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Associação Brasileira de Bares e Restaurantes pede retorno do horário de verão

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira (22), solicitando o retorno do horário de verão, suspenso desde 2019. O documento também foi enviado ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e ao ministro do Turismo, Celso Sabino.

Segundo a Abrasel, o horário de verão tem um impacto direto no faturamento dos bares e restaurantes, com um aumento estimado de 10% a 15%. A entidade argumenta que a medida beneficiaria um setor que gera renda direta para mais de 7 milhões de brasileiros e tem cerca de 1,5 milhão de empreendimentos no país.

A Abrasel também argumenta que a medida movimentará a economia, principalmente no comércio e no turismo. “O retorno do horário de verão proporcionaria mais tempo de luz natural durante os dias, o que favorece o consumo e a frequência de clientes nos estabelecimentos, além de trazer mais movimento e segurança às cidades de um modo geral”, avaliou Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.

O horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931, no governo de Getúlio Vargas. No entanto, nesta semana, a área técnica do Ministério de Minas e Energia avaliou não ser necessário retomar em 2023 o horário de verão. A decisão final sobre uma eventual retomada não cabe à pasta.

Segundo dados do Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), os níveis dos reservatórios das hidrelétricas devem chegar ao fim deste mês acima de 70% no Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

Em 2019, no governo do então presidente Jair Bolsonaro, o horário de verão foi suspenso. A suspensão resistiu inclusive à crise hídrica de 2021. Na época, o governo chegou a estudar a retomada da política, solicitando um parecer do ONS.


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