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Governo do RS planeja comprar CoronaVac de São Paulo

Isso acontecerá caso haja demora na distribuição de doses pela União

O governo do Rio Grande do Sul está de olho na vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo laboratório Sinovac, em parceria com o Instituto Butatan, que será usada por São Paulo para imunizar a população a partir de 25 de janeiro. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, a compra de doses da CoronaVac é uma alternativa caso o imunizante a ser distribuído pelo governo federal demore a chegar ou a negociação nacional não avance.


A ideia seria adquirir uma parte das 4 milhões de doses disponibilizada pelo governador de São Paulo, João Doria, para vacinar, principalmente, profissionais de saúde que trabalham no Rio Grande do Sul.

Tenho responsabilidade com 11,5 milhões de gaúchos, a gente não pode confiar, basear a política pública apenas na confiança. Eu, pessoalmente, confio na gestão do (ministro Eduardo) Pazuello dentro de tudo vivido até aqui. Mas observa-se o quanto se politizou o tema da vacina, e não posso gerar problemas à minha população a partir de uma confiança pessoal. Tenho planos de contingência, para frustração dessa confiança, dessa expectativa.

Essa foi a fala do governador Eduardo Leite em entrevista à Globonews na manhã desta terça-feira (8), acrescentando que houve contato com o Butantan para, se houver frustração no plano inicial, realizar a aquisição direta.


A vacina chinesa produzida em parceria com o Butatan ainda não foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apenas quando for avalizada poderá ser aplicada na população. Segundo a Anvisa, os estudos da fase 3 dessa vacina ainda não foram entregues para avaliação dos técnicos — a medida é imprescindível para aprovação emergencial do imunizante e também para o registro na agência.


Nesta segunda-feira (7), o governo federal anunciou que avançou nas negociações com a Pfizer para a compra de 70 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo laboratório americano em parceria com a alemã BioNTech. O Reino Unido começou nesta terça-feira (8) a vacinação de sua população usando a vacina desenvolvida por essas duas empresas.


O Ministério da Saúde, até agora, garantiu apenas a compra de 100 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca, em parceria com a universidade de Oxford — é possível que essas doses sejam entregues apenas em março.


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (7), via redes sociais, que a vacina contra a covid-19 que for certificada no Brasil será distribuída de forma gratuita e não será obrigatória. Segundo ele, o imunizante que tiver a validação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será distribuída para a toda a população com a garantia de que não faltarão recursos do governo para tal.


Fonte: GaúchaZH

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