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Em última reunião de Leite, governo não emite avisos e nem alertas pela terceira semana consecutiva


Pela terceira semana seguida, o Gabinete de Crise decidiu, nesta terça-feira (29), não emitir Avisos ou Alertas para as 21 regiões Covid do Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul.


Essa foi a última reunião comandada pelo governador Eduardo Leite, que renunciará ao cargo na quinta-feira (31), conforme comunicou na segunda-feira (28). O vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, que tomará posse como governador, também acompanhou a reunião.


Antes de finalizar a agenda, o governador aproveitou para agradecer aos integrantes do Gabinete de Crise.

“Foi uma honra trabalhar ao lado de cada um de vocês. Iniciamos esse enfrentamento sem saber muito bem o que nos aguardava, tentando entender juntos essa pandemia. Vivemos momentos difíceis. Essa equipe trabalhou de forma dedicada e sou muito grato por terem nos ajudado nessa jornada. Além de um bom comandante que assumirá esse enfrentamento a partir de agora, tenho um time entrosado, dedicado, que manterá girando essa rotina e que certamente dará toda tranquilidade ao Rio Grande do Sul diante de qualquer episódio ou situação que venha a ocorrer”, disse.

Apesar de ter ultrapassado nesta terça-feira (29) as 39 mil mortes por Covid desde o início da pandemia, nesta semana a média móvel de casos confirmados da doença apresentou redução de 3,4%. Assim, a incidência semanal no Estado é de 198,2 casos por 100 mil habitantes.


O número de internados, entre suspeitos e confirmados, reduziu 98 – foram 62 casos a menos em leitos clínicos e 36 a menos em UTIs. Neste momento, a taxa de ocupação das UTIs do Estado está em 67,2%.


Foram registrados 99 óbitos na semana, uma média de 14,1 por dia, o que representa uma redução de 38,8% em relação ao período anterior.


Até o momento, 86,7% da população residente no Estado tomou uma dose da vacina contra Covid-19 e 77,4% estão com o esquema vacinal completo (duas doses ou uma única). Somente 38,9% gaúchos buscaram a dose de reforço.


Fonte: O Sul

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