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Presidente do Banco Central disse que Pix vai ajudar na recuperação econômica do Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nesta segunda-feira (16) que o Pix, novo sistema de pagamentos digitais, vai ajudar na recuperação da economia. Campos Neto discursou durante evento de lançamento do Pix.


A tecnologia desenvolvida pelo Banco Central já está disponível para clientes de 734 bancos, corretoras e instituições financeiras que operam no País.


Até domingo (15), informou o BC, já haviam sido cadastradas mais de 71 milhões de chaves Pix e realizadas mais de 1,9 milhão de transações entre instituições diferentes, com um montante financeiro que passou de R$ 780 milhões.


O principal objetivo do sistema é aumentar a digitalização das transações financeiras. Segundo o BC, a adesão também ajudará a aumentar a competição no mercado financeiro e reduzir o uso de papel moeda.


“Quando a gente pensa na recuperação da crise que estamos vivendo hoje, é muito gerada por um incentivo em tecnologia, um aumento nessa capacidade tecnológica e na produção de dados. A gente consegue ver a quantidade de comércio online que está acontecendo. As pessoas pedem mais comida em casa, usam mais aplicativos”, disse Campos Neto.


O presidente do BC afirmou também que o novo sistema vai melhorar os serviços públicos.


“Vai melhorar a prestação de serviços públicos, porque a gente está digitalizando as pessoas. A gente sabe quem são, onde estão, e que produtos consomem. Então, no final a gente vai ter um sistema financeiro mais inclusivo e mais eficiente. Ou seja, o Pix veio para transformar sua vida e facilitar seus negócios”, afirmou.


Para o presidente do BC, o Pix também possibilitará inclusão digital, pois milhões de pessoas passarão a ser “digitalizadas”, estimulando a criação de “milhares de novos negócios, pequenos negócios”.


“A gente viu na TV reportagens de negócios que antes não eram viáveis pois transferências eram caras. No interior, há cidades que não têm ATMs [máquinas de saques] e que não têm agência bancária”, explicou.


O novo sistema de pagamentos e transferências, acrescentou ele, também vai gerar uma maior competição no sistema financeiro nacional, assim como a oferta de novos produtos.


“A gente diminui a barreira de entrada. Quando diminui barreira de entrada, incentivas novos entrantes, novas empresas de tecnologia, as ‘fintechs’ [pequenas empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro]. Vai gerar uma competição e vai baratear o custo. E isso provoca grande diversidade no sistema”, concluiu.


Campos Neto disse, ainda, que o Pix aumentará a segurança do sistema de transferências e pagamentos eletrônicos, pois o dinheiro será mais “rastreável”. “A gente sabe onde os recursos estão. Diminui várias práticas de crimes, de lavagem de dinheiro. Ele é eficiente e seguro”, concluiu.


Fonte: O Sul

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