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Melhora nos índices deve fazer FAMURS solicitar retorno da bandeira vermelha


Os índices da pandemia de Covid-19 vem melhorando no Rio Grande do Sul após semanas de bandeira preta e de restrições mais rígidas no Estado. O número de novos casos, de internações e óbitos vem reduzindo, o que demonstra uma melhora no quadro sanitário.


Com isso, entidades empresariais solicitam ao governo do estado que torne as regras do distanciamento controlado mais flexíveis. Conforme o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS), Maneco Hassen, a entidade vai se reunir com representantes do Governo do Estado nesta terça-feira, 20/04, justamente para debater o assunto.


No entendimento dos municípios, a bandeira preta teve resultado e os índices de fato melhoraram, portanto eles solicitam o retorno a bandeira vermelha e uma flexibilização maior das regras. De acordo com Maneco, será solicitado que, pelo menos as regiões com índices melhores, retorne a classificação vermelha, se não for possível colocar todo o Estado nesta fase.


Conforme o presidente da FAMURS, os municípios e as entidades entendem a necessidade de restrições para conter o avanço da covid-19, porém critica a atuação do governo do estado que não propôs um auxílio para os setores econômicos.


Maneco destaca que há um ano os empresário sofrem com restrições, porém o governo estadual não pensou em uma maneira de minimizar os prejuízos. Caso houvessem políticas econômicas para minimizar os impactos, medidas mais restritivas poderiam ter sido tomadas e, com isso, os impactos da pandemia também teriam sido menores.


De acordo com o presidente da entidade, quem vai decidir se retorna para a bandeira vermelha ou não é o Estado, sendo que não cabe aos municípios tomar esse tipo de decisão.


Sobre o auxílio emergencial do Estado, o presidente Maneco destaca que toda a ajuda é importante, porém classifica a medida com insuficiente e tardia, uma vez que muitas empresas sofrem há mais de um ano com as restrições e a queda de receitas.


Fonte: Imprensa FAMURS

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