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- Na 25ª semana, governo recebe dois pedidos de reconsideração ao mapa preliminar
Com o retorno da cor vermelha ao mapa do Distanciamento Controlado, o governo do Estado recebeu, até a manhã deste domingo (25/10), dois pedidos de reconsideração à classificação preliminar da 25ª semana do sistema de enfrentamento à pandemia no Rio Grande do Sul. Ambos os recursos são de associações de regiões classificadas em vermelho. Depois de duas rodadas, o cálculo que leva em conta indicadores de propagação do coronavírus e capacidade de atendimento hospitalar apontou risco epidemiológico alto em três regiões – Cruz Alta, Ijuí e Santo Ângelo. Presentes também duas rodadas atrás, as bandeiras amarelas (risco epidemiológico baixo) nas regiões de Bagé, Cachoeira do Sul e Palmeira das Missões deram lugar, novamente, a bandeiras laranjas (risco médio). As outras 15 regiões também ficaram com a cor laranja. Veja o mapa preliminar da 25ª rodada em distanciamentocontrolado.rs.gov.br. O Gabinete de Crise vai analisar os pedidos e divulgar o mapa definitivo às 16h30 desta segunda-feira (26/10), por meio de notícia publicada no site do governo do Estado. A vigência das novas bandeiras inicia à 0h de terça-feira (27/10) e segue até as 23h59 da segunda-feira seguinte (2/11). Independentemente do resultado final, o sistema de cogestão do Distanciamento Controlado segue valendo. Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema compartilhado. As outras 18 já adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo. As regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam). Os planos regionais aprovados estão disponíveis em planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional. Fonte: Imprensa rs.gov
- RS antecipa autorização para retorno de aulas presenciais dos anos iniciais do Ensino Fundamental
Previstas para serem liberadas em 12 de novembro, as atividades presenciais dos anos iniciais do Ensino Fundamental no Rio Grande do Sul serão autorizadas a partir da próxima quarta-feira, dia 28 de outubro. A mesma data marcará a liberação do retorno das aulas dos anos finais do Ensino Fundamental. Sendo assim, as aulas da rede pública estadual seguem tendo como data de retorno o dia 12 de novembro. As redes municipal e privada, porém, podem retornar no dia 28/10, se assim desejarem. A decisão foi tomada após debate do Gabinete de Crise nesta quinta-feira (22/10) e atende a demandas de alguns municípios, que já retomaram as aulas e, com rigorosos protocolos, planejam a retomada de todos os níveis. Um exemplo é Lajeado, que enviou o pedido à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam), deliberado hoje pelo Gabinete de Crise. Uma vez que os indicadores de propagação do coronavírus seguem em queda, o Gabinete de Crise optou por acatar o pedido e fazer a antecipação. O calendário segue sendo uma liberação às aulas presenciais. Os pais e responsáveis que preferirem manter os filhos em casa, com ensino remoto, têm autonomia para fazê-lo. O cronograma de levantamento das restrições a atividades presenciais nas escolas foi divulgado pelo governo do Estado em 1º de setembro. As aulas da Educação Infantil foram retomadas, nas cidades em que os prefeitos assim definiram, em 8 de setembro. Em seguida, foi a vez das instituições privadas e federais de ensinos Superior, Médio e Técnico, autorizadas a voltarem em 21 de setembro. Nesta semana, a partir do dia 20 de outubro, deu-se início ao processo de retomada das aulas nas escolas estaduais de Ensino Médio. O calendário Data da autorização de retorno por parte do Estado (para municípios que assim desejarem) 28/10 – Anos finais e iniciais do Ensino Fundamental Data de retorno da rede pública estadual 28/10 – Anos finais do Ensino Fundamental 12/11 – Anos iniciais do Ensino Fundamental Fonte: Imprensa Governo do RS
- STF confirma que eleitor pode votar apresentando apenas documento com foto
Decisão reafirma entendimento aplicado desde 2010 Para o exercício do direito ao voto, não se exige a apresentação do título eleitoral no dia do pleito, mas de qualquer documento oficial de identificação com foto. Esse foi o resultado do julgamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (19), ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4467, ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), contra a obrigatoriedade de o eleitor portar dois documentos para votar, prevista no artigo 91-A da Lei das Eleições (Lei n 9.504/1997). Com a decisão, o dispositivo legal foi tornado sem efeito, e a Suprema Corte reafirmou o entendimento, aplicado desde as eleições de 2010, segundo o qual o eleitor só ficará impedido de votar caso não apresente o documento oficial com foto que permita a sua identificação por parte do mesário. Tese A relatora da ação, ministra Rosa Weber, sublinhou que, embora a discussão acerca da utilização de documentos de identificação tenha perdido força com a implantação do Programa de Identificação Biométrica da Justiça Eleitoral, o tema ainda não está esvaziado. Há situações em que os eleitores serão identificados mediante exibição de documento com foto: os que ainda não fizeram o cadastramento biométrico ou não puderem utilizar a biometria no dia da votação (em razão da indisponibilidade do sistema, da impossibilidade de leitura da impressão digital ou de situações excepcionais e imprevisíveis). Para a relatora, com base no princípio da proporcionalidade, o documento oficial com foto é suficiente para identificação do eleitor e para garantir a autenticidade do voto. Ela destacou que a exigência de apresentação do título de eleitor, além de não ser o método mais eficiente para essa finalidade, por não conter foto, restringe de forma excessiva o direito do voto. Ainda de acordo com Rosa Weber, o mecanismo criado pela Lei das Eleições, com o intuito de frear as investidas fraudulentas, criou obstáculo desnecessário ao eleitor, que, ao ir às urnas e votar nos candidatos que livremente escolheu, fortalece o regime democrático. Ela assinalou que, com a imposição da limitação, alguns eleitores, regularmente alistados, poderiam ser impedidos de participar do processo eleitoral, com eventuais reflexos na soberania popular. A ministra frisou que o título tem sua utilidade no momento da votação, para localização da seção eleitoral e sua identificação pela mesa receptora, “mas a ausência do mesmo não importa nenhuma interferência no exercício pleno dos direitos políticos do eleitorado”. Rosa Weber já presidiu o TSE e destacou, em seu voto, os progressos feitos ao longo dos anos pela Justiça Eleitoral. Lembrou que a votação pelo chamado “eleitor fantasma” ocorria porque o título não possuía foto. Mas as experiências das últimas eleições demonstraram maior confiabilidade na identificação com base em documentos oficiais de identidade com fotografia. e-Título Uma das alternativas é a possibilidade de o eleitor utilizar o aplicativo e-Título, que mostra a foto do eleitor caso ele tenha feito a identificação biométrica. A tecnologia criada pela Justiça Eleitoral permite que o cidadão apresente apenas o seu perfil no aplicativo para ingressar na seção eleitoral e exercer o direito ao voto. A Justiça Eleitoral recomenda que os usuários baixem, gratuitamente, a nova versão do aplicativo que passou por atualizações recentes e está disponível nas lojas on-line Google Play e App Store. Além dessas funções, o e-Título permite consultar o local de votação e envia ao eleitor informações importantes, como cuidados sanitários a serem adotados no dia da eleição e esclarecimentos sobre notícias falsas que costumam circular com o intuito de atrapalhar o processo democrático eleitoral.
- Ministério Público do Trabalho no RS inicia a retomada gradual de atividades presenciais em novembro
O MPT-RS (Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul) iniciará o retorno das atividades presenciais em suas nove unidades a partir do dia 5 de novembro em Porto Alegre e do dia 19 no interior do Estado, caso as cidades estejam em regiões classificadas com bandeira amarela ou laranja no mapa do Distanciamento Controlado. Na primeira etapa, as audiências continuarão na modalidade telepresencial, e o atendimento ao público externo permanecerá preferencialmente virtual, com atendimento excepcional presencial, com agendamento prévio e mediante observância de todas as regras sanitárias vigentes. O horário de funcionamento será das 12h às 16h, de segunda a sexta-feira. Não retornarão ao trabalho, neste primeiro momento, estagiários, aprendizes e pessoas dos grupos de risco e seus coabitantes. O plano inicial é retomar mais atividades, como audiências presenciais ou mistas, a partir do início de 2021. O acesso aos prédios se dará somente com a utilização de máscaras de proteção facial, mediante aferição da temperatura corporal e com estrita observância de regras de distanciamento, lavagem de mãos, capacidade reduzida e desinfecção de ambientes. Leia aqui a Portaria 272/2020, que estabelece as medidas de segurança a serem adotadas por membros, servidores e visitantes do MPT-RS. Fonte: O Sul
- Receita abre nesta sexta (23) consulta a lote residual de restituição do Imposto de Renda
A Receita Federal abre hoje (23), às 10h, a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). O crédito bancário para 273.545 contribuintes será feito no dia 30 de outubro, totalizando R$ 560 milhões. Desse valor, R$ 211.773.065,86 são destinados aos contribuintes com prioridade legal: 5.110 idosos acima de 80 anos, 38.301 entre 60 e 79 anos, 4.636 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 21.244 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Foram contemplados ainda 204.254 contribuintes não prioritários, que entregaram a declaração até o dia 5 deste mês. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita Federal. Na consulta ao Portal e-CAC, é possível acessar o serviço Meu Imposto de Renda e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações do IR e à situação cadastral no CPF. Com ele é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições e a situação cadastral. Caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. O contribuinte também poderá fazer o agendamento no site do BB. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio do Portal e-CAC, no serviço Meu Imposto de Renda, na opção Solicitar Restituição não Resgatada na Rede Bancária. Fonte: Agência Brasil
- Diário Oficial publica lei que regulamenta poupança social digital
O Diário Oficial da União publica nesta sexta (23) lei que regulamenta a conta de poupança social digital, usada pela Caixa Econômica Federal para o pagamento de benefícios sociais, como o auxílio emergencial. Agora transformada em lei, a Medida Provisória nº 982 de 2020 estava em vigor desde de junho. A conta de poupança social digital permite que as pessoas possam receber o auxílio emergencial e outros benefícios sociais e previdenciários sem pagar tarifa de manutenção. Essas contas possuem limite de movimentação de até R$ 5 mil por mês. A conta permite que o titular faça três transferências eletrônicas por mês sem custos. O correntista poderá, ainda, utilizar a conta para pagar boletos bancários. No caso de pessoas que tenham sido cadastradas para o recebimento do auxílio emergencial, abono salarial, saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) ou o programa emergencial de manutenção de empregos da Lei nº 41.020, a conta pode ser aberta de forma automática. No caso de benefícios previdenciários, o titular poderá solicitar a abertura da conta. Contas de poupança A Caixa Econômica Federal é responsável por operar essas contas de poupança e disponibilizará no seu site e no seu aplicativo ferramenta de consulta para o cidadão, que poderá verificar se há alguma conta aberta em seu nome, a partir da consulta pelo CPF (Cadastro de Pessoa Física). A conta pode ser fechada ou convertida em conta regular a qualquer tempo, sem custos adicionais. O projeto foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro sem vetos. Com a conversão em lei, a poupança social digital será, agora, permanente e poderá ser ampliada para o pagamento de outros benefícios sociais. Fonte: Agência Brasil
- Anticorpos contra covid-19 duram pelo menos sete meses, mostra estudo
Uma das questões que mais tem suscitado interesse e investigação por parte da comunidade científica, desde o início da pandemia, é perceber se os organismos de doentes com covid-19 são capazes de ter uma resposta imune adequada e quanto tempo pode durar essa imunidade. Agora, um novo estudo norte-americano revelou que os anticorpos, que protegem o organismo de ser infectado com o novo coronavírus, podem ter uma duração de até sete meses. Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, acompanharam durante meses cerca de 6 mil pacientes infectados com o novo coronavírus e descobriram que os anticorpos contra o Sars-CoV-2 podem continuar presentes no sangue por um período de, no mínimo, cinco a sete meses. Recentemente, foram confirmados casos de pessoas reinfectadas que, de acordo com o jornal espanhol El País, apresentaram sintomas mais graves quando ficaram doentes com covid-19 pela segunda vez - exemplos que suscitam duvidas à comunidade científica quando se fala em imunidade. Ao longo dos últimos meses foram divulgados diversos estudos que mostravam que os anticorpos - proteínas do sistema imunitário que evitam que o vírus infecte as células do organismo - contra o novo coronavírus iam diminuindo passados alguns meses após a infecção, principalmente em pessoas que apresentaram sintomas ligeiros. As teorias são várias e as dúvidas ainda mais. Mas a questão mantém-se: as pessoas ficam protegidas após a primeira infeção? O estudo norte-americano, divulgado na terça-feira (20) na publicação científica Immunity, e considerado um dos maiores realizados até agora, por ter analisado cerca de 6 mil pessoas, indica que sim: quem já esteve infectado com o novo coronavírus pode ter imunidade até, pelo menos, sete meses. "O nosso estudo mostra que é possível gerar uma imunidade duradoura contra esse vírus", explicou ao jornal espanhol Deepta Bhattacharya, pesquisador da Universidade do Arizona e coautor do trabalho. "Nas infeções moderadas que analisamos, a resposta de anticorpos parece bastante convencional. Os níveis dessas proteínas sobem primeiro, depois caem e no fim acabam por estabilizar", continuou. E quanto às reinfecções, o investigador explica que pode acontecer mas que são casos "excepcionais". Quando um vírus infecta o corpo, o sistema imunológico produz células plasmáticas de curta duração, que produzem anticorpos para combater imediatamente o agente patogênico. Esses anticorpos aparecem no sangue, normalmente, até 14 dias após a infecção e, segundo o autor do estudo, alguns deles "são muito sofisticados", podendo memorizar um patogênico para sempre e desenvolver armas moleculares para o destruir, incluindo diferentes tipos de anticorpos de elevada potência. Estudo O estudo norte-americano resultou de uma campanha de testes que envolveu 30 mil pessoas. Os investigadores, no entanto, analisaram e acompanharam 5.882 dessas pessoas, estudando a produção de anticorpos neutralizantes em mais de mil. A prevalência de infeções é baixa, contando apenas com cerca de 200 pessoas que transmitiram o vírus e produziram anticorpos neutralizantes, explicou Bhattacharya. "Se os anticorpos fornecem proteção duradoura contra o novo coronavírus tem sido uma das perguntas mais difíceis de responder, essa investigação não só nos deu a capacidade de testar com precisão os anticorpos contra a covid-19, mas também o conhecimento de que a imunidade duradoura é uma realidade". Ao analisar o sangue de voluntários que testaram positivo para o novo coronavírus, os cientistas descobriram que os anticorpos estavam presentes em níveis viáveis por um período de, pelo menos, cinco a sete meses. Contudo, o máximo que a equipe conseguiu voltar atrás no tempo, para ver a duração dos anticorpos foi precisamente sete meses, uma vez que a epidemia chegou relativamente mais tarde ao Arizona. "Só conseguimos testar seis pessoas que foram infectadas há cerca de sete meses, mas temos muitas outras infectadas há três, quatro, cinco meses", disse o pesquisador. "Não temos uma bola de cristal para saber quanto tempo os anticorpos duram, mas com base no que sabemos sobre outros coronavírus, esperamos que a resposta imunológica seja mantida durante pelo menos sete meses, e provavelmente por muito mais tempo". "Sabemos que as pessoas que foram infectadas com o primeiro coronavírus da Sars, que é o mais semelhante ao Sars-CoV-2, ainda conseguem estar imunes 17 anos após a infecção", acrescentou Bhattacharya. "Se o Sars-CoV-2 for parecido com o primeiro, esperamos que os anticorpos durem pelo menos dois anos, e seria improvável qualquer período muito mais curto [do que isso]." Fonte: Agência Brasil
- Novo regulamento para o setor de radiodifusão passa a valer a partir de 3 de novembro
Documento viabiliza migração das emissoras de rádio AM para o FM, com disponibilização da faixa estendida, entre 76.1 e 87.5 megahertz O setor de radiodifusão vai passar por uma série de mudanças em sua regulamentação. A principal delas é o novo Regulamento sobre Canalização e Uso de Radiofrequências, aprovado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e que entra em vigor no dia 3 de novembro. O documento visa simplificar o ambiente regulatório de radiodifusão no país, destina faixas de radiofrequência e deve viabilizar os pedidos de migração das emissoras que operam em AM para FM. Segundo o Ministério das Comunicações, atualmente, 390 solicitações deste tipo estão na fila. Maximiliano Martinhão, secretário de Radiodifusão do Ministério das Comunicações, destaca a simplificação que o processo trouxe para o setor. “Antes da resolução, para analisar a regulamentação técnica era necessário consultar 35 resoluções, com essa nova resolução, essa informação está consolidada em um único documento da Anatel”. Faixa Estendida A nova regulação no setor deve ampliar o FM, que hoje tem canais entre 87.7 MHz (Megahertz) e 107.9 MHz. A ideia é que o dial FM seja estendido e passe a permitir novas estações de rádio entre as faixas 76.1 MHz e 87.5 MHz. A ampliação é fundamental para atender as emissoras que estão vindo do AM. A migração do AM para o FM ocorre, principalmente, pelo abandono dos ouvintes ao AM, motivado pela presença de interferências e ruídos, especialmente nas áreas urbanas, o que acaba tornando a sintonização dessas estações de rádio uma grande dor de cabeça. Entre as vantagens, o FM tem uma melhor qualidade de áudio e transmissão, além de estar presente nos smartphones, o que permite maior audiência e crescimento no faturamento. De acordo com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), das 1.781 outorgas de rádio AM, cerca de 1.720 emissoras pediram a mudança para o FM. Com os novos atos da Anatel, a nova faixa estendida, de cerca de 12 MHz (entre 76.1 MHz e 87.5 MHz), deve viabilizar a disponibilização de 60 canais em cada município. De acordo com Vinicius Caram, superintendente de Outorga da Anatel, tão logo o novo regulamento entre em vigor, o caminho para o uso da faixa estendida pelas emissoras de rádio estará aberto. Isso porque esse espectro — que antes compreendia os canais 5 e 6 da TV analógica — já foi liberado com a digitalização da televisão. Vinicius destaca que a destinação de faixas de radiofrequência para as emissoras de rádio vai trazer segurança jurídica e transparência para setor, ao indicar as frequências e canais a serem usados. “O regulamento era um anseio de todos, do setor de radiodifusão, da agência e do Ministério das Comunicações. Permite o tão esperado FM estendido, permitindo mais 12 Mhz ou 60 canais para finalizar a migração de AM para FM”, comemorou.
- Obras iniciadas antes do dia 14 de agosto podem continuar nos municípios
A data limite definida por lei, evita que candidatos à prefeitura utilizem as obras como campanha eleitoral As cidades que deram início às obras, comprovadamente iniciadas antes do dia 14 de agosto, podem continuar com os serviços. A data corresponde ao último dia antes da interrupção do repasse de recursos do Tesouro do Estado aos municípios durante os três meses que antecedem a corrida eleitoral. Além da transferência de verba pública, desde o dia 15 de agosto, agentes públicos de todo o país estão proibidos de praticar uma série de condutas que poderiam, de acordo com a legislação eleitoral, afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos na disputa eleitoral. Segundo o advogado especialista em direito eleitoral, Rafael Moreira, alguns políticos podem ter a candidatura cassada por utilizar esses recursos de forma indevida. “A intenção da legislação é exatamente essa, criar uma igualdade e proibir que o agente público utilize essas obras como uma vantagem eleitoral. A legislação e tanto os tribunais já cassaram alguns prefeitos, até governadores que fazem esse repasse indevidamente”, explica. De acordo com o governo do Paraná as obras continuam no mesmo ritmo anterior a pandemia. Segundo o analista político Matheus Atanam, é aí que os candidatos a prefeitos costumam achar outra brecha para agregar as obras a campanha eleitoral. “A lei proíbe desde o dia 15 de agosto a participação dos prefeitos em inaugurações, mas é permitida a presença deles nas fiscalizações das obras. E é aí que eles aproveitam para capitalizar politicamente”, analisa. O período restritivo, que teria início no dia 4 de julho deste ano, foi alterado em consequência das restrições impostas pela pandemia do coronavírus.
- Médica sequestrada em Erechim é resgatada em cativeiro no Paraná
A médica Tamires Gemelli Silva Mignoni foi resgatada na noite da última quarta-feira (21) em um cativeiro na cidade de Cantagalo, no Paraná. Ela foi sequestrada na sexta-feira (16), quando saía de um posto de saúde em Erechim (RS), a cerca de 30mk de Getúlio Vargas. Três suspeitos foram presos na operação. A médica é filha do prefeito de Laranjeiras do Sul (PR), Berto Silva (Podemos). Os sequestradores fizeram contato com a família três vezes e houve pedido de resgate no valor de R$ 2 milhões, informou a Polícia Civil do Rio Grande do Sul. Segundo a chefe da Polícia Civil gaúcha, Nadine Anflor, os três presos são um vigilante de banco de Laranjeiras do Sul, uma mulher que cuidava de cativeiro e um taxista. Um quarto suspeito está foragido. Segundo a polícia, a mulher receberia R$ 5 mil para cuidar do cativeiro. Já o vigilante faltou ao trabalho e apresentou um atestado na quarta-feira citando problemas na coluna. Cativeiro estourado Segundo o diretor do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), Sander Cajal, não houve pagamento de resgate. "O cativeiro foi estourado, não teve negociação", afirmou Cajal, que acrescentou que o sequestro "foi bem organizado, não tem como dizer que foi algo amador." A médica chegou a fazer contato com a família no cativeiro como prova de vida. "Ela disse que foi muito bem tratada, teve água e comida, e jamais foi molestada fisicamente ou emocionalmente", disse Cajal. A polícia acredita que, após o sequestro, a médica foi levada para Itá, na divisa com o Rio Grande do Sul. Em seguida, foi para Chapecó (SC) e, por último, para a cidade de Cantagalo - a 29 quilômetros de Laranjeiras do Sul. Cajal afirmou que "é pequena" a chance de viés político no crime. Entretanto, no passado o vigilante teve vinculação partidária - não foi informado a qual partido o suspeito era filiado. Comoção nas redes sociais Na noite de ontem, Berto Silva, candidato a reeleição em seu município, fez postagem nas redes sociais comemorando o resgate, com uma foto de Tamires. "Valeram as orações. A Tamires acaba de ser libertada pelos grupos DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e TIGRE (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial). Nossa menina está voltando pra casa", salientou o prefeito. Berto havia feito correntes de oração e chegou a fazer um post homenageando a filha no dia do médico, no sábado. Fonte: UOL
- Papa: homossexuais devem ser protegidos por leis de união civil
O papa Francisco afirmou, em um filme lançado nessa quarta-feira (21), que os homossexuais devem ser protegidos pelas leis de união civil, em uma das linguagens mais claras já usadas pelo pontífice sobre os direitos dos gays. "Os homossexuais têm o direito de ter uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser descartado ou se sentir infeliz por isso", diz o papa no documentário Francesco, do diretor indicado ao Oscar Evgeny Afineevsky. “O que temos que criar é uma lei da união civil. Dessa forma, eles são legalmente cobertos. Eu defendi isso”, acrescentou. O papa pareceu estar se referindo à época em que era arcebispo de Buenos Aires e se opunha à legislação para aprovar casamentos de pessoas do mesmo sexo, mas apoiava algum tipo de proteção legal para os direitos dos casais homossexuais. O biógrafo papal Austen Ivereigh disse à Reuters que os comentários do papa no filme foram as palavras mais claras que o pontífice usou sobre o assunto desde sua eleição em 2013. Francisco, que no início de seu papado disse a famosa frase "Quem sou eu para julgar?" quando questionado sobre homossexuais que tentavam viver uma vida cristã, falou em uma parte do filme sobre Andrea Rubera, um gay que adotou três filhos com seu parceiro. Rubera contou no filme que foi a uma missa matinal, que o papa celebrou no Vaticano, e lhe entregou uma carta explicando sua situação. Ele disse ao papa que ele e seu parceiro queriam criar os filhos como católicos em sua paróquia local, mas não queriam causar nenhum trauma para eles. Não ficou claro em que país eles vivem. Rubera informou que o papa telefonou para ele vários dias depois, dizendo que tinha achado a carta "linda" e pedindo ao casal que apresentasse seus filhos à paróquia, mas que estivesse pronto para a oposição. “Sua mensagem e seus conselhos foram muito úteis porque fizemos exatamente o que ele nos disse. É o terceiro ano que as crianças estão no caminho espiritual na paróquia”, afirma Rubera no filme. "Ele não mencionou qual era sua opinião sobre minha família, então acho que ele está seguindo a doutrina nesse ponto, mas a atitude em relação às pessoas mudou muito", acrescentou. A Igreja Católica ensina que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas os atos homossexuais são, e afirma que os homossexuais devem ser tratados com dignidade. Fonte: Agência Brasil
- RS recebe doação de 20 mil máscaras de proteção
O governo do Estado recebeu do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul (Sips), na tarde desta quarta-feira (21), a doação de 20 mil máscaras de proteção. "A cooperação da sociedade tem sido e segue sendo muito importante neste momento que vivemos. Estamos todos no mesmo barco e precisamos estar integrados no processo de enfrentamento deste inimigo comum que é o coronavírus", detalhou o governador Eduardo Leite, ao agradecer ao sindicato pelo gesto. Os equipamentos serão distribuídos entre profissionais de saúde e da segurança em municípios e hospitais, de acordo com a demanda. A logística será coordenada pela Defesa Civil, que recebe os pedidos via Comitê de Logística e Abastecimento. Essa é a segunda doação que o sindicato faz ao Estado. Em julho, o Sips entregou 60 mil máscaras de proteção, que foram distribuídas entre agentes da segurança pública. De acordo com o presidente José Roberto Goulart, a intenção é manter vivo o espírito de solidariedade. “Agradecemos o apoio do Sips em prol das ações de combate à pandemia da Covid-19. As máscaras serão enviadas ao Comitê de Logística e Abastecimento da Defesa Civil e destinadas a municípios e entidades como hospitais e casas geriátricas, em diversas regiões do Estado", detalhou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Júlio César Rocha. A secretária da Saúde, Arita Bergmann, e o presidente da Assembleia, deputado Ernani Polo, acompanharam a entrega. Fonte: Imprensa Governo do RS
- Governo regulamenta renegociação de dívidas com o Fies
O governo federal regulamentou o programa que permite a renegociação de dívidas de financiamentos concedidos com recursos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A medida estava prevista na Lei nº 14.024/2020, sancionada em julho, que suspendeu o pagamento de parcelas do Fies até 31 de dezembro, em razão da pandemia de covid-19. A resolução do Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil, com as regras do programa, foi publicada hoje (22) no Diário Oficial da União. A medida vale para os contratos assinados até o segundo semestre de 2017 e para os débitos vencidos e não pagos até o dia 10 de julho deste ano, na fase de amortização, quando o estudante já concluiu o curso. A resolução entra em vigor em 3 de novembro e a adesão ao programa poderá ser solicitada ao banco até 31 de dezembro e será efetuada mediante termo aditivo ao contrato de financiamento, podendo ser assinado eletronicamente pelos financiados e seus fiadores. No caso de quitação, em parcela única, do débito vencido ou saldo devedor total, haverá redução de 100% dos encargos moratórios, desde que o pagamento seja feito até 31 de dezembro. Também poderá ser feita a liquidação do saldo devedor em quatro parcelas semestrais, até 31 de dezembro de 2022, ou 24 parcelas mensais, com redução de 60% dos encargos e pagamento a partir de 31 de março de 2021. Já os parcelamentos do saldo devedor feitos em 145 ou 175 parcelas mensais receberão redução de 40% e 25%, respectivamente, e os pagamentos começam a partir de janeiro de 2021. Em caso de prorrogação do estado de calamidade pública em razão da pandemia, ficará suspensa automaticamente a obrigação do pagamento da primeira parcela em janeiro, exceto no caso da liquidação total em parcela única. O valor da parcela mensal resultante da renegociação não poderá ser inferior a R$ 200, mesmo que isso implique redução do prazo máximo de parcelamento. Os descontos concedidos no programa são referentes apenas aos encargos moratórios, permanecendo a cobrança dos débitos contratuais. Será permitida apenas uma renegociação no âmbito do programa. Em caso de não pagamento de três parcelas consecutivas ou alternadas do saldo devedor renegociado, o cidadão perderá o direito ao desconto concedido sobre os encargos, e o valor correspondente será reincorporado ao saldo devedor do financiamento. As pessoas que têm dívidas em discussão judicial e queiram aderir ao programa de regularização deverão renunciar em juízo à ação. Nesse caso, a renúncia sobre quaisquer alegações de direito é irretratável e não exime o autor da ação do pagamento de custas e honorários advocatícios. O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. Fonte: Agência Brasil
- Estados e municípios poderão usar repasses federais até o fim de 2021
Atualmente, o dinheiro que não é usado durante o prazo de vigência retorna ao Tesouro Nacional. A proposta proíbe ainda a União de solicitar a devolução dos recursos durante o período estendido Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4078/20, que permite ampliação do prazo para que estados e municípios façam uso de recursos da União destinados durante pandemia. Já aprovado no Senado, o PL autoriza que repasses que deveriam ser aplicados até o final deste ano passem a ser válidos para gastos até 31 de dezembro de 2021. Atualmente, o dinheiro que não é usado durante o prazo de vigência retorna ao Tesouro Nacional. A proposta proíbe ainda a União de solicitar a devolução dos recursos durante o período estendido, exceto quando houver indícios de irregularidade no uso das verbas. A senadora Simone Tebet (MDB-MS), autora do texto, ressaltou que não é fácil gastar todo o recurso destinado, em razão da burocracia para os procedimentos legais. Ela lembrou também que a ampliação do prazo para a utilização dos repasses é uma maneira de não violar o teto de gastos, resolvendo assim a falta de dinheiro para áreas essenciais. “É justamente um ano em que vai faltar verba, porque o Governo Federal vai ter uma arrecadação menor em um momento que os municípios mais vão precisar do dinheiro para vacinação em massa, criar condições de segurança para as crianças voltarem às escolas, atender na assistência social pessoas que estão entrando novamente na linha da pobreza ou da miséria. Não tem sentido esse dinheiro ficar parado”, declarou. O projeto original previa a ampliação do prazo de aplicação apenas para os recursos federais transferidos em 2020 vinculados ao combate dos efeitos sociais adversos da pandemia. Durante a votação, os senadores acolheram o parecer que amplia o prazo para todos os repasses da União, não importando o destino inicial dos recursos. Para o economista Roberto Góes Júnior, a medida ainda precisa ser vista com devida cautela, pois pode ser perigosa para o orçamento federal. Para ele, não é adequado que a União banque despesas de estados que não estão fazendo o devido esforço para ajustar suas contas. “O gasto com a Covid-19 tem que ficar para a Covid-19, não é para servir de alívio fiscal para estados e municípios que estavam em condições difíceis inclusive antes da pandemia. É um recurso que está sendo utilizado e tem um custo fiscal e a União não está em uma situação confortável para ficar bancando tudo isso”, avaliou. Para a Federação Nacional dos Prefeitos (FNP) a prorrogação é de suma importância. Jeconias Rozendo Jr., Coordenador de Articulação Política da entidade, destacou que os prefeitos tiveram que iniciar os investimentos para o enfrentamento da pandemia muito antes dos recursos federais chegarem. “Além de chegarem tardiamente os recursos tiveram sua distribuição com uma baixíssima eficiência alocativa, foram adotados critérios que não refletiam a estrutura de atendimento médico hospitalar disponível nos municípios”, afirmou. Desde o início da pandemia, a União destinou, em créditos extraordinários, mais de R$ 28 bilhões para a saúde e R$ 61 milhões para a assistência social. A prorrogação proposta vale para recursos oriundos de transferências constitucionais e legais, convênios, contratos de repasse e outros instrumentos.
- Governo do Estado publica regras para realização de eventos e festas infantis
Diante da redução dos indicadores de propagação do coronavírus no Rio Grande do Sul, o governo do Estado, depois de ampla debate com representantes do setor e análise do Gabinete de Crise, liberou, a partir de decreto, a realização de eventos infantis em buffet, casas de festas ou similares. O decreto que detalha os protocolos a serem seguidos foi publicado no Diário Oficial do Estado na segunda-feira (19/10). Esses eventos só poderão ser realizados em regiões que estejam há pelo menos 14 dias seguidos em bandeira laranja ou amarela. Em regiões Covid em bandeira amarela, o número máximo de participantes, entre público e trabalhadores, é de 100 pessoas. Na bandeira laranja, o número máximo permitido é de 70 pessoas. Em ambas as classificações de risco, a duração das festas deve ser de até quatro horas. Assim como os demais eventos já liberados pelo Estado, a realização só poderá ocorrer em cidades que autorizaram e que estão no processo de retomada escolar. A condição foi estabelecida como forma de elencar uma prioridade na retomada de atividades. Além disso, em ambas as bandeiras, os organizadores dos eventos devem seguir as normas estabelecidas pelas portarias 319 e 617 da Secretaria da Saúde, sobre serviços de alimentação e eventos, e o Decreto Estadual 55.240. Confira as regras que devem ser seguidas para realização de festas infantis em regiões de bandeira amarela e bandeira laranja: BANDEIRA AMARELA Máximo de 100 pessoas (trabalhadores e público), respeitando o teto de ocupação e o distanciamento estabelecido no Modo de Atendimento Duração máxima do evento (para o público): 4 horas BANDEIRA LARANJA Máximo de 70 pessoas (trabalhadores e público), respeitando o teto de ocupação e o distanciamento estabelecido no Modo de Atendimento Duração máxima do evento (para o público): 4 horas PARA AMBAS AS BANDEIRAS Modo de operação: teletrabalho/presencial restrito Elaboração de projeto (croqui e protocolos), disponível para fiscalização e/ou autorização, quando couber Circulação de ar cruzada, com manutenção de janelas e portas abertas, independentemente do uso de equipamento de climatização Adesivagem do piso demarcando o devido distanciamento social nas filas Distanciamento mínimo de dois metros entre mesas, organizadas de modo a evitar cruzamento e/ou aglomeração entre clientes e entre trabalhadores Higienização de todas as áreas comuns (corredores, portas, elevadores, banheiros, vestiários, grades, mesas e assentos das instalações e superfícies de contato) com álcool 70% e/ou solução sanitizante de efeito similar, antes da abertura do evento e após o término Higienização a cada uma hora de superfícies de contato (brinquedos, mesas, maçanetas, corrimão, balcões etc.) e a cada duas horas de banheiro e áreas comuns de maior circulação, com álcool 70% e/ou solução sanitizante de efeito similar Higienização de brinquedos a cada uso, com álcool 70% e/ou solução sanitizante de efeito similar Dispor de kit completo nos banheiros (álcool gel 70% e/ou sanitizantes de efeito similar, sabonete líquido, toalhas de papel e lixeira com tampa com acionamento sem uso das mãos) Fluxo único para entrada e saída do local, bem como de entrada e saída dos brinquedos Alimentação e bebidas conforme Portaria SES nº 319 Alimentos, talheres e guardanapos embalados individualmente/ Vedado alimentos expostos (mesa de doces e salgados) e bebedouros verticais MODO DE ATENDIMENTO EM REGIÕES DE BANDEIRA AMARELA OU LARANJA Máscara de uso obrigatório sempre, com exceção do momento do consumo de alimentos ou bebidas, repondo imediatamente depois Registro dos contatos de todos os presentes (trabalhadores e público), para rastreabilidade em caso de posterior confirmação ou suspeita de Covid-19 Reforço constante na comunicação visual e sonora dos protocolos (cartazes, vídeos, áudios e monitores) Distanciamento de dois metros na interação de artistas com público, vedado o contato físico Disponibilização de álcool em gel em diferentes locais, para uso de trabalhadores e público Disponibilizar álcool gel e monitor orientando sobre o uso da máscara e a correta higienização das mãos antes e depois de acessar os brinquedos Fonte: Imprensa Governo do RS
- Resultado dos primeiros editais da Lei Aldir Blanc será divulgado em novembro
As comissões julgadoras dos editais Produções Culturais e Artísticas e Aquisição de Bens e Materiais reuniram-se na segunda-feira (19/10) a fim de iniciar a avaliação dos mais de 1,7 mil projetos inscritos para concorrer aos R$ 14 milhões disponibilizados por meio da Lei Aldir Blanc (Lei 14.017). A lei dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural durante o estado de calamidade pública, descentralizando R$ 3 bilhões para Estados, municípios e Distrito Federal. Para o Rio Grande do Sul, foram disponibilizados R$ 69,7 milhões (confira no banner "Plano de Ação do RS para a Lei Aldir Blanc", em cultura.rs.gov.br). Ainda há R$ 85 milhões direcionados para os 497 municípios gaúchos. As inscrições para os dois primeiros editais elaborados pela Secretaria Estadual da Cultura (Sedac) se encerraram no dia 16 de outubro. No de Produções Culturais, houve 1.070 projetos inscritos; no de Aquisição de Bens e Materiais, 640. A estimativa de conclusão do processo e divulgação do resultado final é dia 10 de novembro. A comissão avaliadora de cada edital é composta por 24 pessoas. Os integrantes foram indicados pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), Conselho dos Dirigentes Municipais de Cultura (Codic/Famurs) e pela Sedac – cada instância indicou 1/3 dos membros, assim como ocorre com o Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Conforme previsto nos editais, cada projeto é distribuído para três diferentes avaliadores, de forma aleatória, pelo sistema eletrônico. A média dessas avaliações gera a classificação final. Edital Sedac 9/2020 – Produções Culturais e Artísticas Para projetos que contratem serviços e levem arte e cultura para a população, no valor de R$ 100 mil a R$ 350 mil por projeto, com investimento total previsto de R$ 10 milhões. Edital Sedac 10/2020 – Aquisição de Bens e Materiais Para adquirir bens culturais, equipamentos e materiais e estimular a produção cultural do Estado, no valor de R$ 50 mil a R$ 100 mil por projeto, com investimento total previsto de R$ 4 milhões. Texto: Ascom Sedac
- Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite alcança 34% da cobertura vacinal no Dia D
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) divulgou um informe parcial da cobertura vacinal contra a poliomielite: 34% das crianças gaúchas de até 5 anos receberam uma dose extra da vacina durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a doença. O número inclui as vacinas aplicadas no último sábado (17/10), Dia D, e que já foram registradas no sistema de informações do Programa Nacional de Imunizações. O balanço foi divulgado na terça-feira (20/10). No total, estima-se uma população de 529.125 crianças nesta faixa-etária no Estado. A meta é alcançar, pelo menos, 95% delas. A campanha segue nos postos de saúde de todo o Rio Grande do Sul até o dia 30 de outubro. Em paralelo, também ocorre a estratégia de multivacinação para atualização da caderneta de vacinação da criança e do adolescente até 15 anos. “Ainda há tempo de levar as crianças e adolescentes para se imunizarem. É responsabilidade dos pais e um ato de proteção vacinar os filhos. Várias doenças, que podem até levar a óbito, estão em circulação no Rio Grande do Sul, como o sarampo, por exemplo. Ainda mais agora, que estão sendo relaxadas as medidas de distanciamento social e retorno das aulas presenciais, é extremamente importante que todas as crianças e os adolescentes estejam com a caderneta atualizada”, explicou a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Tani Ranieri. Tani destaca ainda que todos os postos de saúde estão seguindo medidas de segurança para evitar o contágio da Covid-19. “As unidades de saúde estão preparadas para receber os cidadãos”, completa. Texto: Ascom SES
- Bolsonaro diz que governo federal não comprará vacina CoronaVac
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”, escreveu Bolsonaro em publicação nas redes sociais. Na terça (21), após reunião virtual com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, com o objetivo de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses. Segundo o ministério, o processo de aquisição ocorreria somente após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Anvisa. Para auxiliar na produção da vacina, a pasta já havia anunciado o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan. A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos e, segundo Instituto Butantan, ela é uma vacina segura, ou seja, não apresenta efeitos colaterais graves. Ao todo, os testes serão realizados em 13 mil voluntários e a expectativa é que sejam finalizados até dezembro. Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa. Ministério da Saúde Já em pronunciamento na manhã de desta quarta-feira (21), o secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, informou que “houve uma interpretação equivocada da fala do ministro da Saúde” e não houve qualquer compromisso com o governo do estado de São Paulo no sentido de aquisição de vacina contra a covid-19. “Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante, por se tratar de um grande parceiro do Ministério da Saúde na produção de vacinas para o Programa Nacional de Imunizações [PNI]." Franco esclareceu que é “mais uma inciativa para tentar proporcionar vacina segura e eficaz para a nossa população, neste caso como uma vacina brasileira” e se estiver disponível antes da vacina da AztraZeneca/Oxford ou da Covax. “Não há intenção de compra de vacinas chinesas”, ressaltou. O secretário reforçou que qualquer vacina depende de análise técnica e aprovação da Anvisa, pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) do Sistema Único de Saúde (SUS). Franco reafirmou que quando qualquer vacina estiver disponível, certificada pela Anvisa e adquirida pelo Ministério da Saúde, ela será oferecida aos brasileiros por meio do PNI e, “no que depender desta pasta, não será obrigatória”. Fonte: Agência Brasil
- Indústria prevê alta de 10% na venda de máquinas agrícolas em 2020
Depois de um período de incertezas pela pandemia, a indústria de máquinas agrícolas do Brasil pode fechar o ano no azul, com alta de 5% a 10% nas vendas ao agricultor, puxada pela necessidade de renovação na frota de tratores e colheitadeiras, e pela retomada de investimentos do setor de grãos. É o que estima o vice-presidente da New Holland Agriculture para a América do Sul, Rafael Miotto, citando que há uma “recuperação consolidada” na venda direta aos agricultores. Para as vendas a concessionárias, no entanto, o executivo vê um processo mais lento e um avanço mais modesto no desempenho anual, em torno de 5%. “Temos uma base de demanda e necessidade de renovar o parque de máquinas (para atualizar a tecnologia) e esse momento de remuneração muito boa, com a safra sendo vendida antecipadamente, e bons preços”, afirmou à Reuters. Segundo ele, 2020 tinha potencial para ser um ano de recorde nas vendas de máquinas, considerando o cenário atual de preços das commodities, mas os impactos do coronavírus que ocorrem “fora da porteira” limitam a ampliação de investimentos. “A pandemia não afeta o produtor, mas afeta todo o entorno dele. Ele está sendo cuidadoso”, acrescentou. Dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) mostram que, entre janeiro e setembro, foram vendidas no mercado interno 33,28 mil unidades de máquinas agrícolas e rodoviárias, aumento de 0,9% ante mesmo período do ano anterior. Até o primeiro semestre, a comercialização recuava 1,3% na comparação com o intervalo equivalente de 2019, para 19,64 mil unidades, pressionada pelos meses de pico da covid-19. Se por um lado a pandemia trouxe incertezas no primeiro semestre, por outro, o surto da doença impulsionou o dólar que, por sua vez, tornou as commodities agrícolas mais competitivas para exportação. Soma-se a isso uma forte demanda, principalmente da China por soja, e o agricultor disparou na comercialização antecipada -fator determinante para a reação no mercado de máquinas. “Este cenário mostra que já temos potencial para crescimento no ano que vem. Temos que ter um pouco de cautela, mas minha opinião é de otimismo. Não consigo ver forma de não melhorar”, disse Miotto, sem arriscar um número para a projeção de alta em 2021. No Brasil, maior produtor e exportador de soja do mundo, as lavouras estão em fase de plantio, com mais da metade da produção esperada já comercializada. Em Mato Grosso, principal fornecedor do grão no país, as vendas chegam a 60%. Instabilidade Do ponto de vista de produção, os dados são menos animadores. Segundo a Anfavea, houve queda de 19,6% nos nove primeiros meses deste ano e a fabricação de máquinas agrícolas atingiu 33,18 mil unidades. No início de junho, o executivo da New Holland disse à Reuters que o setor passava por problemas com fornecimento de peças importadas e a alta do dólar levaria as companhias a aplicarem reajustes de portfólio. Agora, Miotto afirmou que o fornecimento de peças “melhorou muito”, mas ainda existem alguns gargalos devido à segunda onda do novo coronavírus em alguns países. “Temos componentes suficientes para manter a capacidade máxima de produção das unidades, mas temos dificuldade para formar o mix de produção”, explicou, lembrando que parte das peças era trazida do exterior por via aérea, logística que se tornou muito mais escassa durante a pandemia. Devido à tecnologia embarcada nas máquinas, a importação pode variar de 15% a 50% do custo de produção da indústria e, como a desvalorização do real continua pesando nesta conta. Por isso, ele não descarta novos reajustes no portfólio. “Houve aumento de preços, tivemos que repassar porque os custos foram muito grandes, isso ainda é uma preocupação para a cadeia”, admitiu. “Podem vir novos repasses de custo sim, se continuar a tendência de valorização (do dólar) têm coisas que são inviáveis”, completou. Fonte: Reuters
- Grêmio e Inter assinam contrato com produtora para lançamento de série sobre o Gre-Nal
Produção terá oito episódios de 50 minutos e previsão de lançamento em 2022 A mais do que centenária rivalidade Gre-Nal vai virar uma série documental. Em cerimônia realizada nesta segunda-feira na sede da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Grêmio e Inter anunciaram a assinatura de contrato com uma produtora para a realização da produção, com previsão de estreia em 2022. O evento contou com a presença dos presidentes do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., do Inter, Marcelo Medeiros, e da FGF, Luciano Hocsman, além de representantes da produtora. Todos ressaltaram a importância do Gre-Nal não só para o futebol gaúcho e brasileiro, mas como manifestação cultural. A série já tem até nome: "Gre-Nal – o maior clássico da América". As filmagens serão iniciadas em 2021, com previsão de lançamento no ano seguinte. Serão oito epísódios de aproximadamente 50 minutos cada. A série deve ser exibida em plataformas de streaming, mas ainda não há acordos para exibição. A produtora responsável pela iniciativa é a Giros, com sede em São Paulo. A empresa atua há mais de 23 anos com produção audiovisual, com mais de 70 séries exibidas em 40 canais nacionais e internacionais e com um filme analisado pelo Oscar em 2016, chamado Menino 23. Fonte: ge























