apaes está crescendo, e só podemos agradecer”, disse. O Rio Grande do Sul tem 202 Apaes em 356 municípios. Somente na área da saúde, são 68 mil atendidos diretos – há mais de 200 mil pessoas envolvidas direta ou indiretamente, se forem contadas as famílias dos atendidos. O evento, realizado em formato de videoconferência, contou com a participação de deputados federais e estaduais, senadores e presidentes das Apaes. Confira aqui quanto cada Apae receberá.
- Continua a Campanha de Vacinação contra a Gripe
A Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social informa que ainda há vacinas contra a gripe disponíveis para vacinação da população em geral. Lembra, também, que as pessoas que pertencem aos grupos prioritários ainda podem e devem procurar a vacinação pois a maioria desses permanece com a porcentagem inferior à meta, principalmente nas crianças, adultos de 55 a 59 anos, gestantes e puérperas. Locais para vacinação: UBS Central, São José e UBS Navegantes. Horário de atendimento das 7h30min às 11h30min e das 13h às 17h.
- Veículo de Estação envolvido em ocorrência no Paraná
Em operação conjunta por volta das 11h15 desta terça-feira (07), policiais de Marmeleiro e Realeza avistaram na PR-280 entre Marmeleiro e Renascença um Fiat/Uno branco placa de Estação (RS). De acordo com a PM, após abordagem foi constatado que o veículo transportava aproximadamente 80 mil reais em celulares, relógios e eletrônicos. A carga e o carro avaliados em aproximadamente 95 mil reais foram apreendidos e encaminhados para Receita Federal de Dionísio Cerqueira (SC). O homem de 33 anos, foi ouvido e liberado. Fonte: PPNews / PM Marmeleiro
- Campanha de doação de agasalhos está sendo desenvolvida na região
A Comissão Jovem Advogado(a) da Subseção de Getúlio Vargas/RS, promove campanha para coletar agasalhos, roupas, calçados e cobertas, no período compreendido entre 08/07/2020 à 31/07/2020, a serem doados a entidades e pessoas carentes da nossa região. Para doar basta se deslocar em até um dos nossos pontos de coleta. Pequenos gestos solidários são valiosos. Nesse momento em que não podemos doar abraços, doe agasalhos! Sua doação é muito importante, quanto mais gente mais quente
- Prefeitura de Getúlio Vargas quer mapear a atuação cultural municipal
A Administração Municipal de Getúlio Vargas, por meio do Departamento Cultural e a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto, está realizando o Cadastro Cultural de Getúlio Vargas, momento em que busca se aproximar de quem faz a cultura em no município. Para tanto, estará realizando o cadastro de artistas, trabalhadores da cultura, grupos e coletivos culturais, entidades culturais, empresas culturais e espaços culturais. A oportunidade é aberta para todos os artistas locais (músicos, dançarinos, artistas plásticos, atores, etc), trabalhadores da cultura (todos aqueles que auxiliam na operacionalização como técnicos de som, luz, carregadores, fornecedores, entre outros), grupos (entidades culturais, bandas, entre outros) e de espaços culturais (CTGs, teatros, escolas de música, livrarias, estúdios de fotografia, ateliês, entre outros) para que efetuem seus cadastros. Para a Secretária de Educação, Cultura e Desporto, professora Sandra Betiatto, “a ação é fundamental, pois visa auxiliar a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto a conhecer os profissionais e os espaços destinados à Cultura em nossa cidade. Dessa forma, o Poder Público estará contribuindo, dentro de suas possibilidades, auxiliando e fomentando a diversidade de atividades culturais existentes em Getúlio Vargas. O cadastro também é importante, neste momento em que a Lei 14.017 de 29 de junho de 2020 (Lei Aldir Blanc) foi sancionada, pois irá auxiliar na identificação de demandas dos setores culturais e na elaboração dos planos de trabalho para destinação dos recursos que serão recebidos”. Interessados devem acessar o link: https://sites.google.com/view/culturapmgv/sistema-mun-de-cultura/sistema-de-informa%C3%A7%C3%B5es?authuser=0 Informações pelo telefone (54) 3341-1600 Ramal 233 ou cultura@pmgv.rs.gov.br
- Prefeitura de Getúlio Vargas pede ajuda a população após pichações em locais públicos
Na última semana, o Centro Esportivo e Recreativo Municipal (antigo Sesi) amanheceu com pichações nas paredes e em uma das portas, assim como o muro da nova Praça do Bairro Champagnat, que foi construída a pouco tempo e espera somente a instalação dos equipamentos e brinquedos para ser entregue oficialmente à comunidade. O Governo Municipal alerta que se o patrimônio é público, significa que ele é nosso. Ser nosso não significa fazer o que quisermos, mas aquilo que for permitido pelos acordos sociais, manifestos sob forma de Leis. Pichar o Patrimônio Público é crime, de acordo com a Lei Federal Nº 12.408, de 25 de maio de 2011. O Art. 6º da referida Lei reescreve o art. 65 da Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, com a seguinte redação: “Art. 65. Pichar ou por outro meio conspurcar edificação ou monumento urbano: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa. Assim, munícipes, ajudem a cuidar da nossa cidade. Ela deve ser um espaço de convivência, mas também de cuidado com aquilo que é nosso, que é um bem público. Contamos com a colaboração de todos!
- Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico chama produtores que pagaram as sementes de milho
A partir desta semana, todos os produtores que pagaram as sementes de milho e sorgo, safra 2019/20, podem passar na Secretaria de Desenvolvimento para verificação da ampliação do subsídio que passou de 28% para 60%. A devolução será feita por meio da Secretaria da Fazenda.
- Ipiranga do Sul: novos passeios públicos no município
Nas quadras mais antigas, os trabalhos de pavimentação também estão sendo realizados O governo de Ipiranga do Sul, está atuando na construção de novos passeios públicos no município. De acordo com a administração, o trabalho, valoriza o perímetro urbano e as residências. Conforme o prefeito Mario Ceron, nas novas pavimentações realizadas já incluem o passeio, de forma gratuita a população. O governo também está executando o passeio público em quadras mais antigas, onde as obras estavam inacabadas. "Isso tudo valoriza as nossas famílias, oferece mais condições, segurança e mobilidade aos moradores", comentou o prefeito na manhã do último sábado (27), ao visitar as obras na cidade.
- Paulo Nobre/Gabriel Morales vencem o Tour Virtual Rally de Estação
Final foi no último sábado e público votou na dupla paulista para levar a ‘taça’ da competição A pandemia do coronavírus (Covid-19) paralisou as disputas das competições de automobilismo no Brasil, mas o Rally de Estação tratou de manter o engajamento entre público e competidores, mesmo que através do ambiente virtual. Por isso, criou no último mês, a ação Tour Virtual Rally de Estação, que teve a participação de 30 duplas (que competem nos campeonatos Brasileiro e Gaúcho de rali de velocidade) e arrecadou mais de 100 cestas básicas de alimentos, que agora serão repassadas para os Centros de Referência em Assistência Social (CRAS), dos municípios de Estação, Erebango e Ipiranga do Sul. E no último sábado, 4, houve a votação da grande final do Tour Virtual, entre as duplas Paulo Nobre/Gabriel Morales (SP) e Alan Serro/Lucas Neumann (RS). E os paulistas levaram a melhor tendo vantagem na votação e, portanto, sendo os campeões da competição. Ao longo das cinco fases da competição, mais de 50 mil votos foram computados, através do Instagram oficial do Automóvel Clube de Estação (ACE), clube organizador do Rally de Estação. Para o presidente do ACE, Leandro da Rosa, a competição foi uma forma de manter a integração entre competidores e o público, mas também teve seu lado social. “Conseguimos manter o rali em movimento, mesmo que no ambiente virtual e ainda conseguimos trabalhar a questão social, que vai beneficiar muitas famílias que neste momento de pandemia precisam da nossa ajuda”, salientou. Everton Batistela, também do ACE, ressaltou que o resultado final, foi uma vitória de todo os envolvidos. “Cada competidor, organizador, o público que se uniu para participar e votar, foi uma brincadeira que teve um propósito sério e quem mais ganha é a comunidade que será beneficiada com as doações”, acrescentou. De São Paulo, Paulo Nobre e Gabriel Morales gravaram mensagem aos fãs e organizadores do Tour Virtual. “Agradecemos a todos que participaram, competidores, público, foi uma ação muito legal e nos deixou muito felizes em poder fazer parte”, completou Nobre. O anuncio dos vencedores aconteceu em uma live no último sábado, com a parceria do Rally BR (rallybr.com.br) e contou com a presença de Leandro Rosa e Everton Batistela. As doações para aquisição de novas cestas básicas de alimentos podem seguir sendo feitas ao longo desta semana, na conta do Automóvel Clube de Estação, Banco Sicredi, Agência: 0221, Conta Corrente: 32065-0, CNPJ: 05.122.281/0001-79. Toda a doação será revertida na compra de mais cestas básicas.
- Estudantes com Fies podem suspender parcelas a partir de hoje
A manifestação pode ser feita pela internet ou por aplicativo Estudantes que contrataram Financiamento Estudantil (Fies) por meio do Banco do Brasil (BB) ou da Caixa Econômica Federal podem requerer a suspensão do pagamento de até quatro parcelas a partir de hoje (6). A manifestação pode ser feita pelo app BB ou pelo site do financiamento da Caixa. A medida vale para clientes em situação de adimplência com seus contratos, antes do dia 20 de março, data em que foi decretado o estado de calamidade pública no país. A opção de suspensão pode ser feita por meio do aplicativo do BB. Para isso, o cliente precisa acessar sua conta (efetuar login), clicar no Menu, em seguida em Solução de Dívidas e selecionar Suspensão FIES. No caso da Caixa, basta o estudante acessar a página, fazer o login e acessar a opção Contrato FIES, Contrato e em seguida selecionar Pausar Contrato, aceitar o temo de compromisso e clicar em Solicitar Pausa. Segundo o BB, a solicitação será efetivada de forma simples, sem assinatura de termo aditivo e sem necessidade da presença do fiador em qualquer dependência do banco. No entanto, são obrigatórias a ciência e a concordância do estudante para as condições de pausa e, consequentemente, para os reflexos no contrato de financiamento. Caso o estudante não tenha acesso ao mobile, ele pode solicitar a suspensão nas agências do BB. Para o atendimento presencial, diz o BB, deve ser observado o contingenciamento adotado pelo sistema bancário por conta da pandemia do novo coronavírus e das recomendações da Organização Mundial da Saúde. Condições As condições para a suspensão obedecem ao estabelecido na Lei nº 13.998/2020 e na Resolução nº 38/2020, ambas publicadas em maio pelo Ministério da Educação. O pedido pode abranger até quatro parcelas, observada a fase do contrato de cada estudante financiado, de acordo com a legislação vigente: - Contratos em fase de utilização ou carência: a suspensão alcançará até duas parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Essa medida é válida para contratos formalizados até o 2º semestre de 2017. - Contratos em fase de amortização: a suspensão alcançará até quatro parcelas, que serão incorporadas ao saldo devedor do contrato do estudante financiado, nos termos e condições contratados. Nesse caso, o período das parcelas suspensas será acrescentado ao vencimento final do contrato. Está prevista a incidência de juros contratuais sobre as parcelas suspensas, os quais serão contabilizados no saldo devedor do contrato do estudante. A adesão às novas condições pode ser registrada até o dia 31 de dezembro deste ano. Para tirar dúvidas, os clientes podem acessar as soluções digitais do BB, como o aplicativo BB (smartphone), o portal, além do WhatsApp (61) 4004-0001, da Central de Atendimento BB (0800-729-0001) e das redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Linkedin). No caso da Caixa, os estudantes podem acessar a página www.caixa.gov.br/fies ou ligar para a central 3004-1104, para capitais, e demais regiões pelo 0800 726 0104.
- ESTAÇÃO | 3ª parcela do IPTU vence dia 15 de julho
A Secretaria da Fazenda do Município de Estação informa aos senhores contribuintes que a 3ª parcela do IPTU 2020 vence dia 15 de julho. Para emissão online acesse: www.pmestacao.com.br, clique em Serviços Online http://sistema.pmestacao.com.br:8090/sys530/); TRIBUTOS e em seguida, 2ª via DAM IPTU. Feito esses passos, os dados que são solicitados são os seguintes: CPF/CNPJ, Código do Imóvel (encontra-se nas guias de anos anteriores em dados do imóvel). Para finalizar clicar em EMITIR. 3ª parcela – 15 de julho de 2020. 4ª parcela – 17 de agosto de 2020. 5ª parcela – 15 de setembro de 2020. Em caso de dúvidas mais informações pelo fone 3337-1166 com Fábio ou Rodrigo.
- Irrigação contribui na produção de frutas durante as baixas temperaturas
O frio intenso chegou ao Rio Grande do Sul e as baixas temperaturas registradas podem provocar prejuízos em espécies frutíferas tropicais e subtropicais que não resistem a temperaturas negativas. Um dos métodos para impedir a morte das plantas dessas espécies pelo congelamento é o uso da irrigação por aspersão ou microaspersão. No município de Soledade, o jovem casal de produtores Bruna Miranda da Silva e Lucas Muniz investiu na produção de pitaya como forma de diversificar a produção e, com isso, a irrigação se fez necessária devido às baixas temperaturas frequentemente registrada no município. Na área de 0,4 hectares, onde está localizada a plantação de pitaya, o jovem casal observou a necessidade de investir na irrigação automatizada para garantir o cultivo da fruta devido à ocorrência de frequentes geadas. No inverno de 2019, o casal fez um investimento significativo em um sistema antigeada por meio de irrigação por microaspersão e em equipamentos para irrigação por gotejamento nas pitayas, dimensionando a bomba também para a irrigação das demais culturas na propriedade. “As baixas temperaturas que Soledade registra sempre nos causaram medo. Pesquisamos e descobrimos que era possível produzir. No inverno passado tentamos cobrir as plantas, mas não funcionou. Então, investimos na irrigação e no sistema antigeada para este inverno. Estamos curiosos para observar como as plantas irão se comportar durante a estação, pois essa foi a primeira grande geada que atingiu a plantação esse ano”, comenta Bruna, ao se referir à forte geada no município na sexta-feira (03/07). Além da pitaya, o casal produz temperos, repolhos, couve e brócolis, além de uma área cultivada com nogueira pecã que ainda não iniciou a produção. O extensionista rural Agropecuário da Emater/RS-Ascar, Roger Terra de Moraes, explica que a pitaya é uma espécie de clima temperado e não são adaptadas ao frio intenso. Com isso, as temperaturas abaixo de zero causam danos severos podendo resultar na morte das plantas ou parte delas. “Com sistema antigeada por microaspersão, a camada de gelo que se forma na superfície da planta cria uma espécie de cápsula onde a temperatura interna da planta não atinge temperaturas negativas, mantendo a integridade do tecido vegetal”, explica. Segundo o extensionista, a estratégia também pode ser adotada em frutíferas de clima temperado em geral, cultivados em regiões onde a geada é frequente. “Algumas espécies como o pessegueiro, ameixeira, videira, entre outras cultivadas em regiões onde frequentemente ocorrem geadas tardias, este sistema também se mostra eficiente para a preservação da integridade do florescimento”, orienta Moraes. Para tanto, existem linhas de crédito rural que preveem o financiamento do sistema de irrigação, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com juros de 2,75% ao ano e até 10 anos de prazo para pagamento dos agricultores familiares, e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) com juros de 5,0% ao ano. OUTRAS CULTURAS Cuidados também devem ser observados em culturas como hortaliças e pastagens. Nas hortaliças, o cultivo em ambiente parcialmente modificado como em estufas e túneis protegem em parte as plantas do frio. No entanto, em locais onde as temperaturas são excessivamente baixas podem ocorrer a morte das espécies de verão, mesmo cultivadas no interior desses ambientes. Outra orientação é não cultivar espécies susceptíveis às baixas temperaturas ou que tenham seu desenvolvimento afetado com o frio, como, por exemplo, tomate e pimentão. Na produção de pastagens, o extensionista orienta o cultivo de espécies resistentes às geadas, como a aveia e o azevém. “O pasto nativo paralisa seu crescimento nestas condições de geada e frio intenso, diminuindo a oferta de forragem aos animais”, ressalta Moraes. Já na produção de trigo, que está na fase vegetativa, as geadas têm pouca ou nenhuma interferência negativa na cultura. “Ao contrário, o frio estimula o perfilhamento das plantas, algo que é desejável. A temperatura letal à cultura na fase vegetativa é abaixo de -9°C, sendo a fase de emborrachamento e espigamento a mais sensível”, observa o extensionista.
- Getúlio Vargas fica em vermelho no mapa preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado
Municípios podem apresentar recurso até domingo e, na segunda, governo divulgará bandeiras definitivas válidas a partir de terça Com a piora nos indicadores de propagação da Covid-19 e da ocupação de leitos, o mapa do Rio Grande do Sul pode ficar ainda mais vermelho. A atualização preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado indica que 10 regiões estão com risco alto, por isso, receberam bandeira vermelha. Embora representem metade das 20 regiões usadas no modelo, somam 73,4% da população gaúcha (8.310.854 habitantes). Na rodada anterior, eram seis regiões, que representavam 46,1% dos gaúchos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (6/7). As outras 10 regiões ficaram com laranja (risco médio). O Estado segue sem registro de bandeira preta (risco altíssimo), mas, pela primeira vez, nenhuma região foi classificada em amarelo (risco baixo). O mapa preliminar da 9ª rodada foi divulgado pelo governo no fim da tarde desta sexta-feira (3/7) e está disponível em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br. No prazo de 36 horas após a publicação do mapa preliminar, que se encerra às 6h de domingo (5/7), os municípios que quiserem apresentar recursos sobre as classificações podem preencher o formulário neste link: https://forms.gle/TsRhgUKJhQSJUP5T9. Aqueles que se enquadrarem na Regra 0-0 e podem adotar protocolos de bandeira laranja não precisam protocolar recurso. Na segunda-feira (6/7), o Gabinete de Crise analisará os dados enviados e rodará o mapa novamente e, à tarde, divulgará as bandeiras definitivas, que serão vigentes de 7 a 13 de julho. Conforme a análise preliminar, seis regiões tiveram piora na classificação final e, portanto, terão maiores restrições de suas atividades.Taquara registrou a mudança mais drástica: a região estava com bandeira amarela e passou direto para vermelho. Palmeira das Missões, Pelotas, Erechim e Caxias do Sul, que estavam com bandeira laranja, também migraram para vermelha. Bagé, que estavam em amarelo, foi para laranja. Cinco regiões permaneceram sem alteração. Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas, por terem sido classificadas em vermelho pelo menos duas vezes no período de 21 dias, mesmo que apresentassem melhora nos dados, não poderiam ter regressão no nível de restrição, com isso, seguem com bandeira vermelha. Passo Fundo não apresentou melhora nem piora no cálculo dos indicadores e permanece com vermelha. A única região que apresentou redução de risco foi Santo Ângelo, passando de vermelho para laranja. As demais regiões não tiveram alteração na sua bandeira final e permanecem com bandeira laranja. Regra 0-0 Dos 307 municípios que compõem as áreas com bandeira vermelha, 177 cidades não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento. Por isso, eles se adequam à chamada “Regra 0-0” e podem adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio. Basta que mantenham atualizados os registros nos sistemas oficiais e adotem, por meio de decreto, regulamento próprio, com protocolos para as atividades previstas na bandeira laranja. São 998.869 pessoas (8,8% do total do RS) que estão nesta condição. Clique aqui e confira a lista de municípios que poderá aplicar protocolos da bandeira laranja, mesmo em região com classificação vermelha. Trava de segurança A região de Passo Fundo, se mantida com bandeira vermelha após o período de recursos da 9ª rodada, estará inserida na trava de segurança prevista no Distanciamento Controlado, que tem objetivo de garantir a segurança da população da região. A regra determina que regiões classificadas em vermelho por dois períodos consecutivos ou alternados dentro do prazo de 21 dias tenham de ficar duas semanas consecutivas com bandeira vermelha mesmo que os indicadores regionais apontem para restrições menos severas. Para que as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Capão da Canoa, que já estão cumprindo a determinação nesta rodada, e Passo Fundo, caso se enquadre na trava, recebam bandeira menos restritiva, elas deverão ficar pelo menos duas rodadas com redução de cor para sair da bandeira vermelha. PRINCIPAIS DADOS DA 9ª RODADA • O número de novos registros de hospitalizações Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 19% entre as duas últimas semanas (611 para 729); • O número de internados em UTI por SRAG aumentou 27% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (459 para 582); • O número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 16% entre as duas últimas quintas-feiras (478 para 554); • O número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 36% entre as duas últimas quintas-feiras (307 para 418); • O número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 5% entre as duas últimas quintas-feiras (de 624 para 653); • O número de óbitos por Covid-19 aumentou 15% entre as duas últimas quintas-feiras (de 120 para 138); • As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (227), Novo Hamburgo (91) Caxias do Sul (83), Passo Fundo (69) e Canoas (64). SITUAÇÃO GERAL DA 9ª RODADA O número de novos registros de hospitalizações por Covid-19, nos últimos sete dias, comparado com a semana anterior, apresentou aumento de 19%, passando de 611 para 729. O número de internados em UTI por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceu 27%, passando de 459 para 582. O mesmo se observa com o número de internados em leitos clínicos para Covid-19, que passou de 478 para 554 internações – crescimento de 16%. Para as internações em UTI confirmadas para Covid-19, o aumento foi de 36%, passando de 307 para 418. O agravamento também é observado no número de casos ativos na última semana, que chegou a 4.281, frente aos 3.340 da semana anterior. Por fim, com relação ao número de leitos de UTI livres no último dia, o número subiu de 624 para 653, com a abertura de 80 leitos ao longo da semana. O agravamento do indicador de capacidade de atendimento (número de leitos de UTI livres para cada ocupado por pacientes Covid-19), mensurada no Estado como um todo, segue em ritmo acelerado, sinalizando elevada preocupação. Na rodada anterior o indicador obteve bandeira vermelha e, nesta semana, a mensuração ficou próxima de ser definida como bandeira preta. Este indicador nos permite acompanhar a capacidade de resposta da rede hospitalar para atender a população que necessita de atendimento neste nível de atenção. No entanto, é um indicador que também está diretamente relacionado ao avanço da doença no Estado, uma vez que quanto maior o número de casos ativos, maior o número de pacientes que necessitarão de atendimento hospitalar e maior o risco de pressão no sistema de saúde. Mesmo com todas as ações de ampliação de leitos de UTI no Estado, o avanço na evolução da Covid-19 sinaliza risco alto de pressão ao sistema de saúde e a necessidade de se ampliar ainda mais a conscientização da população em seguir os protocolos de distanciamento, a fim de que seja possível seguir nas ações de ampliação da rede e, principalmente, para continuar garantindo o acesso adequado do paciente aos leitos hospitalares e de UTI no tempo oportuno. MUDANÇAS REGIONAIS DA 9ª RODADA MACRORREGIÃO NORTE A macrorregião norte manteve a situação de piora nos indicadores que vinha sinalizando desde a última semana. Com o agravamento da Capacidade de Atendimento no Estado, que avalia o quantitativo de leitos de UTI livres sobre leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, dos indicadores de internados em leitos clínicos e UTI por Covid-19 e da Capacidade de Atendimento na macrorregião, as regiões de Palmeira das Missões, Erechim e Passo Fundo obtiveram bandeira final vermelha. Na última rodada de avaliação, as três regiões já haviam obtido situação de bandeira vermelha. Entretanto, após as análises de recursos, o Gabinete de Crise reverteu a situação de bandeira vermelha para as regiões de Erechim e de Palmeira das Missões, pois a média ponderada estava muito próxima do ponto de corte que define entre bandeiras laranja ou vermelha e os indicadores não apontavam ainda para situações de risco mais elevado. Com relação as variáveis mensuradas para os indicadores de propagação da doença e da capacidade de atendimento, verifica-se a deterioração na região. As hospitalizações e as ocupações de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 seguem aumentando. O número de hospitalizações confirmadas para Covid-19, registradas nos últimos sete dias, passou de 76 para 112 entre as duas semanas, crescimento de 47,4%. Para os internados em leitos clínicos e internados em UTI, confirmados para Covid-19, os aumentos foram de 29% e 22%, respectivamente (de 59 para 76 e de 36 para 44). No caso de internados por SRAG em UTI, ocorreu uma redução no quantitativo, variando de 60 para 59. Nas três regiões Covid-19 da macrorregião Norte, o aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População. As três regiões obtiveram bandeira preta nos dois indicadores de Incidência. O indicador relacionado à capacidade do sistema de saúde apresentou uma melhora. Enquanto na semana passada havia 1,78 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 2,09, mesmo que a bandeira do indicador tenha se mantido a mesma entre as duas semanas – vermelha. Também favorável, a mudança da capacidade de atendimento teve redução no indicador, com a bandeira alterada de laranja para amarela. No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verificou-se o aumento dos leitos livres, passando de 64 para 92. Erechim e Região Sem conseguir reduzir o número de internados por Covid-19 em UTI de uma semana para outra (continuou com seis pacientes), os municípios que integram a região de Erechim tiveram redução de oito para seis casos por SRAG em leitos de tratamento intensivo. Além disso, a região teve 11 pessoas internadas por Covid-19 no último dia do levantamento, aumento de um paciente em relação à semana anterior. Porém, no caso de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos sete dias, entre as duas semanas, a região teve aumento de 60%, passando de 10 para 16 na semana. No caso dos indicadores de incidência de novos casos sobre a população, a região obteve ambos com bandeira preta, com aumento em seus valores. O acréscimo nas hospitalizações impactou diretamente o indicador sobre 100 mil habitantes, atingindo situação de bandeira preta. Ao mesmo tempo, Erechim aumentou de 14 para 27 a disponibilidade de leitos de UTI livres, objetivando ter capacidade para atendimento à saúde. Palmeira das Missões A região de Palmeira das Missões volta a ter classificação de alto risco. O número de casos ativos pela doença na última semana seguiu em crescimento, passando de 193 registros para 237 entre as duas semanas. Esse critério, comparado com os casos recuperados nos 50 dias anteriores, recebeu novamente a bandeira preta. A região registrou aumento de 80% nas hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias entre as duas semanas, passando de 15 para 27. Os casos de internação em UTI por SRAG tiveram crescimento de 67%, já que agora são 10 pacientes, ao passo que há uma semana eram seis. No caso das internações confirmadas para Covid-19 em leitos clínicos e de UTI, se observou crescimento em ambas, principalmente para UTI, com o número de internados passando de um para oito pacientes. O aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População, com os três obtendo bandeira preta. No indicador que apura o número de internados por Covid-19 no último dia do levantamento, Palmeira das Missões teve um salto de seis para nove pacientes. Com o aumento das ocupações em leitos de UTI, a região reduziu o número de leitos de UTI livres para atender Covid-19 de 23 para 17 leitos. Passo Fundo Com o quadro se agravando, embora em velocidade não tão intensa, a região de Passo Fundo permanece na bandeira vermelha ao atingir 69 registros de hospitalizações Covid-19 na última semana – aumento de 35% em relação à semana anterior. A mesma situação se verificou para o número de internados em leitos clínicos com Covid-19, que passou de 40 para 55 pessoas. Embora tenha aumentado o número de leitos de UTI livres, que subiu de 27 para 48 unidades, a razão do número de leitos de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por pacientes Covid-19 apresentou o patamar de 2,09, o que coloca a região em bandeira vermelha nesse indicador. Passo Fundo e municípios próximos somaram 457 casos ativos na última semana frente a 771 casos recuperados nos 50 dias antes do início da semana, colocando a região em bandeira vermelha nesse indicador. Aliado a isso, no quesito de óbitos a região apresentou bandeira preta, uma vez que as 12 mortes apresentadas ao longo da semana, quando projetadas, apontam o valor de 17,9.MACRORREGIÃO METROPOLITANA Após a definição de bandeira vermelha na última rodada para quatro das cinco regiões Covid da Macrorregião Metropolitana, a situação de agravamento permaneceu, reflexo do tempo necessário entre ações de maiores restrições à circulação e a diminuição das hospitalizações. Nesta semana, a região de Taquara, que era beneficiada com a trava de até três hospitalizações nos últimos 14 dias, apresentou situação de bandeira vermelha, pois além da pressão advinda do agravamento na macrorregião, apresentou piora em seus indicadores regionais. Assim, toda a macrorregião metropolitana obteve apuração de bandeira vermelha. Com as hospitalizações e ocupação de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 aumentando, a macrorregião metropolitana atingiu a totalidade em bandeira vermelha. Os números de internados por SRAG em UTI, de pacientes Covid-19 em leitos clínicos (confirmados) e de pacientes Covid-19 em leitos de UTI (confirmados) tiveram aumentos entre as duas semanas. Com relação a SRAG, enquanto há sete dias atrás havia 250 internados, a quantidade de pacientes subiu 36% passando para 339. No caso de leitos clínicos, o número de pacientes passou de 284 para 333, um aumento de 17%. E com relação aos internados por Covid-19 em leitos de UTI, o aumento foi de 39%, passando de 179 para 248 pacientes. Além dos indicadores que mensuram a velocidade do avanço na macrorregião, os relacionados a capacidade de atendimento também se agravaram. Enquanto na semana passada havia 1,46 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 1,05. No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verifica-se uma pequena redução no número de leitos de UTI livres para atender Covid-19, passando de 262 para 260. Com isso, enquanto o indicador de internados por SRAG obteve bandeira vermelha, a de pacientes Covid-19 em leitos de UTI e de capacidade de atendimento, mensuradas pela macrorregião, obtiveram bandeira preta. Porto Alegre Além da situação agravada pelos indicadores mensurados pela macrorregião, o número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registrado nos últimos sete dias apresentou crescimento de 11% entre as duas semanas, passando de 204 para 227. Com isso, o indicador apresentou melhora entre as duas análises, passando de bandeira preta para laranja. Porém, destaca-se que a quantidade de novas hospitalizações em proporção da população ainda é elevada, refletindo na bandeira preta para o indicador de incidência na região. Ainda se observa crescimento em outros três indicadores de avanço da doença. O número de internados em UTI por SRAG no último dia variou de 163 para 225 entre as duas semanas. O indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19 cresceu 37%, passando de 124 para 170. Por último, o indicador de internados em leitos clínicos Covid-19 variou de 196 para 219. O indicador que mede o Estágio da Evolução, resultante da razão entre ativos e recuperados obteve leve melhora, passando para avaliação de risco médio (laranja). O de Projeções de Óbitos e de hospitalizações em relação a 100 mil habitantes, na última semana, se manteve em avaliação de risco máximo (preta). Canoas A região de Canoas é a que obteve a maior média ponderada entre todas regiões Covid, em valor de 2,14. Os registros de hospitalizações confirmadas para Covid-19 cresceram 56% entre as duas semanas, passando de 41 para 64 hospitalizações. O avanço acompanha a tendência que levou a região à bandeira vermelha há duas semanas, pois se trata da velocidade do avanço da pandemia e dos efeitos que podem permanecer por mais semanas. Da mesma forma, na região o número de internados em UTI por SRAG no último dia passou de 31 para 42 entre as duas semanas. Para o indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19, o crescimento foi de 68%, variando de 19 para 32 Com relação ao número de pacientes Covid-19 em leitos clínicos, o aumento foi de 9,5%, (de 42 para 46 internados). Na razão entre os casos ativos na semana e recuperados nos 50 dias anteriores ao início da semana, o indicador se manteve em bandeira preta. No caso do número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias para cada 100 mil habitantes, o indicador se manteve em bandeira preta, com a razão passando de 5,17 para 8,07. Novo Hamburgo A manutenção de bandeira vermelha também é observada na região de Novo Hamburgo. Comparativamente às outras semanas, verificou-se uma aceleração no registro de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias. Enquanto na semana anterior havia ocorrido 71 registros, nesta semana foram 91 (aumento de 28%). A dimensão das hospitalizações, quando comparada por 100 mil habitantes, é bastante elevada, sendo a de maior valor entre todas as regiões Covid-19, indicando alta prevalência na região. Com isso, os indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População, que são mensurados com base na região, todos apresentam bandeira preta. A ocupação de leitos clínicos e de UTI, para SRAG ou confirmados para Covid-19, tiveram aumentos entre as duas semanas, contribuindo com o agravamento dos indicadores da macrorregião. O indicador de internados em leitos clínicos cresceu 86% (de 28 para 52), apontando para um possível aumento em ocupação de leitos de UTI nos próximos dias. Capão da Canoa Também sobre efeito do agravamento na Macrorregião Metropolitana, a região de Capão da Canoa apresentou crescimento em três variáveis utilizadas para mensurar o avanço da doença. As hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias na região passou de 21 para 23 entre as duas semanas. Apesar da redução na ocupação de leitos clínicos em 23,5% (de 17 para 13), ocorreram aumentos no número de internados em UTI confirmados para Covid-19 e por SRAG. Os três indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram situação de bandeira preta, demonstrando a gravidade tanto da macro quanto da região em si. Taquara Pressionada pela situação da Macrorregião Metropolitana, a região de Taquara obteve bandeira vermelha nesta rodada. O salto de situação de bandeira amarela para vermelha se deve, principalmente, pelo fato de a região ter tido aumento nas hospitalizações confirmadas para Covid-19. Esta elevação fez com que três indicadores da região, de hospitalizações registradas, hospitalizações a cada 100 mil habitantes e de projeção de óbitos passassem de bandeiras amarelas para preta, laranja e vermelha, respectivamente. Além disso, nas últimas atualizações, a região já alcançava classificações de risco alto (laranja), mas tinha o benefício de retroceder para a bandeira amarela por não registrar mais de três hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19 nos 14 dias anteriores ao levantamento. O aumento no número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 variou de 2 para 6 hospitalizações. Apesar de que os indicadores de avanço da doença não sejam tão expressivos como nas demais regiões metropolitanas, a situação é deteriorada pela macrorregião a que está inserida. Por fim, os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram agravamento entre as duas semanas. Observando o indicador da razão entre casos ativos na última semana e recuperados no início da semana (50 dias anteriores), verifica-se um elevado crescimento – com a região de Taquara obtendo o maior valor entre todas as regiões. Caxias do Sul A região de Caxias do Sul retorna para situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia tiveram deterioração do quadro, obtendo bandeiras laranja e preta, respectivamente. A região segue agravada pelos dois indicadores de Incidência de Novos Casos sobre a População, pela Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo. Conforme destacado, o indicador de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias aumentou 9% entre as duas semanas, passando de 76 na semana anterior para 83 na atual. Porém, mesmo que o avanço da doença tenha reduzido na velocidade, o número de internados por SRAG em UTI (de 62 para 78), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 57 para 59) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 40 para 59) cresceram. Os indicadores de incidência de novos casos sobre a população – “hospitalizações confirmadas para Covid-19 em relação à população” e “Projeção de óbitos em relação à população” mantiveram situação de maior risco: bandeira preta em ambos, com elevação nos dois valores. Por fim, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelo de leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, mensurado para a macrorregião, atingiu situação de bandeira preta (com 1,42 leito de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região). Esse indicador sinaliza para um aumento na ocupação de leitos de UTI por pacientes Covid-19, mesmo que a região tenha aumentado o número de leitos de UTI livres no último dia entre as duas semanas (de 75 para 84). Pelotas A região de Pelotas atinge pela primeira vez a situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço da macrorregião, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia obtiveram bandeira preta nesta semana. A quantidade de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias, na região, aumentou 144% entre as duas semanas, passando de nove, na semana anterior, para 22 na atual. O número de internados por SRAG em UTI (de 13 para 17), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 8 para 12) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 9 para 15) cresceram na macrorregião. Com o aumento no número de casos e de hospitalizações, a região segue agravada pelos indicadores de estágio da evolução na região e de Incidência de Novos Casos sobre a População. A Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo, foram fatores que contribuíram para a elevação de risco na região. Portanto, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelos leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, medido para a macrorregião, atingiu situação de bandeira laranja (com 2,71 leitos de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região). PIORA EM BAGÉ Agravada pela piora nos indicadores da macrorregião, a região de Bagé atinge novamente situação de bandeira laranja. Apesar de que os indicadores da região de hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19, de estágio da evolução na região e de incidência sobre novos casos sobre a população não tenham nenhuma atingido bandeira vermelha, observou-se também uma alteração de bandeiras de amarela para laranja entre as semanas. A região apresentou um aumento no número de casos ativos na última semana, passando de 5 para 16 casos. O número de internados em UTI por SRAG aumentou de 2 pacientes para 5. Nos indicadores de internados Covid-19 em leitos clínicos e UTI, a situação foi de pequena alteração. MELHORA EM SANTO ÂNGELO Após uma semana em situação de bandeira vermelha, a região de Santo Ângelo teve seu grau de risco diminuído, voltando a classificação de bandeira laranja, uma vez que melhoraram os indicadores em termos de ocupação e de leitos de UTI livre por pacientes Covid-19. Pelos números da última sexta-feira, a região reduziu o número de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos 7 dias em 21%, passando de 19 para 15 entre as duas semanas. A ocupação de UTIs por pacientes SRAG aumentou de 6 para 8 pacientes, mas o número de internados em leitos clínicos e em UTI, confirmados para Covid-19, reduziram (de 11 para 9 e de 4 para 1, respectivamente). A capacidade de atendimento da macrorregião é também um dos fatores positivos, apresentando bandeira amarela nos indicadores de Capacidade de Atendimento e de Mudança da Capacidade de Atendimento. ENTENDA O DISTANCIAMENTO CONTROLADO Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul. Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região. Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal. Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul
- Governo de Ipiranga do Sul realiza entrega de tabletes às agentes de saúde
Nesta semana, a enfermeira Lilia da Unidade Básica de Saúde (UBS) de Ipiranga do Sul realizou a entrega de tabletes às agentes comunitárias de saúde (ACS). De acordo com a secretaria de Saúde do município, Paula Glauder Toldo, os equipamentos foram entregues a fim de auxiliar nos trabalhos realizados junto à comunidade. “Com os tablets, os trabalhos das agentes serão agilizados e as informações ficarão armazenadas no cadastro de cada munícipe”, informou a secretaria.
- Receita Federal divulga os números das entregas das declarações do Imposto de Renda 2020
Confira na tabela, os números relativos aos municípios de nossa região.
- Cooperativismo: trabalho conjunto para o desenvolvimento das comunidades
Confira uma entrevista com o presidente da Coprel Jânio Vital Stefanello O momento em que estamos vivendo tem sido de muitos desafios e dificuldades, para todas as pessoas, empresas, governos e instituições. Neste cenário de muita desconfiança e incertezas, incluindo o setor econômico, as instituições cooperativas se destacam por atuar com transparência, seriedade, ajuda mútua e os bons resultados. No Dia Internacional do Cooperativismo, que é celebrado no primeiro sábado do mês de julho, o presidente da Coprel e Infracoop (Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura) Jânio Vital Stefanello, destaca como as cooperativas trabalham pelo desenvolvimento das comunidades. Assessoria Coprel: Qual a importância do Cooperativismo no setor elétrico gaúcho e nacional? Stefanello: “As cooperativas têm se destacado de forma expressiva nos indicadores de qualidade do atendimento e da energia distribuída, conforme os resultados da pesquisa Prêmio Aneel de Qualidade, dos últimos anos. Dentre as 10 melhores distribuidoras do Brasil, 9 são cooperativas. Isso demonstra que o cooperativismo, além de trazer resultados sociais e econômicos para as localidades atendidas, se preocupa com a qualidade no atendimento e serviço prestado, o que estimula o desenvolvimento de todo o setor elétrico”. Como a Cooperativa está atuando neste cenário de pandemia? A energia elétrica é uma atividade essencial, e a Coprel não pode parar. A Cooperativa adotou cuidados para continuar atendendo de forma segura os cooperantes. Foram intensificados os cuidados de higiene, uso de equipamentos de proteção individual e distanciamento das posições de trabalho para os colaboradores. Os treinamentos e reuniões são realizados de forma 100% online. Os eventos e treinamentos presenciais que não possuem condições de serem realizados via internet serão retomados assim que a situação da pandemia se normalizar. É um momento de mais cuidados e de enfrentar algumas dificuldades, mas temos a consciência que precisamos trabalhar para manter o nosso serviço com qualidade, principalmente neste momento que é ainda mais necessário para nossos cooperantes. No cenário atual, como a Coprel planeja seu futuro? Seguimos trabalhando em nossas atividades essenciais, priorizando todos os cuidados e proteção dos nossos colaboradores. Mas precisamos seguir em frente, pois a pandemia vai passar e queremos sair deste momento difícil melhores preparados para os próximos desafios. Nós estamos crescendo e as atividades do agro também. E ficamos muito felizes quando observamos os números do cooperativismo gaúcho, pois estamos crescendo significativamente, apesar dos impactos da pandemia. As cooperativas do Rio Grande do Sul devem ter um crescimento de 7% neste ano, e isso mostra que municípios onde que tem cooperativa, o agronegócio se desenvolve e continua crescendo. A tendência é muito positiva para este ano, principalmente para as cooperativas do nosso estado. Nosso objetivo é seguir investindo em energia e internet de qualidade aos nossos cooperantes, sempre preparados para atender as principais demandas do meio rural. Entendemos que seguir os princípios cooperativistas é valorizar as ideias e os objetivos das pessoas. Ser uma cooperativa é muito mais que levar energia e internet de qualidade: é estar presente na vida das famílias, todos os dias, é estar próximo, conectado e compartilhando histórias. Para o ano de 2020, a ACI (Aliança Cooperativa Internacional) escolheu como tema do Dia Internacional do Cooperativismo o slogam: “Cooperativas para a Ação Climática”. As cooperativas de infraestrutura estão desenvolvendo importantes projetos de geração de energia elétrica que aliam sustentabilidade econômica, social e ambiental. Hoje, em praticamente tudo que você precisar, pode contar com o trabalho de uma cooperativa. Em sete segmentos: Agropecuário; Crédito; Transporte; Trabalho e Produção de Bens e Serviços; Saúde; Consumo; e ainda Infraestrutura, as cooperativas organizam importantes setores da sociedade para oferecer produtos e serviços de forma mais vantajosa aos associados e comunidade em geral.
- Cancelado o Acampamento Farroupilha 2020 de Getúlio Vargas
Em reunião remota (via internet), no dia 1º de julho, os representantes das entidades tradicionalistas de Getúlio Vargas, juntamente com a Administração Pública Municipal e entidades organizadoras do Acampamento Farroupilha, decidiram, em comum acordo, pelo cancelamento das atividades alusivas à Semana Farroupilha 2020. Seguindo as determinações tanto estaduais, quanto municipais, os representantes dos galpões entendem que é inviável pensar em atividades para setembro, uma vez que o tempo para organização seria curto e, sobretudo, visto o contexto da pandemia o qual estamos vivendo. O prefeito de Getúlio Vargas, Mauricio Soligo, agradeceu a compreensão de todos, em virtude do momento que estamos vivenciando e salientou que “todos nós sentimos pela não realização do evento, contudo, temos que priorizar o combate à pandemia e a promoção e valorização da vida”. O prefeito lembrou também que não existe nem a previsão de retorno das aulas ou atividades escolares, sendo então inviável nesse momento projetar eventos para setembro.
- Prefeitura de Getúlio Vargas avalia estragos após temporal com forte vendaval
Episódio climático aconteceu na terça-feira, dia 30 de junho A Prefeitura de Getúlio Vargas, por meio da Secretaria Municipal de Obras, fez uma avaliação dos estragos provocados pelo vento forte e a chuva do início da tarde do desta terça-feira, 30 de junho, que, causaram estragos em alguns pontos da cidade, porém os maiores estragos foram no interior do município. As equipes da Secretaria de Obras estão auxiliando na medida do possível os agricultores que tiveram problemas com o vento e a chuva, atuando para remover árvores caídas, avaliar a situação de destelhamentos e ou locais atingidos pelos galhos.



















