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Rodrigo Dourado volta após 450 dias e inicia retomada gradual pelo Inter

Recuperado de edema ósseo no joelho esquerdo, volante é relacionado pela primeira vez em um ano e três meses

Quatrocentos e cinquenta e cinco dias depois, Rodrigo Dourado voltará a respirar o ambiente de uma partida oficial de futebol. O volante foi relacionado pela primeira vez por Eduardo Coudet e estará à disposição do Inter para a partida contra o Sport, nesta quarta-feira, às 21h30, na Ilha do Retiro, pela 16ª rodada do Brasileirão.


A convocação para integrar a delegação no Recife é o ápice de tortuosos um ano e três meses de recuperação de um diagnóstico de edema ósseo no joelho esquerdo.


Dourado iniciará a partida no banco de reservas. E terá de percorrer um longo caminho até retomar o nível de atuação que o alçou a capitão da equipe e eleito o melhor atleta da posição no Brasileirão de 2018.


O Inter prepara uma volta lenta e gradual para o volante, com muita cautela para evitar a queima de etapas e desgastes desnecessários. A expectativa para a noite de hoje é de que Dourado ganhe alguns minutos em campo.


E que aumente progressivamente a carga até alcançar o ritmo de jogo ideal para brigar pela titularidade. O volante é visto como o número 1 da hierarquia da posição por Coudet.


Conforme apurou o ge, o volante foi liberado pelos departamentos médicos e de fisiologia para trabalhar sem restrições ainda em setembro. Desde então, participa normalmente de treinos físicos, técnicos e táticos com os demais companheiros sem apresentar dores.


Seu retorno passou a depender apenas da opção de Eduardo Coudet a partir das observações e de sua resposta em campo. O próprio treinador disse em entrevista após a vitória por 2 a 0 sobre o Bragantino que Dourado já corria os quilômetros necessários a cada atividade e se aproximava de um retorno.


Ainda antes da partida em Bragança Paulista, o volante já se sentia em condições de voltar a atuar. Havia até expectativa de que fosse relacionado contra o Brgantino e depois contra o Athletico. O que não ocorreu.


Dourado fez sua última partida pelo Inter em 10 de julho de 2019, na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Ele até foi relacionado para o duelo da volta, na semana seguinte. Mas já sem condições de atuar.


A vitória por 1 a 0, seguida de novo triunfo na disputa de pênaltis no Beira-Rio, deu a vaga nas semifinais ao Inter, em 17 de julho de 2019. Foi a última vez em que o volante esteve ao menos no banco de reservas.


Mas o calvário de Dourado é ainda mais antigo. O meio-campista sentiu o problema no joelho esquerdo pela primeira vez em 9 de abril de 2019, quando sofreu entorse na vitória por 3 a 2 sobre o Palestino, pela Libertadores. Ele seguiu atuando até passar pela primeira das duas artroscopias no local.


O volante se somou ao grupo do Inter para trabalhos na intertemporada do ano passado e atuou na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras em 10 de julho de 2019. Foi sua última partida. Depois disso, ele teve o diagnóstico do edema ósseo e passou pela segunda artroscopia.


Foi o início de uma longa recuperação. O jogador chegou a ficar dois meses sem apoiar o pé no chão e pagou do próprio bolso por um tratamento com células-tronco para acelerar a volta.


Dourado foi liberado para iniciar o retreinamento já em meio à pandemia do coronavírus. Neste mesmo período, ele acertou a renovação de contrato até o final de 2022.


Fonte: ge

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