Getúlio Vargas gera 23 novos empregos formais em fevereiro
- 1 de abr.
- 2 min de leitura
Com 163 admissões no mês, o forte desempenho do setor industrial compensou as perdas na construção civil e garantiu o resultado positivo da cidade, acompanhando a criação de mais de 24 mil vagas no Rio Grande do Sul
Getúlio Vargas fechou o mês de fevereiro com a balança de empregos formais no azul. Dados do Painel de Informações do Novo Caged revelam que o município registrou 163 admissões e 140 desligamentos. Isso garantiu a criação de 23 novos postos de trabalho (saldo) e elevou o estoque total de vínculos com carteira assinada na cidade para 4.188 trabalhadores.
O motor da economia local neste período foi a indústria, que assumiu a liderança absoluta nas contratações. O setor industrial de Getúlio Vargas contabilizou 76 admissões e 53 desligamentos, gerando sozinho um saldo positivo de 23 vagas e fechando o mês com um estoque de 1.400 funcionários.
O comportamento dos demais setores da economia no município apresentou as seguintes variações:
Serviços: registrou saldo positivo de 5 vagas (48 contratações e 43 demissões).
Agropecuária: obteve um saldo positivo modesto, com a criação de 2 novos postos de trabalho.
Comércio: o setor encerrou o mês estagnado (saldo zero), empatando as admissões e desligamentos em exatos 36 registros.
Construção: foi a única área a apresentar fechamento de vagas, perdendo 7 postos de trabalho após realizar apenas 1 admissão e 8 desligamentos no mês.
Apesar do número favorável, o ritmo foi inferior ao de fevereiro de 2025, quando o município havia criado 40 novos postos.
Panorama Regional e Nacional
O aquecimento do mercado de trabalho em Getúlio Vargas está em sintonia com a tendência estadual. O Rio Grande do Sul foi o segundo estado que mais gerou empregos no país no período, acumulando um saldo positivo expressivo de 24.392 vagas formais.
No âmbito nacional, o Brasil gerou 255.321 empregos com carteira assinada em fevereiro de 2026, com saldo decorrente de mais de 2,3 milhões de contratações. Enquanto em Getúlio Vargas o protagonismo foi da Indústria, no recorte nacional o resultado foi encabeçado pelo setor de Serviços.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, explicou que a variação positiva no mês foi impulsionada pela ocorrência do carnaval em fevereiro deste ano. No entanto, ele pontuou que os avanços ocorrem mesmo diante de desafios como a atual taxa de juros e o impacto de guerras na economia global. Apenas no acumulado do ano, o Brasil já superou a marca de 370 mil postos de trabalho criados.






