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Presidente da Farsul destaca desafios e alerta sobre riscos ao agronegócio em 2024

Gedeão Pereira aborda insegurança jurídica e economista da Farsul destaca ameaças e recomendações para o próximo ano

 

O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, abriu o evento de apresentação do balanço de 2023 e perspectivas para 2024, realizado em Porto Alegre, nesta terça-feira (19). Ele abordou os desafios enfrentados ao longo do ano, incluindo a participação na COP28 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), em Dubai, onde foi discutida a questão crucial de conciliar segurança alimentar, energética e ambiental para garantir o abastecimento mundial.

Insegurança Jurídica no Campo

Gedeão expressou profunda preocupação com a insegurança jurídica no campo, apontando conflitos ambientais, pressões em relação a terras e a importância do direito de propriedade. O coordenador da Comissão de Assuntos Jurídicos da Farsul, Nestor Hein, examinou detalhadamente debates jurídicos em curso, destacando a relevância do marco temporal do STF (Supremo Tribunal Federal), que há 35 anos afirma que os direitos indígenas estão ligados às terras que ocupam.

Perspectivas Econômicas

A pauta incluiu o debate sobre as tentativas de aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelo governo estadual e, diante da falta de apoio, a redução de benefícios fiscais. Gedeão manifestou-se contra qualquer aumento tributário. O economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, alertou para ameaças ao agronegócio em 2024, apontando defasagem de preços e gargalos logísticos.

Da Luz identificou três riscos para produtores gaúchos em 2024: uma eventual recessão global, aumento dos juros e uma possível crise imobiliária chinesa. Recomendou medidas preventivas como corte de custos, fortalecimento da liquidez e preservação do caixa.

Oposição ao Reajuste de Impostos

Gedeão enfatizou a oposição "veemente" da Farsul ao reajuste de impostos, reconhecendo as dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais. Destacou a necessidade da reforma administrativa como essencial para o setor agropecuário no país.


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