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Após conflitos diplomáticos com o Brasil, China retém insumos para 18 milhões de doses da Coronavac


O Instituto Butantan tem insumos para produzir 18 milhões de doses da CoronaVac retidos na China em decorrência dos entraves diplomáticos. "Na reunião diária do dia de hoje com o embaixador Chinês essa autorização não vai se cumprir. A qualquer momento, aguardamos essa confirmação, mas até o momento, a liberação não irá ocorrer", afirmou Dimas Covas, diretor do instituto.


Mesmo assim, mais cedo, durante coletiva de imprensa na sede do instituto, o governador João Doria afirmou que o governo de São Paulo mantém a previsão de entrega de 100 milhões de doses da CoronaVac até 30 de setembro, com possibilidade de revisão de acordo com o tempo de atraso.


"O embaixador [da China no Brasil] me disse que vai voltar a falar amanhã com a chancelaria chinesa em Pequim, renovando o apelo para haja a liberação dos insumos que estão prontos, são 10 mil litros de insumos para a produção de aproximadamente de 18 milhões de doses contra a Covid-19, a CoronaVac", disse Doria.


O governador disse ainda que abordou na conversa a importância da liberação para não interromper a vacinação não apenas em São Paulo, mas em todo o país. Hoje, segundo o governo paulista, mais de 70% da vacinação depende da CoronaVac.


"Transmiti ao embaixador a minha preocupação como governador de São Paulo e cidadão, dado que a China é o país que ajuda Brasil a salvar vidas. [...] Agradeci ao embaixador pelo empenho, que já teve outras vezes e pedi novamente a liberação desses insumos, que estão prontos, disponíveis em contêineres refrigerados, aguardando autorização do governo chinês para o embarque ao Brasil."


Recentemente, o presidente brasileiro mentiu ao dizer que a pandemia da covid-19 é resultado de uma “guerra biológica”.


Fonte: Correio do Povo

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